Finanças comportamentais


Falamos sobre as finanças pessoais no tópico anterior, e elas (também chamadas de finanças
tradicionais) partem do pressuposto que, ao mapear sua situação financeira, através dos
3 passos que citamos no tópico anterior, uma pessoa sempre vai tomar decisões racionais
e matematicamente justificáveis.
O ponto aqui é que nossa vida não é matemática. Quem nunca entrou em uma loja, comprou
algo que não precisava naquele momento, usou uma única vez e depois esqueceu
de sua aquisição? Em outras palavras, quem nunca fez uma compra por impulso que atire
o primeiro anúncio de liquidação.
As Finanças Comportamentais não negam que a maioria das decisões econômicas são
tomadas de forma racional e deliberada. Mas consideram que, se não forem levadas em
conta também as decisões emocionais e automáticas, os modelos econômicos serão falhos
para explicar o funcionamento dos mercados.
As finanças comportamentais afirmam que as decisões dos investidores possuem um viés
(também chamado de heurística). Esse viés é invariavelmente influenciado pelo histórico
emocional do investidor. Falaremos a seguir de três heurísticas que são amplamente estudadas
no campo das finanças comportamentais.

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