Propostas para melhorias na CIPA Edita (e prediais) – SubC Comunicação


participe do grupo de CIPAs do Brasil – http://br.groups.yahoo.com/group/cipas_br/
Ação   – Duraçao (em horas)
 

  

  1. – site integrado (todas as CIPAs, assuntos comuns: NR-5 comentada, planos de trabalho,…) – 40
  2. – site especifico (dados geridos pela cipa, com uso de gerenciadores de contexto: CMS – (o mesmo da TIC, pago, ou um free) – 40
  3. – chave bandeja p o vice (baixo custo) – 1
  4. – chave de bandeja p a subcomissao (baixo custo) – 1
  5. – ramal fixo p a CIPA 9-4000 – 1
  6. – uso do SPS (sistema de pesquisa) para coleta de interesse da comunidade – 4
  7. – area na rede p material da CIPA, com acesso pelos cipistas – 1
  8. – integracao da subc comunicacao com subc comunic de outras cipas – 1 + 24 (2 horas por mes)
  9. – integracao c secr sms do sindipetro (1 + 24 – 2 horas por mes)
  10. – 1 estagiario p trabalhos de comunicacao ( 4 – selecao)
  11. – jornal eletronico cipas prediais – 36 (3 horas por mes)
  12. – site simplificado custo zero (colocacao de html estatico em servidor comum, com acesso pelos cipistas. Permite base de conhecimento e avaliacao previa do que vai p o site oficial ( 4 de implantacao, 16 de estudos, 36 – 3 ao mes de colocacao de dados)
  13. – encontro trimestral subc comunicacao cipas – ou mensal ( 24 – 2 h ao mes)
  14. – criacao de quickr para as cipas – 5
  15. – criacao de quickr para a cipa edita – 1
  16. – criacao de CV na UP (2 moderadores) para debates cipas e trabalhadores – 2
  17. – colocacao dos mapas de risco no site – 2
  18. – agenda de eventos no site – 1
  19. – jornal da cipa (bimestral) feito pelo Sindipetro-RJ – 36 (3 ao mes)
  20. – criacao de forum cipa/sms no site do sindipetro-rj – 2
  21. – publicacao de dados classificados e organizados por assunto, alem da ata (ruim de ler e processar pelos trabalhadores – 36
  22. – fale conosco cipa (site) – 2
  23. – mural no subsolo p comunicacao cipa p quem não tem acesso a micro – 2
  24. – “avaliando nosso atendimento” (entregue folheto) – 2
  25. – agenda de eventos no site – 1
  26. – problema de comunicacao: falta de pauta previa negociada (reuniao ord.)
  27. – reuniao extraordinaria qndo não der p ver tudo na ordinaria – 24 (2 ao mes)
  28. – entrega do material da subcomissao comunicacao anterior à atual – 3
  29. – area em servidor p / CIPA (diferente uso em relacao ao quickr) – 1
  30. – divulgacao das estatisticas de acidente no site da cipa – 12 (1 ao mes)
  31. – orcamentos subcomissao, sipat e outros – 3
  32. – deptmail para a cipa – 1
  33. – uso de dip pela CIPA – 1
  34. – palestras periodicas (verba no plano de trabalho) – 12 ( 2 por bimestre)
  35. – uma pagina na revista petrobras a cada bimestre – 2
  36. – cipista do mes
  37. – uso de ferramenta colaborativa (quickr, wordpress, …)
  38. – logo no crachá
  39. – quiz mensal no site da cipa para os trabalhadores
  40. – espaco sobre cipa na fup, fnp, cut (sites)

  

Propostas para melhorias dos Conselhos Fiscais dos Sindipetros


Propostas: (encaminhadas ao Conselho Fiscal do Sindipetro-RJ, através do conselheiro Lucas da Silveira Ferreira, e através de outros conselheiros)
Nota: O Conselho ainda não possui email, razão da não publicação do mesmo. Encaminhado para secretaria-geral@sindipetro.org.br

1 – unificacao de datas de eleicao
2 – espaco proprio no site
3 – admin do espaco de forma direta
4 – divulgacao de retorno de aplicacao de recursos
5 – criacao de forum sobre o assunto
6 – divulgacao da agenda de reunioes
7 – balancetes bimestrais
8 – divulgacao dos conselheiros, desde 2000
9 – conta de email especifica p o CF e para cada conselheiro
10 – conta para reclamacoes sobre gastos
11 – integracao com outros conselhos fiscais
12 – integracao em gestao com outros conselhos, CIPAs, secretarias de finanças de sindicatos e federacoes
13 – criacao de um código de ética para o conselheiro fiscal
14 – curso básico em contas para o conselheiro
15 – divulgacao no site de links para os conselhos fiscais dos outros sindipetros e de outros sindicatos
16 – criacao de email fale-com-o-conselho-fiscal
17 – forum virtual, integração entre os conselhos fiscais de todos os Sindipetros
18 – codigo de conduta p o conselheiro
19 – FAQ no site sobre conselho fiscal
20 – “tire suas dúvidas” (email e página no site) sobre os balancetes
21 – gestão participativa com a categoria
22 – colocacao da agenda, pauta e atas do conselho fiscal no site do Sindipetro
23 – … COLOQUE SUA PROPOSTA na forma de comentário-resposta
24 – OPINE sobre as propostas apresentadas, na mesma forma.
25 – disponibilizar debate on-line da reuniao via webcam/servico do gmail
26 – compra de 6 webcams para os conselheiros, para isto. (50 reais cada, total de 300 reais)
27 – estudo técnico p aumento de sindicalizados e redução das mensalidades
28 – divulgação de estatísticas de entrada de recursos x associados (aposentados, ativa, novos, homens/mulheres,…)
29 – análise do patrimônio e melhor utilização deste
30 – custeio e gastos / atividades / hh,rh da secretaria de finanças
31 – publicação dos pareceres (contábil e patrimonial) dos últimos 10 anos (3 gestões …)

Jose P Fonseca (jose.fonseca.ti@gmail.com )

Sindicalizado do Sindipetro-RJ
Outros sites:
Conselho Fiscal Sindipetro-RJ
Antônio Carlos Marcelino Torres,
  Antônio José Martins e
  Silvio Sinedino Pinheiro
  (titulares) e
  Laerte Luiz Ferreira,
  Lucas da Silveira Ferreira e
  Luiz Carlos de Lima
  (suplentes).

A Importância do Sindicato


A Importância do Sindicato

 sindpublicos

 

 

Muitas vezes, em muitas reuniões, o Sindicato se depara com um problema bastante comum: Alguns filiados não sabem para que serve o Sindicato. Alguns servidores públicos até querem se filiar, mas não entendem para que ou quais seriam os benefícios.

 

Alguns pensam que é só filiar, cruzar os braços e tudo estará resolvido. Outros querem saber se terão direitos a planos de saúde ou a clubes recreativos.

 

Pensando nisso, e nos preocupando com isso, é que decidimos tentar esboçar aqui a verdadeira importância e significado de um Sindicato.

 

Voltando há muitos anos, antes mesmo de a palavra “Sindicato” surgir no nosso vocabulário, os escravos já se uniam e se organizavam visando a libertação e buscando nos quilombos uma sociedade alternativa para aquele povo. Isso também pode ser considerado um movimento Sindical, afinal, eles lutavam por condições dignas de vida e trabalho.

 

É claro que hoje vivemos em ocasião muito diferente e nossas necessidades são outras, mas os motivos pelos quais os trabalhadores aderem ao Sindicato continuam os mesmos: união, segurança, participação, reconhecimento e benefícios. E se o filiado não participar efetivamente com todos esses intuitos, o Sindicato perde o seu motivo de existir.

 

O Sindicato está sempre associado à noção de defesa com justiça de uma determinada coletividade. É uma associação estável e permanente de trabalhadores que se unem a partir da constatação de problemas e necessidades comuns. E esses problemas e essas necessidades, nós, servidores públicos, sabemos que existem, por isso o SINDPÚBLICOS – MG está sempre trabalhando, com uma equipe jurídica bem estruturada, para alcançarmos todos os nossos objetivos. Mas sem esquecer que todas as conquistas trabalhistas, realizadas até hoje, foram obtidas com muita luta.

 

É extremamente importante que todos estejam organizados politicamente em torno de defesa dos interesses da classe. E isso é algo que o Sindicato não pode fazer pelo trabalhador. Nós do SINDPÚBLICOS – MG nos propomos a ajudar, a dar assistência e apoio, mas o interesse tem que partir do Servidor. Por isso é importante conhecer o que o Estado está propondo, até mesmo para sugerir mudanças ou recusar propostas.

 

Não podemos deixar de ressaltar que o sindicalismo não é estático, ou seja, está constantemente transformando-se e criando novas formas de organização e ação. Já tivemos épocas de mobilizações e passeatas nas ruas, de greves, e até mesmo de uso de força. Agora é a época da diplomacia. O SINDPÚBLICOS – MG certamente é um Sindicato influente, e vê no governo atual, formas de negociações diplomáticas para melhorias no serviço público. Não é à toa que tudo que almejamos estamos conseguindo. Dificuldades sempre existirão, mas enquanto a diplomacia permitir alcançarmos nossos objetivos, certamente optaremos por ela.

 

Através disso, teremos portas abertas no governo para novas reivindicações, novos protestos e certamente novas vitórias.

 

Não desconsideramos que saúde e diversão contribuem para uma vida melhor, mas queremos deixar claro que o intuito do Sindicato é outro: É lutar para conquistar do Estado tudo aquilo que o servidor tem direito, incluindo saúde e bem estar.

 

 

 

Beto – SINDPUBLICOS – MG.

 

 Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Estado de Minas Gerais

 

Resultado Concurso de Redação sobre o Pré-sal – Sindipetro-ES


Relatório sobre o concurso de redação – São Mateus – ES – Matéria publicada dia 17/08/2009 às 1:29:23 PM

RESULTADO DO CONCURSO DE REDAÇÃO
‘O PETRÓLEO TEM QUE SER NOSSO’

O concurso de redação ‘O petróleo tem que ser nosso’ foi realizado pelo Sindipetro-ES, como projeto piloto, com alunos do ensino médio das escolas públicas e particulares do município de São Mateus-ES, no período de 08 a 09 de julho/2009.
O Concurso de Redação teve o objetivo de difundir na sociedade que é preciso uma nova legislação para regular a exploração do nosso petróleo, garantindo que as nossas reservas sejam controladas pelo Estado e que as riquezas produzidas sejam utilizadas prioritariamente em benefício do povo brasileiro.
A coleta de assinaturas para o projeto de lei de iniciativa popular sobre o novo marco regulatório esteve associada ao concurso de redação. Inicialmente o prêmio estava previsto para a escola que colhesse o maior número de assinaturas, entretanto, as escolas não se sentiram mobilizadas. Foi necessário, durante o andamento do concurso, mudar a regra de premiação direcionando os prêmios para os três alunos que mais colhessem assinaturas. Por isso, a meta inicialmente não foi alcançada tendo em vista que os alunos só tomaram conhecimento da mudança na regra quase no final do prazo.
Como saldo positivo podemos destacar as dezenas de palestras sobre a proposta dos trabalhadores para o novo marco regulatório do nosso petróleo, realizadas em todos os turnos (manhã, tarde e noite) das doze escolas envolvidas, alcançando em torno de 5 mil estudantes.

DESCRIÇÃO PREVISTO
Escolas públicas envolvidas 6
Escolas particulares envolvidas 6
Estudantes envolvidos 5.250
Custo com premiação R$ 5.450,00
Assinaturas em abaixo-assinado 10.000

REALIZADO
Escolas públicas envolvidas 6
Escolas particulares envolvidas 6
Estudantes envolvidos 5.250
Custo com premiação R$ 4.027,00
Assinaturas em abaixo-assinado 5.613

O acesso nas salas de aulas só foi possível com a colaboração da Superitendência Regional de Educação e dos Diretores da escolas públicas e particulares.
Outro fator positivo foi o resultado obtido pelas alunas das escolas públicas que conquistaram os 1º e 2º lugares.

São Mateus, 17 de agosto de 2009.

Eneias Zanelato Carvalho
Responsável pelo Concurso de Redação

REDAÇÃO VENCEDORA ……………………………………………………………………………………..
Um milagre natural que espera decisão

Silmara Carminotti da Silva*

Acordem os que sonham com o progresso da nação
choquem com a realidade aos que acreditam e aos que não
não que seja por maldade, mas por combate à ilusão
de que no “apenas esperar”, o mundo esteja às mãos
resgatem seus ideais, alcancem a revolução
arrancando suas vendas, surpreendam a visão

Visconde de Sabugosa acha petróleo em seu chão
Já Lobato fantasiava no futuro uma questão
Nas camadas do pré-sal, do Brasil, a indicação
Da redescoberta do petróleo, da rendição ou maldição
Do capital estrangeiro, uma grande chance ou não
De livrar o povo da pobreza, investir na educação

Numa encruzilhada histórica, solução, condenação
Um, milagre natural que espera decisão
Debater sobre esse fato, vem a mobilização
Incentivar as pessoas a terem disposição
Em abraçar essa causa com amor e com paixão
Ou então da liberdade sem lamento abrirmos mão

Avise a toda a gente, vem de longe a aparição
Os “amigos” se aproximam a nos dar a falsa saudação
Camuflagem de avanço e ainda o amanhã destruirão
De quem concede facilmente a preciosa permissão
Por bondade, comodismo, falta de informação
Ou por pura falsidade, interesse, traição

Movimento social, partido, associação
Sindicato, igreja, numa mesma empolgação
A vitória vem da força, a força da união
Em democracia se discute a melhor solução
Plebiscito nacional, todo mundo em ação
Defender seu amanhã através da votação

Promover igualdade, uma enorme evolução
Impedir que outros povos continuem a exploração
Do que está em nossas terras, clama consideração
Isso está pra lá de errado, minha amiga, meu irmão
Todo mundo pode ver, quando presta atenção
O petróleo é do Brasil é de cada cidadão

O crescimento sustentável da industrialização
As reservas gigantescas tal proeza nos trarão
Ao controle estatal digo sim com precisão
Respeitar a natureza, faço a consideração
O petróleo tem que ser nosso!, quase uma imposição
E só deve ser usado em prol da população!

* Silmara é aluna da Escola Nestor Gomes, zona rural de São Mateus. Ela foi a vencedora do Concurso de Redação promovido pelo Sindipetro-ES.

REDAÇÃO 2º LUGAR………………………………………………………………………………..

PETROBRAS: PETRÓLEO 100% BRASILEIRO

Falar em petróleo é, inevitavelmente, pensar em Petrobras (petróleo brasileiro). A fundação da Petrobras S.A., em 3 de outubro de 1953 pelo então presidente Getúlio Vargas, foi um dos acontecimentos que mais ajudaram a confirmar a identidade brasileira. Através de uma tecnologia de primeira qualidade e de métodos de pesquisa avançados, a extração e o refino do petróleo, feitos pela empresa, levaram a um crescimento constante da produção no Brasil. E, além de seu desenvolvimento técnico e econômico, a Petrobras ainda oferece programas que se preocupam com a responsabilidade social e ambiental. Por isso tudo é que a história da empresa está diretamente ligada à história da exploração de petróleo no Brasil. Grande parte da população brasileira tem a Petrobras como referência de sucesso e oportunidades. Falar nela é falar de sonhos concretizados, de empreendimentos bem sucedidos e de infinitas oportunidades de empregos e realizações.
Mas, tendo o Brasil uma empresa como a Petrobras, cuja trajetória de exploração e refino de petróleo é conhecida por todos, a campanha “O petróleo tem que ser nosso” não está sendo incoerente? Felizmente, não.
O que a maioria não sabe é que, depois de quarenta anos exercendo o trabalho com o petróleo no Brasil, a Petrobras passou a dividir a produção com empresas estrangeiras e nacionais. Foi em 1997, quando o presidente Fernando Henrique Cardoso aprovou a lei nº 9.478, que permitia que a União contratasse empresas privadas para explorar petróleo em nosso território. A partir de então, o monopólio da exploração do petróleo foi interrompido e parte da exploração brasileira é dada a particulares, nacionais e estrangeiros através de ações e leilões, regulamentados e fiscalizados pela Agência Nacional de Petróleo (ANP).
É importante ressaltar que a Petrobras possuía todo o conhecimento tecnológico e contava com funcionários capacitados, portanto, a participação das empresas particulares e estrangeiras na extração do petróleo brasileiro é somente para “engordar” o capital internacional.
Por meio dos chamados leilões, as empresas privadas de extração de petróleo têm explorado as jazidas brasileiras, repassando ao cofre nacional apenas 15% dos lucros, o que é um verdadeiro absurdo. Essa exploração barata e sem controle pode trazer sérias conseqüências para o nosso país. O risco que se corre é que o petróleo que deixamos que explorem hoje, falte para o próprio país no futuro. O Brasil, então, terá que comprar o petróleo a preços muito altos e os consumidores sofrerão duramente com o aumento do valor da gasolina, do transporte coletivo, do óleo diesel e do gás de cozinha.
Para evitar que um dia o Brasil sofra sérios prejuízos, o governo precisa, o mais rápido possível, interromper os leilões exploratórios, contribuindo para a soberania nacional. Há mais de dez anos, estamos assistindo, quietos, as riquezas nacionais serem apropriadas por valores nada dignos. E é por termos ciência das perdas que já sofremos e as que ainda podemos sofrer que temos o dever, enquanto cidadãos brasileiros, de nos mobilizar de forma organizada para somar força numa campanha que esclareça sobre a importância de se garantir a reestatização da Petrobras, ou seja, a consolidação do monopólio estatal do petróleo e o fim das concessões brasileiras, garantindo que o destino dos recursos gerados pela extração do petróleo no Brasil seja, exclusivamente, às terras brasileiras. Dessa forma, o governo poderia aumentar os investimentos em educação, saúde, segurança pública, habitação, saneamento básico, oferecendo aos municípios de todo país as condições necessárias para desenvolver projetos que contemplem a resolução de problemas sociais que tanto afetam o cotidiano da população.

São Mateus-ES, 09 de julho de 2009.

Indihane Terra Caitano
Aluna do 1º ano da Escola Estadual Santo Antônio

REDAÇÃO 3º LUGAR………………………………………………………………………………………..

O PETRÓLEO TEM QUE SER NOSSO

O petróleo, também chamado de ouro negro, é a mais importante fonte de energia do nosso país, sendo utilizado largamente no escoamento das nossas riquezas através dos mais diversos modo de transporte (rodoviário, marítimo, ferroviário e aéreo). Além disso, também é utilizado como fonte energética em algumas termelétricas movidas a óleo diesel, assim como nas indústrias petroquímicas.
Por isso, passados mais de cinqüenta anos das primeiras descobertas do petróleo no nosso país, nada mais atual do que discutir o lema “o petróleo é nosso”.
Matéria prima que move o mundo através dos seus derivados, além de uma infinitude de produtos dos mais variados, advindos da indústria da petroquímica, o petróleo também pode trazer grande desenvolvimento socioeconômico, desde que a sua exploração seja feita de forma que os benefícios cheguem corretamente à população brasileira, diferente de alguns países do Oriente Médio, onde tal produto enriquece apenas uma pequena parcela.
Considerando que as reservas deste importante produto são finitas e que o desenvolvimento do nosso país depende sempre de mais energia, o governo deve ter o compromisso e o papel de cuidar para que os interesses da nação sejam protegidos.
Uma das nossas maiores crises econômica foi justamente o primeiro choque do petróleo na década de 70, aumentando enormemente a dívida externa brasileira, o que comprometeu o crescimento do país por mais de três décadas.
Após um grande período de um capitalismo selvagem, assistimos recentemente a ruína e a quebra dos principais ícones desse sistema econômico, que concentra riquezas e renda em poucas mãos, em detrimento das regiões e países onde se encontram as principais jazidas.
Por isso, que neste momento em que são descobertas grandes jazidas nas camadas mais profundas do mar (pré-sal), esperamos que o governo brasileiro cuide para que as riquezas advindas da exploração deste recurso natural sejam utilizadas de forma a termos um desenvolvimento sustentável, com melhor qualidade de vida para as nossas futuras gerações.
Assim como no início da descoberta do petróleo, o capital estrangeiro e privado, pressionam de todas as formas, através de lobbies nas diversas instâncias, principalmente no parlamento, onde as decisões serão tomadas, para que o país abra a participação na exploração petrolífera, o que pode acarretar prejuízos à nação, se não for amplamente debatido e defendido a nossa soberania nesta área, pois o capital não tem alma, ou seja, não leva em consideração a importância estratégica dos recursos naturais, para um país em desenvolvimento. A própria crise econômica mundial atual, justifica a nossa mobilização em defesa das nossas riquezas, pois caiu por terra, a teoria do estado mínimo, pregado pelo neoliberalismo, onde as grandes organizações correm para os braços paternais do grande estado, pedindo agora proteção, ou seja, socializar apenas os prejuízos.
É histórica, a participação popular, através dos segmentos organizados (entidades, igrejas, sindicatos, etc.), principalmente dos estudantes através da União Nacional dos Estudantes – UNE, na campanha que promoveu a criação da Petrobras na década de cinqüenta e mais uma vez estaremos atentos, visando fazer valer o grito, agora atualizado “o petróleo tem que ser nosso”, pois com já diz Monteiro Lobato na década de 30: “mais sabão ou mais açúcar não influencia em nada a vida do país, mas petróleo a jorrar, influencia tremendamente, pois equivale à maior das revoluções econômicas e ao começo do Brasil de amanhã – sadio, forte, poderoso”.

São Mateus-ES, 09 de julho de 2009.

Paula Vianna Secundino
Aluna do 1º ano do Ensino Médio do Centro Educacional Charles Darwin

Oficio da Conlutas sobre o dia 14 de agosto


Rio de Janeiro, 06 de agosto de 2009
 
conlutas 
À
Todas as Entidades da Conlutas  (Coordenação Nacional de Lutas)
 
Atenção Companheiros,
 
Como é do conhecimento de todos, no dia 14 de agosto será realizado um dia nacional de luta e mobilizações em unidade com as outras centrais. Os eixos são unitários (contra a crise e as demissões, por emprego e melhores salários, pela manutenção dos direitos e pela sua ampliação, pela redução das taxas de juros, pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários, pela reforma agrária e urbana e em defesa dos investimentos em políticas sociais). Entretanto o panfleto que convoca o ato não será unitário, já que a Conlutas não assina o mesmo por não contemplar a nossa posição frente ao governo Lula. Sendo assim, estamos trabalhando com um panfleto nacional e ainda faremos um panfleto da Conlutas RJ. Temos uma boa quantidade do panfleto nacional (vendido a 50,00 reais o milheiro) à disposição das entidades. Na reunião da Secretaria Executiva Estadual realizada ontem, definimos a realização de panfletagens da Conlutas na próxima 3ª feira (11/08) na Central do Brasil, na estação de metrô Carioca e nas Barcas, todas a partir da 17 horas.
A atividade do dia 14/08, como já informamos anteriormente, será uma passeata, com concentração na Candelária a partir da 10 horas da manhã saindo por volta de 12 horas em direção aos prédios da Petrobrás e do BNDES.
Solicitamos que todas as entidades se incorporem nestas atividades e que façamos um esforço de garantir um grande dia nacional de mobilizações, com uma grande participação da Conlutas.
 
Saudações Com Lutas,
 conlutas-rj@conlutas.org.br
 
Alexandre Lopes Francisco
P/ Secretaria Executiva Estadual da Conlutas/RJ

Conheça o Estatuto da Conlutas: aqui

Assine o abaixo-assinado pela licenca maternidade de 180 dias


Abaixo-assinado Licenca Maternidade de 180 dias

[lista geral de posts e assuntos]

Assine o abaixo-assinado no link abaixo. Convide outras pessoas da empresa e do Sistema Petrobras para apoiarem esta causa. Outras empresas (Banco do Brasil, …) já conquistaram este direito. 

http://www.ipetitions.com/petition/LicencaMaternidadeACTPetrobras/

Programas da Rádio Petroleira


Programas

Proposta da Rádio Petroleira (fonte: radiopetroleira.org.br)

radiopetroleira

Conselho Editorial:

Diretores Sindipetro:

André Bucaresky
Antony Devalle imprensa@sindipetro.org.br
Carlos Augusto Espinheira imprensa@sindipetro.org.br
Emanuel Cancella secretaria-geral@sindipetro.org.br
Edison Munhoz Filho juridico@sindipetro.org.br
Francisco Soriano
Hélio Cunha
Reinhold Shopke

Dom, 16 de Dezembro de 2007 21:00
A Agência Petroleira de Notícias (APN) e a Rádio Petroleira pretendem ser mais uma voz em defesa da nossa soberania. Sua estruturação é o reflexo da consciência política da categoria petroleira, que mantém, com seu desconto assistencial, a Rádio e a Agência Petroleira. Mas esses dois importantes instrumentos de comunicação, que podem ser acessados em qualquer parte do mundo, via internet, estarão voltados para os interesses do povo brasileiro e não apenas para questões corporativas.A soberania que reivindicamos vai além dos limites territoriais e dos interesses de quem vive nesses limites, embora não os exclua.   É um poder conferido ao povo,  de expressar  sua diversidade de pensamentos e de culturas e de se apropriar dos benefícios resultantes da exploração das riquezas nacionais.   Por isso reivindicamos a revisão da Lei 9.478/97, que permite a exploração e a exportação do nosso petróleo e gás pela iniciativa privada; exigimos a anulação do leilão da Vale do Rio Doce, por comprovadas falcatruas; e denunciamos a entrega de grandes propriedades de terras a empresas transnacionais do agronegócio, o que vem ameaçando a integridade do território brasileiro, agredindo o meio ambiente e dificultando cada vez mais a necessária reforma agrária.Um povo só é soberano quando tem consagrados os seus direitos civis, políticos e sociais, o que implica no acesso à terra, à moradia, à educação, à saúde, ao trabalho, aos bens culturais e ao lazer, à liberdade de culto e de expressão. O Brasil, no entanto, ainda é o país dos latifúndios, seja na terra seja no ar. É o país da concentração da mídia nas mãos de poucas famílias. A comunicação de massa tem sido utilizada como um braço de afirmação do poder dominante.

A Rádio e a Agência Petroleira de Notícias se colocam na contramão da globalização neoliberal. Acreditamos, como o poeta Raul Seixas, que “sonho que se sonha junto é realidade”. E, como no poema Tecendo a Manhã, de João Cabral de Mello Neto, acreditamos que é possível multiplicar as nossas vozes, atuando em conjunto com um amplo leque de entidades e colaboradores do campo de esquerda:

Um galo sozinho não tece uma manhã:
ele precisará sempre de outros galos.
De um que apanhe esse grito que ele
e o lance a outro; de um outro galo
que apanhe o grito de um galo antes
e o lance a outro; e de outros galos
que com muitos outros galos se cruzem
os fios de sol de seus gritos de galo,
para que a manhã, desde uma teia tênue,
se vá tecendo, entre todos os galos.

Com o objetivo de transformar em realidade um sonho coletivo, o Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) convidou outras entidades, movimentos sociais e veículos de comunicação alternativa a fazer parte dessa construção. A AEPET, o MST, a CUT, a Conlutas, a Intersindical, o Fazendo Media, o Brasil de Fato e o Núcleo Piratininga de Comunicação são os parceiros iniciais desse projeto, mas estamos abertos a adesão de novos companheiros. Sabemos que é uma luta de David contra Golias. Mas é no espaço da internet que essa luta de resistência e de contra-informação tem maiores possibilidades. Queremos somar, multiplicar e trocar informações que mostrem o outro lado da notícia, aquele que rompe com o pensamento único e que abre novas dimensões para a reflexão.

Por último, alertamos: é permitida (e recomendada) a reprodução do conteúdo desta página, desde que citada a fonte.

Dom, 16 de Dezembro de 2007 21:00
Jornalista Responsável Nato Kandhall  MT 18.355
Jornalista da Rádio Petroleira Nato Kandhall
Operador de rádio Jayme de Freitas

Programa Radio Surgente
Programa Democracia e Comunicação
Programas Onda Verde Petroleira
Programas Mesa Redonda Petroleira
Programa Sem Teto em Revista
Programa de Índio
Curso de Marxismo
Programa Economia e Solidariedade
Programa Ponto de Vista
Programa Voz da Anistia
Programa Voz Rebelde
Programa “O Vagabundo” Voz do Aposentado
Entrevistas Variadas
Programa do Aposentado
Campanha do Petróleo e Gás Brasileiros