Comportamento suicida


Por

Paula J. Clayton

, MD, University of Minnesota School of Medicine

FATOS RÁPIDOS
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O comportamento suicida inclui o suicídio consumado e a tentativa de suicídio. Pensamentos e planos suicidas são chamados ideação suicida.
  • O suicídio resulta normalmente da interação de vários fatores e geralmente está associado à depressão.

  • Alguns métodos, como o uso de armas de fogo, têm mais probabilidade de resultar em morte, mas a escolha de um método menos letal não significa necessariamente que a intenção foi menos séria.

  • Qualquer ameaça ou tentativa de suicídio deve ser levada a sério e ajuda e apoio devem ser providenciados.

  • Uma linha telefônica especial está disponível para pessoas que pensam em cometer suicídio.

O comportamento suicida inclui o seguinte:

  • Suicídio consumado: Um ato intencional de autoagressão que resulta em morte.

  • Tentativa de suicídio: Um ato de autoagressão cuja intenção é a morte, que acaba não ocorrendo. Uma tentativa de suicídio pode ou não resultar em lesão.

automutilação não suicida é um ato de autoagressão que não tem o intuito de resultar em morte. Tais atos incluem a realização de arranhões nos braços, queimar a si mesmo com um cigarro e tomar uma dose excessiva de vitaminas. A automutilação não suicida pode ser uma maneira de reduzir a tensão ou pode ser um pedido de ajuda por parte de pessoas que ainda têm vontade de viver. Esses atos não devem ser menosprezados.

Informações sobre a taxa de suicídios são dadas, principalmente, por certidões de óbito e por investigações judiciais. A taxa real é provavelmente subestimada. Ainda assim, o comportamento suicida é um problema de saúde pública muito comum. O comportamento suicida ocorre em homens e mulheres de todas as idades, raças, crenças, níveis socioeconômicos e acadêmicos, e orientações sexuais. Não existe um perfil típico do suicida.

Suicídios consumados ao redor do mundo

Quase 800.000 pessoas morrem por suicídio por ano no mundo.

O suicídio foi a segunda principal causa de morte entre pessoas com 15 a 29 anos de idade.

Há evidência que sugere que para cada pessoa que morre por suicídio, há muitas mais que tentam cometê-lo. Essa proporção varia muito entre países, região, sexo, idade e método.

Suicídios consumados nos Estados Unidos

Houve quase 45.000 suicídios consumados em 2016 nos Estados Unidos. Em média, ocorrem aproximadamente 123 suicídios todos os dias.

Em 2016, a taxa de suicídio foi

  • Maior entre pessoas com 45 a 54 anos de idade

  • A segunda maior em pessoas com 85 anos de idade ou mais

Na ordem das principais causas de morte, o suicídio fica em 10º lugar. Entre pessoas mais jovens, o suicídio fica:

  • Em terceiro lugar entre jovens com 10 a 14 anos de idade

  • Em segundo lugar entre pessoas com 15 a 34 anos de idade

Em todas as faixas etárias, os homens cometem quase quatro vezes mais suicídio que as mulheres. Não se sabe o porquê disso, mas pode ser pelos seguintes motivos:

  • Quando os homens têm problemas, eles são menos propensos a procurar ajuda, tanto de amigos de como profissionais de saúde.

  • O abuso de álcool e o abuso de medicamentos, que parecem contribuir para o comportamento suicida, são mais comuns entre os homens.

  • Os homens são mais agressivos e utilizam meios mais letais quando tentam cometer o suicídio.

  • O número de suicídios em homens inclui suicídios entre militares e veteranos de guerra. Ambos os grupos têm uma proporção maior de homens para mulheres.

Em 2016, a taxa de suicídio foi a maior entre pessoas de raça indígena americana e nativos do Alasca e a segunda maior entre brancos não hispânicos.

Você sabia que…

  • O suicídio é a principal causa de morte entre pessoas jovens, mas a taxa de suicídios consumados é maior entre pessoas com idades de 45 a 54 anos e a segunda maior entre pessoas com 85 anos ou mais.

  • Homens são mais propensos a cometer suicídio que as mulheres.

  • Para cada pessoa que consuma o suicídio, há muitas mais que tentam cometê-lo.

Tentativa de suicídio nos Estados Unidos

Mais de um milhão de pessoas tenta cometer suicídio todos os anos nos Estados Unidos. Aproximadamente 25 tentativas são cometidas para cada suicídio consumado. Muitas pessoas tentam cometê-lo repetidamente. Contudo, apenas entre 5 e 10% das pessoas que cometem uma tentativa de suicídio acabam falecendo por causa dele. A tentativa de suicídio é especialmente comum entre meninas adolescentes. Meninas com idade entre 15 e 19 anos fazem cem tentativas de suicídio para cada suicídio consumado e elas tentam suicidar-se cem vezes mais que meninos. Em todas as faixas etárias, mulheres tentam o suicídio duas ou três vezes mais que os homens, no entanto, os homens têm uma probabilidade quatro vezes maior de morrer em suas tentativas. As pessoas idosas cometem quatro vezes o número de tentativas de suicídio para cada suicídio consumado.

A expectava de vida de pessoas que cometem tentativa de suicídio é significativamente menor. A maior parte dessa redução na expectava de vida parece resultar de distúrbios físicos em vez do suicídio consumado que ocorre posteriormente.

Causas

Aproximadamente uma em cada seis pessoas que cometem suicídio deixam um bilhete que, às vezes, dá pistas para as razões para essa atitude.

Os comportamentos suicidas geralmente resultam da interação de vários fatores.

O fator mais comum que contribui para o comportamento suicida é

depressão, incluindo a depressão que faz parte do transtorno bipolar, está envolvida em mais de 50% das tentativas de suicídio e em uma porcentagem ainda maior de suicídios consumados. A depressão pode ocorrer do nada, ser desencadeada por uma perda recente ou outro evento angustiante, ou resultar de uma combinação de fatores. Problemas conjugais, prisão ou problemas com a lei recentes, uma relação amorosa infeliz ou que terminou, desentendimentos com os pais ou bullying (entre adolescentes) ou a perda recente de um ente querido (particularmente entre idosos) podem desencadear uma tentativa de suicídio por pessoas com depressão. O risco de suicídio é maior, se a pessoa com depressão também tiver ansiedade significativa.

Pessoas com determinados quadros clínicos podem se tornar depressivas e tentar ou consumar um suicídio. A maioria dos quadros clínicos associados a um aumento da taxa de suicídio afetam diretamente o sistema nervoso e o cérebro (como é o caso de AIDSesclerose múltiplaepilepsia do lobo temporal ou traumatismos cranianos) ou envolve tratamentos que podem causar depressão (como determinados medicamentos utilizados para tratar hipertensão arterial).

Aproximadamente 20% dos suicídios em pessoas idosas podem representar, pelo menos parcialmente, uma resposta a doenças crônicas sérias ou dolorosas.

Experiências traumáticas na infância, incluindo abuso físico e sexual, aumentam o risco de tentativas de suicídio, talvez porque a depressão é comum entre pessoas que tiveram esses tipos de experiência ruim.

O consumo de álcool pode intensificar a depressão que, por sua vez, favorece o comportamento suicida. O álcool também reduz o autocontrole. Aproximadamente 30% das pessoas que tentam cometer suicídio consomem bebidas alcoólicas antes da tentativa, e aproximadamente metade delas estão embriagadas no momento. Visto que o alcoolismo, principalmente o crônico, causa profundos sentimentos de remorso nos períodos de sobriedade, os alcoólatras são propensos ao suicídio mesmo quando estão sóbrios.

Quase todos os transtornos mentais também fazem com que a pessoa tenha risco de suicídio.

A pessoa com esquizofrenia ou outros transtornos psicóticos pode ter delírios (convicções falsas) com as quais ela simplesmente não consegue lidar, ou ela pode ouvir vozes (alucinações auditivas) que ordenam que ela se mate. Além disso, pessoas com esquizofrenia são propensas a ter depressão.

Pessoas com transtorno de personalidade limítrofe ou transtorno de personalidade antissocial, especialmente aquelas com histórico de comportamento violento, também estão sujeitas a um maior risco de suicídio. Pessoas com esses transtornos não conseguem tolerar muito bem a frustração e reagem impulsivamente ao estresse, o que às vezes dá origem à automutilação ou ao comportamento agressivo.

Viver só aumenta o risco de ter comportamento suicida. Pessoas que passaram por separações, divórcios ou viuvez têm maior probabilidade de consumar um suicídio. O suicídio é menos comum entre pessoas que mantêm um relacionamento seguro do que entre pessoas solteiras.

Fatores de risco para o comportamento suicida

  • Ser de raça indígena americana ou nativo do Alasca

  • Ser do sexo masculino

  • Portar doença dolorosa ou incapacitante

  • Viver sozinho

  • Crises econômicas ou dívidas

  • Desemprego

  • Luto ou perda

  • Humilhação ou desonra

  • Desesperança

  • Comportamento agressivo ou impulsivo

  • Depressão, especialmente quando acompanhada por ansiedade que faz parte do transtorno bipolar

  • Internação hospitalar recente devido a depressão

  • A maioria dos outros transtornos mentais, como transtornos de personalidade

  • Tristeza persistente, mesmo quando outros sintomas da depressão estão diminuindo

  • Histórico de abuso de drogas ou álcool

  • Histórico de tentativas prévias de suicídio

  • Histórico de suicídio ou transtornos mentais na família

  • Experiências traumáticas na infância, incluindo abuso físico ou sexual

  • Preocupar-se com suicídio e falar sobre ele

  • Planos suicidas bem definidos

Antidepressivos e o risco de suicídio

O risco de tentativa de suicídio é maior no mês anterior ao início de um tratamento com antidepressivos e o risco de morte por suicídio não é maior depois do início do tratamento. Contudo, os antidepressivos aumentam discretamente a frequência de pensamentos suicidas e tentativas de suicídio (mas não de suicídios consumados) em crianças, adolescentes e pessoas jovens. Portanto, os pais de crianças e adolescentes devem ser alertados e as crianças e adolescentes devem ser cuidadosamente monitorados quanto a efeitos colaterais, como aumento de ansiedade, agitação, inquietação, irritabilidade, raiva ou uma mudança para hipomania (quando a pessoa se sente alegre e cheia de energia, mas pode ficar irritada, distraída e agitada facilmente), especialmente durante as primeiras semanas de uso do medicamento.

Devido aos alertas da saúde pública sobre a possível associação entre o uso de antidepressivos e um aumento do risco de suicídio, os médicos começaram a receitar antidepressivos para crianças e jovens com mais de 30% menos frequência. Entretanto, nesse mesmo período, as taxas de suicídio entre jovens aumentaram temporariamente em 14%. Portanto, é possível que, ao desestimular o tratamento da depressão com medicamentos, esses alertas tenham resultado em mais, e não menos, mortes por suicídio.

Quando a pessoa com depressão recebe medicamentos antidepressivos, o médico toma algumas precauções para reduzir o risco de ela ter comportamento suicida:

  • Dar uma quantidade de medicamento antidepressivo que não cause a morte

  • Agendar consultas mais frequentes no início do tratamento

  • Dar advertências claras à pessoa e aos seus familiares e entes queridos para ficarem alertas quanto à presença de piora dos sintomas ou ideação suicida

  • Orientar a pessoa e os seus familiares e entes queridos para entrarem imediatamente em contato com o médico que receitou o antidepressivo ou procurar ajuda com outra entidade, caso os sintomas piorem ou ocorram pensamentos suicidas

Você sabia que…

  • O uso de antidepressivos tem sido associado ao aumento do risco de pensamentos e tentativas de suicídio, mas não tomar os antidepressivos pode aumentar ainda mais o risco de suicídio.

  • Embora a maioria dos homens e mulheres que cometem suicídio usem armas, o número de homens que consumam o suicídio dessa maneira é maior do que o dobro do número de mulheres.

Métodos usados para cometer suicídio

A escolha do método normalmente é influenciada por fatores culturais e por disponibilidade. Ele pode ou não refletir a seriedade da intenção. Alguns métodos (por exemplo, saltar de um edifício alto) implicam que seja praticamente impossível sobreviver, ao passo que outros métodos (como a superdosagem de medicamentos) deixam em aberto a possibilidade de socorro. Contudo, mesmo que uma pessoa utilize um método que não seja fatal, a intenção pode ter sido tão séria quanto a de uma pessoa que utilizou um método fatal.

Mais frequentemente, as tentativas de suicídio envolvem superdosagem de medicamentos e autoenvenenamento. Métodos violentos, como disparo de armas ou enforcamento, são pouco comuns nas tentativas de suicídio, pois normalmente resultam em morte.

A maioria dos suicídios consumados envolve o uso de armas de fogo. Nos Estados Unidos, armas de fogo são usadas em aproximadamente 50% dos suicídios. Homens usam esse método com mais frequência que as mulheres. Outros métodos incluem enforcamento, envenenamento, pular de grande altura e cortar-se. Alguns métodos, como dirigir um carro para jogar-se de um despenhadeiro, pode colocar outras pessoas em perigo.

O envenenamento com pesticidas é responsável por aproximadamente 30% dos suicídios consumados ao redor do mundo.

Prevenção

Ainda que a maioria das tentativas de suicídio ou suicídios consumados sejam um choque para parentes e os amigos, muitas pessoas dão claras advertências. Qualquer ameaça ou tentativa de suicídio deve ser levada a sério. Se for ignorada, uma vida pode ser perdida.

Se uma pessoa estiver ameaçando ou já tiver tentado cometer suicídio, a polícia deve ser contatada imediatamente para que os serviços de emergência possam chegar o mais rapidamente possível. Até que a ajuda chegue, deve-se conversar com a pessoa de um modo calmo e que demonstre apoio.

O médico pode hospitalizar a pessoa que tenha ameaçado ou tentado cometer suicídio. A maioria dos estados (dos Estados Unidos) permite que um médico interne uma pessoa contra sua vontade se houver suspeita de que a pessoa está em alto risco de ferir a si mesma ou outras pessoas.

Ajuda em situações de suicídio: Linha nacional para prevenção de suicídios

Pessoas que ameaçam se suicidar estão em crise. A linha nacional americana para prevenção de suicídios (1-800-273-TALK) oferece ajuda em casos de crises para essas pessoas em todas as regiões dos Estados Unidos. Os centros de prevenção de suicídio dispõem de pessoal voluntário com treinamento especial.

Quando uma pessoa que está pensando em cometer suicídio telefona para a linha direta, o voluntário faz o seguinte:

  • Tenta estabelecer um relacionamento com ela, lembrando-a de que ela tem uma identidade (usando repetidamente o nome da pessoa, por exemplo)

  • Pode oferecer uma ajuda construtiva para o problema que motivou a crise e encorajar a pessoa a tomar uma atitude positiva para resolvê-lo

  • Pode lembrá-la de que ela tem parentes e amigos que lhe querem bem e que desejam ajudar

  • Pode tentar providenciar uma ajuda profissional presencial de emergência

Às vezes, a pessoa telefona para a central de atendimento para dizer que já cometeu um ato suicida (por exemplo, tomou uma sobredosagem de medicamentos ou abriu o registro do gás) ou que está no processo de cometê-lo. Nesses casos, o voluntário sempre tenta obter o endereço da pessoa. Caso isso não seja possível, outro voluntário entra em contato com a polícia para rastrear a ligação e tentar um resgate. Se possível, o voluntário mantém a pessoa falando ao telefone até que a polícia chegue.

Administração

Os médicos levam a sério qualquer ato suicida, independentemente de a pessoa ter ou não uma verdadeira intenção de cometer suicídio.

Se a pessoa estiver seriamente praticando automutilação, o médico avalia e trata a lesão e, normalmente, interna a pessoa no hospital. Se a pessoa tiver tomado uma dose excessiva de um medicamento com efeito possivelmente letal, o médico imediatamente toma medidas para evitar a absorção do medicamento e acelerar sua eliminação pelo organismo. A pessoa também recebe o antídoto disponível e cuidados clínicos como, por exemplo, um tubo de respiração.

Depois da avaliação inicial, a pessoa que cometeu uma tentativa de suicídio será encaminhada para consultar um psiquiatra, que tenta identificar os problemas que contribuíram para a tentativa e planeja tratamento adequado.

Para poder identificar problemas, o psiquiatra:

  • Escuta o que a pessoa tem a dizer

  • Tenta entender o que fez com que a pessoa tentasse cometer suicídio, o que deu origem à tentativa e onde e como ela ocorreu

  • Faz perguntas sobre sintomas de transtornos mentais que aumentam o risco de ter um comportamento suicida

  • Pergunta se a pessoa está recebendo tratamento para um transtorno mental, além de perguntar se a pessoa está tomando algum medicamento para tratá‑lo

  • Avalia o estado mental da pessoa, procurando por sinais de depressão, ansiedade, agitação, crises de pânico, insônia grave e outros transtornos mentais, bem como abuso de álcool e drogas

  • Faz perguntas sobre os relacionamentos pessoais e familiares

  • Conversa com familiares e amigos próximos e pergunta a eles sobre o uso de álcool, maconha, analgésicos e abuso de drogas da pessoa

  • Ajuda a pessoa a identificar coisas que desencadeiam pensamentos de suicídio e ajuda a pessoa a planejar maneiras para lidar com os fatores desencadeadores

Uma vez que a depressão aumenta o risco de apresentar comportamento suicida, o médico monitora com cuidado a pessoa com depressão quanto à presença de comportamento e pensamentos suicidas.

Há evidências que sugerem que o uso de lítio, antidepressivos e antipsicóticos para tratar transtornos do humor em pessoas que têm risco de suicídio pode reduzir o número de suicídios consumados. Tratar a esquizofrenia com clozapina reduz o risco de suicídio.

Impacto do suicídio

A morte por suicídio tem um marcante efeito emocional em todos os envolvidos. Parentes, amigos e médicos podem se sentir culpados, envergonhados e com remorso por não terem evitado o suicídio. Eles também podem sentir raiva em relação à pessoa que cometeu suicídio. Com o tempo, eles perceberão que não poderiam ter evitado o suicídio.

Às vezes, um conselheiro ou um grupo de autoajuda podem ajudar a família e os amigos a lidar com os sentimentos de culpa e de tristeza. O clínico geral ou o serviço local de transtornos de saúde mental (municipal ou estadual, por exemplo) podem ajudar a encontrar esses recursos. Além disso, organizações nacionais, como a Fundação Americana para a Prevenção do Suicídio (American Foundation for Suicide Prevention), mantêm endereços de grupos de apoio locais. Alguns recursos também estão disponíveis na Internet.

O efeito da tentativa de suicídio é semelhante. Porém, amigos e parentes têm a oportunidade de lidar com seus sentimentos, respondendo de forma adequada ao apelo da pessoa por ajuda.

Auxílio médico na morte (anteriormente, suicídio assistido)

O auxílio do médico na morte refere-se à assistência fornecida por médicos a pessoas que desejam terminar suas vidas. Isso é muito controverso, pois contraria o objetivo usual do médico, que é preservar a vida. O auxílio do médico na morte é permitido por lei em apenas cinco estados dos Estados Unidos (Oregon, Washington, Montana, Vermont e Califórnia). No restante dos Estados Unidos, os médicos podem proporcionar um tratamento para minimizar o sofrimento físico e emocional, mas não podem acelerar a morte intencionalmente.

Assistência médica para morrer também é permitida por lei em alguns outros países.

Mais informações

Última revisão/alteração completa maio 2018 por Paula J. Clayton, MD
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