Tomada de decisão: entenda o que é e qual a sua importância


1986
Compartilhar no Facebook
Postar no Twitter

 

A tomada de decisão é o que move o ser humano.

Mas para onde você está indo?

Em uma empresa, o líder é o responsável por fazer escolhas que refletem diretamente no negócio.

Muitas vezes, esse processo não é fácil.

Assim, a tomada de decisão pode ser uma dor de cabeça.

Na sua vida pessoal, ocorre o mesmo.

Cada escolha é, de fato, uma renúncia.

Você escolhe um caminho e abandona o outro.

Então, como tornar esse processo mais tranquilo?

Como planejar, estruturar e organizar sua decisão para que essa tomada de ação seja mais assertiva e direcionada para os seus objetivos?

Para ajudar, criamos um guia completo sobre o assunto: desde a importância e as consequências de suas escolhas até os fatores que as determinam.

Boa leitura!

O que é tomada de decisão?

O que é tomada de decisão
Cada decisão tomada gera uma consequência, que nem sempre é prevista.

A tomada de decisão é um processo cognitivo que envolve tanto a razão quanto a emoção dos sujeitos.

Trata-se de escolher a melhor opção entre várias alternativas.

Cada decisão tomada gera uma consequência, que nem sempre é prevista.

De acordo com Dan Ryan, consultor de aquisição de talentos e desenvolvimento pessoal, em artigo para a Revista Forbes, a tomada de decisões é algo que todos nós fazemos o tempo inteiro.

“Algumas vezes, o processo pode ser quase automático, enquanto em outros, pode ser lento e pesado”, afirma.

Seja na vida pessoal, seja na vida profissional, quanto mais consciente for esse processo, melhor ele poderá ser guiado.

Esse cuidado evita resultados inesperados e aumenta as chances de sucesso.

Nas empresas, não é diferente: a tomada de decisão apresenta riscos e oportunidades.

gestor geralmente é quem se responsabiliza por esse processo, que pode envolver diferentes graus de dificuldade.

Afinal, nem sempre é fácil fazer escolhas que, sem dúvidas, trarão impacto ao negócio.

No entanto, a tomada de decisão é absolutamente importante para uma organização.

Sem ela, a empresa pode perder negociações e descartar oportunidades de crescimento no mercado, por exemplo.

Por isso, as escolhas ocorrem a todo momento: quando é preciso investir em produtos, negociar com fornecedores e reformular uma equipe, entre outros.

Em uma decisão, dois aspectos principais entram em jogo: a razão e a emoção.

Encontrar um balanço entre os dois, muitas vezes, é difícil.

Mas esse equilíbrio é fundamental para que o gestor não acabe fazendo escolhas erradas e mal planejadas.

Quanto mais dados tiver em mãos para fazer uma análise, melhor.

E seu senso de comprometimento com os valores e a missão da empresa também é essencial.

Na esfera pessoal, em vez da missão do negócio, entram em jogo os seus valores e a sua visão de mundo, que contempla não apenas quem você é, mas também os seus objetivos e sua estratégia para chegar lá.

Mesmo assim, seja em uma reunião com os sócios ou em uma conversa sobre o relacionamento conjugal, o embasamento e a prudência não eliminam completamente a dúvida.

Em qualquer tomada de decisão, há uma série de variáveis que são simplesmente imprevisíveis.

Ao longo dos próximos tópicos, você vai entender melhor como lidar com a incerteza e como reduzir ao máximo a margem de erro.

Qual a influência das tomadas de decisão para uma organização?

tomadas de decisão em uma organização
Justamente por afetar finanças e pessoas, a tomada de decisão envolve grande responsabilidade.

Cada decisão tomada pelo gestor gera uma consequência para a empresa, seja ela positiva ou negativa.

Por isso, ter inteligência emocional é primordial para conduzir o processo de forma bem-sucedida.

Todo líder conhece os dois principais componentes de suas decisões: as pessoas e os números.

A escolha do fornecedor, a contratação de um profissional, a mudança das rotinas produtivas.

Esses são alguns exemplos que exigem a definição de um modo de agir.

Justamente por afetar finanças e pessoas, a tomada de decisão envolve grande responsabilidade.

Pense, por exemplo, no impacto que uma escolha a respeito de tributação pode ter: optar por um regime de imposto específico, em detrimento de outro, pode melhorar ou piorar seu resultado final.

Pense também em como um aumento salarial pode influenciar na satisfação dos funcionários, diminuindo as taxas de rotatividade da empresa.

Ou, então, em como a decisão de investir em marketing digital pode aumentar as vendas e lucros no fim do mês.

Por outro lado, qualquer elevação de custo significa risco.

Assim, vemos que todas as decisões influenciam a empresa de alguma forma, desde aquelas que trazem consequências em curto prazo até aquelas que só se manifestam depois um tempo significativo.

Mas, no fim das contas, mesmo que a tomada de decisão não seja fácil e esteja suscetível a erros, é ela que permite que a empresa fique em movimento no mercado e cresça.

A capacidade de decidir com assertividade e segurança são sinais positivos em um líder, que reúne condições para engajar o restante da equipe na busca pelos objetivos da empresa.

No entanto, quando o gestor percebe que precisa melhorar essa característica, o que fazer?

Nesse caso, uma medida interessante é recorrer a um coach.

Esse profissional auxilia o coachee (termo que designa quem recebe a orientação de um coach) a lidar com as frustrações, a conduzir o processo de tomada de decisão e a adquirir mais confiança em si mesmo.

Tenha em mente: quanto mais seguro o gestor estiver acerca de sua decisão, maior a probabilidade de ela ser bem-sucedida e trazer desdobramentos positivos para a empresa.

Isso não significa que não haverá riscos envolvidos.

Pelo contrário: é o líder que deve saber gerenciá-los ao longo do processo.

Qual a influência das tomadas de decisão para sua vida?

influência das tomadas de decisão
Toda decisão realizada impacta na vida do sujeito.

Assim como nos negócios, a vida pessoal de cada pessoa é influenciada constantemente por suas decisões diárias.

Desde a escolha do que fazer no fim de semana à carreira profissional a seguir, o ser humano precisa fazer escolhas a todo momento, sejam elas simples ou complexas.

Toda decisão realizada impacta na vida do sujeito.

Na prática, o “sim” e o “não” determinam o seu futuro.

Mas a inércia, o “talvez” e a falta de ação podem atrapalhar o seu caminho.

E a decisão certa, qual é?

É aquela que o levará aonde você quer chegar em 5, 10 ou 20 anos.

É por meio das decisões que você trilha os rumos de sua vida: a profissão que irá exercer, se vai casar com alguém, se terá filhos, qual o local das próximas férias e o que vai comer no café da manhã.

Acordar cedo significa que você terá mais tempo para trabalhar.

Ou para despertar com um café da manhã prolongado, em família, para começar o dia em sintonia com as pessoas amadas e com seus ideais.

Em seu livro Decida e Conquiste – O guia definitivo para tomada de decisãoStephen P. Robbins, professor emérito de administração da Universidade Estadual de São Francisco, nos Estados Unidos, diz que a tomada de decisões é uma das atividades mais abrangentes e características da humanidade.

“Quem você é e o que se tornará (ou se tornou) é, em grande parte, determinado pelas decisões que toma”, destaca.

Isso significa que a tomada de decisão o leva ao movimento.

O processo da escolha, nesse sentido, serve como um instrumento para que você corra atrás dos seus objetivos.

E para isso, autoconfiança é um fator essencial.

Sem ela, dificilmente você fará as escolhas certas, que trarão maior impacto para a sua vida.

Esse tipo de decisão é aquela que, muitas vezes, dá medo. Paralisa.

Será que você deve se mudar de cidade para acompanhar a pessoa amada?

Será que deve aceitar um cargo para ganhar mais dinheiro, mesmo que não se identifique com a função?

Por isso, muitas pessoas recorrem a coaches: esses profissionais ajudam os indivíduos a compreenderem suas emoções, traçar metas, compreender sua maneira de pensar e seus padrões de comportamento.

Tudo isso leva ao autoconhecimento, que faz com que as pessoas tomem decisões de forma mais consciente e assertiva.

Como tomar boas decisões?

Como tomar boas decisões
Qual escolha o levará para mais perto de seu objetivo?

Tomar boas decisões depende de cálculo.

Pode parecer estranho, mas é uma equação clara: qual caminho tende a trazer o resultado mais positivo?

Qual escolha o levará para mais perto de seu objetivo?

Ao pensar nisso, você vai ver que é praticamente impossível tomar uma boa decisão com pressa.

Então, sempre que possível, tome o seu tempo ao contemplar as possibilidades.

É dessa forma que você conseguirá analisar a situação sob diversos pontos de vista e controlar a impulsividade.

Uma escolha baseada apenas na emoção, em seu estado mais primitivo, sem raciocínio lógico e prudência, pode resultar em decepção no longo prazo.

E uma escolha imediatista, com uma lógica estreita, feita sem a sensibilidade de quem está lidando com pessoas e consequências, pode atrapalhar seus objetivos bem rápido.

O cenário ideal é aquele em que você dispõe de tempo suficiente para avaliar os prós e contras de cada decisão e projetar os possíveis resultados de cada alternativa.

Além disso, vale destacar que controlar a ansiedade e o medo na hora de tomar decisões é crucial.

Segundo Linda Zander, membro do conselho de coaches da revista Forbes, o medo não pode comandar o processo de tomada de decisão.

“O medo é um sentimento irracional, e não um pensamento racional. Uma mentalidade irracional leva a erros na decisão. Utilize o tempo para fazer toda pesquisa, investigação e análise racional”, aconselha, em artigo da revista.

Para que você possa fazer uma análise com base em fatos, dois fatores são relevantes: informações e consultas com especialistas.

Boas decisões nos negócios

Ao tomar decisões em uma empresa, dispor de KPIs, os indicadores-chave de performance, é um diferencial.

Quando você reúne dados com o intuito de verificar se a estratégia está funcionando ou não, é mais fácil tomar decisões assertivas.

Assim, tem em mãos informações concretas sobre diversos aspectos do negócio.

Os indicadores de performance, de modo geral, abrangem diferentes áreas da empresa: vendas, marketing, rotinas produtivas, índices de qualidade dos produtos e serviços e indicadores estratégicos de gestão, por exemplo.

É importante identificar quais indicadores são necessários para a tomada de decisão e coletar os dados de forma rotineira, a fim de criar um banco de dados.

A segunda ação é conversar com especialistas na área em que é preciso tomar uma decisão.

Vamos supor que você precise ajustar questões relacionadas à gestão financeira da empresa.

Dialogar com seu contador, profissional familiarizado com o tema, pode ser uma forma de se assegurar que não está cometendo erros e que, de fato, sua escolha é a mais adequada.

Outra hipótese: digamos que sua empresa esteja envolvida em um processo judicial.

Nesse caso, não é possível tomar uma decisão inteligente sem antes consultar um advogado.

Parece óbvio, né?

Mas, muitas vezes, essa prática é deixada de lado pelos gestores.

Por isso, nunca hesite em pedir ajuda para profissionais experientes.

Isso significa diálogo, ou seja, o encontro de dois pontos de vista.

Para tanto, você precisa falar e, principalmente, escutar.

5 passos para tomar decisões inteligentes

tomar decisões inteligentes
Quanto mais informações você tiver, mais fácil será encontrar uma solução adequada para a tomada de decisão.

Quanto mais informações você tiver, mais fácil será encontrar uma solução adequada para a tomada de decisão.

Com isso em mente, confira agora cinco passos indispensáveis da tomada de decisão:

1. Identifique o problema ou a oportunidade

Constatar qual decisão precisa ser feita é a primeira etapa para enxergar a situação com clareza.

2. Crie alternativas de resolução

Essa é a hora de reunir ideias sobre as possíveis ações que você pode tomar em relação à situação que está vivendo.

3. Analise as alternativas

Verifique quais são os pontos positivos e negativos de cada decisão e projete as consequências prováveis de cada uma. Investigue todos os dados que você tiver disponíveis.

Se julgar conveniente, converse com um especialista no assunto.

4. Implemente a sua decisão

Depois de ter chegado a uma conclusão sobre o que fazer, coloque sua ideia em prática.

Não deixe que o medo o impeça de fazer alguma mudança ou de aproveitar uma oportunidade de negócio.

5. Avalie os resultados

Cada decisão que você toma no negócio é uma oportunidade para aprender.

Avalie a eficácia de suas escolhas para que, se você vivenciar uma situação semelhante no futuro, tenha experiência para agir.

Diferentes processos de tomada de decisão

processos de tomada de decisão
Dois aspectos são acionados quando tomamos uma decisão: a razão e a emoção.

Como já mencionamos, dois aspectos são acionados quando tomamos uma decisão: a razão e a emoção.

Isso porque o cérebro possui áreas de raciocínio lógico e intuitivo, que influenciam nas escolhas feitas pelo indivíduo.

Confira as características de cada processo de tomada de decisão:

Lógica

A tomada de decisão lógica ocorre quando o indivíduo reflete sobre suas escolhas de forma racional.

Nesse caso, ele lida com as informações de uma maneira objetiva, sem deixar que suas emoções pessoais interfiram na avaliação final.

Por meio da lógica, são julgadas as possíveis consequências de uma decisão.

Geralmente, esse tipo de processo é utilizado por gestores que enxergam o negócio de uma forma sistêmica e racional.

Intuitiva

A decisão intuitiva, por sua vez, é um processo que utiliza a dedução por meio de uma conjunção de lógica e emoção.

Nesse caso, os valores essenciais da pessoa responsável pela tomada de decisão também contribuem para a decisão final.

Quando o gestor utiliza o processo intuitivo, quer dizer que ele não está em busca de criar significado a respeito de suas decisões.

Mais do que a razão ou a emoção, é o instinto e a experiência que têm peso maior nas escolhas realizadas.

Geralmente, esse modelo é utilizado em situações urgentes ou quando a lógica não se mostra tão simples.

Tipos de tomadas de decisão

Tipos de tomadas de decisão
Na classificação de Simon, as decisões são programadas ou não-programadas.

Dependendo do contexto em que o gestor está inserido, ele poderá tomar diferentes tipos de decisão.

Herbert Simon, economista americano e vencedor do Prêmio Nobel de Economia de 1978, teve uma importante contribuição teórica sobre o processo decisório.

Foi ele que criou a Teoria das Decisões.

Na classificação de Simon, as decisões são programadas ou não-programadas.

Decisões programadas

As decisões programadas, segundo a perspectiva de Simon, são aquelas que ocorrem de forma rotineira.

Quando o gestor toma uma decisão programada, isso quer dizer que ele já passou pela mesma situação antes e agora sabe como resolvê-la.

Nesse caso, a decisão ocorre rapidamente, pois o indivíduo já sabe como agir.

Não é preciso, portanto, analisar informações e refletir.

O gestor pode, então, colocar em prática um curso de ação pré-estabelecido e que tenha funcionado em situações anteriores. Por isso, essas decisões possuem caráter repetitivo e rotineiro.

Exemplos disso são situações de concessão de crédito a clientes, manutenção periódicas de equipamentos e problemas com um fornecedor que sempre atrasa as entregas.

Ocorrências como essas, por serem frequentes, são mais fáceis de serem resolvidas.

Uma das principais vantagens das decisões programadas é a rapidez com que são feitas, otimizando o tempo do indivíduo.

Decisões não-programadas

Para Simon, as decisões não-programadas são aquelas em que o indivíduo precisa lidar com uma situação nova, que nunca aconteceu antes.

Em uma empresa, com frequência, o gestor deve lidar com problemas que ainda não sabe resolver, porque nunca os vivenciou antes.

Não existe, portanto, uma solução predefinida. É preciso analisar a situação e chegar a uma conclusão.

Quando é necessário tomar uma decisão não-programada, fica a critério do gestor escolher o melhor processo, recorrendo à razão ou à emoção.

Problemas de saúde, atrasos dos fornecedores, pedido de demissão de um funcionário importante.

Várias ocasiões imprevisíveis podem gerar dúvidas a respeito do que fazer.

Por isso, é fundamental analisar as informações que se tem à disposição a fim de chegar a uma decisão mais assertiva.

Decisões semiprogramadas

As decisões semiprogramadas podem ser consideradas uma confluência dos modelos citados acima.

De modo geral, esse tipo de decisão não pode ser inteiramente predefinida.

Isso significa que apenas uma parte do problema apresenta uma resposta objetiva para o indivíduo.

Outros pontos podem ficar obscuros, aumentando os riscos da escolha a ser tomada.

Geralmente, nesse caso, o gestor precisa utilizar sua experiência para tomar decisões.

Conclusão

decisões importancia
Tomar uma decisão sempre envolve riscos em diferentes escalas.

Agora, você já compreende a influência que a tomada de decisão apresenta na sua vida pessoal ou em seu negócio.

E também entrou em contato com ferramentas, teorias e dicas para embasar ao máximo cada escolha que você faz.

Como vimos, quanto mais autoconhecimento e informações sobre uma situação específica você tiver, menos doloroso será o processo de escolher uma alternativa de ação.

Consequentemente, mais assertivas serão as suas decisões, seja comandando uma empresa, seja fazendo escolhas para sua vida pessoal.

É importante lembrar, entretanto, que nem sempre você terá controle sobre o que acontece à sua volta.

Tomar uma decisão sempre envolve riscos em diferentes escalas.

Por isso, é fundamental compreender que você nunca poderá saber, com certeza, quais serão as consequências de uma decisão.

Mas você pode, apesar disso, controlar as suas reações às oportunidades e problemas que surgem no dia a dia, analisando o cenário que se apresenta e, com base nisso, fazendo a escolha que pareça ideal.

Lembre-se: a decisão revela tanto sobre quem você é quanto sobre quem você quer se tornar.

Quanto mais você pensar a respeito do conteúdo que leu aqui, mais vai se dar conta das vantagens de assumir a responsabilidade de suas escolhas.

Para isso, não há segredo, mas existe um caminho.

Uma bússola para guiá-lo em uma jornada de autodescobrimento, que o levará para mais perto de seus objetivos e sonhos.

E recorrer a um profissional de coaching é uma dessas decisões que poderão nortear sua jornada.

Gostou deste artigo? Então, compartilhe-o nas redes sociais. Aproveite para deixar um comentário abaixo com dúvidas e opiniões sobre o assunto.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s