Michelangelo teria sido vítima de autismo, diz estudo


Teto da Capela Sistina, no Vaticano

Capela Sistina é considerada a obra-prima de Michelangelo
O pintor italiano Michelangelo teria sido uma vítima da chamada Síndrome de Asperger, uma forma de autismo, segundo pesquisa publicada no Journal of Medical Biography.

Dois especialistas do Trinity College, em Dublin, afirmaram que o artista, conhecido pela pintura do teto da Capela Sistina, no Vaticano, apresentava traços da doença.

“Michelangelo era uma pessoa solitária e distante“, disse o psiquiatra Muhammad Arshad, um dos envolvidos no estudo do pintor.

Segundo ele, o pai e o avô de Michelangelo, assim como um de seus irmãos, apresentavam uma tendência para o autismo.

‘Estranho’

Arshad e outro pesquisador, Michael Fitzgerald, descrevem Michelangelo como “estranho, sem afeto e isolado”, além de “alguém preocupado com sua própria realidade pessoal”.

“A rotina de trabalho de Michelangelo, seu estilo de vida incomum, seus interesses limitados, seus problemas em se comunicar e socializar, além de vários outros aspectos da vida do pintor denotam um autismo de grau relativamente alto ou de Síndrome de Asperger”, disseram os cientistas.

Segundo eles, as vítimas dessas doenças geralmente apresentam uma forte aptidão em uma área específica, como as artes ou a matemática.

Michelangelo (1475-1564) foi um dos maiores artistas do Renascimento. Além do teto da Capela Sistina, ele esculpiu a Pietà, em Roma, e David, que está em Florença.

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