Comer fruta de estômago vazio.


 

Isto abrirá os seus olhos! Leia a mensagem até ao fim; e depois, envie para a sua lista de amigos.

Dr. Stephen Mak trata de doentes com cancer terminal de uma forma “não ortodoxa/menos comum” e muitos pacientes se recuperam.

Antes, ele usava energia Solar para eliminar a doença dos seus pacientes. Ele acredita no tratamento natural contra doenças no corpo. Veja o seu artigo abaixo:

“É uma das estratégias para curar o cancer. Ultimamente, a minha taxa de sucesso é de 80 %. Pacientes com cancer não devem morrer. A cura para o cancer já foi encontrada – está na forma de como comemos frutas, quer acredite ou não.
Fico sentido pela morte de centenas de pacientes através do método convencional.

Comer Frutas

Todos nós pensamos que comer frutas significa comprar fruta, cortar e pormos nas nossas bocas. Não é assim tão fácil como pensamos. É importante saber como e quando comer as frutas.

Qual é a forma correta de comer fruta?
Significa não comê-las depois das refeições!

Frutas devem ser comidas de Estômago vazio.
Se você ingerir fruta de estômago vazio, ela terá um papel maior na desintoxicação do seu corpo, fornecendo muita energia para perder peso e outros benefícios à saúde.
As frutas são os alimentos mais importantes.

Digamos que você come duas fatias de pão e depois uma fatia de fruta. A fatia de fruta está pronta a ir direto aos intestinos através do estômago, mas é impedida devido ao pão que você comeu antes dela.
Enquanto isso, todo o pão e fruta fermenta, tornando-se em ácido. No minuto que a fruta entra em contato com a comida no estômago e os sucos digestivos, a massa inteira de comida começa a estragar o seu efeito.

Portanto, por favor, coma a sua fruta de estômago vazio ou antes das refeições!

Tem-se ouvido pessoas queixarem-se:

Todas as vezes que como melão, após as refeições, o meu estômago incha; quando como uma banana, sinto vontade de correr para a banheiro, etc…etc..

Na verdade, tudo isso não aparecerá se comermos frutas de estômago vazio.

A fruta mistura-se com os outros alimentos apodrecendo e sendo digerida, produz gases, por isso a sensação de inchaço.

Cabelo esbranquiçado, calvice, explosões nervosas e olheiras, tudo isso não acontecerá se você comer fruta de estômago vazio.

Alguns dizem que algumas frutas, como Laranja e Limões, são ácidas.
Todas as frutas se tornam Alcalinas no nosso corpo, de acordo com o Dr. Herbert Shelton que fez investigação sobre esse propósito.

Se você aprender a forma correta de comer fruta, terá o segredo da beleza, longevidade, saúde, energia, felicidade e peso normal.

Quando precisar beber suco de fruta, tome apenas suco natural, não de latas, pacotes ou garrafas.
Nem vale a pena beber suco que tenha sido aquecido.

Não coma fruta cozida, porque não obterá os nutrientes de forma nenhuma. Somente sentirá o sabor. Cozinhar destrói todas as vitaminas.

Mas, comer a fruta por inteiro é muito melhor que beber o suco.

Se tiver que beber o suco natural de fruta, tome de gole em gole e devagar, porque deve deixá-lo misturar-se com a sua saliva antes de engolir.

Você pode entrar num jejum só de frutas por 3 dias, para limpar ou desintoxicar o seu corpo.

Faça isso e ficará surpreendido quando os seus amigos te disserem o quão radiante parece!

Frutas

Kiwi: pequena mas poderosa. É uma boa fonte de potássio, magnésio, vitamina E & Fibra. Contém duas vezes mais vitamina C do que a Laranja.

Maçã: Uma maçã por dia previne a vinda do cancer. Embora a maçã tenha uma quantidade pequena de vitamina C, ela tem antioxidantes & flavonóides que fortificam o efeito da vitamina C assim, ajudando a reduzir o risco do cancer do Cólon, ataques cardíacos e tromboses.

Morango: Fruta protetora; morango tem o conteúdo mais alto do efeito de antioxidantes entre grandes frutas e protege o corpo de causadores do cancer, entupimento dos vasos sanguíneos e sem radicais.

Laranja: a medicina mais doce. Comer 2-4 Laranjas por dia pode ajudar a prevenir a constipação, baixar o colesterol, prevenir e dissolver pedras nos rins assim também como diminuir o risco de cancer do Cólon.

Melão: O mais fresco a saciar a sede. Composto de 92% água, e também composto por uma grande dose de glutathione, que ajuda a reforçar o nosso sistema urinario. Também é uma fonte chave de lycopene – o oxidante que combate o cancer. Outros nutrientes que se encontram no melão são, a vitamina C & o Potássio.

Goiaba & Papaia: Lideram no conteúdo de vitamina C. Elas são as campeãs pelos seus grande conteúdos em vitamina C.

A Goiaba é também rica em fibra, que ajuda na prevenção da constipação/congestão.

Papaia é rica em carotene; que é bom para os olhos.

Beber água ou bebidas geladas depois das refeições = Cancer, acredita nisso? Para aqueles que gostam de beber água ou bebidas geladas, este artigo é aplicável para eles.

De qualquer modo, a água gelada ou bebidas irão solidificar o conteúdo oleoso que você acabou de ingerir e dificultará a digestão.
Uma vez que esse ‘lodo’ reagir com o ácido, ele quebra-se-a e será absorvido pelos intestinos mais rápido do que a comida sólida.
Ira se alojar nos intestinos, e muito brevemente tornar-se-á em gordura e levará ao cancer!

O melhor é beber chá morno depois das refeições.

Vamos ser cuidadosos e conscientes. Quanto mais soubermos, mais chances teremos de sobreviver.

Um cardiologista diz:

Se todos aqueles que receberem este e-mail mandarem para 10 pessoas, poderão estar certos de que salvaremos no mínimo uma vida”.

O Monge e o Soldado


Estes dois caminhos que aparentemente são tão diferentes, porem através da caminhada aprendi que dentro deste desfiladeiro, pontes são claras entre eles.

imagesCARD1PUYAmbos são guerreiros dentro deste mundo material, sensorial e espiritual, cada um ao seu modo.

O soldado vive atentamente a cada momento de sua vida, a final durante uma batalha viver o presente e o agora, é o mínimo necessário para se poder manter vivo. Dentro de sua batalha, sua imposição e absoluta, afinal derrotar o adversário e impor a sua verdade e o objetivo.

Não importa o que o outro acredite, realize ou deseje, afinal o seu “EU” deve se superpor ao outro, é mais fácil lutar contra o nossos oponentes do que buscar a compreensão e entendimento em nosso ser.

Por outro lado o monge luta a mais dura e longa batalha em sua vida, ele luta contra si mesmo, contra o seu demônios, seus desejos ego centristas, o campo de batalha somos nós os nossos pensamentos e ações que nos limitam, nos aprisionam impedindo o nosso avanço espiritual, emocional e espiritual.

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E nesta batalha monástica em silencio, nos buscamos o caminho de nossa iluminação em primeiro lugar, não podemos perder tempo em buscar convencer as pessoas de nossa verdade, pois cada um possui a sua afinal o caminho e de auto-realização, e desta forma e necessário viver a busca intensamente para que realmente possamos ter a mínima chance durante esta encarnação temporal que vivemos.

Aqui em nosso monastério em formação, recebemos de forma inesperada os primeiros monges polímatas, que irão iniciar uma nova caminhada em suas vidas, um pelo caminho do coração o Xamanismo e outro através da Agricultura Celeste a Alquimia.

E enorme a minha felicidade em encontrar nesta caminhada estas sementes boas que buscam a sua evolução espiritual de forma equilibrada e seria junto a Irmandade

.Renato Milena

História: O Céu e o inferno – O monge e o samurai


Dedicação ao ensino, coragem e compaixão

por Fabio Lisboa

A vida do samurai andava um inferno.

Dúvidas sobre o Bushido lhe atormentavam. Para ter paz, precisaria aprender mais sobre um dos princípios deste código dos samurais.

O guerreiro precisava aprender sobre compaixão. Ele nunca teria paz se vivesse apenas pela coragem e disciplina. A compaixão era um dos valores que norteavam o caminho do cavaleiro, o Bushido[1].

Aquele samurai se perguntava se não teria desviado do caminho ao cortar cabeças indefesas e não ajudar inimigos em dificuldades. Teria ele perdido o poder da compaixão? Teria ele perdido a honra? Por que sua vida estava um inferno e como seria alcançar o céu?

As dúvidas levaram o guerreiro em busca de um local sagrado – na esperança de encontrar um mestre que o tirasse de seu inferno e lhe ensinasse o que era o céu. Enquanto ia se aproximando do templo zen budista os lavradores se afastavam daquele homem.  Chegando lá, o samurai exigiu ser levado à presença do monge chefe. Este ensinava na cozinha. O homem armado de espada ouviu os ensinamentos do outro, armado de uma colher. O mestre[2]ensinava os aprendizes sobre a importância de transformarem em prática o pensamento zen. A importância de praticarem de fato o que quer que fossem ensinar. O mestre zen parou de falar e com sua colher remexeu cuidadosamente o cozido de legumes na panela. Voltou a falar do aspecto sagrado de cada ação cotidiana, que a prática da preparação diária do alimento é a mesma prática do caminho da iluminação.

“Pense que as panelas são você mesmo… Veja que a água é a sua própria vida…”[3]

E voltou a mexer o cozido, borrifando temperos que ao caírem na panela exalaram vapores aromáticos…

Só que o samurai não queria saber de prática de “mestre cuca” coisa nenhuma! Ele não queria perder tempo da sua “busca espiritual” com futilidades diárias como culinária. Rompeu o silêncio dos vapores:

– Mestre: quero que me ensine sobre a compaixão. Quero que me ensine sobre o céu e o inferno.

O monge olhou longamente para o samurai. Reparou em seu calçado enlameado, em sua espada embainhada, em sua mente inquieta.

– Você não vai encontrar o que busca. Como posso ensinar a pureza e a beleza da compaixão a um homem com a bota, a espada e a mente completamente sujas? Sua presença deixa este templo feio e sujo. Seria melhor que saísse daqui agora!

O sangue do samurai se aqueceu mais rápido do que as panelas e em dois movimentos ele desembainhou a espada e preparou o ataque certeiro que faria rolar a cabeça daquele monge que desrespeitava a honra de um cavaleiro que, por sua vez, se afundaria ainda mais em seu inferno.

O monge permaneceu parado e quieto, mirando o outro com profundidade. Com a espada viajando pelo ar a poucos centímetros do seu pescoço, disse:

– Espere. Agora você já sabe o que é o inferno. Isto é o inferno!

O astuto espadachim fez parar sua katana[4] antes dela atravessar a pele. Ficou espantado com a coragem e dedicação do mestre ao ensinar. O monge colocava suas palavras e sua própria vida à serviço do outro. Entendeu que a sua maior desonra não seria receber um insulto e sim praticar um ato violento.

O desejo de paz invadiu o guerreiro. Uma onda de compaixão o arrebatou.

O monge, enfim, enxergou o olhar iluminado e compassivo do samurai:

– Agora você já sabe o que é compaixão. Isto é o céu.

Recontada por Fabio Lisboa

Referências

Ilustrações:Paulinho Ramose Pintura tradicional japonesa sem identificação (a não ser para quem sabe ler ideogramas) Fonte:http://www.painandpower.blogger.com.br/2003_10_19_archive.html.

Leituras sugeridas:

MARTINELLI, Marilu – Aulas de transformação: o programa de educação em valores humanos – São Paulo, Ed Peirópolis, 1996

NITOBE, Inazo – Bushido:  Alma de samurai – Ed. Tahyu, 2005

RÔSHI, Shundo Aoyama – Para uma pessoa bonita – contos de uma mestra zen – trad. Tomoko Ueno -São Paulo: Palas Athena, 2002, p. 28.

História selecionada para o Projeto ABC: Aprender, Brincar, Cuidar

Consulte:

Postagem introdutória sobre o projeto

Histórias selecionadas e relacionadas ao projeto.

Mais informações sobre os parceiros idealizadores e realizadores do projeto ABC: Aprender, Brincar, Cuidar:

www.unitedway.org.br
www.ipadireitodebrincar.org.br

[1] Bushido – Código de conduta (não escrito, passado de pai para filho) dos samurais. Segundo Inazo Nitobe, Bu – shi – do significa literalmente: militar-cavaleiro-caminhos. Descrição oral dos caminhos (princípios morais) que o cavaleiro (nobre soldado) deve observar em sua vida diária. Os preceitos do cavaleiro.

[2] Esta parte da história é recontada aqui po r Fabio Lisboa com base nos ensinamentos do Mestre Dôgen (1200 -1253), fundador da escola Soto- Zen do Japão.

[3] RÔSHI, Shundo Aoyama – Para uma pessoa bonita – contos de uma mestra zen – trad. Tomoko Ueno -São Paulo: Palas Athena, 2002, p. 28.

[4] Katana (em japonês pronuncia-se kataná): Nome mais conhecido da espada samurai (longa, cuja lâmina é côncava e mede aproximadamente 60cm).

Macron derrotaria Le Pen por 61% dos votos, diz pesquisa sobre segundo turno na França


Centrista e candidata de extrema-direita venceram primeiro turno da eleição no domingo.


Emamanuel Macron e Marine Le Pen (Foto: Reuters)Emamanuel Macron e Marine Le Pen (Foto: Reuters)

Emamanuel Macron e Marine Le Pen (Foto: Reuters)

Pesquisas de intenção de voto divulgadas nesta segunda-feira (24) mostram que o candidato centrista Emmanuel Macron derrotaria a candidata de extrema-direita Marine Le Pen no segundo turno da eleição presidencial francesa.

Uma delas, feita nesta segunda pela Opinionway, mostra Macron com 61%, contra 38% de Le Pen. Outro levantamento, realizado entre a noite do domingo e a manhã de segunda pela Ifop-Fiducial, projeta um resultado de 60% a 40%.

Macron e Le Pen venceram o primeiro turno, realizado no domingo (23). Ele obteve 24,01% dos votos e ela, 21,30%. François Fillon, dos republicanos, foi o terceiro colocado, com 20,01%, e o socialista Jean-Luc Mélenchon ficou com 19,58%.

Outras pesquisas realizadas no domingo à noite já apontavam Macron como favorito no segundo turno. Em uma delas, ele aparecia com 62% dos votos, contra 38% para Le Pen. Na outra, com 64% contra 36%.

Pela primeira vez em quase 60 anos, os dois grandes partidos tradicionais da esquerda e da direita que dominam a política francesa, o Socialista e o Republicano, ficaram de fora do segundo turno.

“Em um ano mudamos a face da política francesa”, declarou Macron aos simpatizantes, que comemoraram o resultado nas ruas de Paris.

Le Pen também celebrou um “momento histórico”, com um recorde de 7,6 milhões de votos.

“Superamos a primeira etapa”, disse a candidata da extrema-direita, que repete 15 anos depois a façanha do pai.

O presidente da França, François Hollande, declarou voto em Emmanuel Macron. Hollande pediu que todos os eleitores apoiem Macron, afirmando que a extrema-direita, representada por Marine Le Pen, é um “risco” para o país. O presidente disse que o papel da França no mundo está “em jogo” no segundo turno da eleição.

Expectativa

O segundo turno, que será realizado no próximo dia 7 de maio, permanece cercado de expectativa.

Isso porque o resultado pode levar ao enfraquecimento ou até mesmo ao fim da União Europeia e da zona do euro. Macron defende a permanência da França no bloco. Já Le Pen apoia o chamado Frexit — a saída do país do mercado comum.

O tema teve destaque na campanha em meio à discussão sobre o Brexit, a saída do Reino Unido da UE. A crise migratória no continente também levanta debates sobre a proteção das fronteiras. A França, juntamente com a Alemanha, é um dos países fundadores da UE e chamada de “locomotiva” da construção do bloco.

Nesta segunda-feira, Le Pen lançou um ataque direto contra Macron, chamando o concorrente de “fraco” ante o terrorismo islâmico. “Eu estou nas ruas para encontrar o povo francês para chamar sua atenção para assuntos importantes, incluindo o terrorismo islâmico, para o qual no mínimo podemos dizer que o sr. Macron é fraco”, disse a repórteres.

“O sr. Macron não tem projeto para proteger o povo francês em face aos perigos islâmicos”, disse Le Pen, acrescentando que o segundo turno contra Macron, em 7 de maio, será um referendo sobre a “globalização descontrolada”.

Campanha tumultuada

A campanha presidencial foi tumultuada desde o início, quando as primárias partidárias tiveram resultados inesperados, afastando os principais favoritos à presidência – o conservador ex-presidente Nicolas Sarkozy e ex-primeiro-ministro Alain Juppé (do Republicanos) e Manuel Valls (Partido Socialista).

A ascensão do movimento “En Marche!”, de Macron, e escândalos de corrupção envolvendo Marine Le Pen e François Fillon também contribuíram para tumultuar a campanha.

Reação do mercado

A Bolsa de Paris disparou nos primeiros minutos desta segunda, com alta de 4,1%, informa a France Presse. As demais praças europeias também operavam com resultado positivo, em uma demonstração de apoio dos mercados a um candidato que é um fervoroso europeísta. As Bolsas asiáticas também fecharam em alta e a cotação do euro registrava uma valorização.

“É o cenário perfeito com o qual os mercados sonhavam, depois do Brexit e da vitória do protecionista Donald Trump nos Estados Unidos em 2016”, afirmou Sebastien Galy, analista do Deutsche Bank AG em Nova York.

SC receberá mostra de cinema movida a energia gerada por pedaladas


POSTADO EM MAI 27, 2016 EM ARTE

http://s7.addthis.com/static/linkedin.html#href=http%3A%2F%2Fwww.floripahub.com%2F2016%2F05%2Fcinepedal%2F&dr=http%3A%2F%2Fwww.floripahub.com%2F&conf=url%3Dhttp%253A%252F%252Fwww.floripahub.com%252F2016%252F05%252Fcinepedal%252F%26title%3DSC%2520receber%25C3%25A1%2520mostra%2520de%2520cinema%2520movida%2520a%2520energia%2520gerada%2520por%2520pedaladas%26product%3Dtbx-300%26data_track_clickback%3Dtrue%26ui_atversion%3D300%26ignore_server_config%3Dtrue%26username%3Dwp-0d07e0a5fc1e23e3e15303df4673e570%26pubid%3Dwp-0d07e0a5fc1e23e3e15303df4673e570&share=url%3Dhttp%253A%252F%252Fwww.floripahub.com%252F2016%252F05%252Fcinepedal%252F%26title%3DSC%252520receber%2525C3%2525A1%252520mostra%252520de%252520cinema%252520movida%252520a%252520energia%252520gerada%252520por%252520pedaladas%26imp_url%3D0%26description%3D1%25C2%25BA%2520Cine%2520Pedal%2520Brasil%2520ocorre%2520em%252028%2520e%252029%2520de%2520maio%252C%2520na%2520Lagoa%2520da%2520Concei%25C3%25A7%25C3%25A3o.%25C2%25A0Energia%2520para%2520a%2520proje%25C3%25A7%25C3%25A3o%2520dos%2520filmes%2520ser%25C3%25A1%2520gerada%2520pelo%2520pr%25C3%25B3prio%2520p%25C3%25BAblico.%2520Amanh%25C3%25A3%252C%2520Florian%25C3%25B3polis%2520recebe%2520o%25201%25C2%25BA%2520Cine%2520Pedal%2520Brasil%252C%2520uma%2520mostra%2520de%2520cinema%2520em%2520que%2520a%2520energia%2520necess%25C3%25A1ria%2520para%2520a%2520proje%25C3%25A7%25C3%25A3o%2520dos%2520filmes%2520ser%25C3%25A1%2520gerada%2520pelo%2520pr%25C3%25B3prio%2520p%25C3%25BAblico%252C%2520a%2520partir%2520de%2520%25E2%2580%25A6%2520Leia%2520mais%2520%25E2%2586%2592%26smd%3Drsi%253D%2526rxi%253Dundefined%2526gen%253D0%2526rsc%253D%2526dr%253Dhttp%25253A%25252F%25252Fwww.floripahub.com%25252F%2526sta%253DAT-wp-0d07e0a5fc1e23e3e15303df4673e570%25252F-%25252F-%25252F58fcab165584e2d4%25252F1%26passthrough%3Dlinkedin%253Dcounter%25253Dhorizontal&li=counter%3Dhorizontal

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1º Cine Pedal Brasil ocorre em 28 e 29 de maio, na Lagoa da Conceição. Energia para a projeção dos filmes será gerada pelo próprio público.

Amanhã, Florianópolis recebe o 1º Cine Pedal Brasil, uma mostra de cinema em que a energia necessária para a projeção dos filmes será gerada pelo próprio público, a partir de pedaladas. Também haverá um pedal manual à disposição de cadeirantes, crianças e idosos.

O evento será realizado na praça Bento Silvério, na Lagoa da Conceição, nos dias 28 e 29 de maio, das 15h30 às 22h, com dez food bikes, apresentação de DJ e debates sobre inovação em geração de energia, meio ambiente, sustentabilidade e educação, que serão mediados pela cineasta e diretora do projeto, Adriana Dutra.

Os interessados em participar do evento pedalando deverão se inscrever no local ou pela internet. Serão disponibilizadas dez bicicletas fixas e dez bases para encaixe de bicicletas de qualquer modelo e tamanho, levadas pelos participantes.

O evento também será realizado no Rio de Janeiro, Porto Alegre, São Paulo e Belo Horizonte.

Sustentável

De acordo com a organização do evento, toda energia produzida será distribuída para o projetor, equipamentos de som e de iluminação, além de carregar dispositivos eletrônicos do público. Também será possível acompanhar em tempo real quanto de energia estará sendo gerado. O cine montado na praça precisará de, pelo menos, 1,3 mil watts.

Documentários

Serão exibidos dois documentários, o ‘Bike vs Carros’ e o ‘5 Vezes Chico – o Velho e Sua Gente’. O primeiro trata a questão da mobilidade urbana e como a indústria automobilística influencia nas políticas públicas das cidades. O segundo fala sobre meio ambiente e história, cultura, vida e luta pela sobrevivência das comunidades ribeirinhas do Rio São Francisco.

Programação

15h – Início de cadastro de voluntários e ativação das tendas de relacionamento

15h30 – Oficina de vídeo para crianças

16h – Apresentação de DJ

17h – Diálogos com o público

18h30 – Exibição do filme

22h – Encerramento

fonte: G1

Do Advogado Empregado


Art. 18. A relação de emprego, na qualidade de advogado, não retira a isenção técnica nem reduz a independência profissional inerentes à advocacia.

Parágrafo único. O advogado empregado não está obrigado à prestação de serviços profissionais de interesse pessoal dos empregadores, fora da relação de emprego.

Art. 19. O salário mínimo profissional do advogado será fixado em sentença normativa, salvo se ajustado em acordo ou convenção coletiva de trabalho.

Art. 20. A jornada de trabalho do advogado empregado, no exercício da profissão, não poderá exceder a duração diária de quatro horas contínuas e a de vinte horas semanais, salvo acordo ou convenção coletiva ou em caso de dedicação exclusiva.

§ 1º Para efeitos deste artigo, considera-se como período de trabalho o tempo em que o advogado estiver à disposição do empregador, aguardando ou executando ordens, no seu escritório ou em atividades externas, sendo-lhe reembolsadas as despesas feitas com transporte, hospedagem e alimentação.

§ 2º As horas trabalhadas que excederem a jornada normal são remuneradas por um adicional não inferior a cem por cento sobre o valor da hora normal, mesmo havendo contrato escrito.

§ 3º As horas trabalhadas no período das vinte horas de um dia até as cinco horas do dia seguinte são remuneradas como noturnas, acrescidas do adicional de vinte e cinco por cento.

Art. 21. Nas causas em que for parte o empregador, ou pessoa por este representada, os honorários de sucumbência são devidos aos advogados empregados.

Parágrafo único. Os honorários de sucumbência, percebidos por advogado empregado de sociedade de advogados são partilhados entre ele e a empregadora, na forma estabelecida em acordo.

Neurociência


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Gravura de Santiago Ramón y Cajal (1899) de neurônios no cerebelo de um pombo.

Neurociência é o estudo científico do sistema nervoso.[1] Tradicionalmente, a neurociência tem sido vista como um ramo da biologia. Entretanto, atualmente ela é uma ciência interdisciplinar que colabora com outros campos como a educação, química, ciência da computação, engenharia, antropologia, linguística, matemática, medicina e disciplinas afins, filosofia, física e psicologia. O termo neurobiologia é usado alternadamente com o termo neurociência, embora o primeiro se refira especificamente a biologia do sistema nervoso, enquanto o último se refere à inteira ciência do sistema nervoso.

O escopo da neurociência tem sido ampliado para incluir diferentes abordagens usadas para estudar os aspectos moleculares, celulares, de desenvolvimento, estruturais, funcionais, evolutivos, e médicos do sistema nervoso, ainda sendo ampliado para incluir a cibernética como estudo da comunicação e controle no animal e na máquina com resultados fecundos para ambas áreas do conhecimento. As técnicas usadas pelos neurocientistas tem sido expandidas enormemente, com contribuições desde estudos moleculares e celulares de neurônios individuais até do “imageamento” de tarefas sensoriais e motoras no cérebro. Avanços teóricos recentes na neurociência têm sido auxiliados pelo estudo das redes neurais ou com apenas a concepção de circuitos (sistemas) e processamento de informações que tornam-se modelos de investigação com tecnologia biomédica e/ou clínica.

Dado o número crescente de cientistas que estudam o sistema nervoso, várias proeminentes organizações de neurociência tem sido formadas para prover um fórum para todos os neurociêntistas e educadores. Por exemplo, a International Brain Research Organization[2] foi fundada em 1960, a Society for Neuroscience[3] em 1969, a Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento[4] em 1976 e a Sociedade Portuguesa de Neurociências[5] em 1992.

Estudos da esquizofrenia com imagens obtidas com o PET Scan[6]revelam uma relação entre uma menor ativação dos lobos frontais (vermelho) e aumento anormal da dopamina no c. striatum (verde)

Acerca de nomes e métodos[editar | editar código-fonte]

Observe-se que a maioria dos vocábulos com prefixo neuro podem ser substituídos ou associados ao prefixo psico, a moderna neurociência tende a reunir as produções isoladas face ao risco de perder a visão global do seu objeto de estudo: o sistema nervoso, contudo a complexidade deste, e em especial do sistema nervoso central da espécie humana, exige o estudo isolado de cada campo e o exercício da inter-relação de pesquisas.

Existem pelo menos 5 maneiras ou áreas de estudo da relação entre sistema nervoso e comportamento e/ou sua fisiologia:

  1. O espectro animal – diversidade de modelos que a natureza oferece e os padrões reconhecíveis de comportamento e de estrutura anatômica e bioquímica. Atividade também denominada Neuroetologia [7] [8]

O cérebro de um gato

  1. As diversas patologias e lesões anatômicas e suas consequências funcionais. Para deficiência mental, por exemplo, já se conhece pelo menos 300 causas.[9][10]
  2. Os estágios do desenvolvimento humano/animal e envelhecimento. Existem estágios previsíveis de modificação anatômico-funcional e comportamental nas diversas fases do desenvolvimento do SN humano.[11][12]
  3. Efeito de drogas em diferentes sítios anatômicos, Existe certo consenso quanto a 3 formas básicas de efeito farmacológico de drogas no sistema nervoso. As substâncias psicoativas podem ser classificadas como lépticas (estimulantes); analépticas (depressoras) e dislépticas (modificadoras). É nesse último grupo que se enquadram as substâncias conhecidas como alucinógenos ou enteógenos.[13]
  4. Estudo da mente (psique), a inteligência, capacidade cognitiva e/ou comportamento (neuropsicologia). Para um grande conjunto de alterações comportamentais estudadas pela psicopatologia e criminologia ainda não existe consenso sobre suas causas biológicas e psicossociais. O mesmo pode ser dito para alterações psiconeuroendócrino fisiológicas da experiência religiosa ou êxtase religioso e estados alterados de consciência induzidos por técnicas como meditação e yoga,[14][15][16] bem como demais alterações funcionais do sistema nervoso em a sua interação na cultura estudados na ótica da neuroantropologia [17]

Múltiplas inter-relações entre esses diversos métodos e possibilidades de estudos são possíveis, contudo ainda não existe grandes teorias que façam da neurociência uma única teoria ou método científico com suas múltiplas aplicações práticas na área médica (Neurologia, Psiquiatria, Anestesia, Endocrinologia, Medicina Psicossomática) ou em outras ciências da saúde (Psicologia, Fisioterapia, antropologia biológica, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional, Ortóptica, Neurortopedia bucal, etc.).

Uma forma distinta de conceber a diversidade de metodologias com que podemos estudar o cérebro é, como proposto por Lent, 2004,[18]acompanhar, em princípio os distintos níveis anatômicos – funcionais que a biologia utiliza para o estudo dos seres vivos. Estabelecendo então: Neurociência molecular; Neurociência celular como níveis de análise equivalentes as bem estabelecidas disciplinas da bioquímica e citologia; A Neurociência sistêmica orientada pelos princípios histológicos, estruturais e funcionais dos aparelhos e sistemas orgânicos; A Neurociência comportamental em princípio acompanha os níveis de organização básica do indivíduo ou seu comportamento equivalendo aos estudos da Psicobiologia ou Psicofisiologia e finalmente a Neurociência cognitiva ou estudo das capacidades mentais mais complexas, típicas do animal humano como a linguagem, autoconsciência etc. que também pode ser chamada de Neuropsicologia.

Observe-se que não há um plano ou nível privilegiado de análise e nem sempre a melhor explicação de um nível situa-se necessariamente no anterior (ou posterior). Paradoxos complexos podem ser criados como o estudo molecular da consciência ou o entendimento da consciência e comportamento como propriedades emergentes relativamente independentes do estudo do sistema nervoso. Um entendimento pleno deve considerar como verdadeiras e igualmente importantes todas as maneiras de estudo do cérebro e sistema nervoso.

O cérebro, a mente e os seus problemas[editar | editar código-fonte]

Ressonância magnética parassagital da cabeça de paciente com macrocefalia familial benigna

Além da tarefa ainda não concluída em milhares de anos de pesquisas, especulações, tentativas, erros e acertos sobre a anatomia e fisiologia do cérebro e de suas funções, sejam o comportamento/pensamento (psique) ou os mecanismos de regulação orgânica e interação psicossocial alguns problemas se impõem aos pesquisadores, destacando-se entre estes os que podem ser reunidos pela patologia.

Ressalte-se, porém, a inconveniência de reduzir a neurociência à clínica e anatomia patológica como na história da medicina já se fez, e perdermos de vista a possibilidade de construção de um conhecimento da saúde (não redutível ao oposto qualificativo da doença) considerando também as dificuldades de aplicação dos conceitos da patologia às variações genéticas e bioquímicas das espécies e natureza da psique e/ou comportamento.

Assim esclarecido temos duas estratégias básicas para abordar os problemas da mente-cérebro e/ou a principal aplicação prática da neurociência na clínica médica:[19][20]

Encefalite mostrada no lado direito do cérebro
O estudo da função nervosa e suas alterações ou seja

O coma, alterações da consciência e do sono; Alterações dos órgãos dos sentidos, delírios, alterações do intelecto e da fala; Distúrbios do comportamento, ansiedade e depressão (lassidão, astenia); Desmaios, tontura (vertigens) e estado convulsivo; Distúrbios da marcha e postura (tremores, coréia, atetose, ataxia); Paralisias e distúrbios da sensibilidade e dor (cefaleia e segmentos periféricos); Espasmos, incontinências e outras alterações da regulação orgânica.

O estudo etiológico das patologias do sistema nervoso

Malformações congênitas e erros inatos do metabolismo; Doenças do desenvolvimento, degenerativas e desmielinizantes; Infecções por grupo de agentes e sítio anatômico (meningites, encefalites,etc.); Traumatismo no sistema nervoso central e periférico; Doenças vasculares (hipoxias, isquemias, infarto hemorragias); Neoplasias (tumores malignos, benignos por tecido de origem e cistos); Doenças neuroendócrinas, nutricionais, tóxicas e ambientais; Transtornos mentais e distúrbios do comportamento

Um pouco de história[editar | editar código-fonte]

Se não considerarmos que o conhecimento de métodos de tratamento invasivo como trepanações das medicinas antigas e pré colombianas; utilização de plantas psicoativas e outras técnicas de modificação da consciência e anestesia (similares à yoga e acupuntura) fazem parte da neurociência, podemos tomar como data de criação desta interdisciplina a publicação de De morbis nervorum em 1735 , de autoria do médico holandês Herman Boerhaave (1668 – 1738), considerado o primeiro tratado de neurologia.

Pode-se ainda marcar seu início com a descoberta da função cerebral[21] atribuída ao grego Alcmaeon da escola Pitagórica de Croton em torno de 500 aC, que discorreu sobre as funções sensitivas deste. Suas observações foram confirmadas por Herófilo, um dos fundadores da escola de medicina de Alexandria (século III aC.), que descreveu as meninges e a rete mirabile (rede maravilhosa) de nervos (distinguindo este dos vasos) e medula com suas conexões com cérebro, cujo conhecimento foi sistematizado e demonstrado empiricamente, através do corte seletivo de nervos, por Galeno (130-211 aC.).

Para Bear et al[22] o estudo do encéfalo é tão antigo quanto a ciência e entre as disciplinas que o estudam inclui a matemática, destacando ainda as reflexões de Hipócrates sobre esse órgão no clássico da medicina, atribuído a ele, “Acerca das doenças sagradas” (Hipócrates Séc V a.C.)[23] ...o homem deve saber que de nenhum outro lugar mas do encéfalo, vem a alegria, o prazer, o riso, e a diversão, o pesar e o ressentimento, o desânimo e a lamentação…por esse mesmo órgão tornamo-nos loucos e delirantes, e medos e terrores nos assombram…Nesse sentido sou da opinião de que o encéfalo exerce o maior poder sobre o homem… Ressalta, porém que a palavra neurociência é jovem e que a primeira associação de neurociência foi fundada somente em 1970.

Autores[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Lista de autores de neurociência

Referências

  1. Ir para cima Entry for Neuroscience – Merriam-Webster Medical Dictionay
  2. Ir para cima International Brain Research Organization
  3. Ir para cima Society for Neuroscience
  4. Ir para cima Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento
  5. Ir para cima Sociedade Portuguesa de Neurociências
  6. Ir para cima Meyer-Lindenberg A; Miletich RS, Kohn PD, Esposito G, Carson RE, Quarantelli M, Weinberger DR, Berman KF (2002). “Reduced prefrontal activity predicts exaggerated striatal dopaminergic function in schizophrenia”. Nature Neuroscience 5: 267–71.
  7. Ir para cima Hoyle, G. (1984) The scope of Neuroethology. The Behavioral and Brain Sciences. 7:367-412 PDFAces.Abr.2015.
  8. Ir para cima Herculano-Houzel S. The Human Brain in Numbers: A Linearly Scaled-up Primate Brain . Frontiers in Human Neuroscience. 2009;3:31. doi:10.3389/neuro.09.031.2009. PDF
  9. Ir para cima Cavalli-Sforza, L.L.; Bodmer, W.F. The genetic of human populations. San Francisco, Freeman, 1971 apud: Davidoff, Linda L. Introdução à psicologia. SP, Makron Books, 2001
  10. Ir para cima Vasconcelos, Marcio M. Retardo mental. Jornal de Pediatria – Vol. 80, Nº2(supl), 2004 PDF, consulta em Mar. 2014
  11. Ir para cima Brown TT, Kuperman JM, Chung Y; et al. (25 Sep 2012). «Neuroanatomical assessment of biological maturity». Curr Biol. 22 (18): 1693–1698. doi:10.1016/j.cub.2012.07.002. PMC 3461087Acessível livremente. PMID 22902750 Verifique data em: |data= (ajuda)
  12. Ir para cima Tau, Gregory Z.; Peterson, Bradley S. Normal Development of Brain Circuits. Neuropsychopharmacology (2010) 35, 147–168 PDF Aces.Abr. 2015
  13. Ir para cima Delay J , Deniker P . Caractéristiques psycho-physiologiques des médicaments neuroleptiques. Psychotropic drugs . Amsterdam : Elsevier ; 1957, p. 485 – 501
  14. Ir para cima Colom R, Karama S, Jung RE, Haier RJ. Human intelligence and brain networks. Dialogues in Clinical Neuroscience. 2010;12(4):489-501. PDF Aces. Abr.2015
  15. Ir para cima Fallon, James. The Psychopath Inside: A Neuroscientist’s Personal Journey into the Dark Side of the Brain. NY, Penguin Books, 2013
  16. Ir para cima Matthieu Ricard, Antoine Lutz e Rchard J. Davidson. A mente (burilada) do meditador. Scientific American Brasil ano 13 nº151 Dezembro, 2014 p28-35
  17. Ir para cima Domínguez D, Juan F; Lewis, ED; Turner, R; Egan, GF (2009). Chiao, JY, ed. “The Brain in Culture and Culture in the Brain: A Review of Core Issues in Neuroanthropology”. Progress in Brain Research. Special issue: Cultural Neuroscience: Cultural Influences on Brain Function (The Netherlands: Elsevier) 178: 43–6. doi:10.1016/S0079-6123(09)17804-4
  18. Ir para cima Lent, Roberto. Cem bilhões de neurônios: conceitos fundamentais de neurociência. SP, Atheneu,2004
  19. Ir para cima Harrison, T. R. Medicina Interna (8ª Ed.). RJ, Guanabara Koogan, 1980
  20. Ir para cima Robbins – Patologia Estrutural e Funcional R.S. Cotran, V. Kumar, S.L. Robbins, ed. 5ª edição, Guanabara Koogan, R.J., 1996.
  21. Ir para cima Oliveira, J.W. B. Estudo histórico da neurologia. RJ, Castália, 1980
  22. Ir para cima Bear, Mark F.;Connors, B.W.;Paradiso, M.A. Neurociências: desvendando o sistema nervoso. Porto Alegre, RGS, Artemd, 2002
  23. Ir para cima Hipocrátes. A doença sagrada in: Cairus, Henrique F.; Ribeiro Jr. Wilson A. Textos hipocráticos, o doente, o médico e a doença. RJ FioCruz, 2005 Google Livros Aces. Abr. 2015

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Alexander, Franz G, Selesnick, Sheldon T. História da psiquiatria: uma avaliação do pensamento e da prática psiquiátrica desde os tempos primitivos até o presente. São Paulo : Ibrasa, 1968.
  • Canguilhem, Georges. O Normal e patológico, RJ, Forense-Universitária, 1982
  • Foucault, Michael. Doença Mental e Psicologia, RJ, Tempo-Brasileiro, 1968
  • Hubel, David H. El cérebro, edicion especial sobre neurobiologia da Investigacion y Ciência, nº 38. Barcelona, noviembro de 1979 ou The Brain, Scientific American nº 3, v 241. USA, september 1979
  • Kandel, Eric R.; Schwartz, James H.; Jessell, Thomas M. Fundamentos da neurociência do comportamento. RJ, Guanabara Koogan, 1997
  • Lent, Roberto (Ed.). As ciências do cérebro. Numero especial da Rev. Ciência Hoje, v16/ nº 94, Rio de Janeiro, setembro-outubro de 1993
  • McGaugh, J.L.; Weinberger, N.M.; Whalen, R.E. Psicobiologia, as bases biológicas do comportamento. (textos do Scientific American). SP, EDUSP – Polígono, 1970

Ligações externas[editar | editar código-fonte]