Ex-catador de latinhas vai estudar em Harvard; conheça essa história


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Ex-catador de latinhas vai realizar, em breve, o sonho de muita gente: estudar em Harvard, uma das melhores universidades do mundo (Pixabay)
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O ex-catador de latinhas vai realizar, em breve, o sonho de muita gente: estudar em Harvard, uma das melhores universidades do mundo

O ex-catador de latinhas e professor Ciswal Santos vai realizar, em breve, o sonho de muita gente. A partir do ano que vem, ele estudará Ciências da Computação em uma das melhores universidades do mundo, a Universidade de Harvard. Ciswal nasceu em Palmares, em Pernambuco, e se mudou para o Ceará aos 12 anos. Ele conta que viu na educação a chance de mudar sua vida e a de sua família. “Eu sempre quis dar um padrão de vida confortável para minha mãe. Quando ingressei na faculdade, o sentia mais dificuldade era a questão de não ter como comprar os materiais”, explica.

Na época, sua mãe trabalhava como faxineira, o que a impossibilitava de ajudar o filho. “Ela tinha que decidir entre comer e comprar o material e muita as vezes tinha que optar pela comida. Eu tive que buscar alguma forma de conseguir dinheiro”. Ciswal decidiu então juntar latinhas de alumínio para custear seus estudos. “Eu passava nos bares a noite pegando e vendia em sucata em troca de dinheiro”, conta. Com muito esforço, ele conseguiu se formar em eletroeletrônica na Faculdade de Cariri e logo depois em física pela Universidade Federal do Ceará.

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Ciswal juntava latinhas para comprar os materiais de estudo na faculdade; ele estudará em Harvard a partir do ano que vem (Reprodução/Arquivo pessoal)
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Harvard

O professor conta que foi submetido a diversos testes “bem criteriosos” e que nã acreditava que poderia ser aprovado no programa de Harvard. “Quando recebi a mensagem foi uma loucura. Fiquei entusiasmado demais, inclusive quando apresentei meu projeto a eles”, explica. O projeto citado pelo professor tem como objetivo levar água e luz para os moradores do semiárido nordestino.

“Consegui transpor o projeto da sonda Mars Curiosity para uma residência pequena de quatro pessoas”, explica, destacando que conseguiu baratear o programa, fazendo com que ele custe menos de R$ 1 mil, valor consideravelmente mais baixo do que o original.

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