A Renovação Planetária e a Nova Humanidade


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Tereza Gurgel
Escrito por Tereza Gurgel
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“Terra fumegante de fábricas. Terra trepidante de negócios. Terra vibrantede novas radiações. Este grande organismo, definitivamente, apenas vive por e para uma nova alma. Sob a mudança de idade, uma modificação do Pensamento. Ora, onde procurar, onde colocar essa alteração renovadora e sutil que, sem modificar apreciavelmente os nossos corpos, fez de nós seres novos? Em parte alguma senão em uma nova intuição, modificando na sua totalidade a fisionomia do Universo em que nos movíamos – por outras palavras, em um despertar.” – Teilhard de Chardin (1881 – 1955).

Nos tempos antigos, os seres humanos estavam muito mais ligados à Natureza do que atualmente e perceberam que nela existiam diversos ciclos.

Nas tribos, novos indivíduos nasciam, cresciam, envelheciam e morriam. O mesmo se passava com os rebanhos e as plantações, em sucessivos ciclos. O próprio tempo também seguia um padrão: o dia surgia após cada noite, o inverno dava lugar à renovação na primavera, as estrelas pareciam ser proeminentes em determinadas épocas, desaparecendo em outras, etc.

Esta incessante repetição trazia um pouco de conforto, pois tornava um tanto mais fácil regular a vida em constante busca pela sobrevivência, em ambientes que não favoreciam os seres humanos. A morte podia ser incompreensível e dramática, mas logo a vida se recompunha, seguindo adiante e trazendo novas gerações.

Com o passar do tempo e o aprimoramento das técnicas, a alma humana pode ser melhor compreendida e estudada. Os ciclos percebidos pelos nossos ancestrais adquirem uma dimensão cósmica e, de maneira consciente ou não, procuramos os sinais que apontam a direção provável da nova mudança.

Os antigos modelos econômicos, sociais e religiosos já não trazem mais respostas e conforto às almas. O poder estabelecido luta para ainda manter sua influência e percebemos a cada dia que somos considerados meros joguetes nas mãos dos poderosos. O nosso eu profundo grita pela liberdade de viver em plenitude, enquanto na realidade diária somos doutrinados para permanecer no estado de “sono”, ligados no mero consumismo e na ganância.

Os antigos modelos econômicos, sociais e religiosos já não trazem mais respostas e conforto às almas

Toda grande mudança começa na própria pessoa. “O que está acima é igual ao que está abaixo”, já afirmavam os antigos! O caminho para o autoconhecimento é desencorajado, pois o mais premente ainda é obter, no mundo moderno, a subsistência. O processo de autoconhecimento, que leva ao despertar, é trabalhoso e lento. É muito difícil olhar para o nosso mundo interior e ter a consciência da nossa responsabilidade pelas dificuldades que enfrentamos… A saída mais fácil e apaziguadora é colocar a “culpa” dos nossos infortúnios nos outros.

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Imaginamos que apenas alguns indivíduos “especiais” conseguem obter esse tal “despertar” e que isso os separa da própria humanidade, tornando-os diferentes. Pelo contrário, o ser humano “desperto” está consciente que pertence, em um nível muito profundo, à toda raça humana e ao Cosmos, e que as suas responsabilidades pelo bem pessoal e pelo bem maior são tremendas.

As ciências humanas aos poucos começam a serem transformadas, em um ritmo lento se comparadas às descobertas científicas e tecnológicas. Mas algumas vozes se levantam em busca de novos rumos, mesmo enfrentando a descrença e os arraigados preconceitos.

Pesquisadores descobrem que o ser humano possui realmente algumas qualidades que no passado eram vistas como “mágicas”: premonição, telepatia, visão remota, etc. As pesquisas neste sentido são dificultadas e ridicularizadas, pois se o ser humano puder acelerar a sua evolução espiritual, estará acelerando também a renovação deste planeta. Assim, cairão os antigos sistemas e o ser humano, renovado, viverá de acordo com a sua verdadeira natureza, em consonância com o Universo.

A Nova Humanidade e a Nova Terra já estão às portas. Você tem ouvidos para escutá-las e coragem para trilhar o caminho da transformação?

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Referências
“O Despertar dos Mágicos” – Louis Pauwels e Jacques Bergier – Difel Editora.
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