Natãmy Nakano tem Asperger e é superdotada


 

Luiza Souto

Da Universa

Aos 2 anos de idade, Natãmy Nakano foi alfabetizada pela mãe. Com 12, passou no vestibular de Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia e, três anos depois, para Medicina da UFPR (Universidade Federal do Paraná). Hoje, aos 15, a menina de São José dos Pinhais, naquele Estado, deu início à faculdade dos sonhos. Parece uma história corriqueira, mas diagnosticada com síndrome de Asperger (condição considerada leve do espectro do autismo) e superdotada, Natãmy não escapou de bullying de colegas de classe, professores e diretores. Também não foi aceita por muitas escolas. Mas com ajuda da mãe e de profissionais, foi em frente e hoje conta sua história:

“Quando nasci, tive incompatibilidade sanguínea (quando o fator Rh da mãe é negativo e o do bebê, positivo) e os médicos levantaram a possibilidade de eu me tornar um vegetal. Minha mãe, então, passou a me estimular desde cedo. Quando eu tinha dois anos, ela começou a me alfabetizar com o método conhecido como ABA, usado para crianças com autismo.

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