Natal é sinônimo de falsidade e hipocrisia!!!


Olá nobríssimos amigos leitores de mais um ano em que chegamos ao seu final. Para muitos “ufa, chegamos a mais um Natal”. Para tantos outros, “poxa, chega mais um natal, se finda mais um ano e minha vida continua na mesma “M”. Sequer tenho dinheiro para uma boa ceia com a minha família, quanto mais para comprar presentes até mesmo para os do meu entorno”. Porém eu nobríssimos destas mais de quinhentas edições, desses mais de dez anos juntos, trago a baila esta mensagem mais que convicto de que o Natal é nada mais nada menos que o sinônimo de falsidade e hipocrisia. Principalmente no País em que vivo, a terra do Pau Brasil.

Ao contrário do que muita gente acredita, o Natal, ao invés de ser uma época de confraternização, de união, de amizade entre as pessoas e entre os familiares, pode se tornar uma fonte de hipocrisia e falsidade, gerando os piores sentimentos nas pessoas como: inveja, ódio, depressão, complexo de inferioridade, ciúme e fracasso, dependendo de como se encara esta comemoração.

O fim de ano que tem como carro chefe o Natal para mim, repito, é época da falsidade. Avalie comigo: as pessoas passam o ano inteiro lhe repudiando, xingando e mandando para lugares nada agradáveis. Mas nessa época todos ficam bonzinhos, parecem querer compensar as maldades do ano inteiro na semana de Natal. Se quiser chegar ao mesmo denominador comigo daquilo que acho do Natal é muito simples! Saia as ruas e acompanhe aquelas mães com uma penca de filhos – que, aliás, muitos hoje fazem para receberem a esmola do governo, o tal do Bolsa família, e jamais para constituir família -, aí não tem dinheiro para comprar aquilo que seus filhos veem nas vitrines e segue pelas ruas enfeitadas com sua prole chorando!!!

Outro e quase principal quesito que me deixa louco quando chega esta época do ano é o maldito comércio. Como em nossa nação existem inúmeras datas exatamente para beneficiar o comércio. Aquilo que deveria ser uma data de reflexão em família, pois é o que a religião prega, virou um comércio puro. Os comerciantes estalam os olhos de alegria nessa época. Os preços vão às alturas e eles faturam horrores. Já eu confesso que, assim como milhares de pessoas, gosto da semana entre o natal e ano novo, pois os comerciantes querem acabar com os estoques e os descontos são maravilhosos em alguns casos.

E a mania da obrigatoriedade de dar presente? Somos praticamente intimados a dar presentes, seja para a namorada(o) ou para seus sobrinhos e primos. Eu, por exemplo, nem revelo a data do meu aniversário para não ganhar presente, para não me sentir na obrigação de retribuir posteriormente. Sim, pois segundo os “sabichões”, se você não cumpre com essa tradição, você é amaldiçoado. Se você ganha um presente, automaticamente está subentendido que se deve retribuir. Mas então lhe pergunto mais uma vez: onde está o tal espírito natalino de dar sem nada receber em troca? Para inglês ver, dito popular, pois muitas pessoas fazem questão de alardear tais datas, já colocando um bilhetinho no bolso dos amigos tipo: Não esqueça do meu presente de Natal.

Isto sem falar nas músicas natalinas, que são extremamente irritantes. Ficar ouvindo “Então é Natal,” me faz sentir dor de estômago. E aquela outra musiquinha que deveria ser tida como o melô do Natal, “Noite Feliz”? chega me dar náusea só de ouvi-la. Esta musiquinha relata a verdadeira hipocrisia, pois noite feliz para a grande maioria é por estarem anestesiados pela cachaça e outras cocitas mais e no dia seguinte sequer terão vontade de lembrarem dos acontecimentos!!! Tem uma amiga nossa, a qual comunga com este nosso posicionamento em relação a hipocrisia das festas natalinas, que diz que isso tudo lhe causa “depre”.

Algo de bom que estas festas de final de ano acabam gerando é a reunião de família, mesmo que sejam de fachada. Eu que já tenho meio século de convivência com tudo isso, ainda me lembro do meu tempo de criança em que nos reuníamos em datas como tal na casa da minha nona. Acredito que naquela época o percentual de amor entre famílias era muito maior se comparado as reuniões dos dias de hoje. Atualmente na maioria das casas as reuniões acontecem para verdadeiros acertos de contas, ou para causar inveja em seus familiares com o carro ou a roupa nova e coisas do gênero. O fato é que para a grande maioria das pessoas isso não fica só em família, só te procuram por dinheiro ou interesse similares.

E em se tratando de programação da TV, rádio, etc? Nessa época a maioria dos programas são pré-gravados, retrospectivas ou reprises de melhores momentos. Nem mesmo os canais pagos de TV escapam dessa maldição. Isso sem falar naqueles especiais irritantes, tipo Roberto Carlos, que tem todo ano. E sempre a mesma porcaria, a mesma roupa branca e por aí afora!!!

Ah, Natal! Quantas tristezas tu já provocastes em vários lares deste Brasil e do mundo! Mesmo sabendo tratar-se de uma data comemorativa apenas simbólica sobre o nascimento de Jesus Cristo, embora não se tenha dados concretos sobre seu nascimento, esse dia para muitos é um dia de tristeza, de isolamento e angústia. Sabe por quê? Porque esse é um dia de quem pode mais. E neste país, os que podem mais podem tudo, inclusive roubar sem ser preso. Nossa nação ainda tem, na grande maioria, pessoas ganhando salário mínimo para se alimentar, vestir, pagar altos impostos, manter a saúde e a esperança.

O país do PT e dos mensaleiros corruptos protegidos pelo STF  e do Congresso Federal não pode se dar ao luxo de comemorar um Natal feliz às vistas dos que subtraem uma lata de sardinha, um ovo ou um pedaço de sabão para saciar suas necessidades.

Não, isto não é Natal. É uma orquestra de altanarias e luxúrias entre aqueles que lhes tiraram a oportunidade de compartilhar a data. Seja pela compra do voto, seja pelas mentiras pregadas ao longo das campanhas eleitorais feitas de porta em porta como se fossem Papai Noel. Chega de Natal! Chega de mentiras e promessas que não podem cumprir. O Senhor Jesus não compartilha de nada disto!!!

O mais poderoso de todos homens nasceu no mais humilde lugar para fazer valer a simplicidade, o amor e a justiça. Te odeio, Natal. Não pelo simbolismo, mas sim, por ser em nossa nação sinônimo de falsidade, hipocrisia e mentira. Vou-me embora sem desejar Feliz Natal a você nobríssimos pelo simples fato de que ao longo do ano todo já os felicito e, principalmente, oro por todos que tem acesso ao nosso trabalho, direta e indiretamente. Termino sim mais uma dessas minhas abençoadas participações convicto de que no final tudo dará certo. Até 2018. Um forte abraço e viva o Senhor Jesus!!!

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