InversaPub A Quinta Onda


A QUINTA ONDA

 

Um padrão secular ocorreu apenas quatro vezes nos últimos 52 anos…
E gerou as maiores tendências de alta já vistas na Bolsa brasileira.

+3.415%    +2.051%    +1.573% …

Treze anos depois, o investidor que prenunciou o último desses movimentos afirma:

“Exatamente o mesmo padrão se repete agora.
O novo ciclo de valorização poderá gerar uma verdadeira fortuna
para algumas pessoas nos próximos meses.”

Caro leitor,

Hoje gostaria de lhe contar uma história real.

Nada de hipóteses, estimativas ou elucubrações.

Apenas fatos concretos.

Eu lhe proponho que escute isso por uma única razão: a conclusão dessa história pode fazer você ganhar muito dinheiro.

É tão simples quanto isso. Exatamente como foi no passado. E como está sendo agora.

Quando falo em dinheiro, não falo apenas de apurar alguns poucos percentuais.

Talvez raspas e restos lhe interessem. Na verdade, eles também me interessam. Qualquer dinheiro é sempre bem-vindo…

Mas não é disso que vamos falar hoje.

Agora, neste exato momento, falamos de MUITO DINHEIRO.

Irei direto ao ponto.

Pela primeira vez nos últimos 13 anos, um padrão secular foi novamente observado no mercado brasileiro.

Nas quatro ocasiões em que esse padrão foi visto anteriormente, o resultado foi o seguinte:

Fonte: Economatica

Estou falando, simplesmente, das quatro maiores ondas de supervalorização da Bolsa brasileira na história.

Esses ciclos geraram verdadeiras fortunas para alguns investidores.

Empresas triplicaram, quadruplicaram, quintuplicaram de valor, ou mesmo mais do que isso, atraindo investimentos e fomentando novos ciclos de expansão e crescimento.

Pessoas comuns, que até então acumulavam taxas de rendimento medíocres em suas aplicações, foram alçadas à categoria de milionários.

Fundos de investimento fizeram centenas de milhões de reais de lucro… E é sobre isso que quero lhe falar hoje.

Mais especificamente, sobre um gestor de ações brasileiro.

Aquele que eu mais admiro e respeito.

Trata-se de uma das poucas pessoas no Brasil que surfaram duas dessas ondas de supervalorização da Bolsa.

Mais do que isso, foi quem PRENUNCIOU o último grande ciclo do mercado brasileiro, antecipando a tendência de alta de +2.051% iniciada em 2004…

… e gerou uma fortuna em valor para os seus clientes no decorrer desse processo. Nas próximas linhas, apresentarei todas as credenciais deste megainvestidor…

Explicarei por que ele se juntou à Inversa para lhe trazer este alerta…

E revelarei exatamente o que nós estamos fazendo – e você deve fazer AGORA – para ganhar muito dinheiro com esta oportunidade raríssima de multiplicação.

O que este investidor sabe (que você no sabe)

Em junho de 2004, uma carta divulgada aos cotistas de um fundo de investimentos brasileiro causou espanto e perplexidade em seus destinatários.

Nela, antecipava que a Bolsa bateria 30 mil pontos em dólares…

Até aí tudo bem… Não estivesse o mercado em apenas 5.000 pontos à época.

Não por acaso, foi chamado de louco por muitos gestores, que garantiam que haveria um recuo, e não, uma supervalorização, para os 4.000 pontos.

Porque o que não falta por aí são engenheiros de obra pronta, aqueles que reivindicam algum tipo de acerto quando na verdade foram os últimos a prevê-los.

O resultado, na prática?

A “loucura” da tese foi confirmada, com a Bolsa multiplicando sua pontuação por mais de 7 vezes, em um ciclo superior a 620% de alta.

Por isso, este novo alerta agora precisa ser encarado com muita seriedade.

E ele é restrito a um grupo seleto de pessoas no Brasil, como você neste momento.

Em pouco mais de dois meses à frente da newsletter Gritty Investor, na Inversa Publicações, o “louco” já identificou janelas de oportunidade fora do consenso.

E criou uma legião de seguidores, como o Daniel…

“Olá Pedro, Escrevo esse e-mail como forma de agradecimento. Ao ler seu relatório, fiquei tentado a comprar calls dessa empresa. Com a notícia da condenação de lula e a valorização da BOVESPA como um todo, essas calls valorizaram 300%. Vendi a R$1,00 Meu muito obrigado. Daniel W.”

E também o Fernando e o Mardey.

“Caro Pedro, Obrigado por compartilhar o seu modo inteligente de ver o mundo. Se há alguém que tem idéias inovadoras sobre finanças, este alguém é você. Aguardo a sua série paga para virar cliente. Um abraço. Fernando A.”
“Pedro, Mais uma pedrada na minha caixa de email…. Não podia esperar menos! Meus parabéns pela clareza e sou muito grato por dividir conosco um pouco desse excedente de produção que você é capaz de produzir em forma de conhecimento. Abraço. Mardey W.”

Como o Ibovespa representa a média de comportamento das ações mais negociadas no Brasil, seria o mesmo que afirmar que algumas das empresas mais importantes do País multiplicariam o seu valor de forma ainda mais expressiva do que 7x.

Caso confirmado, esse cenário hipotético desencadearia uma onda de investimentos e oportunidades reais de multiplicação de patrimônio.

E mudaria tudo ao seu redor.

Se a tese se provasse acertada, R$ 100 mil que você tivesse investido, por exemplo, se transformariam em mais de R$ 700.000.

Haveria uma multiplicação de capital relevante para cada real (ou dólar) investido, como ressaltado pelo próprio gráfico reproduzido na carta…

Hoje em dia, seria o equivalente a cravar o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, na casa de 532 mil pontos – dos atuais 76 mil.

Agora responda com toda sinceridade: como você receberia uma projeção dessas? Alguém falando que a Bolsa brasileira poderia multiplicar sua pontuação por 7x…

Uma tese como essa, se publicada abertamente, certamente levaria à execração pública do interlocutor.

Ainda mais em se tratando de um gestor de fundos de investimento, ou seja, uma pessoa responsável por administrar um grande montante de recursos de outras pessoas.

Foi exatamente o que Pedro Cerize fez, em carta endereçada aos cotistas do seu fundo, Skopos, em junho de 2004.

Posicionamento arriscado?

Além da capacidade para antecipar o que poderia ser um dos quatro maiores movimentos da história do mercado de capitais brasileiro, Pedro teve coragem para agir e para dividir a sua descoberta com os clientes.

Ele cumpriu com o seu dever fiduciário.

“Meu papel é fazer o cliente ganhar dinheiro. Não se esqueça disso.”

Na verdade, ele gerou uma verdadeira fortuna em valor para os seus cotistas nos anos seguintes.

Quais recursos Pedro possuía antes de começar no mercado?
“Zero. Patrimônio negativo. Eu devia a bolsa da FGV (Fundação Getulio Vargas).”

Pedro começou do ZERO e possui, hoje, cerca de R$ 250 milhões de patrimônio sob sua gestão.

Boa parte disso, de seu dinheiro próprio.

Uma regra fundamental para ter sucesso investindo é
nunca lutar contra a tendê
ncia de mercado.

Assim, tão importante quanto comprar barato é
comprar na hora certa.

Pedro Cerize é um dos maiores gestores de sua geração.

Ele proporcionou uma verdadeira fortuna para os seus clientes ao longo de muitos anos. Foi o responsável por verdadeiras multiplicações de capitais.

Na década de 2000, era considerado “o cara de ações” no Brasil.

Gente como Luis Stuhlberger, maior investidor brasileiro, já elogiou publicamente o seu nome.

Atualmente, Pedro se divide entre a administração de seus fundos, o conselho de administração de empresas como a Porto Seguro e o esporte. Não bastasse o sucesso nos investimentos, ele é o único brasileiro campeão mundial de Ironman.

É uma honra ter um gênio do seu calibre conosco.

Mais do que bater (por muito) o mercado, por muito tempo, Pedro soube como poucos identificar e ganhar muito dinheiro com dois dos quatro grandes ciclos de valorização da história da Bolsa.

Ele começou do zero e construiu uma reputação trabalhando no mercado durante o segundo ciclo, que rendeu 3.145%, no início da década de 1990.

E foi pioneiro em identificar o último ciclo de valorização (+2.051%), em 2004.

Após treze anos desde esse último superciclo da Bolsa, pela primeira vez o padrão que disparou as três maiores tendências de valorização da história da Bolsa se repete.

A seguir, veremos um a um dos fatores por trás desse movimento, e por que eles fazem desta a maior oportunidade da década para se ganhar dinheiro no Brasil.

Após treze anos, a hora de agir é AGORA

Peço um instante da sua atenção, novamente, para o seguinte gráfico:

Fonte: Economatica

A esta altura, você já conseguiu perceber o que os quatro maiores ciclos do nosso mercado têm em comum?

Todos esses ciclos foram engatilhados por alguma ruptura estrutural.

A maior tendência de valorização da história da Bolsa brasileira, em maior destaque no gráfico, se deu a partir da perspectiva de impeachment de Fernando Collor…

Foram exatos +3.415% de lucro desde a abertura do processo até a consolidação do Plano Real.

Ou seja, quem investiu o equivalente a R$ 100 mil na época do impeachment de Collor retirou R$ 3,5 milhões seis anos e cinco meses depois.

É um ganho praticamente impossível de ser obtido em qualquer outro contexto e com qualquer outra categoria de aplicação, que somente foi permitido por se tratar de um processo histórico de ruptura política e econômica.

O segundo movimento de valorização mais expressivo do Ibovespa também foi disparado por uma quebra estrutural de ordem política…

A valorização de +2.051%, registrada entre 2002 e 2008, teve como ponto de partida a publicação da “Carta aos Brasileiros”…

Nela, o então presidente Lula se comprometeu a seguir com as políticas de estabilização da economia implementadas por seu antecessor FHC — quebrando, assim, o chamado “risco-Lula”, que inundava os mercados com incertezas.

De lá para cá, enfrentamos anos e anos de vacas magras, sem qualquer processo de ruptura e sem uma tendência histórica de valorização expressiva para o Ibovespa.

Agora, treze anos depois, estamos diante de uma nova quebra estrutural.

O momento atual reúne uma série de eventos sem muitos precedentes históricos. Temos como pano de fundo:

✓ Um processo de impeachment;

✓ A maior recessão da história da economia brasileira;

✓ A inversão do curso da política econômica: após 13 anos de governo populista, a destruição das contas públicas exige uma reavaliação das políticas vigentes e um governo de transição que faça reformas estruturais;

✓ Uma crise política sem precedentes, com ruptura entre os poderes e presidentes da República, da Câmara e do Senado Federal citados no maior escândalo de corrupção já noticiado.

Não podemos simplesmente ignorar o que está acontecendo.

É algo que terá desdobramentos inevitáveis não somente na história do País, mas sobre o seu bolso e o de todos os brasileiros.

Sim, estamos no meio de um processo de ruptura praticamente sem paralelos na história. E isso tem consequências inevitáveis sobre a economia.

Além da recessão, a inflação bateu em dois dígitos e voltou a incomodar, as margens de lucro das empresas passaram a cair, os prejuízos se acumularam e acarretaram uma onda de demissões.

Hoje são 13 milhões de desempregados no Brasil.

O descontrole dos preços mais acentuado fez com que o Banco Central elevasse nos últimos anos a taxa Selic, levando os juros brasileiros aos maiores patamares do mundo…

E, com isso, nossa Bolsa amargou uma sequência de perdas bastante negativa:

2013: queda de -15,5%

2014: queda de -2,9%

2015: queda de -13,3%

Poxa, mas como pensar em um novo ciclo de valorização se a economia ainda está mal? É justamente esse o pulo do gato.

O que parecia impossível começa a se materializar

Agora, veja o que aconteceu com a Bolsa brasileira nos últimos dois anos.

2017: alta de +38,9%.

2016: alta de +26,86%.

E não foi só a Bolsa que inverteu por completo a sua trajetória de quedas acumuladas.

Ela apenas começou a antecipar uma mudança nos fundamentos da economia.

Atenção para a combinação de fatores a seguir:

1) A taxa de juros da economia brasileira continua em queda

G1 – fevereiro de 2018

2) O ciclo de redução é o maior depois de um período de altas que durou quatro anos

InfoMoney – fevereiro de 2018

3) Governo investe na privatização da Eletrobras

Exame – fevereiro de 2018

4) Do outro lado, o cenário externo exerce influência…

G1 – fevereiro de 2018

5) E também na inflação:

Valor Econômico – fevereiro de 2018

Você não pode simplesmente ignorar uma inversão de tendência dessa magnitude.

Tribuna Hoje – janeiro de 2018

Qual a implicaço imediata de tudo isso?

A queda na taxa de juros reduz a atratividade da renda fixa convencional, estimulando uma migração de recursos para a Bolsa.

Deixe-me explicar, rapidamente, o que apenas um desses cinco elementos pode provocar nos investimentos nos próximos meses.

Historicamente, a correlação entre juros (em queda) e Bolsa (em alta) gerou alguns dos ciclos de valorização mais expressivos de nossa história.

O gráfico a seguir evidencia o quanto o Índice Brasil (IBX), uma das principais referências para o comportamento da Bolsa brasileira, reagiu nos últimos ciclos de redução da taxa de juros:

Note que em todos os episódios de queda dos juros houve reação extremamente positiva das ações.

Agora não será diferente.

E, desta vez, contamos com um forte gatilho de fluxo.

Hoje a alocação dos investidores em ações brasileiras encontra-se na mínima de muitos anos, na casa de 8,9%.

Para você ter ideia, em 2010 essa alocação estava em 18,3%. O que isso significa?

Que a redução da atratividade da renda fixa devido ao ciclo de cortes nos juros estimulará uma migração desse fluxo para as ações.

Como se não bastasse, ainda teremos uma verdadeira enxurrada de recursos vindos de investidores estrangeiros.

Esses investidores ainda estão bastante céticos com o Brasil, após toda a instabilidade política, a destruição dos fundamentos econômicos e diante do completo desequilíbrio das contas públicas.

Fonte: Época

Fonte: Exame

Mas esse jogo está virando…

Nossa Bolsa ainda está barata relativamente ao restante do mundo, nossa economia dá os primeiros sinais de melhora e a aprovação das reformas para o ajuste fiscal ajudará a resgatar a credibilidade dos ativos brasileiros.

Quando esse fluxo estrangeiro retornar, o efeito sobre os ativos brasileiros será estrondoso.

Dê só uma olhada no que aconteceu no fim de maio de 2017…

Enquanto a Bolsa acionava (no dia 18) o circuit breaker pela primeira vez em quase uma década, após a suposta gravação de Joesley Batista contra Temer…

Investidores se preparavam para alocar recursos em fundos ligados aos ativos do País, registrando logo depois a maior semana de entradas desde 2012.

Veja que estou falando, apenas, de voltar às médias históricas de alocação, o que já seria suficiente para provocar uma reclassificação nos preços dos ativos brasileiros.

É como resumiu Brian Jacobsen, da Wells Fargo, ao Financial Times:

“Nossos administradores de fundos de ações (…) veem o momento como boa oportunidade de entrar no Brasil porque entendem a situação política como ruído que está obscurecendo a melhora de fundamentos que está por vir”.

Entendeu a importância de você agir já?

Algumas pessoas já estão fazendo fortuna
apenas com o início deste movimento

O potencial do novo ciclo de valorização das ações brasileiras é realmente avassalador.

Somente o esboço inicial desse movimento já foi suficiente para gerar uma fortuna para algumas pessoas na Bolsa.

Nos últimos 12 meses, algumas das ações mais negociadas do Brasil acumulam ganhos da ordem de:

+542,38%
+374,88%
+255,40%
+251,22%
+223,08%
+222,08%
+216,70%
+216,11%
+203,47%
+198,27%
+189,89%
+188,32%
+177,13%
+175,05%
+175,00%
+160,08%
+154,99%
+153,04%
+146,63%
+146,02%
+139,23%
+124,40%
+109,08%

 Dentre muitos outros…

Veja que não estou falando das maiores altas da Bolsa brasileira, mas, somente, do desempenho de algumas das ações mais negociadas da Bolsa.

Papéis de empresas conhecidas, como Lojas Renner, Usiminas, Localiza, Vale…

Somente o lucro proporcionado pelas ações de Lojas Renner, por exemplo, seria suficiente para transformar R$ 10 mil investidos, em dezembro de 2016, em R$ 17.086 no final do ano passado.

Em 12 meses, R$ 25 mil investidos virariam R$ 42.715,00.

R$ 200 mil se tornariam R$ 341.720,00.

Você já imaginou o que poderia realizar com um lucro desses?

Garantir uma educação melhor para os seus filhos, possivelmente no exterior…

Formar um colchão de liquidez que pudesse dar segurança financeira para a sua família nos próximos anos…

Permitir a realização dos seus sonhos… a reforma da casa, o carro que sempre desejou, a viagem dos sonhos com a família…

E isso está longe de ser um movimento isolado.

Algo semelhante aconteceu com as ações da Usiminas…

Da Bradespar…

Note que, na maioria desses exemplos, a valorização refere-se apenas a um movimento inicial de recuperação das ações, que ainda encontram-se bem distantes dos patamares de alguns anos atrás.

Sim, essas são apenas amostras iniciais de algo muito mais relevante que está por vir. Peço um instante da sua atenção neste ponto.

Há uma grande dúvida sobre a capacidade de os ativos brasileiros continuarem subindo depois das altas observadas neste ano.

As ações teriam ficado caras depois desse primeiro movimento?

Os mais precipitados talvez pudessem dizer que a Bolsa brasileira nunca esteve tão cara.

Mas há algo que não pode ser ignorado. Algo que quase ninguém no Brasil (à exceção de Pedro Cerize) se deu conta…

Muitas empresas estão sendo negociadas na Bolsa muito abaixo de seu valor patrimonial.

Isso significa que se ela decidisse vender todos os seus bens e ativos, pagasse todas as suas obrigações, o seu valor patrimonial ficaria acima do que ela vale hoje no mercado.

Em uma situação normal, essa relação estaria acima de 1x – algumas até 7x, 9x.

No entanto, companhias sólidas enfrentam neste momento panoramas bem inferiores.

É algo até compreensível, considerando que nossa economia está há 3 anos sem crescimento relevante, em meio à maior recessão de sua história.

Você percebeu a importância desse dado? Ele muda toda a avaliação.

Bingo!

Temos, assim, algumas das ações mais atrativas do mundo em termo de preços.

A repetição da história chega a ser impressionante.

Recorrendo novamente a um trecho da emblemática carta de junho de 2004…

O que poderia dar errado?

É possível que você ainda esteja incrédulo com o tamanho da oportunidade que está à sua frente.

Algo compreensível, considerando que se trata realmente de uma chance ímpar para multiplicação de capital.

Mas o que poderia dar errado?

Como afirmei anteriormente, quando você identifica algo deste tamanho, com consequências e ganhos potenciais maiores do que tudo o que você já fez, é preciso rever processos e testar as suas convicções.

Vou procurar todos e quaisquer elementos para testar a sua tese.

Nada mais natural, toda tese precisa ser testada para ser comprovada. Caso contrário, não passa de uma tese.

O que percebi, com a ajuda do Pedro Cerize, é que esta tese já passou pelos testes de estresse mais relevantes de que se tem notícia.

– Um impeachment;
– O maior escândalo de corrupção corporativa que já se viu;
– A maior recessão da história;
– Taxa de desemprego em dois dígitos…

Isso, sem contar fatores de risco externos de extrema relevância:

– Brexit;
– Eleição de Donald Trump;
– Início da alta na taxa de juros dos EUA;
– Desequilíbrios de liquidez e crise chinesa…

E apesar da exposição a todos esses fatores de risco, a Bolsa brasileira seguiu de pé, firme e forte, encerrando 2016 com valorização de 38,9% e 2017 com alta de 26,86%.

Passado tudo isso, que outro evento poderia colocar tudo a perder?

O que você deve fazer agora para
ganhar com essa oportunidade

CUIDADO: Você está olhando
para a aplicação errada!

É verdade que, em um grande ciclo de valorização como este, o mercado como um todo tende a apresentar desempenho positivo.

Mas também é verdade que algumas ações subirão (muito) mais do que outras. Afinal, o Ibovespa retrata a média de comportamento das ações brasileiras.

Você lembra da sequência de valorizações que apresentei anteriormente?

+542,38%
+374,88%
+255,40%
+251,22%
+223,08%
+222,08%
+216,70%
+216,11%
+203,47%
+198,27%
+189,89%
+188,32%
+177,13%
+175,05%
+175,00%
+160,08%
+154,99%
+153,04%
+146,63%
+146,02%
+139,23%
+124,40%
+109,08%

E agora…

Você tem ideia do que um lucro de 44.000% representa?

Seria transformar um investimento de R$ 25 mil em R$ 11.025.000,00.

Isso mesmo, onze milhões e vinte e cinco mil reais.

Peço que você dê uma olhada na tabela a seguir:

O ÚLTIMO CICLO DE VALORIZAÇÃO (2002-2008)

Essas são as 20 ações que mais subiram de 2002 a 2008, durante o último ciclo de valorização da Bolsa.

Está vendo Itaú na lista? Bradesco? Vale? AmBev?

É possível que você conheça algumas dessas empresas, mas a maioria delas certamente não é familiar ao grande público.

Agora, peço que repare na 15a empresa da lista, a Randon.

Somente ela se valorizou +2.638% no período, ou seja, um crescimento superior a 27x.

E repito: essa é apenas a 15a ação da lista.

Nem se compara as valorizações das três primeiras, de +44.122%, 28.390% e +16.567%.

Há uma característica em comum a essas empresas, que vai além do fato de serem companhias relativamente desconhecidas do grande público…

Assim como os maiores ciclos de valorização da história da Bolsa brasileira possuem um padrão em comum, as ações que mais se valorizam nos grandes ciclos de mercado também possuem um padrão específico.

Essa é a chave para você participar da multiplicação de capital dos próximos meses.

Extrair o máximo de valor de um movimento que pode mudar para sempre o patamar financeiro da sua família.

Para isso, o Pedro elaborou um material especial em que explica em detalhes qual é esse código e o racional por trás das ações que podem explodir na onda atual do mercado.

Gostaria de compartilhar esse material com você.

Por favor, ao menos passe os olhos no trabalho seríssimo desenvolvido pelo Pedro.

Tenho convicção de que você terá toda a informação necessária à sua disposição para ganhar muito dinheiro – e de forma rápida.

Faça rigorosamente o que
Pedro Cerize está fazendo

Pedro Cerize preparou uma série especial quinzenal com 4 materiais exclusivos para o leitor da Inversa, para desvendar esta oportunidade histórica de construir patrimônio no Brasil.

O nome dela é “A Quinta Onda”.

Apenas as informações contidas no primeiro documento a que você terá acesso, chamado “A História Tende à Rima, não ao Plágio” já são suficientes para mudar completamente o modo como você lida com as suas finanças.

Trata-se de uma informação obrigatória que colocará você com muitos passos de vantagem neste momento único para se ganhar dinheiro.

Após redigir essa carta, gostaríamos de deixar claro que mesmo numa tendência de alta, as baixas podem ser muito acentuadas, tirando a convicção dos menos preparados e todo o dinheiro dos alavancados.

Nosso trabalho e nosso modelo buscam eliminar esses 2 fatores de risco. Para ganhar, primeiro é preciso não perder.

Não recomendamos que você aloque parte relevante do seu patrimônio no ciclo de valorização das ações.

Invista sempre centavos para ganhar reais, nunca o contrário.

Como disse, os juros no Brasil tendem a cair de forma substancial nos próximos meses, impactando rigorosamente todas as categorias de aplicação, especialmente aquelas convencionais, baseadas em renda fixa.

De todo modo, ainda podemos aproveitar alguns dos maiores juros reais (descontando a inflação) do mundo. É uma forma de amarrar parte do seu patrimônio a uma taxa de retorno que você não encontrará mais daqui para frente.

Você está a um passo da decisão financeira
mais importante da sua vida

Você pode ficar parado assistindo às coisas acontecerem.

Enquanto isso, outras pessoas estão ganhando dinheiro de uma forma consciente com a janela de oportunidade atual do mercado.

É uma opção sua.

Ou você pode tomar as rédeas para si e, com uma atitude simples, mudar de uma vez por todas o padrão financeiro da sua família.

Por favor, ao menos passe os olhos no trabalho seríssimo que o Pedro desenvolveu.

Simplesmente deixe-me saber se você gostaria de experimentar a assinatura de relatórios quinzenais “A Quinta Onda” assinados pelo Pedro.

Você terá indicações de alocação em renda fixa e variável. Inclusive de acordo com seu perfil – se mais agressivo ou mais conservador.

De quebra, você passa a receber também a série regular “A Carta”, assinada por ele e que vai ajudar você a seguir da melhor forma possível o ciclo de supervalorização do mercado.

O nome da série não foi escolhido por acaso. Faz referência direta aos boletins emitidos pelo Pedro e que fizeram história no mercado financeiro.

Como o que antecipou em 2004 o último grande ciclo de supervalorização da Bolsa brasileira.

A Carta é totalmente capitaneada pelo Pedro, com conteúdos regulares a cada 15 dias. E estabelece o envio de materiais extras para você tão logo a situação exija.

Você e os seus investimentos não ficarão desamparados de forma alguma.

O Pedro identificou uma ameaça aos seus investimentos? Você será avisado…

Há uma oportunidade rara de multiplicação do seu dinheiro?

Adivinhe… Você também ficará sabendo no mesmo instante.

Sem contar que a série oferece guias e conteúdos imprescindíveis para seus investimentos, e que poderão servir de fonte de consulta sempre que você precisar.

São eles:

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Portanto, não perca tempo.

Um abraço,

Equipe Inversa


A Inversa é uma empresa de publicação de ideias. Foi fundada em 2017 com o objetivo de reunir pessoas com experiência no mercado financeiro para compartilhar suas histórias e aprendizados. Somos uma editora de conteúdos afiliada à empresa norte-americana The Agora Financial, o maior grupo de publicações de investimentos do mundo.

Inversa Publicações – CNPJ 28.265.605/0001-23 |  Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.477 Torre B – 10º Andar CEP 04538-133 – Itaim Bibi – São Paulo
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