Polêmicas, Saúde e Morte de Whitney Houston


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Diversos documentários afirmam que Whitney Houston começou a usar cannabis e bebidas alcoólicas aos catorze anos, e cocaína e LSD aos dezesseis, por influência de seu irmão Michael Houston, também adolescente e usuário dessas substâncias, e que começou a fumar cigarros aos dez anos de idade também por influência familiar. Seu irmão revelou em entrevistas sentir-se extremamente culpado pela morte da irmã. [59]

Também afirmou-se que Whitney Houston era bissexual, mas devido ao conservadorismo religioso de sua mãe, optou por nunca assumir isto publicamente. Robyn Crawford, assistente de produção da carreira da cantora e diretora de marketing das empresas de Whitney, que trabalhou com ela de 1983 a 2000, escreveu e lançou o livro A Song For You, revelando ter sido namorada da cantora na adolescência, de 1979 a 1983, e que se conheceram em um abrigo enquanto realizavam um trabalho voluntário, e que logo tornaram-se amigas inseparáveis, mas que após se apaixonarem, nunca se preocuparam em rotular-se como bissexuis ou lésbicas, e que apenas viviam o o relacionamento de forma intensa. Aos dezessete anos sofreu um duro golpe quando descobriu que sua mãe traia seu pai com o pastor da igreja. Ela e a mãe pararam de se falar, e sofrendo por não ter coragem de revelar tudo ao pai, não conseguiu mais conviver com ele, e assim decidiu sair de casa e viver com sua namorada. Nesta época estava iniciando sua carreira de modelo, e devido a tantas pressões pessoais e profissionais, Whitney iniciou um processo de anorexia alcoólica, que a acompanhou durante toda sua vida. Pouco tempo depois, sua mãe contou a verdade ao pai de Whitney, e ambos se divorciaram, mas a cantora não quis mais voltar para sua casa. Whitney e Robyn só se separaram porque a mãe de Whitney Houston era contra a relação, e fazia a cantora sofrer muito com constantes perseguições a sua vida pessoal, e a cantora, após assinar seu primeiro contrato profissional em 1983, e influenciada por sua mãe, passou a ter medo da imprensa investigar sua vida pessoal e descobrir sua sexualidade, e assim sua carreira terminar. Assim, ela saiu da casa da namorada e passou a viver sozinha. Ela, nesta época, tentou voltar para a igreja, aconselhada por sua mãe, e até presenteou Robyn com uma bíblia para que ela se convertesse, mas ambas continuaram a ser melhores amigas por muitos anos, até o falecimento da cantora.[60]

Em entrevistas, Bobby Brown revelou que Whitney e ele mantiveram um caso extraconjugal por quatro anos, e que não foi o responsável por apresentar substâncias psicoativas para ela, como sempre era divulgado na imprensa, mas sim já a conheceu quando ela era usuária. O mesmo revelou em entrevistas que descobriu que Whitney era usuária de drogas no dia do casamento, pois quebrou a tradição de que os noivos não podem verem-se vestidos a caráter antes da cerimônia, mas ele sentiu vontade de vê-la, e a procurou em sua casa, quando a avistou vestida de noiva, uma hora antes da cerimônia, onde percebeu que a mesma estava inalando cocaína, o que o deixou muito surpreso e abalado, porque até então só sabia que ela tomava bebidas alcoólicas em excesso e que fumava muitos cigarros, inclusive cannabis sativa. Bobby revelou que teve o impulso de não desistir do casamento porque queria proteger Whitney, afirmando que no início ela controlava muito bem seu vício, tanto que em quatro anos de relacionamento extraconjugal, ela nunca o deixou saber sobre as drogas mais pesadas que utilizava. Bobby contou que após o casamento também viciou-se em cocaína, e que foi dependente por muitos anos, mas conseguiu sair do vício. [61] O cantor também contou que Whitney fingiu ter sofrido um aborto espontâneo para deixá-lo culpado e casar-se rapidamente com ela. Em entrevistas Whitney revelou que fez isto por medo de perdê-lo, e porque queria que o mesmo deixasse a esposa para ficar com ela, o que deu certo, pois, culpado, Bobby deixou a esposa e assumiu seu caso extraconjugal, e em seis meses casaram-se, ficando muito chateado posteriormente com essa mentira. A cantora também revelou em entrevistas que estava apaixonada, mas nunca o amou, e que sua mãe insistiu para que ela se casasse logo, o que lhe daria mais segurança pessoal e prestígio na sua carreira. Bobby Brown afirmou acreditar que Whitney só casou-se com ele para fugir das especulação da mídia sobre sua sexualidade, onde afirmou que sempre soube da bissexualidade da esposa, e que sempre teve muitos ciúmes de Robyn, com quem ele não falava, gerando diversas brigas com Whitney, pedindo para que ela demitisse Robyn, o que ela fez, mas a recontratou sem ele saber. Seu ex-marido também revelou saber que, quando ele e Whitney brigavam e se separavam temporariamente, a cantora saía com outros homens e também outras mulheres, mas principalmente voltava a se relacionar com Robyn, que sempre foi o ponto de apoio emocional de Whitney. Bobby contou que a primeira vez que houve uma traição foi por parte da cantora, e que por um período ambos mantiveram um casamento aberto, mas de forma discreta. Em entrevistas, a cantora revelou que apenas quis se vingar das agressões do marido. Robyn tentou diversos formas de fazer sua amiga e ex-namorada Whitney largar as substâncias na qual utilizava, e terminar o casamento abusivo com Bobby, mas todas as tentativas foram em vão, o que a fez se afastar dela com o tempo, um duro golpe pra Whitney. Bobby Brown contou em entrevistas que acreditava que, se o relacionamento amoroso de Whitney com sua melhor amiga fosse aceito por sua família, ela ainda estaria viva, pois ela foi a única namorada que Whitney Houston verdadeiramente amou. [62]

Devido as conturbações pessoais da cantora, Whitney e Robyn romperam o contrato profissional em 2000, quando Whitney diminuiu o ritmo de sua carreira para cuidar de sua saúde, após ser diagnosticada com uma avançada aterosclerose, doença cardíaca adquirida devido ao abuso de substâncias psicoativas, principalmente devido ao uso de cocaína, droga que utilizou em maior quantidade e por mais tempo, que danificou as suas válvulas cardíacas. Esta doença também manifestou-se devido ao seu estilo de vida, onde havia excesso de álcool e sedentarismo. Este problema de saúde lhe causava falta de ar, tontura, dor de cabeça, e gerou um quadro de insuficiência cardíaca. Nesta época, optou por começar a administrar parte de seu extenso patrimônio para evitar maiores estresses profissionais.[63]

Outra polêmica referida no documentário Whitney, refere-se a violência sofrida pela cantora e por seu irmão Gary, na infância, abuso este cometido pela prima dos dois, Dee Dee Warwick. A cantora e o irmão nunca comentaram com ninguém da família sobre este tema delicado, que foi um dos fatores que fez Whitney desenvolver uma grave depressão. A mãe de Whitney revelou em entrevistas que não acredita nesta história, o que a fez deserdar os dois filhos de seu testamento. A mãe não acreditar no abuso que sofreu fez Whitney ter uma piora em seu quadro depressivo e desenvolver síndrome do pânico. Outra grande polêmica que o documentário traz refere-se ao pai de Whitney, acusado de desviar dinheiro do patrimônio da cantora, que ficou extremamente abalada ao descobrir ter sido roubada pelo próprio pai. Ambos ficaram muitos anos sem se falar e ela o processou, mas voltaram a manter contato nós últimos anos de vida dele.[64]

Outra polêmica gira em torno da relação conturbada de Whitney com sua filha: O motorista da família afirmou que Whitney e o marido intensificaram a dependência química no início dos anos 2000, e que passaram a fumar crack e injetar heroína, e que quando estavam muito alterados, faziam isto na frente da filha deles, dentro do carro, enquanto a filha deles ainda era uma criança. Em outro momento ele revelou que, quando Whitney e o marido estavam sob efeito dessas substâncias, se agrediam verbalmente e fisicamente na frente da filha, e logo depois, Bobby Brown, sob efeitos dos entorpecentes, pichava as paredes da mansão em que viviam, ameaçando Whitney de morte, e ela chorava muito e se trancava em seu quarto ou no banheiro, onde ingeria barbitúricos com substâncias psicoativas e bebidas alcoólicas, e também se cortava, chegando em algumas ocasiões a tentar o suicídio, onde o motorista já teve que chamar a ambulância para socorrê-la desmaiada e sangrando, e em algumas ocasiões contê-la junto dos outros funcionários, quando a cantora, chorando e gritando, ameaçava se jogar da janela do quinto andar de sua mansão. Também foi revelado que a mãe de Whitney tentou por diversas vezes conseguir a guarda da neta, mas a cantora sempre contratava os melhores advogados para ganhar a causa.[65]

No programa da Oprah Winfrey, Whitney revelou que conseguia drogas em qualquer lugar: Seu traficante se passava por fã, e lhe dava uma caneta pra ela assinar o autógrafo, mas a caneta tinha um fundo removível com a substância, e ela a guardava consigo discretamente e ia ao banheiro usar. Ela revelou que a fama destruiu sua vida, não imaginava que seria eleita como a melhor voz do planeta. Whitney só queria criar sua filha em paz e ter uma família comum, sentia-se mal por não ter tempo de acompanhar o crescimento da filha e também por seu marido a achar mais bem sucedida que ele, ela percebia claramente que isto feria seu ego masculino de querer proteger a família. Revelou que em casa tentava diminuir sua importância para que o marido se sentisse no controle, como geralmente os homens preferem, mas nem sempre dava certo. Informou que quase todos os dias era agredida pelo marido, até sangrar, escondendo os machucados com curativos e muita maquiagem, e que o marido a agredia mesmo quando ele estava sóbrio, o que era raro, pois ele bebia muito. Afirmou que ele era extremamente invejoso porque Whitney ganhava muito mais dinheiro que ele, e que Bobby era um homem muito ciumento, e queria que ela largasse a carreira para ficar cuidando exclusivamente do casamento dos dois, o que ela se recusava. Na entrevista contou que seu marido tornou-se sua droga, pois, por mais que quisesse se separar, tinha medo dele e sempre acreditava que ele mudaria, confessando que só sentiu paixão no início da relação, e que com o tempo desenvolveu uma forte dependência emocional. Whitney contou que nos últimos dois anos de casada, ambos passaram a dormir em quartos separados, e só conversavam esporadicamente, quando usavam drogas juntos, vendo TV na sala. Nos períodos mais críticos de sua depressão, a cantora informou que ficava um mês inteiro trancada no quarto, sem ver ou falar com ninguém, chorando, ouvindo música, lendo a bíblia e consumindo drogas, que comprava em grande quantidade para guardar em seu closet. A cantora também revelou que passou por diversas internações e tratamento de desintoxicação e reabilitação, mas o período máximo que conseguiu ficar sem usar nenhuma droga foi apenas seis meses, e que na verdade não era uma mulher vaidosa como aparentava ser na frente das câmeras: Detestava sempre ter que usar vestidos, maquiagens, muito brilho e salto alto, e que ser constantemente um personagem para agradar a indústria fonográfica arruinou sua saúde psicológica.[66]

Quando a filha de Whitney Houston tinha quinze anos, a jovem tentou dar uma facada na mãe após ela proibi-la de sair com os amigos, mas após se arrepender de ter ameaçado a mãe, a jovem tentou o suicídio cortando os pulsos, ficando algumas semanas internada em uma clínica psiquiátrica. Nesta época, Whitney descobriu que a menina estava usando drogas, o que piorou muito a relação de ambas, fazendo a filha sair de casa e ir viver com o pai, e posteriormente com a avó materna. Em entrevistas revelou que sua filha lhe deu muitas forças para ela se divorciar, e que ambas eram próximas e amigas, mas que a relação delas sofria muitos altos e baixos. A cantora e a filha passaram a manter contato esporádico com o tempo. Por alguns momentos voltaram a morar juntas, mas depois se afastaram novamente. [67]

Em junho de 2011 a cantora foi diagnosticada com enfisema pulmonar e nódulos nas cordas vocais, devido ao tabagismo, o que a obrigou a se afastar dos palcos e iniciar um tratamento médico intenso. A doença a fez passar por profundas alterações em sua melódica e harmônica voz, a tornando muito mais densa e um pouco rouca, o que passou a desagradar bastante o público, o que a deixou cada dia mais deprimida: Por mais que detestasse a fama, amava cantar. Whitney Houston passou a negligenciar seu tratamento, dando mais importância as drogas e ao álcool. Sua displicência a fez desenvolver uma grave insuficiência respiratória, e a doença avançou bastante, o que contribuiu para seu falecimento.[68]

A cantora enfrentou muitas críticas em relação a sua carreira. A crítica negra a acusava de “ser branca demais”, cantar exclusivamente para uma “elite branca”, e não representar os “ritmos afro-americanos”. Whitney se defendia, revelando que apenas escolhia os melhores compositores para trabalhar, e que não fazia acepção de gênero musical ou cor: Só escolhia cantar o que lhe tocava o coração, também levando em conta seu perfil vocal. Estas críticas abalaram muito a autoestima da cantora, que julgava sempre não estar fazendo o correto. [69]

O último relacionamento amoroso de Whitney Houston, que se tornou público, foi com o cantor Ray J, rapaz dezoito anos mais jovem. Ambos começaram o namoro em 2010 e sofreram bastante preconceito devido a diferença de idade, e a família de Whitney não aceitava o relacionamento, também por acharem que este namorado só queria o dinheiro da cantora, embora ele fosse rico também. O casal mantinha um relacionamento conturbado, e ficavam entre indas e vindas, com histórico de traições, abuso de álcool e drogas, e até agressões, pois o mesmo tinha muitos ciúmes dela. Ambos eram frequentemente vistos em bares e boates, inclusive foram divulgadas brigas recorrentes de Whitney Houston com diversas mulheres nestes locais devido ao grande ciúme que ela também sentia dele. Uma das polêmicas desse relacionamento foi quando, em uma das turbulentas separações do casal, seu namorado queria voltar com ela, e Whitney não queria mais voltar para esse relacionamento abusivo, porém ele ameaçou de divulgar na internet fotos íntimas dela, e também vídeos íntimos do casal, onde Whitney ficou muito abalada com essas ameaças, e não queria mais vê-lo, mas a família da cantora o processou judicialmente por ameaça e difamação, o que causou mais brigas entre Whitney e a família, principalmente sua mãe, que não queria que ela tivesse invadido sua vida assim. Porém, na época de seu falecimento, Whitney e Ray J haviam se reconciliado e estavam novamente juntos. [70]

Após seu falecimento, o cantor Jermaine Jackson, a quem Whitney conheceu em 1983, antes da fama, onde a mesma, eventualmente, era a baking vocal de sua banda, confirmou para a mídia que ele e a cantora foram amantes de 1984 a 1985. Nesta época Whitney estava solteira, mantendo apenas relacionamentos casuais, visto que estava separada há um ano de sua ex-namorada Robyn Crawford, e ainda não conhecia Bobby Brown. Jermaine e Whitney separaram-se por iniciativa dela, visto que a cantora queria que ele se separasse de sua esposa, Hazel Gordy, para que assumisse um relacionamento sério com ela, o que ele não fez. Na época, Michael Jackson, irmão de Jermaine, e muito amigo de Whitney, era contra o relacionamento extraconjugal. Após um ano afastados, Jermaine e Whitney retomaram a amizade que tinham antes de se envolverem, e voltaram a cantar juntos, eventualmente, quando havia alguma festa ou evento na mídia. Jermaine lamentou por não ter podido comparecer ao funeral da artista. [71]

Morte[editar | editar código-fonte]

Em 9 de fevereiro de 2012 Whitney visitou as cantoras Brandy e Monica, juntamente com Clive Davis, em seus ensaios para a festa anual do pré-Grammy no Beverly Hilton Hotel, em Beverly Hills.[72] No mesmo dia, Whitney fez sua última apresentação pública, juntamente com Kelly Price, numa casa noturna em HollywoodCalifórnia em uma performance da canção Jesus Loves Me.[73][74]

Em 11 de fevereiro de 2012, Whitney foi encontrada morta na banheira de um quarto no hotel Beverly Hilston. Os paramédicos tentaram reanimá-la, mas sem sucesso. Foi declarada morta em torno das 15h55min UTC−8, hora local de Los Angeles. O Departamento de Medicina Legal de Los Angeles anunciou em 22 de março de 2012 que a causa oficial da morte da artista fora afogamento acidental, apesar de revelar que existiam indícios de doença cardíaca e vestígios de cocaína, que teriam contribuído para o óbito. A autópsia constatou também que o septo nasal da cantora estava perfurado e que ela havia ingerido muitos barbitúricos e xarope para tosse, nos três últimos dias que antecederam seu falecimento, mas que isto não impactou diretamente na sua morte, apenas a deixou mais sonolenta que o habitual, o que pode ter discretamente contribuído para a perda de reflexo, o que a fez cair na banheira, de frente à água.

A artista havia abandonado poucos meses antes de falecer a sua psicoterapia e sua religião evangélica, onde frequentava a igreja desde a infância, entre indas e vindas. Em entrevistas, revelou que ao orar, seus pensamentos de suicídio e desejo por álcool e drogas iam embora, mas logo retornavam.

À época de seu falecimento, sua depressão havia voltado com força. Nesta época estava em tratamento psiquiátrico, tomando antidepressivos e ansiolíticos. Um dos motivos para recaída nos vícios e agravamento de sua depressão foram, entre as brigas familiares, perseguição e ameaças de seu ex-marido, além de seus relacionamentos amorosos que não deram mais certo após seu divórcio, foi ter descoberto que sua única filha estava usando drogas, onde ambas passaram a travar brigas diárias, e ela lutou para que a filha deixasse este caminho, tentando interná-la por diversas vezes. Isto tudo fez a artista se afastar da igreja, do tratamento psiquiátrico e psicológico, parou de falar com os amigos e com os familiares, julgando-se uma péssima mãe, o que a fez se isolar socialmente e voltar a usar drogas de forma descontrolada.[75]

Whitney teve seu memorial realizado em 18 de fevereiro de 2012, na New Hope Baptist Church, em NewarkNova Jersey, cidade natal da cantora. Inicialmente, o memorial foi programado para duas horas, mas durou quatro horas.[76] Entre aqueles que homenagearam Whitney no funeral estavam Stevie Wonder, que cantou uma versão reescrita de Ribbon in the Sky e Love’s in Need of Love TodayCeCe Winans com Don’t Cry for Me e Jesus Loves MeAlicia Keys com Send Me an Angel, Kim Burrell com uma versão reescrita de A Change Is Gonna Come e R. Kelly com I Look to You, intercalada com hinos do coral da igreja e depoimentos de Clive Davis, produtor de Whitney; Kevin Costner; Ricky Minor, seu diretor musical; sua prima Dionne Warwick e Ray Watson; seu guarda-costas durante os últimos onze anos.

Whitney foi enterrada no domingo, 19 de fevereiro, no cemitério Fairview, no Westfield, Nova Jersey,[77] ao lado de seu pai, John Russell Houston, que morreu em 2003.[7

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