Oficio da Conlutas sobre o dia 14 de agosto


Rio de Janeiro, 06 de agosto de 2009
 
conlutas 
À
Todas as Entidades da Conlutas  (Coordenação Nacional de Lutas)
 
Atenção Companheiros,
 
Como é do conhecimento de todos, no dia 14 de agosto será realizado um dia nacional de luta e mobilizações em unidade com as outras centrais. Os eixos são unitários (contra a crise e as demissões, por emprego e melhores salários, pela manutenção dos direitos e pela sua ampliação, pela redução das taxas de juros, pela redução da jornada de trabalho sem redução de salários, pela reforma agrária e urbana e em defesa dos investimentos em políticas sociais). Entretanto o panfleto que convoca o ato não será unitário, já que a Conlutas não assina o mesmo por não contemplar a nossa posição frente ao governo Lula. Sendo assim, estamos trabalhando com um panfleto nacional e ainda faremos um panfleto da Conlutas RJ. Temos uma boa quantidade do panfleto nacional (vendido a 50,00 reais o milheiro) à disposição das entidades. Na reunião da Secretaria Executiva Estadual realizada ontem, definimos a realização de panfletagens da Conlutas na próxima 3ª feira (11/08) na Central do Brasil, na estação de metrô Carioca e nas Barcas, todas a partir da 17 horas.
A atividade do dia 14/08, como já informamos anteriormente, será uma passeata, com concentração na Candelária a partir da 10 horas da manhã saindo por volta de 12 horas em direção aos prédios da Petrobrás e do BNDES.
Solicitamos que todas as entidades se incorporem nestas atividades e que façamos um esforço de garantir um grande dia nacional de mobilizações, com uma grande participação da Conlutas.
 
Saudações Com Lutas,
 conlutas-rj@conlutas.org.br
 
Alexandre Lopes Francisco
P/ Secretaria Executiva Estadual da Conlutas/RJ

Conheça o Estatuto da Conlutas: aqui

Código de Ética Profissional do Servidor Público Federal (Decreto 1171)


Código de Ética Profissional do Servidor Público Federal (DECRETO Nº 1.171, DE 22 DE JUNHO DE 1994)

Grupo de Provas

http://br.groups.yahoo.com/group/Oab_Provas

Grupo de Direito Administrativo

http://br.groups.yahoo.com/group/Oab_Provas_Administrativo

Grupo de Direito Constitucional

http://br.groups.yahoo.com/group/Oab_Provas_Constitucional

Aplicável também a sociedades de economia mista (Petrobras) – administração pública indireta

Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal

 Leis Ordinárias / Constituições / CF 1988 /  

www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D1171.htm

0 PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos IV e VI, e ainda tendo em vista o disposto no art. 37 da Constituição, bem como nos arts. 116 e 117 da Lei n° 8.112, de 11 de dezembro de 1990, e nos arts. 10, 11 e 12 da Lei n° 8.429, de 2 de junho de 1992,

        DECRETA:

        Art. 1° Fica aprovado o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, que com este baixa.

        Art. 2° Os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta e indireta implementarão, em sessenta dias, as providências necessárias à plena vigência do Código de Ética, inclusive mediante a Constituição da respectiva Comissão de Ética, integrada por três servidores ou empregados titulares de cargo efetivo ou emprego permanente.

        Parágrafo único. A constituição da Comissão de Ética será comunicada à Secretaria da Administração Federal da Presidência da República, com a indicação dos respectivos membros titulares e suplentes.

        Art. 3° Este decreto entra em vigor na data de sua publicação.

        Brasília, 22 de junho de 1994, 173° da Independência e 106° da República.

ITAMAR FRANCO
Romildo Canhim

Eate texto não substitui o publicado no DOU de 23.6.1994.

ANEXO

Código de Ética Profissional do
Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal

CAPÍTULO I

Seção I
Das Regras Deontológicas

        I – A dignidade, o decoro, o zelo, a eficácia e a consciência dos princípios morais são primados maiores que devem nortear o servidor público, seja no exercício do cargo ou função, ou fora dele, já que refletirá o exercício da vocação do próprio poder estatal. Seus atos, comportamentos e atitudes serão direcionados para a preservação da honra e da tradição dos serviços públicos.

        II – O servidor público não poderá jamais desprezar o elemento ético de sua conduta. Assim, não terá que decidir somente entre o legal e o ilegal, o justo e o injusto, o conveniente e o inconveniente, o oportuno e o inoportuno, mas principalmente entre o honesto e o desonesto, consoante as regras contidas no art. 37, caput, e § 4°, da Constituição Federal.

        III – A moralidade da Administração Pública não se limita à distinção entre o bem e o mal, devendo ser acrescida da idéia de que o fim é sempre o bem comum. O equilíbrio entre a legalidade e a finalidade, na conduta do servidor público, é que poderá consolidar a moralidade do ato administrativo.

        IV- A remuneração do servidor público é custeada pelos tributos pagos direta ou indiretamente por todos, até por ele próprio, e por isso se exige, como contrapartida, que a moralidade administrativa se integre no Direito, como elemento indissociável de sua aplicação e de sua finalidade, erigindo-se, como conseqüência, em fator de legalidade.

        V – O trabalho desenvolvido pelo servidor público perante a comunidade deve ser entendido como acréscimo ao seu próprio bem-estar, já que, como cidadão, integrante da sociedade, o êxito desse trabalho pode ser considerado como seu maior patrimônio.

        VI – A função pública deve ser tida como exercício profissional e, portanto, se integra na vida particular de cada servidor público. Assim, os fatos e atos verificados na conduta do dia-a-dia em sua vida privada poderão acrescer ou diminuir o seu bom conceito na vida funcional.

        VII – Salvo os casos de segurança nacional, investigações policiais ou interesse superior do Estado e da Administração Pública, a serem preservados em processo previamente declarado sigiloso, nos termos da lei, a publicidade de qualquer ato administrativo constitui requisito de eficácia e moralidade, ensejando sua omissão comprometimento ético contra o bem comum, imputável a quem a negar.

        VIII – Toda pessoa tem direito à verdade. O servidor não pode omiti-la ou falseá-la, ainda que contrária aos interesses da própria pessoa interessada ou da Administração Pública. Nenhum Estado pode crescer ou estabilizar-se sobre o poder corruptivo do hábito do erro, da opressão ou da mentira, que sempre aniquilam até mesmo a dignidade humana quanto mais a de uma Nação.

        IX – A cortesia, a boa vontade, o cuidado e o tempo dedicados ao serviço público caracterizam o esforço pela disciplina. Tratar mal uma pessoa que paga seus tributos direta ou indiretamente significa causar-lhe dano moral. Da mesma forma, causar dano a qualquer bem pertencente ao patrimônio público, deteriorando-o, por descuido ou má vontade, não constitui apenas uma ofensa ao equipamento e às instalações ou ao Estado, mas a todos os homens de boa vontade que dedicaram sua inteligência, seu tempo, suas esperanças e seus esforços para construí-los.

        X – Deixar o servidor público qualquer pessoa à espera de solução que compete ao setor em que exerça suas funções, permitindo a formação de longas filas, ou qualquer outra espécie de atraso na prestação do serviço, não caracteriza apenas atitude contra a ética ou ato de desumanidade, mas principalmente grave dano moral aos usuários dos serviços públicos.

        XI – 0 servidor deve prestar toda a sua atenção às ordens legais de seus superiores, velando atentamente por seu cumprimento, e, assim, evitando a conduta negligente. Os repetidos erros, o descaso e o acúmulo de desvios tornam-se, às vezes, difíceis de corrigir e caracterizam até mesmo imprudência no desempenho da função pública.

        XII – Toda ausência injustificada do servidor de seu local de trabalho é fator de desmoralização do serviço público, o que quase sempre conduz à desordem nas relações humanas.

        XIII – 0 servidor que trabalha em harmonia com a estrutura organizacional, respeitando seus colegas e cada concidadão, colabora e de todos pode receber colaboração, pois sua atividade pública é a grande oportunidade para o crescimento e o engrandecimento da Nação.

Seção II
Dos Principais Deveres do Servidor Público

        XIV – São deveres fundamentais do servidor público:

        a) desempenhar, a tempo, as atribuições do cargo, função ou emprego público de que seja titular;

        b) exercer suas atribuições com rapidez, perfeição e rendimento, pondo fim ou procurando prioritariamente resolver situações procrastinatórias, principalmente diante de filas ou de qualquer outra espécie de atraso na prestação dos serviços pelo setor em que exerça suas atribuições, com o fim de evitar dano moral ao usuário;

        c) ser probo, reto, leal e justo, demonstrando toda a integridade do seu caráter, escolhendo sempre, quando estiver diante de duas opções, a melhor e a mais vantajosa para o bem comum;

        d) jamais retardar qualquer prestação de contas, condição essencial da gestão dos bens, direitos e serviços da coletividade a seu cargo;

        e) tratar cuidadosamente os usuários dos serviços aperfeiçoando o processo de comunicação e contato com o público;

        f) ter consciência de que seu trabalho é regido por princípios éticos que se materializam na adequada prestação dos serviços públicos;

        g) ser cortês, ter urbanidade, disponibilidade e atenção, respeitando a capacidade e as limitações individuais de todos os usuários do serviço público, sem qualquer espécie de preconceito ou distinção de raça, sexo, nacionalidade, cor, idade, religião, cunho político e posição social, abstendo-se, dessa forma, de causar-lhes dano moral;

        h) ter respeito à hierarquia, porém sem nenhum temor de representar contra qualquer comprometimento indevido da estrutura em que se funda o Poder Estatal;

        i) resistir a todas as pressões de superiores hierárquicos, de contratantes, interessados e outros que visem obter quaisquer favores, benesses ou vantagens indevidas em decorrência de ações imorais, ilegais ou aéticas e denunciá-las;

        j) zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva;

        l) ser assíduo e freqüente ao serviço, na certeza de que sua ausência provoca danos ao trabalho ordenado, refletindo negativamente em todo o sistema;

        m) comunicar imediatamente a seus superiores todo e qualquer ato ou fato contrário ao interesse público, exigindo as providências cabíveis;

        n) manter limpo e em perfeita ordem o local de trabalho, seguindo os métodos mais adequados à sua organização e distribuição;

        o) participar dos movimentos e estudos que se relacionem com a melhoria do exercício de suas funções, tendo por escopo a realização do bem comum;

        p) apresentar-se ao trabalho com vestimentas adequadas ao exercício da função;

        q) manter-se atualizado com as instruções, as normas de serviço e a legislação pertinentes ao órgão onde exerce suas funções;

        r) cumprir, de acordo com as normas do serviço e as instruções superiores, as tarefas de seu cargo ou função, tanto quanto possível, com critério, segurança e rapidez, mantendo tudo sempre em boa ordem.

        s) facilitar a fiscalização de todos atos ou serviços por quem de direito;

        t) exercer com estrita moderação as prerrogativas funcionais que lhe sejam atribuídas, abstendo-se de fazê-lo contrariamente aos legítimos interesses dos usuários do serviço público e dos jurisdicionados administrativos;

        u) abster-se, de forma absoluta, de exercer sua função, poder ou autoridade com finalidade estranha ao interesse público, mesmo que observando as formalidades legais e não cometendo qualquer violação expressa à lei;

        v) divulgar e informar a todos os integrantes da sua classe sobre a existência deste Código de Ética, estimulando o seu integral cumprimento.

Seção III
Das Vedações ao Servidor Público

        XV – E vedado ao servidor público;

        a) o uso do cargo ou função, facilidades, amizades, tempo, posição e influências, para obter qualquer favorecimento, para si ou para outrem;

        b) prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou de cidadãos que deles dependam;

        c) ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro ou infração a este Código de Ética ou ao Código de Ética de sua profissão;

        d) usar de artifícios para procrastinar ou dificultar o exercício regular de direito por qualquer pessoa, causando-lhe dano moral ou material;

        e) deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para atendimento do seu mister;

        f) permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou interesses de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com colegas hierarquicamente superiores ou inferiores;

        g) pleitear, solicitar, provocar, sugerir ou receber qualquer tipo de ajuda financeira, gratificação, prêmio, comissão, doação ou vantagem de qualquer espécie, para si, familiares ou qualquer pessoa, para o cumprimento da sua missão ou para influenciar outro servidor para o mesmo fim;

        h) alterar ou deturpar o teor de documentos que deva encaminhar para providências;

        i) iludir ou tentar iludir qualquer pessoa que necessite do atendimento em serviços públicos;

        j) desviar servidor público para atendimento a interesse particular;

        l) retirar da repartição pública, sem estar legalmente autorizado, qualquer documento, livro ou bem pertencente ao patrimônio público;

        m) fazer uso de informações privilegiadas obtidas no âmbito interno de seu serviço, em benefício próprio, de parentes, de amigos ou de terceiros;

        n) apresentar-se embriagado no serviço ou fora dele habitualmente;

        o) dar o seu concurso a qualquer instituição que atente contra a moral, a honestidade ou a dignidade da pessoa humana;

        p) exercer atividade profissional aética ou ligar o seu nome a empreendimentos de cunho duvidoso.

CAPÍTULO II
DAS COMISSÕES DE ÉTICA

        XVI – Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma Comissão de Ética, encarregada de orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o patrimônio público, competindo-lhe conhecer concretamente de imputação ou de procedimento susceptível de censura.

        XVIII – À Comissão de Ética incumbe fornecer, aos organismos encarregados da execução do quadro de carreira dos servidores, os registros sobre sua conduta ética, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público.

        XXII – A pena aplicável ao servidor público pela Comissão de Ética é a de censura e sua fundamentação constará do respectivo parecer, assinado por todos os seus integrantes, com ciência do faltoso.

Conceito de Servidor Público

        XXIV – Para fins de apuração do comprometimento ético, entende-se por servidor público todo aquele que, por força de lei, contrato ou de qualquer ato jurídico, preste serviços de natureza permanente, temporária ou excepcional, ainda que sem retribuição financeira, desde que ligado direta ou indiretamente a qualquer órgão do poder estatal, como as autarquias, as fundações públicas, as entidades paraestatais, as empresas públicas e as sociedades de economia mista, ou em qualquer setor onde prevaleça o interesse do Estado.

JP – Jornal do Petroleiro / discussão sobre o ACT 2009


Participe!

Seja um editor, colaborador, pesquisador, no seu Jornal.

Ou simplesmente um leitor. Critique e encaminhe propostas. Cadastre-se no grupo para receber os informes de notícias.

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Jornal do Petroleiro

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Avançar na Organização a Partir dos Locais de Trabalho


Avançar na Organização a Partir dos Locais de Trabalho  (OLTS)

OLTS devem atuar na gestão sindical?

Links sobre OLT

O pilar fundamental onde precisa se assentar o movimento sindical é na organização por local de trabalho. É lá que se dá a exploração da classe trabalhadora. É onde a luta ideológica toma dimensões mais contundentes. É a arena principal da luta de classes e no qual as contradições do capitalismo estão mais expostas. As resoluções congressuais da CUT e de muitas entidades sindicais apontam como tarefa essencial organizar os trabalhadores a partir do local de trabalho. Todavia, concretamente muito pouco é realizado nesse sentido. Persiste a condução do movimento “de fora para dentro”, isto é, chama-se os trabalhadores para a luta do lado de fora dos locais de trabalho. Em algumas entidades dá certo, mas na imensa maioria não funciona.

Um dos problemas que o sindicalismo vem enfrentando é o afastamento das direções dos locais de trabalho. Isso decorre de várias causas. Uma é o afastamento imposto pelo patronato aos sindicalistas combativos. Nesse caso pode ser via demissão ou proibição de entrada no local de trabalho dos dirigentes.  Uma segunda causa é a acomodação e burocratização que tomou conta de parcela da direção. Essa prefere ficar dentro da sede da entidade, chafurdada na burocracia. Como a origem da acomodação e burocratização é o abandono ou não assimilação das posições classistas e proletárias, esses dirigentes descartam um contato direto com os trabalhadores até para não serem cobrados e questionados. Optam pela terceirização das ações sindicais de base. Uma terceira causa é a visão de que basta uma boa agitação na porta do local de trabalho, com carro de som potente e palavras de ordem radicais, que os trabalhadores vão aderir à luta. Com essa avaliação, a direção não investe de fato na organização de base. Nas três situações, o resultado é semelhante: muita dificuldade para efetivar a mobilização, pouca participação dos trabalhadores ou mesmo não efetivação da luta.

Uma das políticas decisivas para reverter a crise do sindicalismo e lançar as bases para a construção do movimento com caráter classista e proletário é implementar uma forte organização por local de trabalho. Essa organização compreende dois aspectos.

A OLT propriamente dita que assume diversas formas, não orgânicas e autônomas em relação ao sindicato. É uma organização plural, aberta a toda categoria, mesmo os não sindicalizados. E a organização sindical de base (OSB) que é a estrutura orgânica do sindicato atuando no local de trabalho. O sindicato e sua organização de base representam formalmente os trabalhadores.

A OSB deve fazer o canal de ligação entre os trabalhadores e a entidade, além de implementar as políticas da entidade no local de trabalho. Essas duas instâncias devem estimular e dar as condições para que a OLT funcione. Já a OLT, mesmo sendo independente em relação ao sindicato, deve trabalhar em conjunto com a OSB, atuando na efetivação das ações sindicais de interesse dos trabalhadores.

Ainda que se consiga efetivar uma forte OLT e a OSB, a direção sindical deve atuar de forma permanente no local de trabalho. Nada que se avance nessa direção, a isenta dessa tarefa política. A presença dos dirigentes nos locais de trabalho é fundamental para a organização da categoria e o avanço das lutas. A diretoria como um todo e principalmente os liberados para mandato, devem estabelecer formas e mecanismos que permitam sua presença constante nos locais de trabalho. Sem isso, tendências burocráticas podem se manifestar e pode ocorrer a perda de identidade com os trabalhadores, no caso dos dirigentes liberados.

fonte/texto: FENAJUFEtexto completo

Um exemplo de OLT e’ a CIPA – Ha grupos integrando as CIPAS (CIPAS_BR) e as OLTs (OLTS_BRASIL)

Princípios Éticos do Sistema Petrobras


Princípios Éticos do Sistema Petrobras

 

I. O respeito à vida e a todos os seres humanos, a integridade, a verdade, a honestidade, a justiça, a eqüidade, a lealdade institucional, a responsabilidade, o zelo, o mérito, a transparência, a legalidade, a impessoalidade, a coerência entre o discurso e a prática, são os princípios éticos que norteiam as ações do Sistema Petrobras.

II. O respeito à vida em todas as suas formas, manifestações e situações é o principio ético fundamental e norteia o cuidado com a qualidade de vida, a saúde, o meio ambiente e a segurança no Sistema Petrobras.

III. A honestidade, a integridade, a justiça, a eqüidade, a verdade, a coerência entre o discurso e a prática referenciam as relações do Sistema Petrobras com pessoas e instituições, e se manifestam no respeito às diferenças e diversidades de condições étnicas, religiosas, sociais, cultural, lingüística, política, estética, etária, física, mental e psíquica, de gênero, de orientação sexual e outras.

IV. A lealdade ao Sistema Petrobras se manifesta como responsabilidade, zelo e disciplina no trabalho e no trato com todos os seres humanos, e com os bens materiais e imateriais do Sistema, no cumprimento da sua Missão, Visão e Valores, em condutas compatíveis com a efetivação de sua Estratégia Corporativa, com espírito empreendedor e comprometido com a superação de desafios.

V. A transparência se manifesta como respeito ao interesse público e de todas as partes interessadas e se realiza de modo compatível com os direitos de privacidade pessoal e com a Política de Segurança da Informação do Sistema Petrobras.

VI. O mérito é o critério decisivo para todas as formas de reconhecimento, recompensa, avaliação e investimento em pessoas, sendo o favorecimento e o nepotismo inaceitáveis no Sistema Petrobras.

VII. A legalidade e a impessoalidade são princípios constitucionais que preservam a ordem jurídica e determinam a distinção entre interesses pessoais e profissionais na conduta dos membros dos Conselhos de Administração, dos Conselhos Fiscais e das Diretorias Executivas e dos empregados do Sistema Petrobras.

VIII. O Sistema Petrobras compromete-se com o respeito e a valorização das pessoas em sua diversidade e dignidade, em relações de trabalho justas, numa ambiência saudável, com confiança mútua, cooperação e solidariedade.

IX. O Sistema Petrobras desenvolve as atividades de seu negócio reconhecendo e valorizando os interesses e direitos de todas as partes interessadas.

X. O Sistema Petrobras atua proativamente em busca de níveis crescentes de competitividade, excelência e rentabilidade, com responsabilidade social e ambiental, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Brasil e dos países onde atua.

XI. O Sistema Petrobras busca a excelência em qualidade, segurança, meio ambiente, saúde e recursos humanos, e para isso promove a educação, capacitação e comprometimento dos empregados, envolvendo as partes interessadas.

XII. O Sistema Petrobras reconhece e respeita as particularidades legais, sociais e culturais dos diversos ambientes, regiões e países em que atua, adotando sempre o critério de máxima realização dos direitos, cumprimento da lei, das normas e dos procedimentos internos.

Grupo de Material e Debate sobre os Sindipetros


 

Aos membros de grupos e leitores do Blog.

Foi criado o grupo para debater os Sindipetros (atuacao, melhorias, estatuto, …)

Alem do debate, o grupo sera’ um repositorio de material sobre os mesmos, arquivos,  estatutos, fotos, historia, …

Participe e convide colegas.

O grupo e’

http://br.groups.yahoo.com/group/Sindipetros_Br

Sindipetros:

  • Sindipetro-rj
  • Sindipetro-nf
  • Sindipetro-rs
  • Sindipetro-caxias
  • Sindipetro-alse
  • Sindipetro-mg
  • Sindipetro-prsc
  • Sindipetro-sp
  • Sindipetro-lp

ACT 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011

Participe do Debate sobre o Acordo Coletivo Petrobras

http://br.groups.yahoo.com/group/Acordo_Coletivo_Petrobras/

Propostas para Melhorias Sindicais


Hora de acordo coletivo? Hora também de melhorarmos nossas associações, sindicatos e outras representações. Coloque aqui sua proposta. Dê sua opinião sobre as existentes.

Destino: Sindipetro-RJ

Melhorias Sindicais

  1. – rediscussao do estatuto
  2. – criacao de regimento interno
  3. – criacao de secretaria dos ativos
  4. – codigo de etica sindical
  5. – plano de trabalho anual
  6. – divulgacao dos relatorios trimestrais/bimestrais
  7. – forum de discussao para os sindicalizados
  8. – jornal especial p/ aposentados por email e nao pelo correio
  9. – divulgacao das reunioes de coordenacao e do colegiado no site
  10. – publicacao trimestral dos balancetes/organograma/atribuicoes
  11. – eleicoes sindicais por pessoa e chapa e nao so por chapa
  12. – reducao da contribuicao sindical condicionada ao aumento do numero de sindicalizados.
  13. colocacao da pauta da reuniao do colegiado nos sites apn, radiopetroleira e do sindipetro
  14. colocacao da reuniao do colegiado na radio petroleira, ao vivo, com feedback pelo site ao vivo e por telefone
  15. colocacao de dados juridicos nos 3 sitescolocacao do estatuto nos 3 sites
    criacao de comissao especial para projeto de criacao/viabilizacao das OLTs
  16. criacao de secretaria dos ativos
  17. criacao de subsite para cuidar do assunto SMScustos por secretaria divulgacao
  18. eleicao conselho fiscal na mesma forma da eleicao do colegiado
  19. envio do surgente para os aposentados e os ausentes (ferias, cursos, viagens) por email
  20. criacao das OLTs, regimento e regras no Estatutocriacao das OLTs, previsao/liberacao nos ACTs do Sistema Petrobrasespaco igual nas midias do sindipetro para todas as chapas
    filmagem/gravacao da reuniao do colegiado p colocar na radio petroleira e na apn
  21. forum cipa/sms nos sites
  22. forum das cipasnomes/emails da cipas das empresas ligadas ao Sindipetro
    orcamentos trimestrais
    reabertura da secretaria especial da anistia
  23. reducao da mensalidade p 1%, 0.8% condicionada `a entrada de novos sindicalizadosreducao do percentual de associados para convocacao de assembleia, de 10% para 1%
  24. relatorios trimestrais do sindipetrosrepudio aos anuncios de vagas de estagio no surgente
    resultados da ida a brasilia (questao interbras)
    resultados das SIPATs e palestras sobre assedio moral
    site para as olts, discussao e viabilizacao, na APN
  25. subsite para os sindicalizados, comissao e criacao, escolha/voto p sindicalizados, controle do siet por estesseforma – criacao de grupos locais p predio
  26. integracao das cipas – subsite com dados de todasradio petroleira – propaganda sobre abaixo assinado
    eleicao cons fiscal no mesmo ano da ele colegiado
  27. divulgacao de estatisticas sobre associados – etario sexo ativo ap ns nm tempotrab, etccontador de acessos apn sind rp
  28. avaliar possibilidade BR vir p sindipetro
  29. ouvidoria/comissao de etica no sindipetro, eleicao junto com conselho fiscal
  30. protocolagem/acompanhamento de demandas ao Sindipetropautas reun coordenacao antecipadas com indicacao de representante
    pautas reun colegiado antecipadas com indicacao de representante
    reuniao coordenacao apos 17 horas quando pauta pedida
    a cada entrada de 100 associados, reducao de 0,1% mensalidade, retroativo
    mais liberacao de diretores, colocar no ACT
  31. envio surgente eletronico por cadastro
  32. faq juridico no site
  33. integracao de servicos com cut e outros orgaos, outros sindicatos e sindipetrosuso de megafone sem carro
  34. divulgacao no site dos emails de secretarias, e dos diretoresdivulgacao no site dos balancos trimestrias
  35. divulgacao no site de historico de diretorias e perfil dos diretores
  36. comissao de etica eleita junta com a diretoria
  37. codigo de etica sindical
  38. integração entre Sindipetros vis site unificado
  39. conselho fiscal eleito junto com a diretoria
  40. integracao entre secretarias
  41. publicação de agenda, pauta e ata das reuniões da coordenação e do colegiado
  42. video da reuniao do colegiado ao vivo e esta interativa
  43. secretaria de ativos/primeirizaddos
  44. integracao com outrs sindicatos para melhorias, reducao de custos,
  45. curos bi-anuais aara capacitacao dos empregados
  46. jornal feito pelos sindicalizados
  47. jornal especifico para o aposentaddos
  48. pedido ao MTE para que haja pagina para cada CIPA no site do MTE
  49. OLts criacao das mesmas
  50. ACT com protecao aos membros das OLTs
  51. criação de uma comissão para assuntos educacionais p/ os sindicalizados e seus dependentes
  52. criação de uma comissão para assuntos de saúde p/ os sindicalizados e seus dependentes
  53. criação de convenios educacionais p/ os sindicalizados e seus dependentes
  54. criação convenios de assistencia a saúde p/ os sindicalizados e seus dependentes
  55. COLOQUE AQUI A SUA PROPOSTA

debate

propostas 2