Assedio Moral


– comissoes estaduais para tratar do assunto
– integracao com sindicatos

7 comentários sobre “Assedio Moral

  1. TÉCNICA MILITAR DE ISOLAMENTO E TORTURA PSICOLÓGICA

    1 – O ALVO: primeiro estuda-se o alvo – passado e presente – desde o nascimento até os dias atuais. Faz-se um levantamento de tudo o que possa estar relacionado ao alvo, e desenha-se a rede de seus relacionamentos – o Diagrama de Pessoas e Lugares: parentes, amigos, conhecidos e “inimigos”;

    2 – SOCIAL: Repetir o processo acima para cada integrante da rede do alvo, e verificar os pontos de vulnerabilidade de cada um. Dependendo do perfil e da informação adquirida de cada integrante, pode-se aplicar a técnica de coação através da chantagem, ou oferecer um benefício em troca de um favor, e esse favor poderá ser: o afastamento, a aproximação, a difamação, assédio, ou hostilizar o alvo. Manter o alvo sob constante monitoramento, e aplicar os passos acima para qualquer um que se aproximar;

    3 – TRABALHO:
    a) O RH – Recursos Humanos implanta informações distorcidas sobre o alvo, convencendo os empregados que o alvo é uma ameaça à empresa. Incitar todos os empregados a odiar e assediar o alvo, por meio da técnica de revezamento: a cada semana um determinado grupo irá desprezar e hostilizar o alvo;
    b) Ócio: deixa-o sem nenhuma tarefa, ou se designa tarefas que são incompatíveis com o seu cargo;
    c) O gerente causa constrangimento do alvo perante os demais empregados, humilhando-o em público;
    d) Os empregados criam uma fictícia “rede de intrigas” entre eles para que o alvo possa se “apoiar”;
    e) O gerente hostiliza o alvo, e cobra-lhe intensamente o cumprimento de seu horário dentro da empresa;
    f) Monitora-se e restringi todos os meios de comunicação do alvo: rede de computador, internet, telefone…
    g) Exclui-se o alvo de qualquer atividade social da Empresa;
    h) “Planta-se” pessoas como se fossem empregados, dentro da Empresa, com cargos fictícios, para se relacionarem e desestabilizarem emocionalmente o alvo;
    i) Desestabiliza e isola o alvo até o total descontrole emocional.

    4 – RELACIONAMENTOS: todos “plantados”. As pessoas que são plantadas são orientadas e monitoradas por psicólogos, e treinadas para conquistar, conviver e isolar socialmente o alvo, que nessa altura, já foi deveras analisado. Essas pessoas são de classe social mais baixa que recebem treinamento e recursos, como: imóvel mobiliado, veículo, vestuário, família e amigos fictícios, e aprendem a seduzir o alvo, em troca do tal benefício que pode ir desde um emprego até um imóvel. Após o período de sedução o “plantado” começa a hostilizar e torturar o alvo para acabar com a sua auto-estima, e para poder sair fora, porque esse tipo de relacionamento tem prazo para terminar. Os recursos utilizados nesse processo, assim como nos demais, são oriundos dos empresários, que os disponibiliza em troca de interesses e/ou benefícios políticos;

    5 – CURSOS E TREINAMENTOS: quando o alvo se inscreve em um curso, assim como qualquer outro tipo de atividade, irá utilizar um meio de comunicação para fazê-lo que poderá ser telefone ou internet, e que estará “grampeado”. Nesse momento um “agente recrutador”, que deve ser um político ou a própria empresa em que o alvo trabalha, convida um pool de comerciantes ou empresários para efetuarem a matrícula de alguns de seus empregados no mesmo curso, orientado a isolar e hostilizar o alvo em sala de aula, em troca de benefícios fiscais, obras e serviços.

    6 – FAMÍLIA: tenta-se extinguir o maior número possível de seus membros sem deixar rastro. A forma mais habitual é em caso de internações hospitalares, doenças graves, inserção de drogas prejudiciais, e na falsificação de diagnósticos de exames. Se o alvo for casado, destrói-se o casamento. Se ainda não tiver filhos, anula-se essa possibilidade com cirurgias. Se estiver grávida, mata-se a criança ao nascer. Para os membros da família que restar aplica-se os itens 1 e 2.

    7 – BENS: tenta-se dilapidar tudo o que o alvo possuir ou for adquirir. Qualquer tipo de aquisição sofrerá intervenção externa para que o alvo tenha prejuízos, desde a simples compra de uma cadeira até um imóvel. Sabotagens em contas, veículo e residência são muito usuais nesse caso. Os saques e contas bancárias são totalmente monitorados. O objetivo é falir financeiramente o alvo, e deixá-lo sem nenhum recurso.

    8 – SAÚDE: O alvo terá que contar com a sorte e com muita intuição, porque é através da saúde que tentarão eliminá-lo. Todo e qualquer profissional da área de saúde será interpelado antes que o alvo se consulte, e como quase todo homem têm o seu preço, aceitarão benefícios para prejudicá-lo. Nessa técnica de tortura, a intenção é se livrar do alvo por meio do desequilíbrio emocional, aguardando o seu ponto de ruptura, e o posterior suicídio do alvo. Não se pode descartar que qualquer tipo de internação é uma facilidade.

    9 – JUSTIÇA: As informações plantadas e distorcidas pelo poder político-militar, convencerão a Segurança Nacional que o alvo é uma “ameaça” ao Estado, assegurando o “motivo” para estar sempre sob investigação e monitoramento, deixando qualquer sentença judicial impetrada pelo alvo, suspensa, sem direito a qualquer tipo de denúncia ou defesa. Todo e qualquer tipo de violência e ilegalidade poderá atingir o alvo porque estará sob a impunidade do próprio Estado.

    10 – ESTRATÉGIA: Durante esse processo haverá três tipos de pessoas que estarão em torno do alvo:
    a) Os que fazem parte do processo de tortura, e tentarão fazer de tudo para confundir o alvo sobre a veracidade dos fatos, tentando induzi-lo a acreditar que ele está fantasiando a realidade; e
    b) Os que não fazem parte do processo, e que serão induzidos a pensar que o alvo sofre de algum tipo de alucinação ou desequilíbrio mental;
    c) O próprio alvo, que consciente de todos os fatos, do isolamento, e da realidade que se apresenta, tentará compor provas do esquema ao qual foi submetido por meio de fatos, fotos e gravações.

    QUANTO TEMPO ALGUÉM SUPORTARIA VIVER SOB ESSAS CONDIÇÕES?

    BEM, ESTOU SOB ESSE PROCESSO DESDE 1996, QUANDO TRABALHEI NO GOVERNO FEDERAL, E RECUSEI PARTICIPAR DOS ESQUEMAS ILÍCITOS DO GOVERNO, MAS NÃO SEI QUANDO SERÁ O MEU PONTO DE RUPTURA…

    MEU NOME É MÔNICA PRADO TORRES, EU JÁ PERDI QUASE TUDO: FAMÍLIA, PROFISSÃO, AMIGOS, LAR, BENS, DIGNIDADE, MAS ENQUANTO EU RESPIRAR RESTA-ME UMA ESPERANÇA…

    A ESPERANÇA DE ALGUÉM ME OUVIR, E ABRIR A PORTA DA JUSTIÇA…

    Obs. Meus contatos estão bloqueados, mas podem tentar:

    Acinom7@europe.com
    Hibisco44@gmail.com
    Monicapt36@hotmail.com
    Monica.prado@petrobras.com.br

    (21) 8126-6627 / 3229-1531

    Av. Almirante Barroso, 81 – 34º andar – Centro – Rio de Janeiro-RJ

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  2. EU ENTREI NA REDUC EM 1984, E TRABALHEI ATÉ 1989, QUANDO FIZ UM CONCURSO PARA O DIES, EM SÃO MATEUS, E PASSEI EM SEGUNDO LUGAR. INFELIZMENTE, QUANDO O COLLOR ENTROU, EU FUI DEMITIDA JUNTO COM OUTROS COLEGAS RECÉM-CONCURSADOS. EM 2001, APÓS O HOMICÍDIO DA MINHA FILHA, EU RESOLVI REGISTRAR UMA DENÚNCIA NO MINISTÉRIO PÚBLICO, EM BRASÍLIA, MAS O PROCESSO FOI ARQUIVADO. PROCUREI TODOS OS ÓRGÃOS DE DIREITOS HUMANOS, SEM OBTER NENHUM RETORNO. NA CÂMARA FEDERAL EU CONHECI A DRa. MARGARIDA BARRETO, DE SÃO PAULO, UMA DAS AUTORAS SOBRE O ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO, MAS A MESMA SOFREU ACUAÇÃO. SOLICITEI APOIO AO SINDICATO, MAS AGENTES POLÍTICOS INFILTRARAM PESSOAS DENTRO DO SINDICATO PARA ME “QUEIMAR”, PORQUE ESTIVE REQUISITADA POR ALGUNS ANOS, APÓS TER SIDO DEMITIDA EM 1991, NA ÉPOCA DO GOVERNO COLLOR. AS PESSOAS QUE ESTÃO POR TRÁS DO ASSÉDIO MORAL, UTILIZAM ANTIGAS TÉCNICAS DE TORTURA PSICOLÓGICA UTILIZADAS NA DITADURA MILITAR, NA QUAL A FINALIDADE É QUE A VÍTIMA COMETA O SUICÍDIO. A TÉCNICA CONSISTE EM ELIMIAR O TRABALHO, RECURSOS FINANCEIROS, A FAMÍLIA, CONVÍVIO SOCIAL, LIBERDADE (MONITORAMENTO), ATÉ A PERDA TOTAL DA AUTO-ESTIMA. OS MILITARES JUNTO COM ALGUNS POLÍTICOS DA DIREITA, CONSEGUIRAM CONVENCER A TODOS QUE EU SOU UMA AMEAÇA, E TODO MUNDO ACREDITOU NISSO… JOGARAM 99% DOS EMPREGADOS DA EMPRESA PARA ME ACUAR. DESDE 2005, QUANDO VOLTEI PARA O RIO DE JANEIRO, TENHO SIDO HOSTILIZADA PELAS GERÊNCIAS QUE TENHO PASSADO. O ASSÉDIO TOMOU UMA DIMENSÃO QUE EXTRAPOLA O AMBIENTE DE TRABALHO. MONITORAM TODOS OS MEUS EMAILS, TELEFONES E CONTATOS, COM ISSO CONSEGUIRAM ME DAR VÁRIOS PREJUÍZOS FINANCEIROS A PONTO DE EU TER PERDIDO MEU ÚNICO IMÓVEL PARA UM JUIZ. FORA OUTRAS AÇÕES EXTERNAS E INTERNAS, E TUDO CONSPIRADO POR PESSOAS DA PRÓPRIA EMPRESA.

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  3. EM 2001, APÓS O HOMICÍDIO DA MINHA FILHA, EU RESOLVI REGISTRAR UMA DENÚNCIA NO MINISTÉRIO PÚBLICO, EM BRASÍLIA, MAS O PROCESSO FOI ARQUIVADO. PROCUREI TODOS OS ÓRGÃOS DE DIREITOS HUMANOS, SEM OBTER NENHUM RETORNO. NA CÂMARA FEDERAL EU CONHECI A DRa. MARGARIDA BARRETO, DE SÃO PAULO, UMA DAS AUTORAS SOBRE O ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO, MAS A MESMA SOFREU ACUAÇÃO. SOLICITEI APOIO AO SINDICATO, MAS AGENTES POLÍTICOS INFILTRARAM PESSOAS DENTRO DO SINDICATO PARA ME “QUEIMAR”, PORQUE ESTIVE REQUISITADA POR ALGUNS ANOS, APÓS TER SIDO DEMITIDA EM 1991, NA ÉPOCA DO GOVERNO COLLOR. AS PESSOAS QUE ESTÃO POR TRÁS DO ASSÉDIO MORAL, UTILIZAM ANTIGAS TÉCNICAS DE TORTURA PSICOLÓGICA UTILIZADAS NA DITADURA MILITAR, NA QUAL A FINALIDADE É QUE A VÍTIMA COMETA O SUICÍDIO. A TÉCNICA CONSISTE EM ELIMIAR O TRABALHO, RECURSOS FINANCEIROS, A FAMÍLIA, CONVÍVIO SOCIAL, LIBERDADE (MONITORAMENTO), ATÉ A PERDA TOTAL DA AUTO-ESTIMA. OS MILITARES JUNTO COM ALGUNS POLÍTICOS DA DIREITA, CONSEGUIRAM CONVENCER A TODOS QUE EU SOU UMA AMEAÇA, E TODO MUNDO ACREDITOU NISSO… JOGARAM 99% DOS EMPREGADOS DA EMPRESA PARA ME ACUAR. DESDE 2005, QUANDO VOLTEI PARA O RIO DE JANEIRO, TENHO SIDO HOSTILIZADA PELAS GERÊNCIAS QUE TENHO PASSADO. O ASSÉDIO TOMOU UMA DIMENSÃO QUE EXTRAPOLA O AMBIENTE DE TRABALHO. MONITORAM TODOS OS MEUS EMAILS, TELEFONES E CONTATOS, COM ISSO CONSEGUIRAM ME DAR VÁRIOS PREJUÍZOS FINANCEIROS A PONTO DE EU TER PERDIDO MEU ÚNICO IMÓVEL PARA UM JUIZ. FORA OUTRAS AÇÕES EXTERNAS E INTERNAS, E TUDO CONSPIRADO POR PESSOAS DA PRÓPRIA EMPRESA.

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  4. SEMPRE fui CIPISTA na PETROBRÁS, trabalhei na BAHIA e em MANAUS em diversos Órgãos da PETROBRÁS. A VERDADE é sempre a mesma, os colegas embora sejam TRABALHADORES LIVRES, tem TRABALHADO com MEDO de perder o EMPREGO e com isso se sentem OBRIGADOS a se submeter a “HUMILHAÇÕES”. E quando se fala nas REFINARIAS em todo o Pais, a situação dos colegas piora MIL VEZES, infelizmente a LEI do SILENCIA impera, Seres Humanos deixam de ver os seus semelhantes em situações de RISCO, porque se foram SALVAR, estarão DEMITIDOS. Colegas que se dizem AMIGOS no dia a dia, quando são chamados para servir de TESTEMUNHA, fogem como se tivessemos uma DOENÇA altamente contagiosa. Mesmo com tudo isso conseguimos, aqui na BAHIA, levarmos ao Ministério Público FEDERAL do Trabalho 5ª Região, denuncias que levaram a uma AÇÃO CIVIL PÚBLICA na 39 VARA do TRABALHO, contra a pratica de ASSÉDIO MORAL pela PETROBRÁS.
    Um forte abraço a todos e que possamos TRABALHAR com DIGNIDADE.
    AMILCAR TAPIOCA

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  5. SEMPRE fui CIPISTA na PETROBRÁS, trabalhei na BAHIA e em MANAUS em diversos Órgãos da PETROBRÁS e a VERDADE é a mesma, os colegas enbora sejam TRABALHADORES LIVRES, TRABALHAM com MEDO de perder o EMPREGO e com isso se semtem OBRIGADOS a sae submeter a “HUMILHAÇÕES” e quando se fala nas REFINARIAS em todo o Pais a situação dos colegas piora MIL VEZES, infelizmente a LEI do SILENCIA impera, onde Seres Humanos deixam de var o seu semolhante em situações de RISCO porque se foram SALVAR, estarão DEMITIDOS, ou colegas que no dia a dia dizem AMIGOS e quando são chamados para servir de TESTEMUNHA, fogem. Por tudo isso conseguimos aqui na BAHIA que o Ministério Público do Trabalho 5ª Região entrasse com uma AÇÃO CIVIL PÚBLICA na 39 VARA do TRABALHO contra a PETROBRÁS.
    Um forte abraço a todos e que possamos TRABALHAR com DIGNIDADE.
    AMILCAR TAPIOCA

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    1. SEMPRE fui CIPISTA na PETROBRÁS, trabalhei na BAHIA e em MANAUS em diversos Órgãos da PETROBRÁS. A VERDADE é sempre a mesma, os colegas embora sejam TRABALHADORES LIVRES, tem TRABALHADO com MEDO de perder o EMPREGO e com isso se sentem OBRIGADOS a se submeter a “HUMILHAÇÕES”. E quando se fala nas REFINARIAS em todo o Pais, a situação dos colegas piora MIL VEZES, infelizmente a LEI do SILENCIA impera, Seres Humanos deixam de var o seu semelhante em situações de RISCO porque se foram SALVAR, estarão DEMITIDOS. Colegas que se dizem AMIGOS no dia a dia, quando são chamados para servir de TESTEMUNHA, fogem como se tivessemos uma DOENÇA altamente contagiosa. Mesmo com tudo isso conseguimos, aqui na BAHIA, levarmos ao Ministério Público FEDERAL do Trabalho 5ª Região, denuncias que levaram a uma AÇÃO CIVIL PÚBLICA na 39 VARA do TRABALHO contra a pratica de ASSÉDIO MORAL pela PETROBRÁS.
      Um forte abraço a todos e que possamos TRABALHAR com DIGNIDADE.
      AMILCAR TAPIOCA

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  6. um conselho de petroleiros, que já sofreram assédio moral, e ganharam na justiça da PETROBRAS, seria convocado pelo SINDICATO, quando novos casos ocorrerem.

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