Empresas usuárias do MEG têm melhor desempenho financeiro


31/01/2011

Iwara

A fim de mensurar o desempenho financeiro das empresas que utilizam o Modelo de Excelência em Gestão (MEG), a Serasa Experian realizou uma pesquisa, a pedido da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), para comparar os resultados das organizações que adotam o MEG com os índices da média do conjunto das organizações de seus respectivos setores. O estudo revelou que quem utiliza o Modelo têm um desempenho superior em termos de faturamento, lucro, receita e endividamento inferior às concorrentes. Os setores de maior destaque foram Indústria, Comércio e Serviço, respectivamente.

O estudo, realizado a cada dois anos, foi elaborado a partir dos demonstrativos financeiros de uma amostra de 179 empresas usuárias do MEG, que foram comparados com os indicadores econômico-financeiros das demais organizações pertencentes aos seus segmentos de atuação num período entre 2000 e 2009.
No setor industrial, o índice de maior destaque em 2009 entre as usuárias do MEG foi a margem Ebtida (lucro da empresa, desconsiderando juros, impostos, depreciação e amortização) sobre o faturamento líquido: aproximadamente 20%, enquanto o das demais ficou em 14,6%.

Os dados da indústria também são superiores em relação à margem de lucro ajustada. Apesar da brusca queda da curva no setor Indústria em 2008, reflexo de perdas com derivativos e desvalorização cambial, a evolução do índice das indústrias que usam o MEG alcançou 19,6% em 2009, frente à aproximadamente 12% da média no setor.

Já em relação ao setor do Comércio, o estudo mostrou que as organizações que se orientam pelo Modelo contraíram, em 2009, menos dívidas do que as demais empresas do setor. As usuárias do MEG contabilizaram um endividamento total de 70%, contra 186% das outras, e endividamento bancário de 5%, ante 78% da média do setor.

Além dos setores industrial e comercial, a pesquisa apontou benefícios do uso do MEG também no setor de Serviço, no qual os números que mais chamaram atenção foram os de faturamento. As empresas que adotam o Modelo obtiveram, em 2009, uma evolução de 32,7% em seu faturamento, enquanto o setor em geral variou 25,3%.

Para o diretor-executivo da FNQ, Ricardo Corrêa, os índices apresentados na pesquisa evidenciam a importância da busca pela excelência. “O estudo mostra que o uso do MEG como referência para autoavaliação, definição de planos de melhoria e implantação de um programa de excelência da gestão gera resultados concretos para a empresa”, conclui.

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