Diretoria do Sindipetro LP 2018


Márcio André da Silva
MÁRCIO ANDRÉ DA SILVA

Cargo: Técnico de Manutenção
Unidade: Tebar

Edmilson Carmelito
EDMILSON CARMELITO

Diretor Liberado – Caraguatatuba
Cargo: Técnico de Operação
Unidade: UTGCA

Thiago Nocolini Lima
THIAGO NOCOLINI LIMA

Diretor Liberado – Caraguatatuba
Cargo: Técnico de Operação
Unidade: UTGCA

Izamar San severino
IZAMAR SAN SEVERINO

Diretora do Depto. de Aposentados e Pensionistas

Valmir de Souza
VALMIR DE SOUZA

Diretor do Depto. de Aposentados e Pensionistas

José Viana de Abreu
JOSÉ VIANA DE ABREU

Diretor do Depto. de Aposentados e Pensionistas

Neuza Domingos Martire
NEUZA DOMINGOS MARTIRE

Diretora do Depto. de Aposentados e Pensionistas

José Júlio R. Ramos
JOSÉ JÚLIO R. RAMOS

Diretor do Depto. de Aposentados e Pensionistas

José Gonçalves
JOSÉ GONÇALVES

Diretor do Depto. de Aposentados e Pensionistas

Douglas Alberto Braga
DOUGLAS ALBERTO BRAGA

Diretor do Depto. de Aposentados e Pensionistas
Litoral Norte

Armando Carlos Munford
ARMANDO CARLOS MUNFORD

Coordenador do Depto. de Aposentados e Pensionistas

Fabiola Calefi
FABIOLA CALEFI

Coordenadora do Depto. de Mulheres
UTE-EZR

Péricles Augusto
PÉRICLES AUGUSTO

Coordenador do Depto. Jurídico
RPBC

Fábio Mello
FÁBIO MELLO

Diretor de Comunicação
UTE EZR

Marcelo Juvenal Vasco
MARCELO JUVENAL VASCO

Secretario Geral
RPBC

Fábio Alexandre Loureiro
FÁBIO ALEXANDRE LOUREIRO

Tesoureiro
RPBC

Adaedson Costa
ADAEDSON COSTA

Coordenador Geral
RPBC

Roberto Agassi Filho
ROBERTO AGASSI FILHO

Cargo: Técnico de Manutenção
Unidade: Tebar

Raíra Coppola Auler
RAÍRA COPPOLA AULER

Coordenadora do Depto. das Mulheres
Cargo: Técnica ambiental
Unidade: RPBC

Rafael Malingre
RAFAEL MALINGRE

Cargo: Técnico de Operação
Unidade: RPBC

Rafael Góes
RAFAEL GÓES

Cargo: Técnico de Estabilidade
Unidade: Edisa

Marcelo Calório Augusto
MARCELO CALÓRIO AUGUSTO

Cargo: Técnica de Manutenção Elétrica
Unidade: RPBC

Ivanildo T. de Oliveira
IVANILDO T. DE OLIVEIRA

Cargo: Técnico de Inspeção
Unidade: RPBC

Geraldo dos Santos Filho
GERALDO DOS SANTOS FILHO

Cargo: Operador Industrial
Unidade: UO-Rio

Fernando Esteves Duarte
FERNANDO ESTEVES DUARTE

Cargo: Técnico de Operação
Unidade: RPBC

Fábio Antônio dos Santos
FÁBIO ANTÔNIO DOS SANTOS

Cargo: Técnico de Operação
Unidade: Edisa

Eduardo Freire
EDUARDO FREIRE

Coordenador do Depto. de Esportes
Cargo: Técnico Químico
Unidade: RPBC

Édio Ricci Vaz de Oliveira
ÉDIO RICCI VAZ DE OLIVEIRA

Cargo: Técnico de Operação
Unidade: RPBC

César Augusto
CÉSAR AUGUSTO

Cargo: Técnico de Operação
Unidade: RPBC

Cauê Cavalcante
CAUÊ CAVALCANTE

Cargo: Técnico de Suprimentos
Unidade: Edisa

Pedro Tavolaro
PEDRO TAVOLARO

Aposentado

Gilberto Alves
GILBERTO ALVES

Aposentado

Nivaldo da Hora Júnior
NIVALDO DA HORA JÚNIOR

Aposentado

Henrique Dias Morgado
HENRIQUE DIAS MORGADO

Aposentado

Arnaldo Ferreira da Costa
ARNALDO FERREIRA DA COSTA

Aposentado

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GG DESCUMPRE ACT, PERSEGUE TRABALHADORES E MANTÉM RPBC SOB RISCOS CONSTANTES


Arbitrariedade e ilegalidade na Refinaria

Fonte:

http://www.sindipetrolp.org.br/noticias/26037/gg-descumpre-act-persegue-trabalhadores-e-mantem-unidade-sob-riscos-constantes/

http://www.sindipetrolp.org.br/

http://www.sindipetrolp.org.br/sindicato/diretoria.php

 GG descumpre ACT, persegue trabalhadores e mantém RPBC sob riscos constantes

Ausência e descaso com a força de trabalho e manutenção é a marca da gestão do GG da RPBC, que já tem em seu currículo a morte de um trabalhador da Reduc. As arbitrariedades são tantas, que fica difícil relatar todos os fatos em um único texto.

Começando pela falta de cumprimento de nosso acordo coletivo, na atual gestão da RPBC a operação já não tem direito nem garantias do uso da falta sem reflexo, conforme garantido no nosso ACT vigente, na cláusula 53 (Falta Acordada). Em nosso acordo é permitido faltar até 5 (cinco) vezes ao ano, acarretando, essas faltas, descontos nos salários dos empregados que delas se utilizarem. Pois bem, mesmo solicitando com muita antecedência a Falta Acordada é sumariamente negada, sem justificativa ou motivo plausível.

Como se não bastasse sua ausência, e como dizem por aí “quando os donos saem os ratos tomam conta da casa”, a gerência de produção da RPBC faz o que quer, ao seu bel prazer. Recentemente um trabalhador, depois de identificar uma insegurança no painel causada por um supervisor que há mais de 22 meses não manuseava o painel, chamou sua atenção, alertando que ele não poderia operá-lo, sem antes passar por treinamento, pois o padrão da empresa exige essa conduta. Nesse mesmo dia ocorreram outras pequenas incidências decorrentes das manobras executadas pelo supervisor. Mesmo sabendo das normas da empresa e os riscos de operar o painel, simplesmente para não gerar dobra, o supervisor assumiu o risco e colocou toda unidade em perigo. Como retaliação à afronta ao supervisor, o trabalhador foi punido com uma advertência por escrito em seu GD.

Faz parte de sua gestão também retaliar trabalhadores com incidências de atestado médico e proibir os mesmos de participarem de dobras, mesmo com Aso apto, sem restrições, conforme avaliado pelo setor médico. Com isso sobrecarrega os outros trabalhadores apenas com o propósito de assediá-los, para que mesmo doentes não procurem ajuda médica, ficando reféns do egoísmo da gerência de produção.

Trabalhadores com contaminação comprovada por Fenol e com indicação para serem afastados das áreas pelo próprio setor de Saúde da RPBC são obrigados a ficarem na Central de Controle Integrada (CCI), onde não há medidores que garantam que não continuarão expostos à contaminação.

Há tempos o sindicato recebe reclamações sobre alimentação na refinaria, mas infelizmente até o momento, sob a pseudo-gestão do “ausente”, a situação continua deplorável. Os trabalhadores já encontraram em suas refeições desde plásticos a parafusos e nada foi resolvido.

Outras questões como limpeza e manutenção na RPBC continuam preocupando. O mato já invadiu as ruas e a manutenção feita é “para apagar incêndio”, ou seja, conserta-se o que quebra, quando der ou quando há peças. Isso quando não buscam soluções paliativas.

Já a tão aclamada Segurança vai sendo jogando para escanteio. Mas em unidade onde o lema é “apagar incêndio”, porque não obrigar os trabalhadores a participarem da Estrutura Organizacional de Resposta (EOR)?

Pela Norma Regulamentadora 20 (NR 20), a participação do trabalhador nas equipes de resposta a emergências é voluntária, salvo nos casos em que a natureza da função assim o determine. Porém, na gestão do GG ausente e da corja que tomou conta da RPBC, a participação como brigadista tornou-se obrigatória.

Pelo GG, os petroleiros, além de operadores e mesmo sem ter treinamento adequado, são obrigados a acumular a função de brigadista, passando a compulsoriamente exercer dupla função.

Mas se até aqui está ruim pode piorar. Os trabalhadores, vendo a situação precária que se encontram as unidades com quadro arbitrariamente reduzido, aonde chegam até mesmo a realizar trabalhos solitários, se viram num dilema: participar da brigada, sem treinamento, ou abandonarem a área com quadro abaixo do mínimo e deixar seus companheiros sob risco de morte, na mais completa insegurança?

Antes do GG os treinamentos eram feitos quando um grupo chegava e guarnecia a área onde os voluntários da EOR faziam o treinamento, assim não desguarneciam as unidades operacionais. Agora, além de obrigarem, impõe a insegurança com quadro abaixo do mínimo, em unidades críticas para segurança das pessoas e equipamentos.

Os trabalhadores, que por motivo de trabalho e para não desguarnecerem a área não foram no treinamento, inclusive usando a clausula 82 do ACT vigente, que lhes garantem o direito de recusa quando há risco para si ou para seus colegas, foram punidos com advertência escrita por simplesmente não comparecerem ao treinamento, que poderia ter sido melhor planejado.

Dentre os trabalhadores punidos há comprovadamente pessoas com problemas de saúde. Como alguém em sã consciência permitiria que um trabalhador com artrite e artrose desempenhasse o papel de brigadista de incêndio? O GG sequer considerou aceitar o laudo que comprova os problemas de saúde do companheiro. O que importa é a vontade da corja e do “ausente”.

O Sindipetro-LP formalmente comunicou todas as  arbitrariedades relatadas aqui ao RH local para que providências sejam tomadas. O corporativo da Petrobrás será formalmente comunicando e se nada for feito o trabalhador não terá outra saída, a não ser garantir sua vida com luta.

Com tudo isso, não poderia ser diferente, já iniciamos as mobilizações na RPBC. Nos próximos dias convocaremos assembleia para deliberação de greve por tempo indeterminado.

A luta está só no começo!

Material SAP


MATERIAL DE GERENCIAMENTO – SAP MM (inglês)

  1. SAP Hierarchy — Materials Management
  2. SAP MM Tables
  3. Split Valuation
  4. Loading Material Master Characteristics with LSMW Direct Input method
  5. Very basics of SAP External Service Management
  6. Setting up simple Release Procedure for Purchase Requisitions
  7. Loading Material Masters with LSMW Direct Input method
  8. Adding fields to Material Document List (MB51)
  9. Release procedures for PO vs PR
  10. Material Master: Material Type configuration
  11. Blocking Release Procedure strategy
  12. Regeneration of LIS for Inventory Management
  13. HOWTO change the Materials Type of a material master
  14. Two-step movement Plant to Plant
  15. Release procedure question
  16. Serial Numbers and materials
  17. Your first (very simple) MRP run using Re-order Point planning
  18. Load release procedure values using ABAP program
  19. Default GL account in account assigned Purchase Requisition
  20. BADI for transaction MIGO
  21. Maintaining Market Price
  22. Using MRP Areas
  23. User Exit for Release Procedure (PR)
  24. Blanket Purchase Orders
  25. Load release procedure values using LSMW Direct Input method

DISTRIBUIÇÃO E VENDAS – SAP SD (inglês)

  1. General notes on SRM Enterprise Buyer

FINANÇA E CONTROLE –  SAP FI / CO (inglês)

  1. SAP Finance Tables

SAP FI Modules


  • Contabilidade Financeira
    • Introdução ao módulo de FI
    • Demonstração no sistema e Apresentação dos Fluxos
    • Manutenção Plano de Contas
    • Lançamento Manuais no Razão
    • Entrada e Manutenção de Documentos
    • Fechamento Contábil
    • Sistema de Informações
  • Contas a Receber
    • Dados Mestres
    • Lançamentos no Contas a Receber
    • Lançamentos automáticos via módulo SD
    • Modificação de documentos do Contas a Receber
    • Baixa manual de títulos
    • Baixa automática de títulos
    • Envio arquivo cobrança para banco
    • Relatórios e consultas
  • Administração de Crédito
    • Introdução ao Módulo de AR
    • Demonstração no sistema e Apresentação dos Fluxos
    • Manutenção de Dados de Crédito
    • Sistema de Informações
    • Manutenção do Prazo de Vendas
    • Manutenção do Inflator
  • Contas a Pagar
    • Introdução ao Módulo de AP
    • Demonstração no sistema e Apresentação dos Fluxos
    • Cadastro de Fornecedores
    • Lançamentos Manuais
    • Entrada e Manutenção de Documentos
    • Adiantamento a Fornecedores
    • Pagamento a Fornecedores
    • Sistema de Informações
  • Ativo Fixo
    • Apresentação dos fluxos
    • Manutenção cadastro de imobilizado
    • Manutenção de documentos
    • Entrada de ativo imobilizado
    • Ajuste manuais
    • Baixa/venda de ativo imobilizado
    • Fechamento contábil
    • Sistema de informações
    • Demonstração no sistema

SAP Financial Accounting (FI)


 

SAP FI module as the term suggests deals in managing financial transactions within enterprises. This financial accounting module helps employees to manage data involved in any financial and business transactions in a unified system. This module functions very well for reporting requirements. The SAP FI module is very flexible and functions well in any type of economic situation. Be it a smaller organization or a larger organization, SAP implementation helps in consolidating data for diverse business transactions and legal requirements. Financial Accounting module helps one to get real-time financial position of an enterprise in the market. SAP FI incorporates with other SAP modules such as SAP SD, SAP MM, SAP PP, Payroll and more for better work results.

SAP Quality Management (QM)


 

SAP QM module helps in management of quality in productions across processes in an organization. This quality management module helps an organization to accelerate their business by adopting a structured and functional way of managing quality in different processes. SAP QM module collaborates in procurement and sales, production, planning, inspection, notification, control, audit management and so on.