Genpro – Missão, Visão, Valores, Princípios


Missão

Prestar serviços técnicos de engenharia, gerenciando a implantação de empreendimentos industriais e desenvolvendo soluções integradas, por meio de parcerias de equipes especializadas e de tecnologia de ponta.

Visão

Tornar-se a empresa “número 1” no Brasil em desenvolvimento de soluções de engenharia, credenciando-se como referência de mercado nos critérios de credibilidade junto aos clientes e de vanguarda no emprego de tecnologias avançadas.

Princípios

O esforço para alcançar os objetivos estratégicos da empresa deve estar fundamentado nos princípios da ética, da competência profissional e da valorização de seus parceiros e colaboradores.

GENPRO Engenharia S.A.


A GENPRO Engenharia S.A. é uma empresa com capital 100% brasileiro e foi constituída em 1995 por uma equipe de profissionais com experiência e vivência direta em empreendimentos industriais.

Ocupa posição de destaque entre as maiores e mais bem conceituadas Companhias de Engenharia de Projetos do mercado nacional.

Seguindo desde sua fundanção com serviços de engenharia bem sucedidos, a GENPRO conduz suas operações através de escritórios localizados em S. Paulo e Barueri e conta com uma força de trabalho de profissionais que se distinguem pela competência e qualificação.

A GENPRO atua nos seguintes segmentos industriais:

  • Petróleo e Gás
  • Petroquímica
  • Química
  • Mineração
  • Siderurgia
  • Metalurgia
  • Alimentícia
  • Celulose e Papel
  • Açucar e Álcool
  • Nuclear
  • Indústrias de Manufatura
  • Farmacêutica e Cosméticos
  • Geração Térmica
  • Naval

A GENPRO oferece serviços de engenharia para empreendimentos industriais, desde a fase inicial de concepção e orçamentos, até a partida e operação inicial da instalação Os serviços são executados por equipes de engenheiros e de técnicos especializados altamente capazes, que contam com o apoio da experiência e da capacidade de liderança dos Diretores e dos Gerentes da empresa.

Missão

Prestar serviços técnicos de engenharia, gerenciando a implantação de empreendimentos industriais e desenvolvendo soluções integradas, por meio de parcerias de equipes especializadas e de tecnologia de ponta.

Visão

Tornar-se a empresa “número 1” no Brasil em desenvolvimento de soluções de engenharia, credenciando-se como referência de mercado nos critérios de credibilidade junto aos clientes e de vanguarda no emprego de tecnologias avançadas.

Princípios

O esforço para alcançar os objetivos estratégicos da empresa deve estar fundamentado nos princípios da ética, da competência profissional e da valorização de seus parceiros e colaboradores.

UTGR – Replan inaugura Unidade de Tratamento de Gás Residual


Refino e produção

Refinaria de Paulínia foi inaugurada em 12 de maio de 1972. A UTGR fazia parte do projeto de modernização da Companhia
por Portal BrasilPublicado: 04/08/2014 14h44Última modificação: 04/08/2014 14h44

A Refinaria de Paulínia (Replan) inaugurou, na última sexta-feira (1º), uma Unidade de Tratamento de Gás Residual (UTGR). Segundo nota divulgada pela Petrobras, este módulo era a última unidade que faltava para encerrar seu projeto de ampliação e modernização da planta.

A UTGR fazia parte do projeto de modernização da Companhia, que contou com um investimento de mais de US$ 5 bilhões.

Refinaria de Paulínia

Inaugurada em 12 de maio de 1972, a Replan está situada em Paulínia (SP), a 118 km da capital paulista. Sua localização facilita o escoamento da produção, pelo acesso às principais vias de transporte rodoviário, ferroviário e terminais aéreos do estado de São Paulo.

A refinaria tem capacidade de processamento de petróleo equivalente a 415 mil barris/dia. Sua produção corresponde a 20% de todo o refino de petróleo no Brasil, processando aproximadamente 80% de petróleo nacional, grande parte da Bacia de Campos.

Os principais produtos originados da Replan são diesel, gasolina, gás liquefeito de petróleo (GLP), óleos combustíveis, querosene de aviação (QAV), asfaltos e nafta petroquímica, entre outros. A refinaria atende principalmente o interior de São Paulo, mas também Minas Gerais e estados do Centro-Oeste e Norte.

Fonte:
Agência Petrobras de Notícias

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Reinaldo Azevedo mergulha no esgoto para defender proposta criminosa do PT.


O jornalista Reinaldo Azevedo começou a semana xingando o Dep. Jair Bolsonaro e seus apoiadores, e separando a direita entre democrática e golpista – apelando pro jargão esquerdista tão surrado. Ele se colocou no lado democrático, é claro. Em seguida, por não gostar de comentários do Olavo de Carvalho relativos ao tema, passou  a xingá-lo também, e fugiu das objeções colocadas. Saiu batendo o pézinho com ares de superioridade.

O episódio todo foi patético por diversos aspectos. Mas não parou por aí: parece que Reinaldo Azevedo tirou a semana pra rolar na lama com os porcos.

Em um artigo cujo título já denuncia uma fraude, “Se você é contra a lei da repatriação, tem de ser contra também a delação premiada” – link aqui, Reinaldo Azevedo se desdobra em mentiras, omissões, sofismas, chafurda pra lá e pra cá, e acaba ombreando com a escória petista. Tudo pra convencer o leitor de que a lei criada pelo PT para trazer dinheiro ilícito pro Brasil é uma coisa boa.

Vou comentar algumas passagens. O artigo começa assim:

 Se você é contra a lei da repatriação, tem de ser contra também a delação premiada. O que uma coisa tem a ver com a outra? Nos dois casos, pessoas que transgrediram leis aceitam, vamos dizer, colaborar em razão de punições menores.

O crime do delator já foi descoberto. Ele colabora porque “a casa já caiu”. E vai ser condenado de qualquer jeito, mesmo com pena reduzida. Já quem trouxer dinheiro pro país será anistiado do crime que cometeu. Por exemplo, o delator condenado por lavagem de dinheiro será inelegível segundo a Lei da Ficha Limpa. Já o criminoso que lavou dinheiro fora do país, poderá trazer esse dinheiro e concorrer a eleições, porque não será incriminado. Pode, inclusive, continuar cometendo o mesmo crime repetidas vezes, trazendo ainda mais dinheiro ilícito. Ou seja, só com muita mentira e fingimento é possível colocar os dois casos no mesmo patamar.

Aliás, a expressão “repatriação”, usada pelo jornalista, é mentirosa: não se sabendo a origem desse dinheiro, não se pode garantir sequer que tenha saído do pais em algum momento. A medida pode tornar o Brasil paraíso da lavagem de dinheiro de crimes internacionais. Através de laranjas brasileiros, o país pode se tornar um porto seguro para as finanças de ditadores, traficantes de crianças, terroristas, etc.

É polêmico? É! Eu diria que, em certa medida, tão polêmico como uma delação premiada. O texto pode, no entanto, trazer benefícios ao país? Pode.

Não há polêmica alguma. Pelos resultados obtidos no Brasil e em outros países, a delação premiada já provou muitas vezes ser essencial no esclarecimento e combate ao crime organizado. Mas a lei criada pelo PT e sancionada pela Dilma também não é polêmica: é imoral e criminosa. Enquanto a delação premiada auxilia no combate ao crime, a medida proposta estimula a impunidade.

Reinaldo Azevedo continua, se esforçando para equiparar as duas coisas, com o intuito de “colar” essa lei petista criminosa à imagem positiva da delação premiada, tão aclamada pelo povo através da Operação Lava Jato. Um truque muito sorrateiro:

Este se dispõe a colaborar com a Justiça em troca da redução da pena. Aquele se dispõe a pagar uma multa bastante pesada sobre um dinheiro que é seu, em troca de não ser processado.

Um é um criminoso que será condenado; o outro é um criminoso que será anistiado. Um fornece informações comprovadamente importantes para a resolução de crimes e condenação de criminosos; o outro compra a sua imunidade e a de seus comparsas com o próprio dinheiro ilícito, mantendo os canais de envio ilegal de dinheiro intactos. Como podem ser equivalentes duas situações obviamente opostas?

O jornalista ainda utiliza a expressão “sobre um dinheiro que é seu”, querendo passar a idéia de licitude e justa propriedade sobre um dinheiro que pode ser produto de roubo, extorsão, sequestro, tráfico de drogas, etc. É muita cara de pau!

Aí se trata de fazer um juízo pragmático: é melhor que esse dinheiro volte ao país, pague um imposto considerável e passe a ser usado aqui dentro ou que continue lá fora, em contas secretas? A resposta me parece óbvia.

Óbvia é a canalhice do jornalistas em ocultar os possíveis interesses criminosos do PT com essa medida:

1) O PT tem ligação com o narcotráfico internacional através das FARC, e financiou ditaduras em pelo menos dois continentes, enviando dinheiro brasileiro para esses países;

2) Existem denúncias de que membros do esquema de poder petista tenham recebido propina através de contas internacionais.

3) Com as novas regras para o financiamento de campanhas e o fim das doações empresariais, além do limite para pessoas físicas de 10% do imposto de renda, todos os partidos vão ter que passar o chapéu e cobrar os favores dos companheiros mais abastados.

4) Preciso lembrar que estamos falando do PT, e de sua expertise no uso do dinheiro público para a manutenção de seu projeto criminoso de poder?

Para o ilustre jornalista e seu pragmatismo bocó, o certo é fechar os olhos pra tudo isso, abrir as pernas pro freguês e aceitar alegremente, como prêmio de consolação, uns trocos de pinga que nem na cabeceira vão estar: vão direto pro bolso da cafetina. Quem sabe não sobram umas migalhas,não é? Nem a pior das prostitutas se prestaria a um papel tão baixo quanto o pragmático Sr. Reinaldo Azevedo.

O governo diz que pretende usar os recursos arrecadados com a internalização no financiamento da reformulação do ICMS. O dinheiro seria destinado à compensação dos Estados. Vamos ver.

Quem diz “vamos ver”, é porque cultiva alguma esperança sincera de que o governo mais corrupto da história, que destruiu a economia do país e fraudou as contas públicas pra manter seu projeto de poder, agora, como num passe de mágicas, seja honesto. Pra acreditar nisso, só sendo muito idiota, ou tendo algum interesse oculto nessa história.

Pela quantidade de comentários negativos no artigo, dá pra perceber que os leitores do Reinaldo Azevedo podem até apoiá-lo em algumas de suas posições, até mesmo em algumas acusações injustas, como aquelas dirigidas ao dep. Jair Bolsonaro e ao Olavo de Carvalho. Mas daí a mergulhar no esgoto petista de mão dadas, já é demais.

Em busca de votos para Freixo, Jean Willys chama católicos de…hipócritas.


O embate Freixo x Crivella para a prefeitura do RJ tem causado fenômenos curiosos no PSOL. Um deles é a “des-freixinização” ou “des-psolizamento” da campanha do Freixo, ou seja, uma tentativa desesperada de descolar a imagem do candidato das idéias que ele mesmo e o partido defendem. Esse fenômeno foi muito bem apontado pelo Felipe Moura Brasil, em um artigo que pode ser lido aqui: http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/cultura/desespero-de-freixo-e-fim-melancolico-de-lula-nao-tem-preco/

Agora foi a vez do deputado Jean Wyllys dar sua contribuição para essa campanha nada ortodoxa do PSOL na reta final das eleições do RJ. A estratégia era pra ser simples: “como no passado o bispo Crivella havia falado besteiras sobre os católicos e Nossa Senhora Aparecida, vamos usar esse fato para jogar os católicos contra a campanha do Crivella”. Mas, em se tratando de Jean Wyllys, PSOL, e toda a sorte de aberrações típicas da alma revolucionária, a coisa não foi tão simples. Esqueceram de combinar com a Igreja Católica, que, além de não morder a isca, preferiu nem comentar o caso, deixando o PSOL a ver navios.

A preocupação do PSOL com os católicos era tamanha e tão sincera… que não durou nem uma semana. Diante do fracasso da estratégia, coube a Jean Wyllys demonstrar, através de sua página no Facebook, a verdadeira face revolucionária, aquela já bem descrita pela Dilma na campanha presidencial de 2013: “Nós [a esquerda] podemos fazer o diabo quando é hora de eleição”. Revoltado com o fato dos católicos não entrarem no jogo político do PSOL, o deputado deixou cair a máscara e disparou:

Contudo, vejam que hipocrisia: Crivella escreveu um livro ofendendo os católicos e insultando sua igreja com palavras que dão vergonha alheia e o arcebispo do Rio de Janeiro, consultado pelo jornal O Globo, se recusa a comentar o fato.

Nada. Nem uma palavra.

O Rio pode eleger um prefeito que odeia os católicos (além de odiar o povo de santo e os gays), mas, como ele não é de esquerda, mas de direita, a Igreja não tem nada a dizer.

Eu tenho: alguém que tem ódio no coração não pode ser prefeito da nossa cidade.

#Freixo50 #IntolerânciaReligiosaNão

Ou seja o errado é você, seu católico hipócrita, que não entrou no jogo sujo do PSOL. E não o PSOL e o Jean Wyllys, esse pessoal do bem, que acha super OK xingar de hipócrita todos os seguidores de uma religião (ele se referiu à Igreja), e que mentiria até o fundo da alma pra ganhar seu voto, mesmo se lixando pra você, seus valores e sua religião. #IntolerâncaiReligiosaNão, entendeu, seu católico hipócrita??

Sentiram o desespero da chapa do Freixo? Eu acho muito boa essa estratégia do PSOL para angariar votos de católicos. Acho que vai dar super certo. E concordo com o Jean Wyllys: quem tem o ódio é o rancor revolucionário no coração não pode e não será prefeito do Rio.

Fico aqui, aguardando o resultado da eleição no Rio de Janeiro, mas já adianto, parafraseando “Jeremias muito louco“: “E diga à minha mãe…que ela vai dar umas risada!”

Veja o post do Jean Wyllys no dia 18/10/2016, logo após o debate Freixo x Crivella:

O muro de Berlim e o poste de Brasília


Só para lembrar que, em 1989, a derrubada do muro de Berlim foi um ato simbólico que marcou o fim do comunismo para o ocidente. Sim. Para o ocidente. E só para as bestas quadradas do ocidente.

A maior operação de desinformação da história consistiu em se demolir alguns símbolos do comunismo, deixando seu núcleo não somente intacto, mas fortalecido. Fazendo-se de morto, adentrou ainda mais profunda e sorrateiramente em todas as instituições ocidentais.

A queda de Dilma, um dos postes de Lula, é exatamente o mesmo estelionato. Vão fechar o PT, cada um vai camuflado para o seu canto, e daqui alguns meses estarão todos, ocupando exatamente o mesmo cargo, dizendo que o comunismo se encerrou com o partido enquanto a multidão de idiotas concorda.

Já tem gente comemorando o fim dom comunismo no Brasil. Pra eles vou deixar a frase do pensador contemporâneo cumpadi Washingto:

Sabe de nada, inocente.

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