É preciso cuidar da alma para entender o sentido da vida


É dura a constatação: o corpo não basta. Por mais que as pessoas façam dieta ou cirurgia plástica, a identidade pessoal, num sentido decisivo, não depende somente do aspecto físico. Ela é constituída também – e em grande medida – pelas realidades espirituais, o que depende de outro tipo de crescimento e modelagem, outras finalidades e apresentações.

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Para encontrar o sentido de viver, para plenificá-lo, não basta investir apenas no corpo – ginástica, cremes, cabeleireiros, SPAs. Uma significativa parcela de energia deve ser direcionada à alma, à intensificação de seu desenvolvimento. Valorizar apenas a imagem é um equívoco. Por mais encantadora que ela se mostre, sua substância é tênue e frágil, perece. A alma, por sua vez, não passa, não recebe a ácida corrosão do tempo material.

Fico preocupada ao encontrar tanta gente que acredita mesmo que a vida é um concurso de beleza. As pessoas dedicam tanto a uma causa tão assustadoramente vazia. Buscando, por meio de reformas, corresponder um ideal intangível, fora do alcance de quase todos. Hoje até as modelos, magras de dar arrepios, têm dificuldade em corresponder às normas. É estarrecedor ver como sobra pouca liberdade nesse terreno da estética.

Tudo é conflito e problema: tamanho dos seios, do quadril, do queixo, do nariz. Ufa!

Precisamos valorizar outros ingredientes necessários ao progresso da experiência humana, sermos capazes de encontrarmos justificativa para nossa caminhada ao olharmos para valores mais poderosos. Amor, humildade, esperança – virtudes de alma que fazem brilhar nossas conexões com o universo.

Não estou afirmando que não devemos cuidar da nossa própria pele. Apenas necessitamos dar a ela seu real valor. A casca da fruta não pode ser confundida com a fruta em si. Nossa identidade não é a nossa pele, ela apenas está envolvida por ela. Somos algo maior, mais profundo, mais denso. Quando contemplamos a fotografia de alguém, sabemos que a pessoa ali não é real, que estamos diante de uma representação. É exemplo que ensina como a sabedoria espiritual quer que procedamos diante das aparências materiais que nos rodeiam.

Outra coisa, bem diferente, é ver procurando discernir a interioridade, usar o olhar da mente, o que nos guiará quando estivermos além dessas emanações.

Quer saber mais sobre o trabalho de Marina Gold, ou entrar em contato com ela, clique aqui.

Marina Gold

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