Os 7 principais erros dos brasileiros na prevenção do coronavírus


Fonte Super.Abril

A sociedade se conscientiza cada vez mais contra a Covid-19, mas muita gente não tem feito direito a sua parte. Hora de esclarecer para evitar a doença

Governantes e autoridades mundo afora têm repetido que a humanidade está em guerra contra o coronavírus. Levando a metáfora adiante, cada cidadão é também um soldado nessa batalha. Na luta para conter a epidemia, não adianta esperar que os governos e os cientistas resolvam o problema. Cada um tem de fazer sua parte e se prevenir.

Diante dos temores despertados pela crise, e ainda mais devido ao seu impacto socioeconômico, nem todas as medidas de prevenção acabam sendo cumpridas a rigor. Mas prestar atenção e seguir as recomendações corretas é determinante para escaparmos da epidemia mais rapidamente — e, o principal, evitar que casos graves e mortes se multipliquem.

Com base em nossas entrevistas e conteúdos, mapeamos a seguir sete atitudes equivocadas que, muitas vezes inconscientemente, os brasileiros podem cometer. A hora de rever esses erros é agora.

1. Não respeitar o isolamento social

Eis uma orientação unânime de médicos, biólogos e outros especialistas ouvidos por SAÚDE. Evitar ou reduzir contato social é uma das medidas mais eficientes para minimizar a circulação do vírus, reduzir a incidência de episódios graves e, assim, não deixar o sistema de saúde entrar em colapso.

Alguns estados, como São Paulo, já determinaram a quarentena, que restringe obrigatoriamente atividades e o tráfego de pessoas. Mesmo que a sua cidade ainda não passe por isso, a recomendação é manter o isolamento social. Isso não significa ficar 100% recluso em casa: as saídas para ir ao mercado ou à farmácia podem ocorrer, desde que em menor frequência e seguidas de boa higiene das mãos.

No caso de idosos ou pessoas que já tenham a imunidade comprometida, a orientação é fazer de tudo para não botar o pé pra fora. Pelo menos na fase de pico da epidemia.

Quem não está nem aí para essa orientação não só corre maior risco de ser infectado como de transmitir o vírus para familiares, vizinhos e companhia. Lembremos que oito em cada dez casos de infecção pelo coronavírus não têm sintomas ou apresentam apenas manifestações mais brandas. Mesmo assim, o patógeno pode ser transmitido por essas pessoas.

2. Não lavar as mãos direito

Talvez nunca você tenha ouvido tanto falar no assunto. E não é pra menos: a higiene correta das mãos é crucial para não pegar a doença ou distribui-la aos quatro cantos. Mas o uso de água e sabão têm de ser adequado. Não adianta só passar uma água ou dar aquela ensaboada de leve.

Os especialistas recomendam que a lavagem dure algo em torno de 20 segundos e cubra palmas, dorsos, dedos, unhas e punhos. Não precisa recorrer a sabão antimicrobiano. As versões convencionais dão conta do recado (seja em barra, seja em líquido). Se estiver fora de casa, ao desligar a torneira, tente usar um papel. Em casa, não custa recordar, toalhas devem ser trocadas com maior constância.

Lavar as mãos é rotina obrigatória ao sair e voltar de casa, especialmente se você tiver contato com alguém com sintomas gripais ou suspeita da infecção.

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