Glossário Bolsa de Valores Bovespa Investimentos


  • ABERTURA
    Termo genérico usado para definir a cotação do primeiro negócio do dia de um determinado ativo cotado em bolsa de valores, que pode ser uma ação, um contrato futuro ou outros.
  • AÇÃO
    Valor mobiliário emitido pelas sociedades anônimas, representando a menor fração do capital destas empresas. As empresas emitem ações para aumentar o capital social, e os recursos levantados podem ser utilizados para vários fins, sobretudo futuros investimentos.
  • AÇÃO CHEIA
    Ação no qual o investidor terá direito de receber dividendos e bonificações ou exercer subscrições, o que a diferencia de uma ação “ex” ou “vazia”, onde estes direitos já foram exercidos.
  • AÇÃO EM TESOURARIA
    Termo que denomina as ações que foram emitidas e posteriormente recompradas pela própria empresa. Na maioria das vezes, a empresa opta pela recompra das ações como forma de obter ações para os programas de incentivo de empregados, ou para mais tarde serem dadas na forma de proventos aos acionistas da empresa.
  • AÇÃO ESCRITURAL
    É uma ação que circula nos mercados de capitais sem a emissão de certificados ou cautelas, sendo escrituradas por um banco, que atua como depositário das ações da empresa e que processa os pagamentos e transferências por meio da emissão de extratos bancários. Não existe, portanto, movimentação física de ações.
  • AÇÃO LISTADA EM BOLSA
    Ação negociada no pregão de uma bolsa de valores.
  • AÇÃO NOMINATIVA
    É uma ação cujo certificado é nominal ao seu proprietário. O certificado, entretanto, não caracteriza a posse, que só é definida depois do lançamento no Livro Registro das Ações Nominativas da empresa emitente.
  • AÇÃO ORDINÁRIA
    São ações que conferem ao acionista direito de voto na empresa, por ocasião da realização das assembléias de acionistas. São ações normalmente menos negociadas no mercado que as preferenciais e, portanto, de menor liquidez.
  • AÇÃO PREFERENCIAL
    São ações que garantem aos acionistas maior participação nos resultados da empresa, mas que não dão direito a voto. A preferência, no caso, diz respeito à distribuição dos resultados, ou seja, os acionistas preferenciais têm prioridade no recebimento de proventos e no reembolso de capital em caso de dissolução da sociedade em relação aos demais acionistas. Em geral, são as ações mais negociadas e, portanto, de maior liquidez.
  • AÇÃO VAZIA (EX)
    Ação cujos direitos (dividendos, bonificação, subscrição) já foram exercidos.
  • ACEITAÇÃO
    Ato de aprovação por parte da seguradora da proposta efetuada pelo segurado para a cobertura de seguro de um determinado risco, sendo que é com base nesta proposta que será emitida a apólice de seguro.
  • ACEITAÇÃO
    Estágio inicial do processo de liquidação, por meio do qual a BM&FBOVESPA torna-se contraparte central para fins de liquidação de operações pelo saldo líquido multilateral.
  • ACIONISTA
    Possuidor de ações de uma sociedade anônima, o que o caracteriza como proprietário de uma parcela da empresa proporcionalmente à quantidade de ações detida.
  • ACIONISTA CONTROLADOR
    Termo usado para designar o indivíduo, empresa, ou grupo de pessoas que através dos seus direitos de sócio conseguem efetivamente, e de maneira permanente, controlar as votações e deliberações durante a assembléia geral da empresa, assim como nomear a maior parte dos administradores da empresa.
  • ACIONISTA DISSIDENTE
    Termo usado para designar os acionistas que mediante o reembolso do valor de suas ações decidem retirar-se da companhia, exercendo dessa maneira o seu direito de recesso. Vale ressaltar que o acionista cuja ação for de classe que tenha liquidez e dispersão no mercado não poderá exercer esse direito. Uma ação será considerada dispersa quando o acionista controlador detiver menos do que a metade dessa classe de ação, e liquida quando a mesma fizer parte de algum índice negociado no Brasil ou exterior e que seja definido pela CVM – Comissão de Valores Mobiliários.
  • ACIONISTA MAJORITÁRIO
    Acionista que possui uma quantidade de ações com direito a voto que lhe permite manter o controle acionário de uma empresa.
  • ACIONISTA MINORITÁRIO
    Acionista que possui uma quantidade de ações que não é suficiente para manter o controle acionário de uma empresa.
  • ACORDO DE COOPERAÇÃO
    Forma de colaboração entre organizações que não implica na constituição de nova entidade e que pode incluir desde acordos técnicos e financeiros, até parcerias, sendo que esta última é considerada a forma mais evoluída de cooperação.
  • ACQUIRER
    Termo usado na indústria de cartão de crédito que denomina as empresas responsáveis pela filiação, gerenciamento e relacionamento com os estabelecimentos comerciais. No Brasil estão presentes a RedeCard, VisaNet e o Amex. Cada uma delas é responsável pelo relacionamento com os estabelecimentos que recebem cartões de bandeiras específicas, ou seja, cada bandeira tem apenas um acquirer. Por exemplo, a Redecard é responsável pelos estabelecimentos da maioria das bandeiras (Mastercard, Diners Club e RedeShop), enquanto a VisaNet e o Amex são responsáveis respectivamente pelos estabelecimentos que trabalham com os cartões das bandeiras Visa e American Express.
  • ADMINISTRAÇÃO ATIVA
    Em geral essa expressão é usada para definir o tipo de estratégia de administração de um fundo de investimento. Nesse tipo de estratégia o administrador compra e vende ações, sem replicar nenhum índice, mas sempre tentando obter uma rentabilidade acima do índice estabelecido como referência (benchmark).
  • ADMINISTRAÇÃO PASSIVA
    Expressão usada para definir o tipo de estratégia de administração de fundo de investimento. Nesse caso, o administrador busca replicar o retorno da carteira de um índice previamente definido (o benchmark). O objetivo é que o retorno do fundo seja aproximadamente igual, ou um pouco superior, ao retorno do índice escolhido.
  • ADR (AMERICAN DEPOSITARY RECEIPT)
    Os ADRS são recibos emitidos por um banco depositário norte-americano e que representam ações de um emissor estrangeiro que se encontram depositadas e sob custódia deste banco. Os ADR´s são cotados em dólares norte-americanos e trazem grandes vantagens ao emissor estrangeiro, já que facilitam o acesso ao mercado norte-americano. Existem três níveis distintos de ADRs: ADR nível 1, nível 2 e nível 3.
  • ADX
    O ADX (Average Directional Index), ou Índice de Direção do Movimento, é um indicador de análise técnica criado por J. Welles Wilder com o objetivo de medir a intendidade de uma tendência. O ADX é um oscilador que varia entre 0 e 100, embora leituras acima de 60 sejam raras. Um ADX abaixo de 20 indica tendência fraca, porém, por outro lado, leituras acima de 40 mostram uma tendência forte. Vale lembrar que o indicador não aponta se a tendência é de alta ou baixa, apenas identifica a força da tendência. O ADX pode ser usado também para indicar mudanças no mercado. Quando ele começa a se fortalecer de um patamar abaixo de 20 e passa para níveis acima desta marca, isso pode apontar para o início de uma tendência definida. Por outro lado, se ele está acima de 40 e começa a decrescer, isso pode mostrar a desaceleração da tendência existente.
  • AGE DE CONSÓRCIO
    A AGE, ou Assembléia Geral Extraordinária, é a reunião dos consorciados destinada à tomada de decisões sobre assuntos indicados no Contrato de Adesão e outros de interesse do Grupo.
  • AGENTE DE CUSTÓDIA
    Instituição financeira responsável pela administração, tanto de suas contas próprias como das contas de clientes, junto aos serviços de custódia, sendo que as contas de custódia podem ser mantidas em nome de seus clientes. Dentre as instituições financeiras que podem atuar como agentes de custódia da CLBC, podemos citar: distribuidoras de valores, corretoras de valores, bancos comerciais, múltiplos ou de investimento.
  • AGENTE FINANCEIRO
    Termo que designa a instituição financeira que pode representar, como garantidora, financiadora ou endossante, uma entidade pública. O agente financeiro pode ou não assumir a co-responsabilidade no que estiver participando. Os agentes financeiros podem, por exemplo, atuar como mandatários da entidade pública na cobrança e recebimento de empréstimos e financiamentos, sendo que para tanto é preciso prestar contas dos valores recebidos, como previsto nos contratos de financiamentos.
  • AGO DE CONSTITUIÇÃO DO GRUPO
    A AGO, ou Assembléia Geral Ordinária de Constituição do Grupo, é a reunião de consorciados destinada à constituição formal do grupo.
  • ALAVANCAGEM (FINANÇAS CORPORATIVAS)
    Termo comumente usado em finanças para descrever a capacidade que uma empresa possui de usar ativos, ou recursos com um custo fixo, com o objetivo de aumentar o retorno aos seus acionistas. A alavancagem pode ser de dois tipos (financeira e operacional), sendo que a soma destes dois tipos de alavancagem resulta no que chamamos em finanças de alavancagem total ou combinada.
  • ALFA
    No mercado financeiro, “gerar alfa” é obter lucros que superem o indicador de referência. Então um fundo de ações que tem como benchmark o Ibovespa gera alfa quando garante um rendimento acima da variação desse índice.
  • ALIANÇA ESTRATÉGICA
    Associação entre empresas com o propósito de unir recursos físicos e humanos como opção estratégica de crescimento. Pode ocorrer entre fabricantes de produtos e/ou serviços complementares e/ou concorrentes.
  • ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA
    Transferência ao credor da posse de um bem, como forma de garantia de pagamento de uma obrigação que lhe é devida. Assim que a dívida for quitada, o bem é transferido de volta ao seu antigo proprietário.
  • ALOCAÇÃO
    Procedimento de indicação, pelos participantes de negociação pleno e pelos participantes de liquidação, do comitente, da conta ou do ativo, levando-se em consideração as características da operação.
  • ALOCAÇÃO DA CARTEIRA
    Termo usado para definir a forma com que os recursos de uma carteira de investimentos serão alocados entre as várias classes de ativos ou entre diferentes ativos. Por exemplo, podemos alocar uma carteira entre ativos de renda variável e renda fixa.
  • AMBIENTE DE NEGOCIAÇÃO
    Ambiente administrado pela BM&FBOVESPA ou para o qual ela venha a prestar serviços, eletrônicos ou não, onde as operações são realizadas.
  • AMBIENTE DE REGISTRO
    Ambiente administrado pela BM&FBOVESPA ou para o qual ela venha a prestar serviços, eletrônico ou não, onde as operações não realizadas em ambiente de negociação são registradas.
  • ANÁLISE DE EMPRESAS, EM CONOTAÇÃO COM A TEORIA DE EVA, OU VALOR ECONÔMICO ADICIONADO.
    Finalmente, pode ser usado em referência ao imposto existente em alguns países, dentre os quais os EUA, que incide sobre as vendas e circulação de mercadorias.
  • ANÁLISE DE INDICADORES
    Análise do desempenho de uma empresa com base no resultado de alguns indicadores, que podem ser agrupados como: indicadores de atividade, de estrutura de capital, de liquidez, e de rentabilidade. Em geral estes indicadores são calculados com base nos dados disponíveis no balanço patrimonial e no demonstrativo de resultado da empresa, possibilitando a comparação relativa entre empresas e setores.
  • ANÁLISE DE PRODUTIVIDADE
    Sistema através do qual se pode avaliar a relação entre o nível de atividade dos funcionários de uma empresa e o retorno destes esforços em termos de produção de bens e/ou prestação de serviços. A produtividade de uma empresa aumenta na medida em que ela consegue aumentar sua produção, sem com isto utilizar mais recursos.
  • ANÁLISE DE RISCO
    Avaliação contínua e sistemática dos efeitos adversos, ou riscos, que podem atingir uma determinada empresa em um mercado competitivo.
  • ANÁLISE DE SENSITIVIDADE
    Também conhecida como Análise de Sensibilidade, é a análise dos efeitos que a mudança de algumas variáveis podem ter sobre a projeção de resultado de uma empresa, de forma a medir o grau de variação destes resultados em relação às mudanças destas variáveis. Assim, uma empresa pode usar a análise de sensitividade para estimar, por exemplo, o impacto do maior/menor crescimento da economia no seu faturamento anual ou, por exemplo, o impacto da elevação da taxa de juros em seus ativos e passivos.
  • ANÁLISE DE VIABILIDADE
    Avaliação das possibilidades de sucesso de um projeto, através de um exame cuidadoso das características e variáveis que possam afetar o sucesso deste projeto. A análise de viabilidade é usada para ajudar uma empresa no processo decisório, em geral referente à implementação ou não de um negócio/projeto.
  • ANÁLISE DO PONTO DE EQUILÍBRIO
    Técnica que permite determinar o volume de vendas da empresa para a qual as receitas se igualam aos custos operacionais totais. O ponto de equilíbrio pode ser determinado tanto em termos de unidade de produto quanto em termos monetários.
  • ANÁLISE FINANCEIRA
    Uma das metodologias usadas pelos analistas para verificar a situação de uma empresa. Esta metodologia se baseia na análise dos demonstrativos financeiros (balanço patrimonial, demonstrativo de resultado e demonstração de origens e recursos) de uma empresa, com o objetivo de determinar a sua posição financeira atual e assim, projetar seu possível desempenho futuro.
  • ANÁLISE FUNDAMENTALISTA
    Metodologia de análise que utiliza os dados financeiros disponíveis sobre uma empresa para projetar seu desempenho futuro (ex. lucros, posição no mercado, oferta de produtos etc.) e assim determinar um preço justo para as ações da empresa. Para isso, o valor de mercado da empresa é expresso em forma de múltiplos de seu valor patrimonial, lucro estimado, fluxo de caixa e comparado com múltiplos implícitos de empresas no mesmo setor. A principal fonte de informação do analista fundamentalista é o balanço da empresa, de onde ele extrai informações sobre dividendos, lucros, dívidas, atuação da administração, etc.
  • ANÁLISE MARGINAL
    Através da análise marginal é possível comparar os custos incorridos com os benefícios obtidos de algumas estratégias financeiras, o que possibilita que a empresa analise melhor sua estratégia na tentativa de maximizar a sua lucratividade.
  • ANÁLISE TÉCNICA
    Também denominada Análise Gráfica, é uma metodologia que se baseia no comportamento de ações listadas em bolsa ou outros ativos no passado e procura avaliar as possibilidades de flutuações futuras. Em geral, este tipo de análise é usado para se projetar o desempenho de curto prazo de uma ação, enquanto a análise fundamentalista é mais usada para períodos mais longos. O analista técnico, ou grafista, baseia-se nos princípios que os preços se movem em tendências persistentes ao longo do tempo e também através de padrões gráficos. Uma vez determinada essa tendência e padrões, é possível estimar qual o melhor momento para comprar ou vender uma ação.
  • ANBID
    Sigla se refere à Associação Nacional de Bancos de Investimento, que representa as instituições financeiras que operam no mercado de capitais. Os associados são, basicamente, os bancos de investimento e os bancos múltiplos com carteira de investimento. Dentre as responsabilidades da Anbid está a coleta e consolidação de informações referentes à indústria de fundos de investimento. Além disto, a entidade é responsável pela determinação dos critérios de classificação dos fundos em categorias e subcategorias Em 21/10/2009, a ANBID integrou suas atividades às da ANDIMA passando ambas a constituir a ANBIMA – Associação Brasileira das Entidades dos Mercados de Capitais..
  • ANUIDADE (OU TAXA DE ANUIDADE)
    Valor cobrado anualmente pela administradora do cartão de crédito pelos serviços prestados. Muitas instituições já isentam deste pagamento seus melhores clientes.
  • APORTE INICIAL (OU APLICAÇÃO INICIAL)
    O termo “aporte” é usado para definir a primeira contribuição feita quando o investidor adere a um plano de previdência. Já o termo “aplicação” é usado para se referir à primeira aplicação feita por um investidor em um fundo de investimento.
  • APRENDIZADO ORGANIZACIONAL
    Termo usado para definir o questionamento, avaliação e inovação das práticas de gestão e padrões de trabalho.
  • ARBITRAGEM
    Termo usado no mercado financeiro para definir operações que buscam tirar proveito de variações na diferença de preços entre dois ativos ou entre dois mercados, ou das expectativas futuras de mudanças nessas diferenças sem haver risco de mercado da operação . Como exemplos, podemos citar a compra de um ativo à vista e a venda desse mesmo ativo a futuro ou operações envolvendo ações no mercado Brasileiro e seus respectivos ADRs negociados em bolsas Americanas, comprando-se o ativo no mercado onde o preço é menor e vendendo-se o ativo onde o preço é maior, obtendo-se assim, lucro.
  • ARBITRAMENTO SISTEMÁTICO DE LINGOTES DE OURO
    Procedimento para atestar o teor de pureza dos lingotes de ouro negociados nos mercados administrados pela BM&FBOVESPA.
  • ARPU
    Sigla que vem do inglês “Average Revenue Per User”. Em português significa receita média por usuário e é um termo muito utilizado para medir o desempenho de operadoras de telecomunicações.
  • ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA (AGE)
    Reunião de acionistas, de convocação não obrigatória, convocada na forma da lei e dos estatutos, a fim de deliberar sobre qualquer matéria de interesse da sociedade.
  • ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA (AGO)
    Reunião de acionistas convocada obrigatoriamente pela diretoria de uma sociedade anônima para verificação dos resultados, leitura, discussão e votação dos relatórios de diretoria e eleição do conselho fiscal da diretoria. Deve ser realizada até quatro meses após o encerramento do exercício social.
  • ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA DE CONTEMPLAÇÃO
    É a reunião mensal de consorciados destinada à contemplação, à prestação de informações sobre o grupo e à tomada de decisões previstas no Contrato de Adesão.
  • ASSET ALLOCATION
    Termo que vem do inglês e significa alocação de recursos. Muito usada com referência a escolha dos ativos financeiros (ex. ações, dólar, títulos de renda fixa, etc) que são usados na composição de uma carteira de investimentos. Em geral, quando se aplica em um fundo de investimento recomenda-se que o investidor analise com cuidado o prospecto para que saiba a forma com que o gestor está alocando os ativos do fundo, ou seja, para entender o asset allocation deste fundo.
  • ATIVO
    Termo que determina propriedades ou itens de valor possuídos por uma empresa ou pessoa. No caso das empresas, representa todos os itens (caixa, estoques, créditos, imóveis, equipamentos, investimentos etc.) que a empresa possui e que estão contabilizados em seu balanço patrimonial. Em geral, os ativos de uma empresa são alocados em três categorias, de acordo com a sua liquidez e duração (ativo circulante, realizável no longo prazo e permanente). O total de ativos de uma empresa equivale à soma dos seus passivos e de seu patrimônio líquido. Também usado para denominar o nome fantasia pelo qual a empresa e suas ações são conhecidas na BOVESPA.
  • ATIVO CIRCULANTE
    Um dos componentes do balanço patrimonial das empresas. O ativo circulante reflete a soma de todos os ativos de uma empresa que podem, no curto prazo (até 365 dias), ser convertidos em liquidez, ou seja, vendidos de forma a aumentar o caixa da empresa. Em geral, o ativo circulante inclui contas como disponibilidades, créditos, estoques etc. Contabilmente, somente são incluídos no ativo circulante de uma empresa os bens e direitos que a empresa deve realizar em um prazo inferior a 365 dias da data do último exercício social.
  • ATIVO IMOBILIZADO
    Um dos componentes do balanço patrimonial das empresas. O ativo imobilizado é composto da soma dos bens tangíveis utilizados nas atividades operacionais da empresa e que não devem ser convertidos em dinheiro, ou consumidos no curso das atividades da empresa (ex. imóveis, maquinário, equipamento, terrenos etc.).
  • ATIVO PERMANENTE
    Um dos componentes do balanço patrimonial das empresas. O ativo permanente reflete a soma dos ativos imobilizados (imóveis, maquinário etc.) e dos investimentos de longo prazo (participações em empresas coligadas etc.) de uma empresa.
  • ATIVO RENTÁVEL
    O conceito de Ativo Rentável é utilizado somente para instituições financeiras e reflete a soma de todos os ativos que geram um retorno financeiro para a instituição. O retorno total desses ativos está incluído na receita bruta de intermediação financeira da instituição.
  • ATIVOS INTANGÍVEIS
    Termo que define os ativos de uma empresa, que não têm representação física imediata. Fazem parte dos ativos intangíveis de uma empresa as patentes, franquias, nomes e marcas etc.
  • ATUÁRIO
    Profissional que usa métodos matemáticos complexos para determinar a sinistralidade, assim como outras estatísticas, além de desenvolver sistemas de cálculo de prêmios futuros.
  • AUMENTO DE CAPITAL
    Termo usado para refletir mudanças na estrutura de capital de uma empresa, através da incorporação de novos recursos (ou reservas) ao capital da empresa. Uma empresa pode efetuar um aumento de capital através de aportes dos seus acionistas, que pode ocorrer na forma de emissão de novas ações no mercado, pela incorporação do capital de outras empresas, mediante bonificação (distribuição gratuita de novas ações aos acionistas) etc.
  • AUMENTO DO VALOR NOMINAL
    Termo que se refere à alteração do valor nominal da ação de uma empresa, que ocorre em decorrência da incorporação de reservas de capital da empresa sem que sejam emitidas novas ações.
  • AUTORIZAÇÃO DE ACESSO
    Autorização concedida mediante outorga da BM&FBOVESPA, por processo de aprovação por seu Conselho de Administração, para o participante com a intenção de atuar nos ambientes, sistemas e mercados administrados pela BM&FBOVESPA, de acordo com as regras de acesso estabelecidas em regulamento específico da BM&FBOVESPA.
  • AUTORIZAÇÃO DE FATURAMENTO
    Documento que autoriza ao fornecedor do bem ou conjunto de bens a emitir nota fiscal e entregar o bem ao consorciado com a responsabilidade de pagamento pela administradora.
  • AVERAGE HOURLY EARNINGS
    O Departamento de Trabalho dos EUA divulga mensalmente a média de ganhos por hora trabalhada, através de uma pesquisa realizada em 375 mil empresas.
  • AVERAGE WORKWEEK
    O Departamento de Trabalho dos EUA divulga mensalmente a estimativa de médias de horas trabalhadas por semana, através de uma pesquisa realizada com cerca de 375 mil empresas.
  • AVISO DA INTENÇÃO DE ENTREGA
    Meio pelo qual o comitente-vendedor de um derivativo que tenha sua liquidação por meio de entrega física manifesta, via participante de negociação pleno, sua intenção de proceder à entrega da mercadoria.
  • AVISO DE ENTREGA
    Meio pelo qual o comitente-vendedor, via participante de negociação pleno, manifesta sua decisão de proceder à entrega da mercadoria; consiste do envio da documentação requerida e do registro, no sistema de classificação e liquidação física da câmara, da decisão de entrega.
  • B2B
    Sigla em inglês que significa “Business to Business”, ou, em português, transação de empresa com empresa. Este termo é usado para definir os negócios entre empresas, que são conduzidos através da rede mundial de computadores (ou internet).
  • B2C
    Sigla em inglês que significa “Business to Consumer”, ou, em português, transação de empresa com consumidor. Este termo é usado para definir os negócios entre uma empresa e seus consumidores, que são conduzidos através da rede mundial de computadores (ou internet). Estes negócios podem incluir desde a oferta de serviços de pós-venda, de promoção, assim como propaganda aos clientes da empresa.
  • BACKWARDATION
    Situação na qual o preço do mercado futuro está abaixo do preço spot esperado para o futuro. O fenômeno inverso é denominado contango.
  • BALANÇA COMERCIAL
    Registra o resultado das transações de bens (exportações e importações) entre um país e o resto do mundo. Caso o valor das exportações supere o das importações, a balança comercial apresenta um superávit, caso o contrário ocorra, temos um déficit da balança comercial. O saldo da balança comercial é utilizado no cálculo do Balanço de Pagamentos.
  • BALANÇA DE SERVIÇOS
    Um dos componentes da conta do balanço de pagamentos de um país, em que são registradas algumas transações com o exterior. A balança de serviços é dividida em duas partes como detalhado: Serviços de fatores: inclui os pagamentos efetuados e recebidos relacionados com fatores de produção, como por exemplo, lucros, salários, juros e dividendos. Serviços de não fatores: inclui os pagamentos efetuados e recebidos de fretes e seguros de produtos importados, direitos autorais, royalties, gastos com viagens internacionais, etc.
  • BALANCETE
    Balanço parcial da situação econômica e do patrimônio de uma empresa, que se refere a um período específico do exercício social da empresa. Ao contrário do balanço patrimonial, que é divulgado com periodicidade específica, o balancete pode ser publicado sempre que necessário.
  • BALANÇO DE CAPITAIS
    Termo que se refere a um dos itens que compõem o balanço de pagamentos de um país. A conta de balanço de capitais inclui os empréstimos, financiamentos, investimentos ou amortizações feitas no país.
  • BALANÇO DE PAGAMENTOS
    O Balanço de Pagamentos registra o resultado de todas as transações (bens, serviços, transferências e fluxos de capital) entre um país e o resto do mundo. Todas as contas de bens, serviços e transferências unilaterais são agrupadas para obter o Saldo de Transações Correntes. Este saldo é somado ao resultado das contas de capital e erros e omissões para obter o saldo do Balanço de Pagamentos. A variação de reservas é sempre igual ao saldo do Balanço de Pagamentos, pois caso o país receba mais do que envia, as reservas aumentarão; o contrário ocorrendo caso o país envie mais do que receba.
  • BALANÇO PATRIMONIAL
    Demonstração financeira que detalha e quantifica os ativos, passivos e patrimônio de uma empresa. Em termos de unidades monetárias, o balanço mostra o que a empresa possui (ativos), o quanto deve (passivos), o quanto seus acionistas já investiram na empresa (capital) e o quanto ganhou ou perdeu desde sua abertura (reserva de resultados). O balanço apresenta estas informações em uma determinada data, como último dia de um trimestre, semestre ou ano.
  • BANCO CENTRAL DO BRASIL (BACEN)
    O principal órgão executivo do sistema financeiro nacional. Foi criado em 1964, incorporando uma série de atividades até então exercidas pelo Banco do Brasil. O Bacen é o órgão responsável pela gestão do sistema financeiro, funcionando como o banqueiro do Governo. Dentre as suas principais funções estão: Compra e venda de títulos federais (sobretudo através de operações no open market), tanto com o objetivo de financiamento do Tesouro Nacional quanto de execução da política monetária; Recebimento de depósitos compulsórios e voluntários do sistema bancário, assim como realização de operações de redesconto e outros tipos de empréstimos às instituições financeiras; Autoriza o funcionamento, fiscaliza e aplica as penalidades previstas às instituições financeiras, de acordo com as normas determinadas pelo CMN (Conselho Monetário Nacional); É o depositário das reservas internacionais do país e o co-responsável (juntamente com o Tesouro Nacional) pela política de captações externas brasileiras; É responsável pela emissão de papel moeda e moeda metálica.
  • BANCO CENTRAL EUROPEU
    O Banco Central Europeu (BCE) foi instituído em 30 de junho de 1998 e, desde 1o. de janeiro de 1999, tem por missão assegurar a execução da política monetária européia definida pelo Sistema Europeu de Bancos Centrais. Os órgãos de decisão do BCE (o Conselho do BCE e a Comissão Executiva) dirigem o Sistema Europeu de Bancos Centrais (SEBC), que tem a seu cargo a gestão da massa monetária, a condução das operações cambiais, a detenção e a gestão das reservas cambiais oficiais dos Estados-membros e a promoção do bom funcionamento dos sistemas de pagamento.
  • BANCO CORRESPONDENTE
    Instituição financeira que (i) mantém conta no exterior para a liquidação de operações de câmbio; e (ii) realiza operações de compra e venda de moeda estrangeira.
  • BANCO CORRESPONDENTE DA BM&FBOVESPA
    Instituição financeira que mantém vínculo contratual com a BM&FBOVESPA para (i) manter conta no exterior em nome desta para a liquidação das operações de câmbio; (ii) realizar operações de compra e venda de moeda estrangeira; e (iii) prestar outros serviços de interesse da BM&FBOVESPA.
  • BANCO DEPOSITÁRIO
    É um banco responsável pelos serviços de transferência e agenciamento de ações de um programa de ADR´s. Esta função inclui a escolha de um custodiante para aceitar o depósito das ações, a emissão de certificados negociáveis que representam as ações, a manutenção do registro de acionistas de forma a refletir todas as transações, além da distribuição dos dividendos aos investidores que compraram os ADR´s.
  • BANCO EMISSOR DE GARANTIAS
    Banco que emite, em favor de terceiros, ativos passíveis de aceitação pela câmara em garantia.
  • BANDAS DE BOLLINGER (BOLLINGER BANDS)
    Indicador usado em análise técnica. Em um gráfico de ações as Bandas de Bollinger são definidas pela área de um desvio padrão abaixo e outro acima da média do preço da ação nos últimos N dias. As bandas representam um envelope aos níveis de suporte e resistência. Em geral, ocorrem fortes oscilações no preço da ação de uma empresa depois que as bandas se aproximam da média. Movimentos fora das bandas sugerem a continuação da tendência. Altas e baixas fora das bandas, seguidas de altas e baixas dentro das bandas indicam reversão de tendência.
  • BDRS
    Os BDRs (Brazilian Depositary Receipts) são recibos emitidos por um banco depositário brasileiro e que representam ações de um emissor estrangeiro que se encontram depositadas e sob custódia deste banco. Os BDRs abrem ao investidor brasileiro a oportunidade de investir em empresas estrangeiras sem ter que sair da Bovespa.
  • BEAR MARKET
    Terminologia na língua inglesa que significa que o mercado está em tendência de queda. A associação ao “bear” (urso) deve-se à forma como esse animal ataca suas vítimas, que é com uma patada vinda de cima para baixo.
  • BEIGE BOOK
    Os 12 Federal Reserve Banks (bancos centrais regionais dos EUA) compilam informações sobre a situação econômica nas suas áreas de atuação e divulgam esses dados no relatório denominado Beige Book (Livro Bege). A publicação não expressa a opinião do Federal Reserve sobre a economia do país, sendo apenas um indicativo da atividade econômica de cada região. Seus dados são usualmente considerados pelo Fomc (Federal Open Market Committee) na definição da taxa básica de juro norte-americana.
  • BEM DO CONSÓRCIO
    É o bem objeto do grupo, indicado na Proposta de Adesão, que poderá consistir em bem ou conjunto de bens, novos, de produção nacional ou estrangeira, ou em percentuais do valor desse bem ou conjunto de bens.
  • BEM SUBSTITUTO
    É o bem ou conjunto de bens escolhido na Assembléia Geral Extraordinária, ou pelo consorciado contemplado, em substituição do bem ou conjunto de bens, nas hipóteses previstas neste contrato, também designado apenas como bem ou conjunto de bens.
  • BENCHMARKING
    Termo que vem do inglês e define o processo usado para avaliar o desempenho de um ativo financeiro em relação ao desempenho de outros ativos financeiros identificados como sendo os de melhor desempenho no setor (ou categoria de investimento). Muito usado na análise do desempenho de fundos de investimentos, onde o retorno da carteira do fundo é comparado com o retorno do benchmark, ou índice de referência. No caso dos fundos de ações, por exemplo, o benchmark em geral é o Ibovespa, enquanto nos fundos DI e de renda fixa o índice de referência mais usado é o CDI. Também é usado para definir o processo de melhoria da gestão de uma empresa através da implementação de melhores práticas e da adaptação de processos com base na experiência própria ou na observação da atividade de empresas ou organizações concorrentes. O objetivo do benchmarking é o de efetuar uma análise comparativa dos procedimentos adotados pela empresa com aqueles adotados pelos seus concorrentes, na tentativa de melhorar o desempenho da empresa.
  • BENS DE CAPITAL
    Engloba os bens que são utilizados para a produção de outros bens, como é o caso, por exemplo, das máquinas, equipamentos etc.
  • BENS DE CONSUMO DURÁVEIS
    Engloba os bens de consumo que prestam serviço por um período de tempo relativamente longo, como é o caso, por exemplo, das máquinas de lavar roupa, geladeiras e até mesmo dos automóveis.
  • BENS DE PRODUÇÃO
    Muitas vezes o termo é usado como sinônimo de bens de capital, mas em alguns casos é usado para denominar, além dos bens de capital, os bens intermediários e as matérias primas.
  • BENS INTERMEDIÁRIOS
    Bens manufaturados ou matérias-primas processadas empregadas na produção de outros bens. Os bens intermediários também podem ser definidos como os insumos que uma empresa compra de outra para a elaboração dos seus produtos. Um exemplo disto é a bobina de aço produzida pelas siderúrgicas, que é considerada um bem intermediário na fabricação de um automóvel.
  • BETA
    Medida de risco diversificável de uma ação. O coeficiente beta pode ser visto como um índice do grau do retorno relativo de uma ação em relação ao retorno do mercado (Ibovespa). O beta do mercado é igual a 1 e todos os outros betas são calculados em relação a esse valor. Um beta positivo sugere que a ação move na mesma direção do mercado, enquanto um negativo sugere um movimento na direção oposta. Betas positivos são mais comuns que negativos. Uma ação com um beta igual a 2.0, reage duas vezes mais que o mercado, ou seja, experimenta uma mudança de 2% em seu retorno para cada mudança de 1% no retorno do mercado.
  • BI-TRIBUTAÇÃO
    Termo usado para definir situação em que dois impostos decretados por entidades distintas incidem sobre o mesmo bem ou fato gerador.
  • BID
    Termo usado para determinar o preço de compra de um título no mercado. Assim, por exemplo, o termo “bid-offer” spread se refere à diferença entre o preço que as instituições financeiras cobram para comprar um determinado ativo dos investidores em relação ao preço que cobram para vender esse mesmo ativo a um investidor interessado. Por exemplo, se a cotação “bid”, ou de compra, do dólar é de R$ 3,30 e a cotação “offer”, ou de venda, é de R$ 3,60 o “bid-offer” spread é de R$ 0,30, que reflete o ganho da instituição ao comprar e vender um mesmo ativo financeiro.
  • BLOCK TRADE
    Negociação de um grande lote de ações nas bolsas de valores, normalmente sob a forma de leilão. Muitas bolsas, inclusive a Bovespa, requerem que, no caso do lote representar uma proporção significativa do capital da empresa, o mercado seja avisado com antecedência, para reduzir a volatilidade das cotações.
  • BLUE CHIP
    Termo usado para fazer referência às ações de grande liquidez e números de negócios no mercado. Em geral, são ações de empresas tradicionais, com ótima reputação e de grande porte. Podemos citar como exemplos no Brasil: Petrobrás, Telemar, Vale, Bradesco, Itaú, etc.
  • BM&F – BOLSA DE MERCADORIAS E FUTUROS
    Bolsa onde se negociam mercadorias (commodities), tais como café, açúcar, algodão, etc, assim como contratos futuros de ativos e mercadorias como: taxas de juros, taxas de câmbio, índice de ações, ouro, cupom cambial, títulos da dívida, soja, milho, açúcar, café, boi gordo, álcool anidro e algodão. As negociações são feitas nos mercados à vista e de futuros. A maior bolsa de mercadorias do Brasil é a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), fundada em 1971. Para negociar na BM&F é necessário intermediação de uma corretora de mercadorias e um registro na própria bolsa. Em 25/03/2008, foi realizada a fusão entre as bolsas Bovespa e BM&F, criando a BM&FBovespa, a terceira maior bolsa de valores do mundo em ordem de valor de mercado.
  • BM&FBOVESPA
    Reúne a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), onde são negociadas as ações (mercado de capitais) e a Bolsa de Mercadorias e Futuros (a BM&F), que negocia, entre outros itens, as commodities agropecuárias. Visite: www.bmfbovespa.com.br/
  • BNDES
    Sigla que designa o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social, que é o órgão governamental responsável pela implementação de políticas de investimento empresarial de longo prazo. Dentre as principais responsabilidades do BNDES estão: impulsionar o crescimento da economia, atuando como instituição de fomento; fortalecer o empresariado nacional; promover a diversificação e o crescimento das exportações; criar pólos de produção para diminuir possíveis desequilíbrios regionais. As atividades de fomento da instituição são conduzidas através de programas especiais como, por exemplo, o Finame, Finem e Finac.
  • BO – BOLETIM DE OCORRÊNCIA
    Se você foi assaltado ou perdeu algum documento, é necessário dar queixa em qualquer delegacia para que seja registrada a ocorrência, e é exatamente através deste documento, mais conhecido como B.O., que você terá a comprovação do que realmente aconteceu no momento do assalto ou perda do documento.
  • BOARD OF GOVERNORS
    Termo em inglês que denomina um grupo de sete membros, nomeados pelo Presidente da República dos EUA e aprovados pelo Senado, para um mandato de 14 anos. Os membros, em conjunto com presidentes de bancos centrais regionais, formam o FOMC (Federal Open Market Commitee), órgão responsável pela condução de política monetária e definição da taxa de juros nos EUA.
  • BOLSA DE VALORES
    Lugar onde se negociam títulos e valores mobiliários (sobretudo ações, opções, direitos e debêntures). A BM&FBOVESPA é a principal instituição brasileira de intermediação para operações do mercado de capitais e a única bolsa de valores, mercadorias e futuros em operação no Brasil. É uma companhia de capital brasileiro, formada em 2008, a partir da integração das operações da Bolsa de Valores de São Paulo e da Bolsa de Mercadorias & Futuros. Para mais informações sobre a BM&FBOVESPA, acesse: www.bmfbovespa.com.br
  • BONIFICAÇÃO
    Distribuição gratuita de novas ações aos acionistas, na proporção da quantidade de ações já possuída por cada um destes acionistas. Esta distribuição, em geral, ocorre em virtude da incorporação ao capital da empresa de reservas ou lucros acumulados, ou da reavaliação dos ativos da empresa. As empresas também podem efetuar bonificação em dinheiro. Neste caso o acionista recebe da empresa um valor monetário relacionado às reservas não incorporadas, sendo que este pagamento é feito além do pagamento de dividendos.
  • BÔNUS DE SUBSCRIÇÃO
    Termo usado para designar obrigações negociáveis emitidas por uma empresa que dão direito à subscrição de novas ações desta empresa, dentro de um prazo estabelecido e por um preço que esteja de acordo com o limite do aumento de capital autorizado em seu estatuto. Caso o acionista desista de efetuar a compra durante este período, ele perderá o direito à subscrição e não terá direito à restituição do dinheiro pago antecipadamente.
  • BOVESPA
    Termo que designa a Bolsa de Valores do Estado de São Paulo, a maior bolsa de valores do país. Muitas vezes se confunde o termo Bovespa com o Ibovespa, que na verdade é o principal índice de ações da bolsa paulista.
  • BRANDING
    Processo de identificação de produto ou serviço pela atribuição de marca, símbolo e/ou nome identificativo.
  • BUILDING PERMITS
    O US Census Bureaudo Departamento de Comércio dos Estados Unidos divulga mensalmente resultado da pesquisa sobre Building Permits, referente ao número de autorizações concedidas no território norte-americano para construção de imóveis num período pré-determinado. Como nem todas as autorizações concedidas refletem no início imediato da construção, este índice apresenta diferenças em relação ao indicador Housing Starts, que mede as construções efetivamente iniciadas.Vale ressaltar que esse índice, apesar de reportar somente as autorizações nas regiões dos Estados Unidos onde elas são obrigatórias, é importante, pois o setor imobiliário possui elevada participação na composição do PIB (Produto Interno Bruto), e serve como termômetro da situação da economia local.
  • BULL MARKET
    Terminologia na língua inglesa que significa que o mercado está em tendência de alta. A associação ao “bull” (touro) deve-se à forma como esse animal ataca suas vítimas, que é com uma chifrada vinda de baixo para cima.
  • BUSINESS INVENTORIES
    O Departamento de Comércio dos EUA divulga mensalmente o nível de vendas e estoques das empresas norte-americanas, levando em consideração tanto o setor industrial, como o atacado e o varejo. Contudo, as informações deste relatório são referentes ao mês retrasado ao mês de publicação. Esse índice, porém, é relevante, pois uma queda dos estoques, acompanhada de aumento das vendas, sugere uma possível retomada da atividade econômica local. Por outro lado, uma queda nos estoques, sem aumento de vendas, pode indicar apenas uma redução na taxa de reposição dos estoques por parte das empresas.
  • BUY AND HOLD
    Estratégia de selecionar ações de excelentes empresas, comprá-las na bolsa e mantê-las por um longo tempo na carteira, independente das oscilações que sempre ocorrem de curto prazo.
  • CAC-40
    Índice que exprime a variação média diária de uma carteira de ações negociadas na Bolsa de Valores de Paris. O CAC 40 é formado por uma carteira teórica de 40 ações, escolhidas pela participação no mercado e pela liquidez de cada ação, de forma a representar o comportamento do mercado francês.
  • CADASTRO
    Procedimento de admissão e registro de participantes cadastrados na BM&FBOVESPA.
  • CADEIA DE RESPONSABILIDADES
    Estrutura que define as relações de corresponsabilidade entre a BM&FBOVESPA e os participantes com relação a direitos e obrigações.
  • CADEIA DE VALOR
    Conjunto das diversas etapas de produção, que começa com a matéria-prima, inclui o fornecimento de equipamentos, o aparato tecnológico e institucional e se encerra com a distribuição e comercialização do produto final.
  • CADEIA PRODUTIVA
    Conjunto de diversos segmentos de produção e serviços (indústria de insumos, produtores, indústrias processadoras, distribuidores etc) que se inter-relacionam e interagem no ambiente institucional no qual se inserem.
  • CADUCIDADE
    Termo usado para determinar a perda de um direito devido ao fato de que não foi exercido em um determinado período de tempo determinado seja pela lei, ou pela vontade das partes envolvidas.
  • CALL – OPÇÃO DE COMPRA
    Termo que vem do inglês e é usado no mercado de opções e significa opção de compra. Quando um investidor compra uma opção de compra, ele paga um prêmio para adquirir o direito de comprar um determinado ativo financeiro por um preço previamente determinado durante o prazo de vigência ou no vencimento da opção.
  • CALL AT THE MONEY
    Opção de compra com o preço de exercício o mais próximo possível do atual preço de mercado do ativo a que ela é relativa. 
  • CALL CENTER
    Termo que vem do inglês e denomina a central de atendimento aos clientes onde as chamadas são processadas ou recebidas. O call center tem como objetivo ajudar a promover o esforço de vendas, oferecer atendimento ao consumidor, suporte técnico e qualquer outra atividade administrativa especializada.
  • CALL IN THE MONEY
    Opção de compra com o preço de exercício abaixo do atual preço de mercado do ativo a que ela é relativa.
  • CALL OUT THE MONEY
    Opção de compra com o preço de exercício acima do atual preço de mercado do ativo a que ela é relativa.
  • CÂMARA
    A BM&FBOVESPA na prestação, em caráter principal, dos serviços relacionados à aceitação, compensação, liquidação e administração de risco de operações, bem como outras atividades relacionadas.
  • CÂMBIO (OU TAXA DE CÂMBIO)
    Define toda a operação em que existe troca de moeda nacional por moeda estrangeira, ou vice-versa. Ao viajar, um turista troca moeda nacional, por moeda estrangeira num banco. Ao retornar, se ainda sobrou moeda estrangeira, é possível trocá-la no banco por moeda nacional. No jornal é possível encontrar várias taxa de câmbio para uma mesma moeda. Em todos os casos existe sempre uma cotação de compra e outra de venda, a diferença entre as duas taxas é chamada spread que é o que determina o ganho da instituição financeira na operação. Isto porque a taxa de venda é aquela usada pelo banco para determinar a cotação pela qual irá vender dólares para os investidores, enquanto a taxa de compra é aquela que paga pelos dólares que os investidores lhe vendem. Como era de se esperar, a taxa de compra é menor que a taxa de venda, quanto maior esta diferença maior o spread e o ganho do banco.
  • CÂMBIO FLUTUANTE
    Política cambial de um país em que a moeda local varia de acordo com a oferta e a procura de moeda conversível (normalmente dólar), sendo que essa procura pode flutuar de acordo com vários fatores dentre os quais a situação político-econômica do país, situação do mercado internacional etc.
  • CÂMBIO PARALELO
    Operação de conversão de Reais por uma moeda estrangeira no mercado paralelo. O termo dólar paralelo, por exemplo, é usado para definir a cotação de compra ou venda da moeda norte-americana fora dos canais de conversão autorizados pelo Banco Central. Em diversas ocasiões é executado através da troca física de moedas, contrastando com o dólar cabo, onde a transação é eletrônica. Todos os negócios realizados no mercado paralelo, bem como a posse de moeda estrangeira sem origem justificada, são ilegais e sujeitam o cidadão, ou a empresa, às penas da lei.
  • CANAL DE TENDÊNCIA
    Termo utilizado em análise técnica (ou grafista) para definir, no gráfico de ações, quando se pode traçar uma reta aproximadamente paralela à linha de tendência por dois máximos (no caso de alta), ou dois mínimos (no caso de baixa). Em geral o canal de tendência sugere um movimento futuro provável da ação no caso de alta ou baixa.
  • CANDLESTICK, GRÁFICO TIPO
    Termo usado para definir um tipo de gráfico utilizado em análise técnica, que mostra simultaneamente as cotações de abertura e de fechamento, máximas e mínimas de uma ação. Através dos desenhos formados ao longo do tempo, os analistas técnicos são capazes de identificar padrões que não apareceriam em outros gráficos, como os de linha ou de barras.
  • CAPACIDADE DE PRODUÇÃO
    Volume de bens e/ou serviços que uma empresa pode produzir durante um período de trabalho pré-determinado, muitas vezes medido por dia, meses ou anos.
  • CAPACIDADE INSTALADA
    A capacidade instalada de uma empresa reflete o seu potencial total de produção, com base nos recursos de que dispõe, o que inclui equipamentos, mão de obra, conhecimentos, estoque etc. De maneira simplificada, quando se fala que uma empresa está operando com 90% de sua capacidade, isto significa que a empresa está produzindo 90% da sua capacidade instalada, ou seja, 90% do seu potencial total de produção.
  • CAPACIDADE OCIOSA
    Diferença entre o volume efetivo de produção e o que seria possível produzir com a capacidade instalada. Deste modo, a capacidade ociosa representa o quanto esta empresa poderia produzir a mais para atingir sua capacidade de produção.
  • CAPACITY UTILIZATION
    O Federal Reserve, que corresponde ao banco central dos Estados Unidos, divulga mensalmente relatório contendo informações sobre a capacidade industrial utilizada nos EUA. O índice, que mede a atividade das indústrias de transformação, mineração, energia elétrica e gás, é calculado como resultado do índice de produção dividido pelo índice de capacidade, que corresponde à produção máxima sustentável. Além de importante indicador do nível de atividade econômica, o índice é também usado para determinar a tendência da inflação. Isso porque, se uma indústria estiver operando em plena capacidade, no curto prazo seria difícil elevar a produção. Desse modo, se a demanda for maior do que a oferta, o produtor pode elevar suas margens de lucro, impulsionando a inflação.
  • CAPEX
    É a abreviação de “capital expenditure”, ou os investimentos realizados em bens de capital que visam a continuidade ou a ampliação das operações de uma empresa.
  • CAPITAL
    É a soma de todos os recursos, bens e valores, mobilizados para a constituição de uma empresa.
  • CAPITAL A INTEGRALIZAR
    Parcela da subscrição de capital que o acionista de uma empresa ainda deverá pagar, isto é, que ainda não foi colocada na empresa.
  • CAPITAL ABERTO (COMPANHIA DE)
    Focando no mercado brasileiro, são empresas cujos valores mobiliários, como ações, por exemplo, estão registrados na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), e que estão admitidos à negociação no mercado de títulos e valores mobiliários, de bolsa ou de balcão. A CVM pode classificar as companhias de capital aberto em categorias, conforme as espécies e classes dos valores mobiliários por ela emitidos, negociados nesses mercados. As companhias de capital aberto se sujeitam ao cumprimento de uma série de normas com relação a demonstrações financeiras, fatos relevantes, parecer de auditores etc.
  • CAPITAL AUTORIZADO
    Termo que define o limite estatutário de competência de assembléia geral ou do conselho de administração para aumentar o capital social de uma empresa.
  • CAPITAL CIRCULANTE
    O capital circulante de uma empresa é definido como a diferença entre o ativo circulante e o passivo circulante desta empresa. A maioria das empresas precisa operar com um certo montante de capital circulante, mas a quantidade exata depende do setor em que a empresa atua. Empresas com fluxos de caixa muito previsíveis, como as distribuidoras de energia, por exemplo, podem operar com um capital circulante negativo, contudo a maioria das empresas precisa manter níveis positivos de capital circulante.
  • CAPITAL CIRCULANTE LÍQUIDO
    É a diferença entre o ativo circulante o passivo circulante que constam do balanço patrimonial de uma empresa em uma determinada data. Quando o ativo circulante é maior que o passivo circulante, tem-se um capital circulante líquido próprio. Quando o ativo circulante é menor que o passivo circulante, tem-se um capital circulante líquido negativo ou de terceiros.
  • CAPITAL DE GIRO
    Termo que se refere ao capital (próprio ou de terceiros) utilizado pela empresa para o financiamento da sua produção como, por exemplo, o dinheiro usado para pagar fornecedores. Os recursos de terceiros são, em geral, levantados junto a bancos comerciais através de operações como desconto de duplicata, por exemplo.
  • CAPITAL DE RISCO
    Termo usado para determinar a parcela do capital da empresa que está investida em atividades ou instrumentos nos quais existe a possibilidade de perdas ou ganhos superiores aos normalmente esperados nas atividades habituais da empresa.
  • CAPITAL DE TERCEIROS
    Termo usado para definir a parcela do capital total investida na empresa que não pertence aos acionistas, sendo, em geral, equivalente à dívida da empresa.
  • CAPITAL FECHADO (COMPANHIA DE)
    Empresa que trabalha no regime de sociedade anônima e que tem suas ações nas mãos de poucos acionistas, sendo que esses títulos não são negociados em Bolsa de Valores.
  • CAPITAL GARANTIDO
    Define uma modalidade de fundo de investimento, que tem como objetivo proteger o investimento inicial no caso de uma variação negativa do Ibovespa. Se a rentabilidade do Ibovespa for positiva, então a rentabilidade do fundo também será, mas em menor proporção, enquanto se a rentabilidade do Ibovespa for negativa, o investidor tem assegurado que receberá a mesma quantia inicialmente investida no vencimento da aplicação.
  • CAPITAL HUMANO
    Termo usado para designar o conjunto de conhecimento e informações acumulado pelos funcionários da organização, assim como os investimentos destinados à formação educacional destes profissionais.
  • CAPITAL INTEGRALIZADO
    Termo que denomina a conta de capital de uma empresa, em que o valor das ações subscritas foi totalmente recebido.
  • CAPITAL INTELECTUAL
    Soma dos ativos de uma empresa, que representa o total do seu conhecimento e pode garantir uma vantagem competitiva. Fazem parte do capital intelectual de uma empresa: conhecimento, habilidade e experiência dos seus funcionários, patentes, tecnologias desenvolvidas internamente, bancos de dados/informações etc.
  • CAPITAL SOCIAL
    O capital social de uma empresa reflete a parcela de recursos financeiros colocada na empresa pelos seus acionistas. A soma do capital social integralizado de uma empresa, juntamente com as reservas de capital, as de reavaliação e de lucro, assim como o lucro ou prejuízo acumulados no período, forma o patrimônio líquido de uma empresa.
  • CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO A INTEGRALIZAR
    Parcela de subscrição que o acionista deverá pagar, de acordo com determinação do órgão que autorizou o aumento de capital de uma sociedade.
  • CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E REALIZADO
    Montante de capital social acrescido da parcela de subscrição paga pelo acionista.
  • CAPITAL SUBSCRITO
    Valor efetivamente subscrito, ou depositado, na empresa pelos seus acionistas.
  • CAPITALISTA
    Indivíduo que investe temporariamente em empresas emergentes com evidente potencial de crescimento, e que tem como objetivo obter uma rentabilidade acima das alternativas disponíveis no mercado financeiro. Em geral, estes indivíduos participam da gestão da empresa, durante o período de duração do investimento.
  • CAPITALIZAÇÃO BURSÁTIL
    A capitalização bursátil é um indicador usado para medir o valor de mercado de todos os ativos cotados em uma determinada bolsa de valores. É calculado somando-se o valor de mercado de cada ação, obtido como o resultado da multiplicação do número de ações pela cotação de fechamento no período desejado. No caso da Bovespa, a bolsa paulista divulga informações com periodicidade diária, semanal e mensal, tanto em reais como em dólares norte-americanos.
  • CAPTAÇÃO
    (1) Termo que reflete uma das principais atividades das instituições financeiras. Quando você deposita um dinheiro em uma caderneta de poupança, abre uma conta corrente, ou simplesmente compra um CDB, estas quantias são consideradas como valores captados pelo banco em questão. (2) Também pode ser usado para determinar a emissão de títulos no mercado de capitais, através da qual tanto instituições financeiras, empresas e governos conseguem obter recursos para financiar suas atividades. Por exemplo, quando uma empresa brasileira emite um título de dívida no mercado externo, do tipo eurobond, diz-se que a empresa fez uma “captação” no mercado externo.
  • CAPTURA
    Procedimento por meio do qual os sistemas da câmara recebem as operações realizadas por intermédio dos ambientes de negociação e registradas em ambientes de registro.
  • CARÊNCIA (OU PERÍODO DE)
    (1) Termo usado para definir o período em que o participante/investidor não pode resgatar os recursos aplicados no seu plano ou fundo de investimento. (2) Termo usado nos seguros de vida e de saúde para determinar o período no qual a seguradora fica desobrigada de pagar indenizações ao segurado. A exceção fica por conta dos casos de morte acidental durante o período de carência, em que não sendo devida indenização, a seguradora deve restituir o valor dos prêmios pagos ao beneficiário indicado no seguro.
  • CARGA TRIBUTÁRIA
    Termo usado para determinar o quanto se cobra de impostos sobre os rendimentos de um determinado segmento da economia, ou da economia como um todo. Assim, quando se fala que a carga tributária de um determinado setor é elevada, isto significa que são cobrados muitos impostos sobre este setor; em geral se analisa a carga tributária de um país em relação ao seu PIB (Produto Interno Bruto).
  • CARNÊ-LEÃO
    O carnê-leão é um recolhimento mensal obrigatório de imposto de renda sobre rendimentos que você recebe de outra pessoa física (por exemplo gratificações) ou rendimentos que você tenha no exterior com o quais não mantenha nenhum tipo de vínculo empregatício. Você é o responsável pelo recolhimento que deve ser feito mensalmente por meio de ficha DARF. O pagamento do Carnê-Leão é devido quando o rendimento recebido, depois das deduções permitidas, for superior ao limite de isenção da Tabela Progressiva Mensal do Imposto de Renda (www.receita.fazenda.gov.br).
  • CARTÃO ADICIONAL
    Designação dada ao cartão vinculado a uma conta de um titular, que possui senha própria, mas que figura apenas como usuário, já que a responsabilidade contratual e jurídica pela utilização do cartão adicional é do titular.
  • CARTÃO CO-BRANDED
    O cartão co-branded, ou de marca compartilhada, reflete uma parceria em vendas e marketing cujo objetivo é fidelizar o cliente. Esse tipo de cartão carrega o logotipo da empresa associada e a bandeira, trazendo vantagens específicas para seus associados como, por exemplo: milhas áreas e descontos progressivos nas compras. Podemos citar como exemplo de cartão co-branded: Cartões de Cias Aéreas, indústria automobilística, redes de varejo etc.
  • CARTEIRA
    Subconta de contas utilizadas na câmara e na central depositária da BM&FBOVESPA, com característica e finalidade específicas.
  • CARTEIRA ADMINISTRADA
    Termo usado para determinar um serviço mais personalizado oferecido para clientes de maior porte. Em geral, incluem investimentos em ações e renda fixa e também em mercados futuros. A composição dos investimentos é revista diariamente com o cliente, que deve estabelecer seus objetivos em termos de segurança, liquidez e retorno. Em geral os principais clientes deste tipo de serviço são os chamados clientes institucionais, como os fundos de pensão. Estes fundos levam desvantagem em relação aos fundos de investimento tradicionais, pois a CPMF é cobrada a cada transação. Exatamente por isto, a maioria das carteiras administradas hoje opera como fundos exclusivos com baixas taxas de administração, além de não terem de pagar CPMF por transação.
  • CARTEIRA DE AÇÕES
    Conjunto de ações de diferentes empresas, de propriedade de pessoas físicas ou jurídicas.
  • CARTEIRA DE INVESTIMENTOS
    Muitas vezes usado apenas como “carteira” este termo descreve um grupo de investimentos que o investidor possui, ou que compõe o fundo de investimento. Uma carteira de investimentos pode ser composta de vários instrumentos financeiros (ex. ações, títulos de renda fixa etc.) No caso da indústria de fundos de investimentos, quando se usa o termo carteira se refere ao conjunto de aplicações financeiras nas quais o gestor aplica os recursos captados pelo fundo. É responsabilidade do gestor administrar esta carteira tentando sempre otimizar seu retorno para um dado risco aceito pelos investidores através da compra e venda de ativos financeiros.
  • CATÁLOGO DE MENSAGENS DO SPB
    Documento que estabelece e divulga as mensagens trafegadas na RSFN e utilizadas para a comunicação entre o BCB, a câmara, as instituições financeiras e outras entidades previamente autorizadas.
  • CBLC
    A CBLC, Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia, é responsável pela liquidação de operações de todo o mercado brasileiro de ações, respondendo pela custódia, ou guarda, de 100% dos títulos do mercado acionário brasileiro. Além disso, a empresa pode prestar este serviço para outros ativos como certificados de privatização, debêntures, certificados de investimento, certificados audiovisuais e quotas de fundos imobiliários. A CBLC foi criada como empresa independente a partir de uma reestruturação patrimonial ocorrida no início de 1998 na Bolsa de Valores de São Paulo – BOVESPA. Assim, a empresa concentra as atividades relacionadas à compensação, liquidação, custódia e controle de risco para o mercado financeiro.
  • CBO – CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE OCUPAÇÃO
    O CBO é um sistema de classificação responsável pela codificação dos títulos e conteúdos dos cargos e ocupações do mercado de trabalho brasileiro.
  • CDB – CERTIFICADO DE DEPÓSITO BANCÁRIO
    São títulos representativos de depósitos a prazos fixos emitidos por bancos comerciais, bancos de investimento e bancos de desenvolvimento. A taxa paga nos CDBs pode ser pré-fixada, pós-fixada ou flutuante, essa última atrelada a um percentual da variação de um índice.
  • CDC – CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR
    O CDC entrou em vigor no dia 11 de março de 1991 e serve para garantir os direitos dos consumidores frente à possibilidade de abusos praticados por empresas e instituições financeiras na prestação de seus serviços. O objetivo do CDC é proteger não somente os bens do consumidor, como também sua integridade física e moral. No primeiro caso estamos falando da proibição que o CDC impõe sobre as empresas de venderem produtos ou bens que causem danos na saúde física e moral do consumidor.
  • CDI – CERTIFICADO DE DEPÓSITO INTERBANCÁRIO
    Aplicação de prazo de um dia útil. O deposito interbancário é uma modalidade de investimento que os bancos usam para aplicar os seus recursos excedentes ou para captar dinheiro de outros bancos com o objetivo de melhorar sua posição de liquidez. O CDI é usado como benchmark para se comparar a rentabilidade de fundos de investimento que aplicam primordialmente em títulos de renda fixa, como os fundos DI e todas as subcategorias de fundos de renda fixa.
  • CENTRAL DEPOSITÁRIA
    Instituição ou departamento, nacional ou estrangeiro, que presta, em caráter principal, o serviço de depósito centralizado de ativos, nos termos da legislação vigente.
  • CENTRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO
    Organização que abriga laboratórios para o desenvolvimento de atividades de pesquisa e desenvolvimento.
  • CEO
    Sigla em inglês que significa “Chief Executive Officer” ou Diretor Executivo de uma empresa. O CEO de uma empresa é o executivo encarregado pela administração geral de suas atividades.
  • CERTIFICAÇÃO
    Procedimento de verificação e produção de atestado formal, efetuado por especialistas, relativo à presença de requisitos mínimos estabelecidos quanto às qualificações de pessoal, processos, procedimentos, ou itens, de acordo com necessidades específicas aplicáveis à empresa.
  • CETIP – CENTRAL DE CUSTÓDIA E LIQUIDAÇÃO FINANCEIRA DE TÍTULOS
    Criada em 1986, a CETIP é uma das maiores empresas de custódia e de liquidação financeira da América Latina e se constitui em um mercado de balcão organizado para registro e negociação de valores mobiliários de renda fixa. Dentre os títulos privados podemos citar as Debêntures, CDB, Letras de Câmbio e CDI. Estes títulos são mantidos escrituralmente no Cetip e são financiados com recursos disponíveis. Também são custodiados na Cetip os títulos estaduais e municipais que ficaram fora das regras de rolagem. Dentre os títulos públicos incluem-se TDAs, CFT e CDPs.
  • CFO
    Sigla em inglês que significa “Chief Financial Officer” ou Diretor Financeiro de uma empresa. O CFO de uma empresa é o executivo responsável, entre outras tarefas, pelo planejamento financeiro, arquivamento de dados financeiros, financiamentos de longo prazo, política de dividendos, investimentos de capital, gerenciamento de fluxo de caixa e alocação de recursos.
  • CHAMADA DE BÔNUS
    Resgate de bônus pelo emitente, mediante pagamento antes do vencimento. Nesta operação, o emitente exerce o direito de comprar o papel junto ao investidor a um preço e uma data pré-determinados. Isso corresponde a dizer que ele possuía uma opção de compra, ou seja, uma call option. Este tipo de cláusula é relativamente comum em papéis da dívida externa privada brasileira, principalmente em Eurobônus emitidos por empresas do setor privado.
  • CHAMADA DE CAPITAL
    Termo usado para determinar uma subscrição de ações novas, com ou sem ágio, para aumentar o capital de uma Empresa.
  • CICLO DE LIQUIDAÇÃO
    Prazos e horários, estabelecidos pela câmara, para cumprimento de obrigações decorrentes da liquidação de operações.
  • CICLO DE VIDA DO PRODUTO
    Do ponto de vista industrial, o termo reflete as etapas anteriores à chegada do produto à linha de produção (concepção, desenvolvimento, confecção de protótipos e teste) seguidas da utilização do produto pelos clientes, do descarte ou da reciclagem. Do ponto de vista mercadológico, o conceito expressa a permanência de um produto ou serviço no mercado, sendo que esta permanência está dividida em quatro fases: introdução, crescimento, maturidade e declínio.
  • CIO
    Sigla em inglês que significa “Chief Information Officer” e denomina o executivo responsável pelo planejamento e estratégia por trás da tecnologia. Pode ser também “Chief Imagination Officer”, termo criado pela fabricante americana de computadores Gateway. É responsável por promover a criatividade entre o pessoal.
  • CIRCUIT BREAKER
    Uma condição de negociação que é adotada em muitas bolsas de valores. Através do Circuit Breaker, o pregão é imediatamente interrompido toda vez que o índice representativo dos preços de um conjunto de ações tenha queda substancial. No caso da Bolsa de Valores de São Paulo, o circuit breaker é adotado quando o Ibovespa tem uma queda de dez por cento em relação ao fechamento do pregão anterior, levando a uma paralisação de 15 minutos das negociações. Caso a queda atinja 15%, a paralisação será de uma hora.
  • CIRCULAR DE OFERTA DE FRANQUIA (COF)
    Documento elaborado pela empresa franqueadora, segundo as exigências legais que são entregues ao candidato a franqueado. O objetivo deste documento é o de informar o candidato a respeito dos aspectos mais relevantes da franquia em que está interessado.
  • CISÃO
    É o processo de transferência, por uma empresa, de parcelas de seu patrimônio a uma ou mais sociedades, existentes ou constituídas para esse fim, extinguindo-se a empresa cindida, se houver versão de todo o seu patrimônio.
  • CLIENTE
    Termo usado para determinar a pessoa física ou jurídica que compra e/ou utiliza o produto ou serviço prestado pela empresa.
  • CLT – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO
    A CLT nada mais é do que a combinação de todas as normas constitucionais referentes ao mercado de trabalho, em uma só lei. Assim, a CLT rege as relações formais entre funcionários e empregadores no Brasil.
  • CLUBE DE EMPREENDEDORES
    Associação de empresários formada com intuito de trocar informações e conhecimentos, assim como interagir de forma a prestar serviços comuns, reduzir custos de consultoria e atividades interativas.
  • CLUBE DE INVESTIMENTO
    Os Clubes de Investimento funcionam de maneira semelhante aos fundos de investimento, com a diferença que o número de participantes do clube é limitado a 50 pessoas e, em geral, são pessoas conhecidas ou membros de um grupo de afinidade. A administração dos recursos, que são aplicados em uma carteira diversificada de ações, fica a cargo de uma instituição financeira autorizada. Muitas vezes, os clubes oferecem taxas mais atrativas de administração que os fundos de investimento tradicionais. Na hora de investir pelo menos 51% da carteira dos clubes devem estar direcionados a investimentos em ações, bônus de subscrição ou debêntures conversíveis em ações. O número máximo de cotas por participante é 40% do total de cotas do CI.
  • CNBV
    Sigla que responde por Comissão Nacional de Bolsas de Valores. A CNBV é uma associação sem fins lucrativos que representa os interesses das Bolsas do país junto a autoridades monetárias e reguladoras.
  • CND – CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITOS
    Documento que comprova se uma empresa está ou não em situação regular junto ao INSS. O CND pode ser adquirido nos guichês de atendimento da Previdência ou no endereço eletrônico do Ministério da Previdência (www.previdenciasocial.gov.br). Para obter o CND, basta apenas ter em mãos o número do CNPJ ou CEI.
  • CNI
    Sigla que denomina a Confederação Nacional das Indústrias. Fundada em 1942, a CNI reúne representantes das federações estaduais da indústria.
  • CNPJ – CADASTRO NACIONAL DE PESSOA JURÍDICA
    O CNPJ é um cadastro realizado e administrado pela Receita Federal, com o intuito de registrar as informações cadastrais de pessoas jurídicas. O CNPJ é equivalente ao CPF para pessoa física.
  • COBERTURA DE JUROS BRUTA
    Indicador usado em análise financeira, que serve para medir a capacidade de uma empresa pagar suas despesas com juros sem comprometer o seu fluxo de caixa. Quanto maior for esse indicador, maior a capacidade da empresa de arcar com o pagamento de juros. O indicador é calculado como sendo a divisão do lucro antes dos juros e impostos pela despesa financeira bruta da empresa.
  • COBERTURA DE JUROS LÍQUIDA
    Indicador usado em análise financeira que mede a capacidade de uma empresa pagar suas despesas com juros sem comprometer o seu fluxo de caixa. A diferença com relação à cobertura de juros bruta é que no cálculo das despesas financeiras são descontadas as receitas de juros que a empresa venha a ter. Quanto maior for esse indicador, melhor a capacidade da empresa liquidar os seus juros. O indicador é calculado como sendo a divisão de lucro antes dos juros e impostos pelas despesas financeiras líquidas da empresa.
  • CÓDIGO (DE UMA AÇÃO)
    É a identificação criada pelas Bolsas de Valores para identificar as ações listadas. Na Bovespa os códigos são compostos de quatro letras, identificando a empresa e um ou dois números identificando o tipo de ação (ex: Petrobras ON – PETR3, Vale PNA – VALE5).
  • COFINS – CONTRIBUIÇÃO PARA FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL
    Trata-se da contribuição devida pelas empresas de direito privado em geral, exceto as microempresas e as empresas de pequeno porte submetidas ao regime do Simples, pois neste caso a contribuição já está embutida na alíquota unificada do imposto. A partir de fevereiro de 2004 a alíquota da Cofins subiu de 3% para 7,6% sobre o faturamento mensal da empresa, independentemente da atividade exercida e da classificação contábil adotada para a escrituração destas receitas. Contudo, o aumento só é válido para as empresas tributadas pelo lucro real.
  • COLATERAL
    Ativos financeiros ou outro tipo de ativos dados como garantia por um devedor para dar garantia a um determinado empréstimo.
  • COLOCAÇÃO PRIVADA
    Venda de ações, títulos de renda fixa ou outros ativos realizada diretamente junto a um investidor institucional como, por exemplo, uma seguradora. É também conhecido como emissão privada, ou pelo termo em inglês private placement
  • COMÉRCIO ELETRÔNICO
    Termo que define a compra e venda de informações, produtos e serviços através da rede mundial de computadores (ou internet).
  • COMMODITIES
    Termo em inglês que significa mercadoria. Trata-se de produtos primários como café, soja, milho, trigo, petróleo, além de alguns produtos industriais semi-elaborados como celulose e açúcar. Uma commodity costuma ter características muito parecidas com a de outros produtores, permitindo que sejam cotadas nas Bolsas de Valores. Os produtores de commodities são considerados “price takers”, ou seja, são tomadores de preços, não podendo individualmente afetar as cotações dos produtos produzidos. Desta forma, um produtor de soja no Brasil, por maior que seja e por mais que varie sua produção, muito dificilmente conseguirá determinar os preços mundiais da soja.
  • COMPANHIA HOLDING
    Termo usado em contabilidade para denotar a empresa que possui, como atividade principal, a participação acionária em uma ou mais empresas. A maior fonte de receita destas empresas são dividendos provenientes das empresas nas quais a companhia holding tem participações. É bastante comum a criação deste tipo de companhia por motivos fiscais.
  • COMPENSAÇÃO
    Procedimento de apuração da posição líquida (créditos menos débitos) de direitos e obrigações das contrapartes para a liquidação na câmara.
  • COMPETITIVIDADE
    Capacidade que uma empresa tem de definir e colocar em prática certas estratégias de concorrência que tornem possível a ampliação ou manutenção de sua participação no mercado, conferindo-lhe solidez. No curto prazo, a competitividade é influenciada pelo crescimento econômico, pelas políticas cambial, fiscal e monetária e se reflete nos preços dos produtos ou serviços prestados pela empresa. Já no longo prazo, a competitividade reflete a qualidade e confiabilidade dos produtos e a eficácia da política de inovação da empresa.
  • COMPLIANCE
    Conjunto de ações para fazer cumprir as normas legais e regulamentares, as políticas ou as diretrizes estabelecidas para um negócio, bem como evitar quaisquer desvios.
  • COMPRA EM MARGEM
    Aquisição de ações à vista utilizando recursos obtidos através de um financiamento com uma sociedade corretora que opere na Bolsa. Estas operações são feitas no mercado a vista da bolsa, sendo que os termos de liquidação, custo e quitação do financiamento são acordados entre o investidor e a corretora.
  • CONDOMÍNIO EMPRESARIAL
    Conjunto de pequenas empresas localizadas em uma mesma região, organizadas de forma contratual, que se unem para viabilizar soluções econômicas e sociais e investimentos planejados.
  • CONGLOMERADO FINANCEIRO
    conjunto de entidades financeiras vinculadas, direta ou indiretamente, por participação acionária ou por controle operacional efetivo, caracterizadas pela administração ou gerência comum ou pela atuação no mercado sob a mesma marca ou nome comercial, ou ainda que mantenham vínculos contratuais e/ou administrativos.
  • CONSTRUCTION SPENDING
    O Departamento de Comércio dos Estados Unidos divulga mensalmente o resultado da pesquisa responsável pela mensuração dos valores gastos na construção de imóveis novos, com base no tipo de construção, que pode ser residencial, não residencial, prédios públicos, de utilidade pública e gêneros do tipo, e no perfil do dono do imóvel, que pode ser privado ou público, federal, estadual ou municipal.
  • CONSUMER CONFIDENCE
    A organização sem fins lucrativos Conference Board divulga mensalmente pesquisa avaliando a confiança dos consumidores norte-americanos em relação à situação presente da economia local, que representa 40% do índice, e ao futuro da economia local, que representa 60% do índice. O indicador permite avaliar a confiança das famílias, que são responsáveis, através dos gastos de consumo, por cerca de 60% do PIB (Produto Interno Bruto) dos EUA.
  • CONSUMER CREDIT
    O Federal Reserve, banco central dos EUA, divulga mensalmente o índice Consumer Credit, que mede o volume total de crédito concedido aos consumidores norte-americanos. Entretanto, esse índice não é muito acompanhado pelo mercado, pois os dados do índice são referentes ao mês retrasado.
  • CONTA
    Forma de identificação dos ativos, das operações e das posições dos participantes junto à câmara e centrais depositárias de acordo com suas características e situações.
  • CONTA ADMINCON
    Conta mantida na câmara utilizada para possibilitar a identificação de ofertas originárias de ordens administradas concorrentes.
  • CONTA BROKERAGE
    Conta mantida na câmara de titularidade do participante-destino utilizada para possibilitar o vínculo de repasse entre dois participantes (participante de negociação pleno e participantes de liquidação) sem a necessidade de identificar o beneficiário final no participante-origem.
  • CONTA CAPTURA
    Conta transitória automaticamente criada pela BM&FBOVESPA de titularidade do participante de negociação pleno, utilizada para recebimento de operações que não tenham uma conta especificada no ambiente de negociação.
  • CONTA CEL
    Conta especial de liquidação com característica de conta corrente mantida e administrada pelo Banco BM&FBOVESPA, de titularidade de um comitente, por meio da qual ocorre a liquidação financeira de suas obrigações diretamente com a câmara, de forma segregada dos fluxos financeiros do participante de negociação pleno e do membro de compensação responsáveis, sendo que esta conta é utilizada exclusivamente para a movimentação de recursos inerentes à referida liquidação e ao depósito de garantias em recursos financeiros em moeda nacional.
  • CONTA DE DEPÓSITO
    Conta mantida em central depositária, individualizada ou não por comitente, para fins de guarda e controle da movimentação de ativos submetidos à atividades de depósito centralizado, bem como de guarda e movimentação de recursos financeiros e ativos depositados para assegurar a certeza da liquidação de operações (garantia).
  • CONTA ERRO
    Conta mantida na câmara automaticamente criada pela BM&FBOVESPA que recebe operações não alocadas para comitentes.
  • CONTA ERRO OPERACIONAL
    Conta mantida na câmara utilizada para os participantes realocarem operações por motivo de erro operacional, exceto para as realocações oriundas de direct market acess – DMA e repassador de ordens, que são alocadas na conta erro.
  • CONTA INTERMEDIÁRIA
    Conta mantida na câmara utilizada pelo participante de negociação pleno como conta de intermediação de operações, em nome de um intermediário, sendo necessária a distribuição posterior para as contas normais.
  • CONTA INVESTIMENTO
    A conta-investimento, introduzida no dia 1º de outubro de 2004, é uma nova modalidade de conta para aquelas pessoas que têm dinheiro aplicado, sendo que sua principal característica é isentar o investidor do pagamento da CPMF na movimentação de recursos entre contas de mesma titularidade. A conta tem a mesma titularidade da conta corrente do aplicador, sendo que para aqueles clientes que não possuem recursos aplicados, a conta-investimento será aberta tão logo ocorra a primeira aplicação. A implantação da conta-investimento obedecerá a um período de transição, que durará até 30 de setembro de 2006. Neste período de transição, tanto a primeira aplicação quanto a primeira renovação ainda estarão sujeitas à incidência da CPMF. A partir de 1º de outubro de 2006, por sua vez, ou seja, exatamente dois anos após a sua introdução, a conta-investimento passa a ter funcionamento pleno, com isenção total da CPMF.
  • CONTA MARGEM
    Forma de negociação em que o investidor obtém a) um financiamento no caso de COMPRA e b) empréstimo de papel no caso de VENDA. Os custos envolvidos na operação são determinados pelas partes envolvidas.
  • CONTA MÁSTER
    Conta mantida na câmara que agrupa contas registradas sob o mesmo participante de negociação pleno ou participantes de liquidação, de comitentes que possuem vínculo especifico entre si, como o de gestão comum ou o de representação pelo mesmo intermediário internacional que esteja autorizado a realizar tais atividades.
  • CONTA NORMAL
    Conta mantida na câmara, individualizada por comitente, para registro, controle de posição e liquidação de operações.
  • CONTA RESTRIÇÃO
    Conta mantida na câmara utilizada pelo participante de negociação pleno, pelo participante de liquidação e pelo membro de compensação que opere em mercado administrado pela BM&FBOVESPA em que haja a liquidação em ativos, para operacionalizar o mecanismo de falha de pagamento em algum nível de cadeia de liquidação.
  • CONTANGO
    Situação na qual o preço do mercado futuro está acima do preço spot esperado para o futuro. O fenômeno inverso é denominado backwardation.
  • CONTRAPARTE CENTRAL
    Posição assumida pela BM&FBOVESPA, mediante novação, segundo a qual se torna compradora de todo vendedor e vendedora de todo comprador e garantidora das operações aceitas, exclusivamente perante os participantes, na liquidação das respectivas obrigações.
  • CONTRATAÇÃO DE CÂMBIO
    Formalização de uma operação de câmbio, após sua aceitação pela câmara.
  • CONTRATO A TERMO
    Contrato que estabelece que um determinado ativo será comprado e vendido no futuro por um preço fixado no presente.
  • CONTRATO DE ADESÃO
    Tipo de contrato que estabelece os termos e condições de uso dos cartões. É assim denominado porque os termos são estabelecidos pelo emissor do cartão, sendo que o consumidor não pode mudá-los. Assim, se discordar dos termos do contrato, o consumidor pode optar por não aderir a ele.
  • CONTRATO DE GAVETA
    São chamados contratos de gaveta os contratos de mutuários que vendem o seu imóvel, mas não transferem o contrato de financiamento para o nome do novo proprietário. Ou seja, embora o imóvel tenha sido vendido o contrato continua vinculado ao antigo dono. A principal razão para que a maior parte dos novos proprietários optar por não transferir o contrato de financiamento deve-se ao fato de que neste caso seria feita uma nova análise de crédito da situação, o que elevaria o valor da prestação.
  • CONTRATO DE OPÇÃO
    Contrato através do qual o investidor recebe o direito de COMPRAR (opção de compra) ou VENDER (opção de venda) uma quantidade de um ativo a um preço pré-estabelecido durante o período de validade da opção.
  • CONTROLE ACIONÁRIO
    Termo que determina o poder de decisão de um ou vários acionistas sobre uma determinada empresa, sendo que este controle é garantido pela posse do maior número de ações com direito a voto.
  • CONTROLE ANALÍTICO DE SALDOS
    Registro e manutenção do saldo de ativos, efetuados de forma analítica, com a guarda da informação da data e do custo de aquisição do ativo.
  • CONTROLE DE POSIÇÕES
    Procedimento por meio do qual a câmara realiza a identificação, o registro e a atualização dos direitos e obrigações dos participantes.
  • CONTROLE DE QUALIDADE
    Estratégia administrativa que se desenvolve com a participação dos recursos humanos da empresa, e que tem como objetivo a satisfação do cliente, através da oferta de produtos ou serviços de qualidade superior.
  • CONTROLE SINTÉTICO DE SALDOS
    Registro e manutenção do saldo de ativos, que consolidam a quantidade do ativo, independentemente da data e do custo de aquisição do ativo.
  • COOPERAÇÃO UNIVERSIDADE-EMPRESA
    Forma de colaboração entre empresas e universidades, que contribui para a formação de profissionais, através do acesso a laboratórios, apoio à pesquisa, desenvolvimento tecnológico e à transferência de tecnologia.
  • COOPERATIVA
    Empresa constituída por pessoas, geralmente com os mesmos interesses mercadológicos. O papel da cooperativa é o de substituir seus associados nas suas relações com o mercado, desempenhando, em benefício comum, determinada atividade econômica.
  • COPOM – COMITÊ DE POLÍTICA MONETÁRIA DO BANCO CENTRAL
    O COPOM foi instituído em 20 de junho de 1996 com o objetivo de estabelecer as diretrizes da política monetária e definir a taxa básica de juros. O COPOM decide a meta da taxa SELIC, taxa básica da economia, que deve vigorar no período entre suas reuniões e, em alguns casos, o seu viés ou tendência. A taxa SELIC é a média ajustada dos financiamentos diários apurados no Sistema Especial de Liquidação de Custódia (SELIC) para títulos federais.
  • COPYRIGHT
    Termo que vem do inglês e denomina o direito exclusivo de reproduzir por qualquer meio material, publicar ou vender obra literária, artística, técnica ou científica. O copyright é um direito desfrutado pelo autor ou seus descendentes, mas pode ser negociado ou cedido a um editor ou a qualquer outro beneficiário. Abrevia-se com o símbolo ©, ao qual se seguem o nome do beneficiário e a indicação do ano da primeira edição.
  • CORE CPI
    O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos divulga mensalmente o Core CPI (Consumer Price Index), ou núcleo do índice de preços ao consumidor, calculado com base numa cesta pré-definida de bens e serviços, com exceção dos custos relativos à alimentação e energia. Esse índice é bastante importante, pois é uma das principais referências para analisar o comportamento da inflação, visto que exclui possíveis distorções, em função de itens considerados mais voláteis.
  • CORE PPI
    O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos divulga mensalmente índice de preço no atacado aos produtores, desconsiderando os preços de energia e alimentos, considerados voláteis e que, muitas vezes, acabam distorcendo a análise do índice. Esse índice é considerado muito importante pelo mercado, pois mostra a situação da inflação na economia dos EUA.
  • CORRETAGEM
    Taxa de remuneração de um intermediário financeiro na compra ou venda de títulos.
  • CORRETOR DE SEGUROS
    Profissional credenciado por meio de curso e exame de habilitação profissional (sendo esta habilitação autorizada pelos órgãos competentes) a promover a venda de contrato de seguros, assim também como sua administração.
  • COTA
    São parcelas iguais que dividem o valor do patrimônio líquido do Fundo de Investimento. O valor aplicado em um fundo de investimento é dividido por uma determinada quantidade de cotas que determina o valor da cota do fundo. As cotas do fundo de investimento equivalem à cotação da ação de uma Empresa em particular. O Valor de Mercado de um Fundo é calculado como o Valor de Mercado de uma Empresa, ou seja, multiplicando-se o número total de cotas por valor da cota na data em questão.
  • COTAÇÃO (OU PREÇO)
    Preço dos títulos, ações, moedas estrangeiras ou mercadorias. O termo é usado principalmente nas bolsas de valores ou de mercadorias.
  • CPF – CADASTRO DE PESSOA FÍSICA
    O CPF, antigo CIC (Cartão de Identificação do Contribuinte), é um documento de identificação necessário para as pessoas físicas que estão sujeitas a várias situações do cotidiano, como abrir conta em banco, operar na bolsa de valores, obter registro em carteira profissional. Desta forma, o CPF é o seu principal documento de identificação depois do RG.
  • CPI
    O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos divulga mensalmente o CPI (Consumer Price Index), ou índice de preços ao consumidor, calculado com base numa cesta pré-definida de bens e serviços. Esse índice é bastante importante, pois é uma das principais referências para analisar o comportamento da inflação.
  • CPMF – CONTRIBUIÇÃO PROVISÓRIA SOBRE MOVIMENTAÇÃO FINANCEIRA
    A CPMF é uma contribuição paga pelas pessoas físicas e jurídicas sobre movimentações financeiras (exceto as empresas que estão isentas de acordo a legislação), com uma alíquota de 0,38% sobre a base de cálculo. Simplificando, se você emitir um cheque no valor de R$ 1.000,00 (mil reais), terá a CPMF debitada da sua conta no valor de R$ 3,80 (três reais e oitenta centavos), e assim por diante.
  • CRÉDITO
    A palavra tem vários significados diferentes. Pode, por exemplo, significar “boa reputação” ou, também, quando se empresta um bem, serviço ou dinheiro para ser pago por alguém no futuro.
  • CRÉDITO DUVIDOSO
    Termo em geral usado na análise de balanço patrimonial de instituições financeiras e empresas, que denota a soma das operações de crédito, ou recebíveis no caso das empresas, que se encontram em atraso.
  • CRESCIMENTO HORIZONTAL
    Termo usado para denominar a combinação de empresas que atuam no mesmo ramo de negócios.
  • CRESCIMENTO VERTICAL
    Termo usado para denominar a combinação de empresas com fornecedores de suas matérias primas ou compradores de seus produtos acabados ou serviços. Quando uma empresa controla todo o processo de produção, ela é considerada como sendo verticalmente integrada.
  • CRF – CERTIFICADO DE REGULARIDADE DO FGTS
    Documento que comprova se a situação de uma empresa junto ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço é ou não regular. Pode ser obtido junto às agências da Caixa Econômica Federal (CEF) ou no endereço eletrônico da instituição (www.caixa.gov.br). Para obter o certificado é necessário apenas ter em mãos o número do CNPJ ou CEI (Cadastro Específico do INSS).
  • CRM
    Sigla que vem do inglês, referente ao termo “Customer Relationship Management”, que significa Gestão do Relacionamento com o Cliente. O conceito de CRM prevê a integração de todas as áreas de uma empresa, de forma a melhorar a administração da carteira de clientes, de modo a mantê-la mais fiel e lucrativa.
  • CRP – CONTROLE DE RECURSOS PRODUTIVOS
    Envolve a coleta de dados e a análise dos fatos ocorridos em chão de fábrica através do controle da produtividade, em termos de quantidade produzida, defeitos e paradas de máquinas.
  • CSLL – CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO
    Trata-se de um tributo federal pago pelas empresas, sendo que a alíquota, incidente sobre a base de cálculo (receita bruta auferida pela empresa), varia de acordo com a atividade da empresa.
  • CTO
    Sigla em inglês que significa Chief Technology Officer e denomina o executivo responsável pela gestão da tecnologia da empresa.
  • CULTURA ORGANIZACIONAL
    Normas, valores, práticas e símbolos que caracterizam e identificam uma empresa.
  • CUPOM
    Taxa determinada no momento da emissão de um título de renda fixa, pela qual um emissor se compromete a pagar juros em intervalos periódicos. As taxas podem ser fixas (10% ao ano, por exemplo) ou variáveis flutuantes (TR + 5%, por exemplo).O intervalo de pagamento também é determinado quando da emissão, sendo pagamento trimestral, semestral ou anual os mais usados. É importante notar a distinção entre cupom e rendimento, já que o cupom independe do preço de negociação do ativo, enquanto que o rendimento, ou yield, varia de forma inversa às alterações no preço do ativo.
  • CURRENT ACCOUNT
    O Bureau of Economic Analysis do Departamento de Comércio dos Estados Unidos divulga trimestralmente relatório sobre saldo de transações correntes, que inclui os dados referentes ao Balanço em Conta Corrente, incluindo a Balança Comercial e a Balança de Serviços. Esse indicador é importante, pois retrata o fluxo de transações de bens e serviços da economia norte-americana com o restante do mundo, podendo afetar a cotação do dólar frente às demais moedas internacionais.
  • CURTO PRAZO
    Período inferior a um ano. Termo usado freqüentemente em referência ao período de duração ou prazo de vencimento de um investimento e/ou linha de crédito.
  • CUSTO DE CAPITAL
    O custo de capital de uma empresa pode ser definido como a taxa de retorno que a empresa deve obter em seus investimentos para manter seu valor de mercado inalterado. Mantendo o risco constante, projetos com retornos acima do custo de capital devem aumentar o valor da empresa e vice-versa. Caso a empresa obtenha uma taxa de retorno acima do seu custo de capital, então é bastante provável que a empresa consiga captar novos recursos (através de financiamento ou emissão de novos títulos de dívida ou ações) a termos vantajosos. A fórmula de cálculo do custo de capital é a seguinte: Custo Capital = Rl+Beta*(Rm-Rf) Onde: Rl = Taxa de retorno exigida de ativo de risco livre, geralmente medida como retorno de um título de governo de longo prazo; Beta = Coeficiente beta da empresa; Rm = taxa de retorno exigida do mercado; (Rm-Rf) = Pode ser visto como prêmio pelo risco de mercado.
  • CUSTO FIXO
    Custos que não variam de acordo com o volume de produção, e em geral são contratuais, como é o caso, por exemplo, dos gastos com aluguel.
  • CUSTO PONDERADO DE CAPITAL
    Medida de custo de capital, através da qual são atribuídos pesos aos custos de cada tipo de capital (de terceiros ou próprio), sendo que o peso utilizado é função da proporção de cada tipo de capital na estrutura de capital da empresa.
  • CUSTO SEMI-VARIÁVEL
    Denominação dada aos custos que passam a variar a partir de uma faixa de volume de produção. Um exemplo deste tipo de custo é a comissão de vendedores, que podem ser fixas até uma faixa de volume e aumentarem para volumes mais elevados.
  • CUSTO VARIÁVEL
    Custos que variam diretamente com o volume de vendas da empresa. Os custos de produção são exemplos deste tipo de custo.
  • CUSTÓDIA
    Serviço de guarda de títulos e valores prestado aos investidores. Existem dois tipos de custódias: Fungível: neste tipo os valores retirados podem ser diferentes dos valores depositados, embora sejam da mesma espécie, qualidade e quantidade; Infungível: neste tipo de custódia os valores depositados são mantidos discriminadamente pelo depositante.
  • CUSTODIANTE GLOBAL
    Instituição habilitada, no exterior, a administrar contas de custódia, própria ou de seus comitentes.
  • CUSTOS EMOLUMENTOS E TAXAS
    Definidos pela BM&FBOVESPA e a ela devidos em decorrência de suas atividades.
  • CVM – COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
    Autarquia federal vinculada ao Ministério da Fazenda, criada em 1976 para fiscalizar e disciplinar as operações ou valores mobiliários e demais assuntos inerentes ao mercado de títulos. Desta forma, a CVM disciplina o funcionamento do mercado de valores mobiliários e a atuação das partes envolvidas, como as companhias abertas, os intermediários financeiros e os investidores, além de outros cuja atividade gira em torno desse universo principal. Dentre as responsabilidades das CVM estão o registro de companhias abertas; credenciamento de auditores independentes e administradores de carteiras de valores mobiliários; organização, funcionamento e operações das bolsas de valores; administração de carteiras e a custódia de valores mobiliários; suspensão ou cancelamento de registros, credenciamentos ou autorizações.
  • D+0, +1, ETC.
    Terminologia usada no mercado para definir data em que se realizou a operação e a data em que se realiza a liquidação e/ou conclusão da mesma operação. Por exemplo uma operação D+2 significa que a instituição financeira precisa de 2 dias para efetivar a operação.
  • D0, D1, ETC
    Terminologia usada na indústria de fundos de investimento, que serve para definir o dia em que é feita a conversão das cotas em reais, ou vice-versa. Por exemplo, uma aplicação em D0 significa que a conversão ocorre no próprio dia da solicitação. Um resgate em D1 significa que a conversão das cotas em reais ocorre no dia útil seguinte ao da solicitação do resgate.
  • DARF – DOCUMENTO DE ARRECADAÇÃO DA RECEITA FEDERAL
    O DARF é um documento que tem por finalidade recolher todos os impostos e contribuições recolhidos pela Secretaria da Receita Federal. Pode ser adquirido em qualquer papelaria ou através do site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br).
  • DATA
    É a data do dia da negociação denominada em termo de dias úteis para a BM&FBOVESPA.
  • DATA “EX”
    Dia em que a ação começa a ser negociada na Bolsa de Valores sem direito a proventos, como dividendos ou juros sobre capital próprio. Em geral, as ações sofrem um ajuste para baixo nas cotações nesta data, refletindo o fato de que o investidor não tem mais direito aos proventos, que já foram creditados no pregão anterior.
  • DATA BASE MARKETING
    Com base no banco de dados de clientes, produtos e serviços esta ferramenta de marketing permite a realização de pesquisas instantâneas sobre padrões do comportamento de compras, para orientar o desenvolvimento e a comercialização de produtos e serviços, além de possibilitar ações de Marketing Direto segmentado e personalizado.
  • DATA DE COTIZAÇÃO
    É a data em que os recursos aplicados no fundo são convertidos em cotas, no caso de uma aplicação. No caso de resgate é a data em que as cotas do fundo são convertidas em reais.
  • DATA DE EXERCÍCIO DE OPÇÃO
    Termo usado para determinar a data de registro em pregão da operação de compra ou de venda à vista das ações objeto da opção.
  • DATA DE VENCIMENTO DE OPÇÕES
    É o dia em que vence o direito de exercício de uma opção. Neste dia o preço da opção deve igualar a diferença entre o preço de exercício e o preço da ação no mercado a vista.
  • DAX-30
    Índice que exprime a variação média diária de uma carteira de ações listadas na Bolsa de Valores de Frankfurt. O DAX-30 é formado por uma carteira teórica de 30 ações, escolhidas pela participação das ações no mercado e pela liquidez.
  • DAY TRADE
    Combinação de operações de compra e de venda realizadas por um investidor com o mesmo título em um mesmo dia. No Brasil as transações de compra e venda devem ser realizadas por uma sociedade corretora.
  • DEBÊNTURES
    As debêntures são títulos de renda fixa de longo prazo (ou seja, com prazo acima de um ano), que são emitidos por empresas e podem ou não ter como garantia algum tipo de ativo. Sua finalidade principal é financiar os projetos de investimento ou alongar dívidas da empresa. As debêntures podem ser emitidas com uma cláusula de conversibilidade, ou seja, se o título não for pago no final do período, poderá ser convertido em uma quantidade correspondente de ações da empresa. Embora a grande maioria das debêntures seja considerada como títulos de renda fixa, algumas podem ser consideradas como títulos de renda variável, desde que a remuneração oferecida seja com base na participação nos lucros da empresa emissora.
  • DEBÊNTURES CONVERSÍVEIS EM AÇÕES
    Debêntures que podem, por opção do investidor, ser convertidas em ações, em condições (preço, quantidade, data) pré-determinadas.
  • DEDUÇÃO DE IR
    Desde 1996, a legislação do Imposto de Renda permite a dedução da base de cálculo do Imposto de Renda de Pessoas Físicas de até 12% da renda líquida do participante de planos de previdência privada (no caso de PGBLs – Plano Gerador de Benefícios Livres). Quando do resgate dos recursos, antecipadamente ou ao final do plano, o contribuinte passa a recolher o IR de acordo com a tabela regressiva vigente na época.
  • DEFAULT
    Termo que vem do inglês e significa insolvência. Ver insolvência.
  • DÉFICIT COMERCIAL
    Termo que define quando o valor das importações de bens excede o valor das exportações de bens um determinado país.
  • DÉFICIT PRIMÁRIO
    Termo que determina gastos do Governo que excedem o valor da sua arrecadação, sem incluir os gastos com pagamento de juros da dívida pública.
  • DÉFICIT PÚBLICO
    Termo que determina o quanto o Governo gasta acima do que arrecada em um determinado período de tempo. Neste caso são usados os valores nominais, ou seja, incluindo a variação da inflação no período. Em geral refere-se ao Governo Federal, mas pode ser usado para os governos estaduais.
  • DEFLAÇÃO
    Termo que reflete a queda do nível geral dos preços, ou seja, é o oposto de inflação.
  • DEMOCRATIZAÇÃO DE CAPITAL
    Processo pelo qual a propriedade de uma empresa fechada se transfere, total ou parcialmente, para um grande número de pessoas que desejam dela participar e que não mantém, necessariamente, relações entre si, com o grupo controlador ou com a própria companhia.
  • DEMONSTRAÇÃO DE ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS (DOAR)
    Uma das demonstrações financeiras de uma empresa, o DOAR ilustra as fontes (origens) e a forma com que os recursos obtidos pela empresa no curso de suas atividades foram aplicados (investidos) em um determinado período de tempo.
  • DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
    Termo que define uma série de relatórios que categorizam e quantificam as principais contas de uma empresa. Dentre as demonstrações financeiras mais utilizadas estão o balanço patrimonial, a demonstração de resultado, a demonstração das origens e aplicações de recursos, e as alterações do patrimônio líquido, além das notas explicativas que acompanham as demonstrações acima.
  • DEMONSTRATIVO DE RESULTADOS
    Demonstração financeira que detalha e quantifica as receitas e despesas de uma empresa. Em termos de unidades monetárias, o demonstrativo de resultados mostra o que a empresa recebe, o quanto gasta e o resultado de suas operações. O demonstrativo de resultados apresenta estas informações em um determinado intervalo de tempo, sendo que as empresas listadas são obrigadas a publicar demonstrativos trimestrais e anuais.
  • DENÚNCIA VAZIA
    Termo usado para definir o processo de retomada do imóvel pelo proprietário, podendo ser feita sem necessidade de justificativa quando termina o prazo de locação estipulado em contrato. Ela poderá ser feita independentemente de notificação ou aviso
  • DEPOSITÁRIO DE OURO
    Entidade cadastrada pela BM&FBOVESPA, responsável pelo recebimento, guarda e conservação dos lingotes de ouro custodiados na BM&FBOVESPA.
  • DEPOSITÁRIO DO AGRONEGÓCIO
    entidade cadastrada pela BM&FBOVESPA para prestar guarda e manutenção de mercadorias, bem como para atuação no processo de entrega física prevista nos contratos futuros do agronegócio.
  • DEPÓSITO DE ATIVOS
    Procedimento por meio do qual se formaliza a admissão e a entrada de ativos no serviço de depósito centralizado da central depositária, realizando-se seu registro na correspondente conta de depósito.
  • DEPÓSITOS
    Soma do dinheiro na forma de cheques ou “drafts” depositados em uma instituição financeira para crédito na conta de um determinado cliente. Em geral as instituições diferenciam entre depósitos a vista (que o cliente pode sacar quando quiser) e depósitos à prazo (que em geral requerem aviso prévio para serem sacados). As instituições brasileiras classificam depósitos em quatro categorias: à vista, de poupança, interfinanceiro e à prazo.
  • DEPRECIAÇÃO
    Termo usado para definir um débito que tem como objetivo reduzir o valor contábil de um determinado ativo. Este lançamento busca representar contabilmente a perda de valor de algum ativo em decorrência do uso, da ação do tempo, da obsolescência tecnológica ou redução no preço de mercado. Por ser um lançamento contábil, a depreciação não tem efeito direto no caixa da empresa.
  • DERIVATIVOS
    São instrumentos financeiros cujas características estão vinculadas a outros títulos, ou ativos, que lhe servem de referência. Como exemplo, podem ser mencionados: opções sobre ações, contratos futuros sobre o dólar comercial, sobre o índice Bovespa ou sobre a taxa DI.
  • DESÁGIO
    Termo que define a diferença entre o valor de mercado e o valor nominal de um título. Caso o valor de mercado ou valor pago seja menor que o valor nominal, a diferença é chamada deságio. Caso seja maior que o valor nominal, a diferença é chamada ágio.
  • DESDOBRAMENTO
    Aumento da quantidade de ações representativas do capital de uma empresa, de forma que isso não implique em qualquer mudança na participação patrimonial dos acionistas ou no valor de mercado agregado da empresa na ocasião do desdobramento. Um exemplo comum de grupamento ocorre quanto o valor nominal de uma ação aumenta para um valor elevado, o que pode levar a empresa a desdobrar uma ação em uma determinada quantidade de ações, de forma que o valor unitário seja reduzido. Deste modo, o aumento na quantidade de ações é compensado pela redução no valor por ação, não afetando o valor de mercado de empresa ou a participação de cada acionista.
  • DESEMPENHO RELATIVO
    Forma de analisar o retorno de um determinado ativo (ex. Ibovespa, CDI, câmbio) em relação ao retorno de um determinado indicador de referência, ou benchmark, ou mesmo outro ativo. Portanto, se um fundo de ação rendeu 5% no mês enquanto o Ibovespa, principal índice da bolsa paulista rendeu 2%, o retorno relativo do fundo de ação em relação ao Ibovespa seria de 2,94%. A fórmula de cálculo do desempenho relativo é: DR = {[(1+retorno ativo)/(1+retorno do benchmark)]-1}*100
  • DESPESA DE CAPITAL
    Termo usado para definir os gastos incorridos por uma empresa na compra de um ativo (tangível ou não), sendo que os benefícios a serem obtidos com este ativo só são esperados para um período superior a um ano. Fazem parte desta categoria de despesas os gastos com ativos fixos, com pesquisa e desenvolvimento, e até mesmo, em alguns casos específicos, os gastos com propaganda.
  • DESPESA FINANCEIRA BRUTA
    Soma das despesas de juros referentes a todas as obrigações financeiras de uma empresa, sejam elas de curto ou longo prazo. Entre as obrigações financeiras de uma empresa podemos citar juros de debêntures, de empréstimos etc.
  • DESPESA FINANCEIRA LÍQUIDA
    Soma das despesas de juros referentes a todas as obrigações financeiras de uma empresa, sejam elas de curto ou longo prazo, descontando-se deste montante qualquer receita de juros que a empresa venha a ter com suas aplicações financeiras.
  • DESPESAS OPERACIONAIS
    Soma de todas os custos e despesas incorridos pela empresa no curso de suas atividades. Entre as despesas operacionais mais comuns estão as despesas com pessoal, as despesas com vendas e as despesas administrativas. No Brasil, as despesas financeiras também estão incluídas entre as despesas operacionais, o que não ocorre na maioria dos demais países, onde elas estão abaixo da linha de resultado operacional.
  • DESVALORIZAÇÃO
    Perda de valor por parte de uma moeda frente a outra. Por exemplo, quando falamos que o real desvalorizou em relação ao dólar norte-americano isto significa que o real perdeu valor em relação ao dólar, de forma que são necessários mais reais para se comprar um dólar.
  • DEVEDOR OPERACIONAL
    Participante que, por motivos de ordem operacional e quaisquer outros não vinculados à sua solvência, deixar de cumprir as suas obrigações, de forma integral ou parcial, no tempo, lugar e forma estabelecidos pela câmara, em razão de circunstâncias que, a critério da câmara, não afetam a possibilidade de adimplemento.
  • DIFERENÇA DE MENSALIDADE
    As importâncias recebidas pela administradoras, a menor ou a maior, em relação ao preço do bem ou conjunto de bens referenciado no Contrato de Adesão vigente na data de realização da respectiva Assembléia Geral Ordinária.
  • DIRECT RESPONSE
    Forma de propaganda cujo objetivo é fazer o consumidor interagir com o marketing do anunciante. Através de campanhas interativas, com participação do público, é possível avaliar o sucesso ou fracasso da campanha publicitária.
  • DIREITO DE PREFERÊNCIA
    É o meso que direito preferencial, aquele oferecido pela empresa aos atuais acionistas para a aquisição de um novo lote de ações, em quantidade proporcional ao número de ações que já possuem. Os acionistas poderão exercer este direito ou transferi-lo a terceiros, através de venda desse direito em pregão. Também conhecido como direito de preferência.
  • DIREITO DE SUBSCRIÇÃO
    É o direito preferencial oferecido pela empresa aos atuais acionistas para a aquisição de um novo lote de ações, em quantidade proporcional ao número de ações que já possuem. Os acionistas poderão exercer este direito ou transferi-lo a terceiros, através de venda desse direito em pregão. Também conhecido como direito de preferência.
  • DIREITO DE VOTO
    O termo se refere ao direito que um acionista tem de dar deliberações, ou seja, de votar em uma assembléia geral da empresa na qual possui ações. Em geral, este direito está restrito aos acionistas ordinários, ou seja, os portadores de ações ON, mas em alguns casos as ações preferenciais também mantêm esta faculdade.
  • DIRF – DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE
    A DIRF é o documento necessário para gerar a declaração de pessoas jurídicas e físicas que pagaram ou creditaram rendimentos em que tenha havido retenção do imposto de renda na fonte durante o ano.
  • DISCLAIMER
    É uma ressalva ou um aviso legal que informa ao leitor de um documento as responsabilidades assumidas pelo autor do mesmo documento.
  • DISCOUNT RATE
    É a taxa de redesconto norte-americana. Bancos com dificuldades financeiras podem tomar emprestado recursos de curto prazo com o FED, utilizando a Discount Rate. Esta taxa é geralmente mais baixa do que a Federal Funds Rate, mas os recursos não são disponíveis para bancos “saudáveis”.
  • DISPONIBILIDADES
    Conta de ativo no balanço patrimonial de uma empresa, que engloba a soma de todos os instrumentos e investimentos de liquidez quase imediata e risco mínimo que, por terem este perfil, podem ser considerados como papel moeda.
  • DISSOLUÇÃO
    Situação em que uma sociedade é extinta e que pode ocorrer de uma das formas abaixo: consenso unânime dos sócios ou, no caso de sociedade com prazo indeterminado, por deliberação da maioria absoluta dos sócios; vencimento do prazo de duração da companhia, com exceção dos casos em que os sócios optarem por prorrogar a mesma por tempo indeterminado; extinção, na forma da lei, de autorização para funcionar
  • DIVERSIFICAÇÃO DE RISCO
    Terminologia utilizada quando o investidor (ou administrador do fundo de investimento) diversifica a forma como aplica os recursos de sua carteira de investimentos tendo como objetivo reduzir o risco da carteira como um todo.
  • DÍVIDA DE CURTO PRAZO
    Soma de todas as obrigações financeiras (empréstimos, títulos de curto prazo ou com vencimento próximo etc.) de uma empresa cujo prazo de duração é inferior a um ano. No balanço patrimonial da empresa estas obrigações devem estar incluídas no passivo circulante da empresa.
  • DÍVIDA DE LONGO PRAZO
    Soma de todas as obrigações financeiras (empréstimos, debêntures, etc.) de uma empresa cujo prazo de duração é superior a um ano. No balanço patrimonial da empresa, estas obrigações devem estar incluídas no passivo de longo prazo da empresa.
  • DÍVIDA DE LONGO PRAZO (%)
    Um dos indicadores de estrutura de capital utilizados na análise financeira de uma empresa. Esse índice expressa a porcentagem da dívida total da empresa que é de longo prazo, ou seja, que tem prazo de vencimento superior a um ano. A soma desse índice com o índice de dívida de curto prazo deve ser sempre 100%. A fórmula de cálculo do indicador é a seguinte %DLP = (Dívida de Longo Prazo*100)/Dívida Total
  • DÍVIDA LÍQUIDA
    Soma de todas as obrigações financeiras (empréstimos, debêntures, títulos de renda fixa etc.) de uma empresa, sejam elas de curto ou longo prazo. Deste montante devem ser deduzidas as disponibilidades da empresa, ou seja, a soma dos instrumentos que podem ser considerados como papel moeda.
  • DÍVIDA TOTAL
    Soma de todas as obrigações financeiras (empréstimos, debêntures, etc.) de uma empresa, sejam elas de curto ou longo prazo.
  • DIVIDEND PAYOUT
    Termo que vem do inglês e significa taxa de distribuição de dividendo. Indicador de análise financeira que denomina a porcentagem do lucro líquido da empresa paga aos acionistas na forma de dividendos. Em geral, empresas em crescimento tendem a reinvestir grande parte do seu lucro líquido e, portanto, apresentam um índice mais baixo que empresas já estabelecidas.
  • DIVIDEND YIELD
    Termo em inglês que significa retorno de dividendo. Indicador que expressa a relação entre os proventos pagos em dinheiro por uma empresa e a cotação das ações desta empresa no mercado de ações. De maneira geral, as empresas em crescimento tendem a apresentar um índice mais baixo de retorno de dividendo do que as demais empresas. O retorno total da ação de uma empresa para os seus acionistas pode ser dividido em duas partes: valorização do preço da ação acrescida do retorno de dividendo, de forma que pode ser expresso como sendo: Retorno Total = (P1/Po)*(1+DY%), ondeP1 é o preço no final do período; Po é o preço no início do período; DY% é o retorno de dividendo (ou dividend yield) da ação no período.
  • DIVIDENDO CUMULATIVO
    Dividendo que, caso não seja pago durante o exercício, é automaticamente acumulado para o período seguinte.
  • DIVIDENDO PRO-RATA
    Dividendo pago proporcionalmente ao período após a emissão das ações até o encerramento do exercício.
  • DIVIDENDOS
    Pagamento efetuado pela empresa aos seus acionistas através da distribuição de parte do lucro líquido da empresa, subdividido de acordo com as diferentes classes de ação. O montante, a ser pago em dinheiro e de forma proporcional à quantidade de ações possuídas, deve ser decidido pelo Conselho Administrativo da empresa e, em geral, é pago anualmente, semestralmente ou trimestralmente. Pela Lei das S.A., deverá ser distribuído um dividendo mínimo de 25% do lucro líquido apurado em cada exercício.
  • DJIA (DOW JONES INDUSTRIAL AVERAGE)
    Índice criado por Charles Dow em 1896 e utilizado para acompanhar o desempenho das ações da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). Seu cálculo é uma média simples das cotações das ações das trinta empresas industriais mais importantes dos EUA, todas listadas na NYSE. Como o índice não é calculado pela bolsa de Nova York, seus componentes são escolhidos pelos editores do jornal financeiro norte-americano The Wall Street Journal. Não existe nenhum critério pré-determinado, a não ser que os componentes sejam companhias norte-americanas que são líderes em seus segmentos de mercado.
  • DOADOR
    Participante que, em operação de empréstimo ou de troca, tem na data pactuada o dever de entregar e, até o vencimento da operação, o direito de receber determinados ativos.
  • DOC – DOCUMENTO DE ORDEM DE CRÉDITO
    Através da facilidade da transação financeira do DOC é possível efetuar transferências entre contas de bancos diferentes de um mesmo titular, ou não.
  • DÓLAR CABO
    É a cotação de compra ou venda da moeda norte-americana fora dos canais de conversão autorizados pelo Banco Central. A transação é realizada eletronicamente, através da transferência entre contas bancárias no Brasil e no exterior.
  • DÓLAR COMERCIAL
    Taxa de câmbio que é publicada pelo Banco Central e utilizada nas operações de balança comercial e de serviços do país (exportações, importações), no pagamento do serviço da dívida externa e na remessa de dividendos das empresas com sede no exterior.
  • DÓLAR FLUTUANTE
    Operação de conversão de Reais por dólar no mercado flutuante. O mercado flutuante também é conhecido como “turismo” e é usado como referência para compra de moeda estrangeira para viagem, tanto em espécie quanto em travellers. O dólar turismo também é usado para contribuições a entidades associativas, doações, heranças, aposentadorias e pensões, manutenção de residentes e tratamento de saúde
  • DÓLAR PARALELO
    Também conhecido como câmbio negro ou dólar black, é a cotação de compra ou venda da moeda norte-americana fora dos canais de conversão autorizados pelo Banco Central. Em diversas ocasiões é executado através da troca física de moedas, contrastando com o dólar cabo, onde a transação é eletrônica.
  • DÓLAR PTAX800
    A cotação Ptax da moeda norte-americana, apurada pelo Banco Central, é a taxa de câmbio média ponderada entre as cotações do dólar e o volume de operações envolvendo cada uma destas taxas a que foi negociado ao longo do dia.
  • DÓLAR TURISMO
    Operação de conversão de Reais por dólar no mercado flutuante. O mercado flutuante também é conhecido como “turismo” e é usado como referência para compra de moeda estrangeira para viagem, tanto em espécie quanto em travellers. O dólar turismo também é usado para contribuições a entidades associativas, doações, heranças, aposentadorias e pensões, manutenção de residentes e tratamento de saúde
  • DOW, TEORIA DE
    Teoria resultante de uma série de artigos publicados por Charles Dow em The Wall Street Journal entre 1900 e 1902, considerada como a precursora dos modernos princípios da análise técnica. Os princípios da teoria são: Tudo se reflete no preço.À medida que novas informações chegam e são disseminadas, os participantes do mercado concorrem para corrigir os preços de maneira adequada. O mercado é composto de três tendências.Em um dado instante, três forças atuam no mercado: Tendência Primária, Tendências Secundárias e Tendências Menores. A Tendência Primária, que pode ser baixista ou altista, usualmente dura mais de um ano, mas pode chegar a vários anos.As Tendências Secundárias são correções à Tendência Primária e podem durar de um a três meses. As Tendências Menores são de curto prazo, durando de um dia a três semanas, e podem ser desconsideradas. Tendências Primárias têm três fases. A primeira fase, que ocorre na retomada do crescimento econômico, é caracterizada por compras agressivas por parte de investidores informados. Na segunda fase, quando os lucros das empresas começam a aumentar, ocorre a acumulação de ações. Finalmente, na terceira fase o crescimento do mercado é de conhecimento geral e o público tem a impressão de que as ações nunca mais pararão de subir. Os investidores que compraram na primeira fase agora realizam os lucros. Os índices médios setoriais devem se confirmar mutuamente. Para que uma tendência seja confirmada, os índices de todos os setores (industrial, transportes, etc.). O volume confirma a tendência. Na Teoria de Dow o volume é utilizado de maneira secundária e se expande na direção da Tendência Primária. Uma tendência permanece até que ocorra um sinal definitivo de reversão.No caso de um mercado altista, uma reversão pode estar acontecendo quando as baixas começam a ter amplitudes progressivamente maiores. No caso de um mercado baixista, uma reversão pode acontecer quando as altas são progressivamente maiores.
  • DOWNSIDE
    É uma potencial de desvalorização de uma ação
  • DOWNSIZING
    Termo que vem do inglês e determina um procedimento de reestruturação empresarial, feito através da redução da força de trabalho ou do encerramento de negócios não relacionados com as atividades essenciais da empresa.
  • DPA – DIVIDENDO POR AÇÃO (OU LOTE DE AÇÃO)
    Termo usado em análise fundamentalista para o cálculo do indicador de dividend yield e em análise financeira para o cálculo do dividend payout. O DPA de uma ação reflete a soma de todos os dividendos e proventos pagos por uma empresa a seus acionistas de uma determinada classe de ações por um determinado período de tempo. Na seção de análise do site da InfoMoney estabelecemos este período como sendo os últimos 12 meses.
  • DURABLE GOOD ORDERS
    Esse índice mede o volume de pedidos e entregas de bens duráveis nos EUA. É uma medida, portanto, do nível de atividade industrial na economia. Um número crescente de pedidos indica que o setor industrial está aquecido. O Durable Good Orders é calculado pelo Census Bureau, parte do Departamento de Comércio dos EUA. Um indicador crescente pode sinalizar aquecimento do setor de bens duráveis, assim como uma queda do índice pode servir como indicativo de retração da economia local.
  • DURATION
    Termo em inglês que denomina uma medida de risco na qual se analisa o impacto da variação dos juros em um determinado ativo, ou carteira de investimentos. A título de ilustração, um ativo cuja duration é 2 tem seu valor aumentado em 2% no caso de uma queda de 1% nos juros.
  • E-BUSINESS
    Termo que vem do inglês e significa o uso da tecnologia web para negócios, de forma a melhorar a produtividade e aumentar a eficiência das empresas.
  • E-COMMERCE
    Termo que vem do inglês e significa comércio eletrônico. Define a compra e venda de informações, produtos e serviços através da rede mundial de computadores (ou internet).
  • E-PROCUREMENT
    Termo que vem do inglês e denomina a gestão eletrônica de suprimentos. Plataforma que integra clientes e fornecedores no B2B e B2C, através da internet e que possibilita a redução de custos e também a capacitação de fornecedores, inovações na linha de produtos ou oportunidades na área de marketing.
  • EBIT
    Sigla que vem do inglês “Earnings Before Interest and Taxes”. Em português significa lucro antes de juros e impostos e pode ser substituído pela sigla LAJIR, que reflete o resultado das atividades operacionais da empresa. Ao contrário da definição de lucro operacional no Brasil, o cálculo do LAJIR permite estimar o resultado das operações sem a inclusão das receitas ou despesas financeiras.
  • EBITDA
    Sigla que vem do inglês “Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization. Em português significa lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização e pode ser substituído pela sigla LAJIDA, e que dá uma idéia da capacidade de geração de caixa operacional de uma empresa. A diferença entre o LAJIR e o LAJIDA é que este último exclui as despesas que não alteram o caixa de uma empresa, como é o caso da depreciação e amortização de ativos.
  • EMENDA
    Refere-se a uma proposição legislativa apresentada como acessória de uma outra, a principal, que pode ser um projeto de lei, uma proposta de emenda à constituição, um projeto de decreto etc. Em geral, as emendas alteram o mérito da matéria sobre a qual estão sendo apresentadas. As emendas de redação mudam apenas aspectos linguísticos
  • EMISSOR
    Pessoa jurídica, fundo ou entidade de investimento coletivo, responsável pelas obrigações inerentes aos ativos por ele emitidos, bem como por seus lastros e garantias subjacentes.
  • EMOLUMENTO
    De forma genérica é o pagamento ou vantagem concedida a uma pessoa, além do que já recebe de maneira fixa pelo exercício de suas tarefas. (1) No mercado de ações refere-se à taxa paga à Bolsa de Valores por conta dos negócios de compra e venda serem realizados em suas instalações, e não inclui custos com liquidação e custódia das ações. (2) No mercado segurador refere-se às despesas adicionais cobradas do segurado pela companhia seguradora, o que inclui os impostos e encargos incidentes sobre o seguro.
  • EMPOWERMENT
    Termo que vem do inglês e é usado na gestão de recursos humanos de empresas. O termo denomina a delegação de autoridade a funcionários de níveis hierárquicos mais baixos, que lhes permita participar do processo decisório.
  • EMPREENDEDOR
    Pessoa inovadora que tenta introduzir novos produtos, serviços, técnicas de produção e até mesmo novas formas de organização, tomando as decisões que irão nortear o futuro do negócio, assumindo não só riscos pessoais como também risco dos investidores e de todos os envolvidos em seu negócio.
  • EMPREENDEDORISMO
    Competência que possibilita a inserção do indivíduo no mundo do trabalho e sua sobrevivência em uma sociedade competitiva. Pode ser definido também como a capacidade de criatividade, persistência e habilidade de um indivíduo em assegurar a realização de objetivos através de liderança, iniciativa, flexibilidade e habilidade para conduzir situações e utilizar recursos.
  • EMPREENDIMENTO
    Organização destinada à produção e/ou comercialização de bens e serviços, tendo como objetivo a geração de lucros.
  • EMPREENDIMENTOS EM FASE DE LANÇAMENTO
    Termo usado na pesquisa de mercado imobiliário do Secovi (Sindicato da Habitação), que denomina as unidades que estão à venda até seis meses desde lançamento. Esse período é caracterizado por esforço de comercialização intensivo.
  • EMPREENDIMENTOS EM FASE DE PÓS-LANÇAMENTO
    Termo usado na pesquisa de mercado imobiliário do Secovi (Sindicato da Habitação) para designar as unidades à venda desde o sétimo até o trigésimo sexto mês. Depois desse período, ou seja, a partir de 37 meses após o lançamento, o estoque eventualmente existente é excluído da base de dados da pesquisa.
  • EMPREGADO DOMÉSTICO
    É considerado empregado doméstico a pessoa física que presta serviço para outra pessoa física, como por exemplo, motoristas, jardineiros, enfermeiras, faxineiras, etc. Mas não podemos esquecer de que a classificação é valida somente aos trabalhadores que prestam o serviço dentro do âmbito residencial.
  • EMPRESA
    Qualquer firma, companhia, organização ou corporação destinada à produção e/ou comercialização de processos, bens e serviços que tem como objetivo a geração de lucros.
  • EMPRESA JÚNIOR
    Empresa criada dentro de faculdade, universidade ou escola técnica, constituída por alunos orientados por professores para a realização de atividades empresariais contratadas por clientes reais. Ao oferecerem serviços de consultoria e assistência gratuitos (ou a custos muito baixos), estas empresas ajudam no desenvolvimento das micro e pequenas empresas do país.
  • EMPRESÁRIO
    Pessoa ou grupo de pessoas que inicia e/ou administra uma empresa, assumindo responsabilidade por seu funcionamento e eficiência.
  • EMPRÉSTIMO
    Operação de mútuo de ativos, por determinado prazo e com o pagamento de prêmio pelo tomador ao doador.
  • ENCARGOS
    Multas, reembolsos e quaisquer outros valores devidos à BM&FBOVESPA, que não sejam custos.
  • ENDIVIDAMENTO DE LONGO PRAZO
    Indicador usado em análise financeira, que serve para entender a estrutura de capital de uma empresa. O indicador é calculado como sendo a porcentagem do capital investido da empresa composta por fundos de longo prazo provenientes de terceiros. O capital investido em uma empresa é definido como a soma das suas obrigações de longo prazo com terceiros (dívida de longo prazo) e do capital investido pelos seus acionistas (patrimônio líquido).
  • ENDIVIDAMENTO SOBRE PATRIMÔNIO
    Indicador usado em análise financeira, que expressa a relação entre o capital da empresa contribuído por terceiros e aquele contribuído por seus acionistas. Um indicador baixo significa que a empresa pode ter mais flexibilidade para levantar empréstimos com terceiros, e vice-versa. O endividamento sobre patrimônio de uma empresa é determinado como sendo o resultado da divisão da dívida líquida da empresa pelo seu patrimônio líquido.
  • ENDIVIDAMENTO TOTAL
    Indicador financeiro de estrutura de capital, que expressa a relação entre a dívida total da empresa em relação ao capital investido na empresa. O capital investido é definido como a soma da dívida de longo prazo e o patrimônio líquido da empresa.
  • ENDOMARKETING
    Trabalho interno da empresa, que consiste em aplicar uma visão de marketing a todas as rotinas da organização. Modalidade de marketing voltada para todos os segmentos de público diretamente envolvidos com a empresa e que podem funcionar como mensageiros da imagem institucional. Através de ações de comunicação interna, o endomarketing busca reforçar positivamente a imagem da empresa junto a seus funcionários, fornecedores, prestadores de serviço, acionistas, revendedores, franqueados etc, gerando um clima propício ao melhor desempenho, qualidade e produtividade da empresa.
  • ENTREGA
    Transferência de ativos, mercadorias e moeda estrangeira com a finalidade de liquidar obrigações decorrente de operações.
  • ENVELOPE
    Termo usado em análise técnica quando se desenha um gráfico de ações. O envelope é formado por duas médias móveis, uma deslocada para cima e a outra para baixo, de modo a se definir uma banda dentro da qual o ativo é normalmente negociado. Usualmente se usam médias móveis exponenciais de 25 dias, deslocadas de 6% para cima e para baixo, respectivamente.
  • EQUITY
    Termo que vem do inglês e denomina o Patrimônio Líquido de uma empresa e pode ser calculado como a diferença entre os ativos totais e os passivos de uma empresa. Termo usado para se referir a investimentos em ações
  • ESCRITURADOR
    Pessoa jurídica devidamente autorizada pela CVM para prestar serviço de escrituração de ativos, nos termos da regulamentação em vigor.
  • ESTAGFLAÇÃO
    Termo que reflete uma situação em que a economia do país se encontra, ao mesmo tempo, em estagnação e com inflação. Por estagnação entenda-se situação em que não existe crescimento da produção, o que se reflete sobre a renda nacional per capita e ao emprego.
  • ESTOCÁSTICO (STK)
    O Estocástico, (STK) é um indicador de análise técnico que varia entre 0 e 100, e que serve para medir a velocidade da reação dos preços de títulos e baseia-se na hipótese de que, à medida que os preços sobem, os fechamentos têm tendência de se posicionarem mais próximos das altas. Se os preços caem, os fechamentos tendem a se aproximar das baixas. Desta forma, poderá ser um bom ponto de compra de uma ação, quando o STK estiver aumentando em relação ao dia anterior, principalmente se seu valor for menor do que 20. Da mesma forma, poderá ser um bom ponto de venda, quando o STK estiver diminuindo em relação ao dia anterior, principalmente se seu valor for maior do que 80. Sua fórmula de cálculo é a seguinte: STK% = 100* (p – L)/(H – L), onde: P o último preço de fechamento; L é o menor preço dos últimos N períodos; H o maior preço dos últimos N períodos.
  • ESTRUTURA DE CAPITAL
    Termo que denomina a forma de composição do capital de uma empresa e sua divisão entre capital de terceiros e capital próprio. Quanto maior a parcela de capital de terceiros na estrutura de capital de uma empresa, maior é o grau de alavancagem desta empresa, e vice-versa.
  • ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA
    Análise dos investimentos necessários à implantação de projetos e seus relativos custos operacionais, assim como a possibilidade de sucesso deste projeto.
  • ETF
    É a sigla para “exchange traded funds”, ou fundos de investimento com cotas negociadas em Bolsa. O ETF é um fundo que segue um índice – o Ibovespa, por exemplo. Esse tipo de produto permite ao investidor ter uma carteira bastante diversificada mesmo sem ter muito dinheiro. As cotas são compradas e vendidas pelo home broker.
  • EURO
    Nome da moeda comum adotada por 12 países da União Européia, que passou a existir em 01/01/1999 em substituição às diversas moedas nacionais utilizadas até então. Os países que passaram a adotar o Euro desde 1999 foram Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Irlanda, Itália, Luxemburgo e Portugal. A partir de 2001, a Grécia também adotou a moeda comum. As taxas de conversão em relação às diversas moedas nacionais foram fixadas em 1 Euro para cada 40,3399 BEF, 1,95583 DEM, 340,750 GRD, 166,386 ESP, 6,55957 FRF, 0,787564 IEP, 1.936,27 ITL, 40,3399 LUF, 2,20371 NLG, 13,7603 ATS, 200,482 PTE e5,94573 FIM.
  • EUROCLEAR
    Denominação dada à central de operações, liquidação e custódia de ativos financeiros e valores mobiliários que fornece serviços para instituições financeiras localizadas em mais de 80 países. Através da CSD (Central Securities Depositary) mantém serviços de custódia e administração de títulos para vários países.
  • EVENTO DE CUSTÓDIA
    Obrigações do emissor relativas aos ativos por ele emitidos e depositados na central depositária da BM&FBOVESPA.
  • EVENTO DE CUSTÓDIA VOLUNTÁRIO
    Evento de custódia que necessita da manifestação formal do comitente, por meio do agente de custódia, para a geração de efeitos perante a central depositária da BM&FBOVESPA.
  • EX-DIVIDENDO
    Denominação dada às ações nas quais os acionistas não terão mais direito de receber dividendos já anunciados. Os dividendos são pagos em uma data determinada a todos os acionistas de posse de ações da empresa em um determinado momento (por exemplo, 15 de outubro), que pode ou não coincidir com a data de pagamento. Até esta data as ações continuam sendo negociadas “com dividendo”, ou seja, os acionistas têm direito de receber estes dividendos. A partir do dia seguinte à data “com dividendo, ou seja, 16 de outubro no exemplo acima, os acionistas não terão mais direito de receber estes dividendos, de forma que a ação passa a ser negociada “ex-dividendo”. Assim, uma ação “ex-dividendo” significa que o acionista não terá o direito de receber o dividendo já anunciado.
  • EXCLUSÃO DE DIREITO DE PREFERÊNCIA
    O estatuto de uma empresa que possuir autorização para aumento de capital pode prever a emissão sem direito de preferência aos antigos possuidores de ações, debêntures ou outros títulos conversíveis em ações.
  • EXECUÇÃO DE ORDEM
    Termo usado no mercado acionário que se refere à realização, por parte de uma corretora ou outro intermediário, de uma ordem de compra ou venda de títulos ou ações.
  • EXERCÍCIO DE OPÇÕES
    Ao comprar (ou vender) uma opção, o investidor compra (ou vende) o direito de comprar ou vender um ativo a um determinado preço (preço de exercício) em uma determinada data. O exercício da opção é quando este direito é exercido pelo investidor ao preço de exercício determinado na opção. Para as opções que são negociadas em bolsa, existem dadas pré-determinadas nas quais diversas séries de opções vencem, de forma que estas datas são conhecidas como datas de exercício de opções. Nas opções do tipo americana é possível exercer o direito de compra/venda em qualquer tempo até a data de vencimento do contrato, enquanto nas opções européias o exercício só pode acontecer na data de vencimento da opção.
  • EXIGIBILIDADES
    Denominação dada às obrigações, ou exigências financeiras, que uma empresa tenha que arcar. No balanço patrimonial da empresa seria equivalente à soma do Exigível de curto prazo e do Exigível de longo prazo.
  • EXISTING HOME SALES
    A Associação Norte-Americana de Corretores de Imóveis divulga mensalmente pesquisa sobre vendas de casas usadas nos EUA num período pré-determinado, e com base em taxas anualizadas. Esse dado é importante, pois sinaliza as condições do mercado de imóveis, que possui elevada participação na composição do Produto Interno Bruto dos EUA.
  • EXPORT NOTES
    Termo que vem do inglês e significa notas de exportação. Contrato usado por exportadores para financiar suas vendas ao exterior. Nestes contratos o exportador cede aos investidores os direitos de venda decorrentes dos contratos de exportação, e, em troca recebe moeda local.
  • EXPURGO
    Significa a aplicação de índices de atualização monetária abaixo do que é efetivamente devido. Este percentual se baseia na diferença entre os índices aplicados pelo governo e o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os expurgos em geral têm sido pagos sobre os saldos antigos das contas de FGTS, em que a correção do saldo ficou abaixo do IPC.
  • EXTRANET
    Termo em inglês que denomina uma rede de acesso semiprivado, interligando uma comunidade limitada de clientes ou parceiros de negócio, ou organizações que compartilham e/ou trocam informações, ou realizam transações comerciais entre si através de meio eletrônico.
  • FAC – FUNDO DE APLICAÇÃO EM COTAS
    Termo que define um tipo básico de fundo de investimentos, onde o fundo não compra e vende papéis e títulos no mercado, mas cotas de outros fundos de investimento, ou seja, é um fundo de fundos. O termo FAC não determina a composição da carteira do fundo, mas apenas a forma de investimento: direta ou através de cotas. Desta forma, um fundo de renda fixa pode ser tanto FAC quanto FIF (Fundo de Investimento Financeiro), sendo que se for FAC ele deverá aplicar seus recursos em cotas de fundos FIF. Na denominação do FAC deverá constar o tipo de fundo em que concentra suas aplicações, sendo que os FACs estão restritos a investir em cotas de fundos de investimento regulamentados pela CVM, em cotas de FIFs e cotas de FIEX (Fundos de Investimento no Exterior). Os FACs não podem investir mais de 25% do seu patrimônio em cotas de um único fundo, a menos que se trate de fundo gerido por instituição que pertença ao mesmo grupo financeiro. Além disto, as ações detidas pelos FACs, através de cotas em outros fundos, não podem exceder 49% do seu patrimônio.
  • FACTORY ORDERS
    O Departamento de Comércio dos EUA divulga mensalmente o volume de pedidos de bens duráveis e bens não-duráveis feitos à indústria norte-americana. Esse índice é relevante, pois sinaliza o cenário econômico. Contudo, a diferença entre esse índice e o Durable Good Orders, é que o primeiro índice retrata os dados do mês retrasado, prejudicando sua análise.
  • FALÊNCIA
    Situação na qual uma empresa não tem mais como arcar com o pagamento dos seus passivos, ou quando os passivos da empresa excedem o valor justo dos seus ativos. Desta forma, uma empresa que entrou em processo de falência apresenta como principal característica ter um patrimônio líquido negativo.
  • FARM-OUT
    É o processo de aquisição ou venda parcial ou total dos diretos de concessão detidos por uma empresa. Em uma mesma negociação, a empresa que está adquirindo os direitos de concessão está em proceso de Farm-in e a empresa que está vendendo os direitos de concessão está em processo de Farm-out.
  • FATO RELEVANTE
    Informação, ou acontecimento, que pode influenciar a decisão dos investidores com relação a um determinado valor mobiliário emitido por uma empresa. Caso os administradores da empresa decidam pela não divulgação da informação por acreditarem que a mesma pode colocar em risco o interesse da companhia, cabe à CVM decidir se a informação deve ou não ser divulgada.
  • FECHAMENTO
    Termo usado para denominar a cotação de fechamento de um determinado título ou valor mobiliário em um determinado dia. Assim sendo, quando falamos que o Fechamento de uma ação no mês de janeiro foi de R$ 10, isto significa que a ação fechou o último pregão do mês de janeiro cotada em R$ 10.
  • FECHAMENTO ANTERIOR
    Termo usado para denominar a cotação de fechamento do dia anterior de um determinado título ou valor mobiliário. Assim sendo, quando falamos que o FecAnt de uma ação foi de R$ 10 isto significa que no pregão do dia anterior ela fechou cotada em R$ 10.
  • FECHAMENTO MÉDIO
    Termo usado para denominar a média da cotação de fechamento de uma determinada ação durante um determinado período (X). Assim sendo quando falamos que o FecMédio(21d) de uma ação foi R$ 10, isto significa que a média simples das cotações de fechamento dos últimos 21 pregões daquela ação foi de R$ 10.
  • FED (FEDERAL RESERVE SYSTEM)
    O FED (Federal Reserve System), Banco Central dos EUA, é a entidade governamental responsável pela formulação e execução de política monetária norte-americana. Além disso, o FED age como regulador e supervisor do sistema bancário, serve como “banco” do Governo e o assessora em operação financeiras. A taxa de juros do EUA é definida pelo FOMC (Federal Open Market Commitee) o principal órgão do FED. Uma de suas características mais importantes é a independência em relação ao Governo Federal dos EUA,garantindo assim a boa condução da política monetária. O Fed é formado por uma equipe de sete membros escolhidos pelo Governo (Board of Governors), com sede em Washington DC, e por doze bancos regionais localizados nas principais cidades dos EUA (Federal Reserve Banks).
  • FEDERAL FUNDS RATE (FED FUNDS)
    Esta é a principal taxa de juros norte-americana, através da qual os bancos norte-americanos emprestam ou tomam emprestado recursos no mercado interbancário; sendo portanto definida pelo mercado. O FED (Federal Reserve System), através de seu comitê de política monetária, o FOMC, define uma meta para o Fed Funds, e conduz a política monetária norte-americana procurando fazer com que a taxa fique dentro desta meta.
  • FEDERAL OPEN MARKET COMITTEE
    O Federal Open Market Comittee (FOMC) é um colegiado do banco central norte-americano, o Federal Reserve, que se reúne oito vezes ao ano, em intervalos de cinco a seis semanas, para discutir e analisar o cenário econômico local e internacional, com base, principalmente, nos dados do relatório Beige Book. Com base nessas expectativas e dos números dos índices inflacionários, o colegiado define o novo patamar da taxa de juro básica, também conhecida como Fed Funds, além do viés. O FOMC é formado pelos sete membros do Board of Governors do FED (escolhidos pelo governo norte-americano), e por cinco presidentes de Federal Reserve Banks (Bancos Centrais regionais). O presidente do Federal Reserve Bank de Nova York é membro do FOMC de modo contínuo, os demais presidentes são membros de maneira rotativa pelo período de um ano.
  • FEDERAL RESERVE (FED)
    É o banco central norte-americano, responsável pela formulação e execução de política monetária. Além disso, o FED age como regulador e supervisor do sistema bancário, serve como “banco” do Governo e o assessora em operações financeiras. A taxa de juros do EUA é definida pelo FOMC (Federal Open Market Commitee) o principal órgão do FED.
  • FEDERAL RESERVE BANK
    Termo que denomina os 12 bancos centrais regionais norte-americanos. Cada um dos Federal Reserve Banks dos EUA, é responsável por determinada região. Estes bancos trabalham em conjunto com o FED na condução da política monetária, fornecem informações sobre o desenvolvimento econômico de seus distritos e supervisionam as instituições bancárias de sua região.
  • FGV100
    Índice desenvolvido pela Fundação Getúlio Vargas, que acompanha o desempenho de ações de 100 empresas privadas não-financeiras, que têm seus papéis negociados nas Bolsas de valores de São Paulo (Bovespa) e na Sociedade Operadora de Mercado de Acesso (SOMA).
  • FIANÇA
    No caso de dívidas, é uma forma de garantia: caso o devedor deixe de cumprir com a obrigação assumida, uma terceira pessoa terá que arcar com o pagamento desta obrigação.
  • FIF – FUNDO DE INVESTIMENTO FINANCEIRO
    O termo FIF define um tipo básico de fundo, que independe da composição da sua carteira. Os FIF surgiram com a última alteração nas regras dos fundos, e englobam vários tipos de fundos de investimento, como por exemplo: renda fixa, DI, derivativos, etc. A forma com que os recursos são aplicados depende do regulamento do fundo e regras de enquadramento do Banco Central. Entretanto, no mínimo 51% do patrimônio do fundo deve estar aplicado em títulos de renda fixa, sendo que os investimentos em ações não podem exceder 49% do patrimônio do fundo.
  • FIREWALL
    Termo que vem do inglês e é usado na área de tecnologia e significa parede de fogo. Trata-se de um sistema desenvolvido para garantir a integridade e segurança das informações ou dados existentes em uma rede de computadores, assim como controlar o acesso a esta mesma rede.
  • FLIPPERS
    São investidores que adquirem ações de companhias em processo de IPO (abertura de capital) para vendê-las no primeiro dia de negociação e obter lucro rápido. Dado que, em mercados com forte tendência de alta, é comum que as ações subam de forma expressiva na sua estréia.
  • FLUXO DE CAIXA
    Termo usado para denominar o demonstrativo de origem e aplicação de recurso divulgado pelas empresas, e que tem periodicidade anual. Este demonstrativo ilustra as origens do aumento do caixa da empresa, assim como as formas como estes recursos foram aplicados. O termo também pode ser usado em referência a um indicador de análise financeira que, através de elementos do demonstrativo de resultado, estima qual é a geração de caixa da empresa. Neste caso, o fluxo de caixa da empresa é estimado como sendo o lucro líquido da empresa mais depreciação e amortização no mesmo período.
  • FLUXO DE CAIXA DESCONTADO
    Metodologia de cálculo de valor de uma empresa, baseado em trazer a expectativa de geração de caixa futura da companhia para o presente utilizando uma taxa de desconto. Desta forma, chega-se ao valor estimado para os fluxos de caixa de uma empresa descontando-os pelos custos de capital apropriados
  • FLUXO DE CAIXA DISPONÍVEL
    Indicador de análise financeira que procura estimar a capacidade de geração de caixa de uma empresa. O indicador de fluxo de caixa disponível da empresa é definido como sendo o lucro líquido da empresa mais depreciação e amortização menos despesas de capital com ativos imobilizados e a variação do capital circulante da empresa.
  • FLUXO DE CAIXA DISPONÍVEL POR AÇÃO
    Indicador de análise fundamentalista que mede a relação entre o valor do fluxo de caixa disponível da empresa pelo número total de ações da empresa. A análise da variação deste indicador sugere como a empresa está ou não melhorando a sua geração de caixa em termos de sua base acionária. O fluxo de caixa disponível da empresa é definido como o lucro líquido da empresa mais depreciação e amortização menos despesas de capital com ativos imobilizados e a variação do capital circulante da empresa.
  • FLUXO DE CAIXA POR AÇÃO
    Indicador de análise fundamentalista que mede a relação entre o valor do fluxo de caixa da empresa pelo número total de ações da empresa. A análise da variação deste indicador sugere como a empresa está ou não melhorando a sua geração de caixa em termos de sua base acionária. O fluxo de caixa da empresa é definido como o lucro líquido da empresa mais depreciação e amortização no mesmo período.
  • FMP – FUNDO MÚTUO DE PRIVATIZAÇÃO
    Os primeiros fundos mútuos de privatização foram criados em agosto de 2000 na época em que o Tesouro vendeu, através de oferta pública, suas ações na Petrobras. Existem basicamente duas subcategorias de FMP, os FMP recursos próprios e os FMP FGTS. A diferença entre eles não é tanto a forma como investem os recursos, mas sim na origem dos recursos usados para a compra das cotas destes fundos. O FMP – FGTS é constituído sob a forma de condomínio aberto, de que participam exclusivamente pessoas físicas detentoras de contas vinculadas do FGTS. É uma comunhão de recursos destinados à aquisição de valores mobiliários nos leilões de privatização ou nas ofertas públicas de ações de empresas estatais. Enquanto que na categoria Recursos Próprios, os investidores usam recursos próprios para comprar as cotas dos FMPs.
  • FMP-FUNDOS DE RECURSOS PRÓPRIOS
    Uma das sub-categorias de fundos mútuos de privatização (FMPs), como os fundos da Petrobrás lançados em agosto de 2000 e os da vale do Rio Doce lançados em março de 2002, em que os investidores usaram recursos próprios para comprar as cotas dos FMPs e não recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) como acontece nos fundos FGTS.
  • FOB – FREE ON BOARD
    Termo usado principalmente em comércio exterior, indicando que o preço determinado pelo vendedor para um produto específico inclui as despesas de transporte até um determinado local. Por exemplo, a expressão “FOB armazém porto de Santos” indicaria que o vendedor cobriria todos os custos até este armazém, enquanto o comprador do produto seria responsável pelos custos de transporte a partir daí.
  • FOMC (FEDERAL OPEN MARKET COMMITEE)
    É o colegiado mais importante do FED (Federal Reserve System), o banco central dos EUA, no que se refere à política monetária. É o FOMC quem define a meta da taxa de juros norte-americana, e conduz as operações de mercado aberto de acordo com a meta de juros estipulada. O FOMC é formado pelo Board of Governors do FED e por cinco presidentes de bancos centrais regionais, os Federal Reserve Banks. O chairman do FED é também chairman do FOMC.
  • FORNECEDOR
    Qualquer organização que forneça bens e serviços, sendo que o uso destes bens e serviços pode acontecer em qualquer estágio da produção. Podem ser incluídos como fornecedores os distribuidores, revendedores, bem como os indivíduos que suprem a empresa com materiais e componentes.
  • FRANQUEADO
    Pessoa física ou jurídica a quem é outorgado o direito de uso e exploração do conceito de negócio e demais direitos relacionados a um determinado sistema de franquia. Em troca deste direito o franqueado deve pagar uma remuneração para a empresa franqueadora.
  • FRANQUEADORA (EMPRESA)
    Pessoa jurídica detentora dos direitos de uso e exploração de um conceito de negócio e das marcas comerciais que o identificam. Em troca da concessão destes direitos, a empresa franqueadora recebe uma remuneração do franqueado.
  • FRANQUIA (DE SEGURO)
    O termo franquia reflete a parcela da indenização que fica a cargo do segurado, isto é, quanto você tem que pagar para ter direito ao recebimento da indenização. Desta forma, não é difícil entender que, quanto maior a franquia estabelecida no contrato, menor é o risco da seguradora, pois você está pagando uma parte maior da indenização, e conseqüentemente, menor deve ser o valor do prêmio que você terá que pagar. Existem vários tipos distintos de franquia no setor de seguros, como por exemplo: Franquia dedutível: parte do sinistro apurado que não é paga pelo seguro, sendo que a franquia é deduzida do montante que a seguradora estaria, de outro modo, obrigada a pagar; Franquia facultativa: trata-se da franquia que é solicitada pelo segurado; Franquia obrigatória: trata-se da franquia que é imposta pelo segurador; Franquia simples: trata-se da franquia que o segurador não paga, quando o prejuízo for inferior a um determinado valor da apólice, e não deduz, quando os prejuízos forem maiores que o citado valor.
  • FRANQUIA (SISTEMA DE)
    Sistema através do qual a empresa franqueadora cede ao franqueado o direito de uso da marca, associado ao direito de distribuição exclusiva ou semi-exclusiva de produtos ou serviços. Em alguns casos, a empresa franqueadora também cede o uso de tecnologia de implantação e administração de negócios desenvolvidos e detidos pela própria franqueadora. Em troca, a empresa franqueadora recebe do franqueado uma remuneração direta ou indireta, sem que com isto fique caracterizado qualquer vinculo empregatício
  • FREE-FLOAT
    É a porcentagem do capital uma empresa que não se encontra em mãos de acionistas estratégicos, sendo que os acionistas estratégicos são aqueles com participação superior a 5% do capital total da empresa. Desta forma, o free-float das ações de uma empresa é um indicador importante da sua liquidez no mercado, pois indica qual é o percentual das ações que pode ser efetivamente negociado no pregão e objeto de compra por parte de outros investidores.
  • FTSE-100
    Índice que exprime a variação média diária de uma carteira de ações negociadas na Bolsa de Valores de Londres. Usado pelo mercado como principal indicador do desempenho das ações britânicas, o FTSE-100 é formado por uma carteira teórica de 100 ações, escolhidas pela participação das ações no mercado e pela liquidez.
  • FUNDIDOR DE OURO
    Instituição financeira cadastrada pela BM&FBOVESPA, responsável pela produção, recebimento, guarda e conservação dos lingotes de ouro custodiados na central depositária da BM&FBOVESPA.
  • FUNDO AGRESSIVO
    Trata-se de fundos que também incluem derivativos na composição da sua carteira, e por isso apresentam maior volatilidade que as demais categorias de fundos. Em geral têm boa parcela de sua carteira investida em ações.
  • FUNDO BALANCEADO
    Esta é a menor categoria individual dentre as várias categorias de fundos de investimento acompanhadas pela Anbid (Associação Nacional de Bancos de Investimento), que inclui os fundos regulamentados pelo BACEN ou pela CVM que busquem retorno no longo prazo através de investimento em diversas classes de ativos (renda fixa, ações, câmbio, por exemplo). Estes fundos procuram agregar valor utilizando uma estratégia de investimento diversificado e através de deslocamentos táticos entre as classes de ativos ou estratégia explícita de re-balanceamento de curto prazo, mas não usam alavancagem. Por investirem em várias classes de ativos não podem ser comparados com um indicador de referência de apenas uma classe de ativos, como por exemplo, 100% CDI, e devem explicitar o mix de ativos com o qual sua rentabilidade deve ser comparada.
  • FUNDO CAMBIAL
    Esses fundos foram renomeados de fundos referenciados cambiais para fundos cambiais. Os fundos cambiais mais comuns encontrados no mercado investem em títulos atrelados à variação da taxa de câmbio do real frente ao dólar norte-americano. Entretanto, existem outros fundos que oferecem proteção em relação a outras moedas, o euro, por exemplo. O principal fator de risco da carteira de um fundo classificado como “Cambial” deve ser a variação de preços de moeda estrangeira ou a variação do cupom cambial. É recomendado para investidores moderados, que buscam preservar o poder de compra de seu patrimônio na moeda estrangeira ao longo do tempo. Porém, nestes fundos o investidor também está sujeito às oscilações das taxas de juros domésticas sobre a moeda estrangeira.
  • FUNDO CAPITAL PROTEGIDO (OU GARANTIDO)
    Um dos tipos de FIF que busca, na pior das hipóteses, garantir ao investidor pelo menos o retorno do capital investido e, se possível um adicional sobre este mínimo equivalente a um percentual de valorização do Ibovespa. As carteiras destes fundos travando 100% dos recursos captados em aplicações de renda fixa e colocando o rendimento obtido com estas aplicações na compra de opções de ações ou do Ibovespa. Desta forma, quando a bolsa sobe o investidor ganha parte desta valorização de forma proporcional à alavancagem feita. Quando os juros caem então a atratividade destes fundos diminui, pois o rendimento extra que pode ser direcionado para opções de ações diminui. Assim são fundos indicados para cenários de juros em alta e bolsa em baixa.
  • FUNDO DE AÇÕES
    Uma das nove categorias de fundos de investimento acompanhadas pela Anbid (Associação Nacional de Bancos de Investimento), esses fundos podem ser administrados por corretora ou distribuidoras de valores, bancos de investimento, banco múltiplo com carteira de investimento ou gestores independentes. Nestes fundos os recursos captados junto aos cotistas são investidos em uma carteira diversificada de ações, com o resultado dos rendimentos desta carteira sendo distribuídos aos cotistas, de forma proporcional ao número de quotas possuídas, após a dedução de impostos e taxas cobradas pelo administrador da carteira. Existem restrições na composição da carteira desses fundos, como por exemplo: devem manter no mínimo 51% de seu patrimônio aplicado em ações de empresas de capital aberto, não podem concentrar mais de um terço de sua carteira em ações de uma mesma companhia, nem utilizar operações de derivativos, exceto para proteção (hedge). Também podem ser constituídos de forma aberta, ou fechada, sendo que no caso dos fundos de ações fechados o cotista investe em um prazo pré-determinado e só pode sacar ao final, sendo possível apenas vender as cotas para outro investidor através do mercado de balcão organizado ou a própria bolsa de valores visto que alguns fundos são cotados.
  • FUNDO DE AÇÕES ATIVO
    Trata-se de um dos tipos de fundos de ações em que o gestor do fundo busca superar a rentabilidade obtida por um determinado índice de ações, como por exemplo, o Ibovespa ou o IBX. Em geral estes fundos têm perfil mais agressivo de investimento que os fundos de ações indexados. Dentre os fundos ativos existem também os alavancados, que utilizam derivativos para obter uma rentabilidade ainda mais atrativa e que, exatamente por isto, têm um perfil ainda mais arriscado de investimento.
  • FUNDO DE AÇÕES INDEXADO
    Trata-se de um dos tipos de fundos de ações em que o gestor do fundo busca replicar a rentabilidade obtida por um determinado índice de ações, como por exemplo, o Ibovespa ou o IBX. Em geral estes fundos têm perfil menos agressivo de investimento que os fundos ativos de ações.
  • FUNDO DE DERIVATIVOS
    Apesar de não existir mais uma sub-categoria de fundos que se denomina desta maneira, são conhecidos como fundos derivativos os fundos que utilizam derivativos como forma de diversificação do risco, e portanto tem o objetivo de proteger o investidor (também chamados de fundos de hedge); ou utilizam derivativos para aumentar a rentabilidade do fundo. O uso de derivativos como hedge é permitido na maioria dos fundos, mas o uso para alavancar a rentabilidade da carteira de investimentos do fundo só é permitido entre as subcategorias de fundos alavancados, como os fundos de renda fixa alavancados, ou os multimercados alavancados ou os fundos de ações alavancados.
  • FUNDO DE HEDGE
    Os fundos de hedge, ou hedge funds, podem ser definidos como fundos que adotam um número de estratégias que não podem ser adotadas por fundos tradicionais de investimento, mas isso não implica necessariamente se são mais ou menos arriscados. Embora o nome indique hedge, isso não significa que todos os fundos desta categoria utilizem estratégias de hedge para proteger o desempenho de suas carteiras.Mesmo dentro da categoria, a variedade de estratégias que podem ser adotadas acaba dificultando a comparação entre os fundos, de forma que não pode se definir uma linha única de atuação.
  • FUNDO DE ÍNDICES
    Fazem parte desta categoria os Fundos de Ações Ibovespa, IBX, etc. Esses fundos procuram montar uma carteira com as ações que compõem os índices das bolsas de valores, em geral um reflexo da média do mercado. O índice mais usado como parâmetro é o Ibovespa.
  • FUNDO DE INVESTIMENTO
    Os fundos de investimentos são a forma mais conhecida de aplicação financeira, e funcionam como uma espécie de condomínio de recursos individuais de pessoas físicas ou jurídicas. Na maioria dos casos esses fundos funcionam como um condomínio aberto, sem limite máximo de participantes, administrado com a finalidade de aplicar estes recursos no mercado e maximizar o retorno para o investidor (cotista). Mas em alguns casos, podem ser fechados, em geral estes fundos não permitem o saque a qualquer momento, e o investidor deve manter a aplicação por um prazo determinado de tempo. A soma das aplicações individuais de cada um dos cotistas constitui o patrimônio do fundo.
  • FUNDO DE LIQUIDAÇÃO
    Conjunto de recursos financeiros e ativos depositados na câmara por participantes e a BM&FBOVESPA com o objetivo de cobertura de perdas associadas ao potencial inadimplemento de um ou mais membros de compensação perante a câmara.
  • FUNDO DE PRIVATE EQUITY
    O termo private equity vem do inglês e se refere às ações que não são listadas em bolsa ou mercado de balcão e, que, portanto, ainda estão em mãos de acionistas individuais. Seguindo as regras dos antigos fundos FMIA-CL, estes fundos compram participações minoritárias nestas empresas, que devem efetuar a abertura técnica de seu capital através do registro na CVM e oferta de ações, que são compradas pelo próprio fundo. Em geral estes fundos investem em empresas de bom potencial de crescimento e qualidade de gestão, sendo que o horizonte de investimento do fundo varia na maior parte das vezes entre três e oito anos, depois do que, em geral, o fundo vende sua participação com lucro. Na maioria das vezes se concentram em empresas de médio porte, ao contrário dos fundos de venture capital que se concentram em empresas iniciantes, em estágio inicial de desenvolvimento, e por isto mesmo têm perfil de risco maior.
  • FUNDO DE RENDA FIXA
    Uma das nove categorias de fundos de investimento acompanhadas pela Anbid (Associação Nacional de Bancos de Investimento) esta categoria de fundos inclui os fundos cuja carteira é composta basicamente por ativos de renda fixa, ou ativos que se comportam como tal como, por exemplo, derivativos. Existem basicamente quatro sub-categorias de fundos de renda fixa, que são os fundos de renda fixa tradicionais, os renda fixa crédito, os renda fixa multi-índices e os renda fixa alavancados, sendo que a diferença entre eles está na forma com que aplicam os recursos da sua carteira de investimentos.
  • FUNDO DE RENDA FIXA ALAVANCADOS
    Uma das quatro subcategorias de fundos de renda fixa, que engloba os fundos que investem em ativos de renda fixa de qualquer espectro de risco de crédito, incluindo-se estratégias que impliquem em risco de índices de preço, excluindo-se, porém investimentos que impliquem em risco de oscilações de moeda estrangeira e de renda variável (ações, etc.). A única diferença com relação aos multi-índices é que estes fundos podem inclusive realizar operações que impliquem em alavancagem do patrimônio, enquanto nos multi-índices isto não é permitido.
  • FUNDO DE RENDA VARIÁVEL
    Englobam fundos do tipo FITVM onde a maior parte da carteira está investida em ações, ou ativos de maior volatilidade. Além dos fundos de ações, essa categoria também inclui os fundos cambiais, fundos de derivativos e fundos de dívida externa.
  • FUNDO DI (OU REFERENCIADO EM DI)
    Nos fundos DI, pelo menos 95% da carteira é composta por títulos que acompanham a variação do CDI, sendo que pelo menos 80% da carteira deve ser aplicada em títulos públicos federais, ou privados, com baixo risco de crédito. Além disso, esses fundos não podem se utilizar derivativos para aumentar a rentabilidade, podendo usá-los somente para efeito de hedge. Por aplicarem a maior parte dos seus recursos em títulos pós-fixados, os fundos DI são indicados para momentos de alta dos juros.
  • FUNDO EXCLUSIVO
    Nos fundos exclusivos o número de cotistas é limitado, e em geral é composto por grandes investidores como fundos de pensões. Nestes fundos nenhum dos cotistas pode deter mais do que 49% das cotas emitidas do fundo, com exceção dos casos em que este cotista é: Fundo de cotas FITVM; Seguradora ou sociedade de capitalização; Entidade aberta de previdência privada.
  • FUNDO IMOBILIÁRIO
    São fundos cujos recursos captados são direcionados a empreendimentos imobiliários específicos, como, por exemplo, flats, hotéis e shoppings. Em alguns casos são fechados e dirigidos a grandes investidores, e em outros possuem cotas nas quais pequenos investidores também podem investir. A rentabilidade dos fundos imobiliários (FI) se origina no recebimento dos direitos sobre os imóveis, como aluguéis e concessões, exatamente como num investimento imobiliário convencional. Em teoria o benefício de se aplicar em um fundo de investimento imobiliário é o da diversificação do risco, na medida que o montante recebido pelo fundo é dividido igualmente entre os cotistas, balanceando as perdas por inadimplência ou não locação do imóvel com os ganhos das outras unidades. Para se ter uma situação equivalente a essa no mercado imobiliário seria necessário possuir uma grande carteira de imóveis, o que demandaria um patrimônio muito maior do que o necessário para participar de um fundo.
  • FUNDO MULTIMERCADO
    Estes fundos diversificam a forma com que os recursos captados junto aos cotistas são aplicados, através do investimento em vários mercados ao mesmo tempo, além de poderem usar derivativos para alavancar seus rendimentos. Existem basicamente quatro subcategorias de fundos multimercados. Os fundos multimercados sem renda variável aplicam no mercado de renda fixa e câmbio, enquanto os multimercados sem renda variável e com alavancagem aplicam nestes mesmos mercados e se utilizam de derivativos. As duas últimas subcategorias são os multimercados com renda variável e os multimercados com renda variável e alavancagem. A diferença deles com relação aos sem renda variável é que também podem investir no mercado de ações desde que não superem o limite de 49% do seu patrimônio.
  • FUNDO OFFSHORE
    Termo usado para denominar os fundos cujas carteiras de investimentos aplicam parte dos recursos disponíveis no exterior.
  • FUNDO REFERENCIADO
    Existem basicamente três tipos de fundos referenciados: referenciados DI, referenciados cambial e referenciados outros. Os primeiros devem seguir o mais próximo possível as variações do CDI/SELIC. Já os referenciados câmbio devem seguir o mais próximo possível as variações da moeda norte-americana. Enquanto os referenciados outros buscam acompanhar qualquer parâmetro de performance que não os dos mercados de câmbio (variação do dólar) ou de juros de curto prazo (CDI). Em todos esses fundos, pelo menos 95% da carteira de investimentos deve ser composta por ativos que seguem a variação de um determinado indicador de mercado
  • FUNDO SETORIAL
    Uma das cinco grandes categorias de fundos de ações, que também inclui os fundos indexados, os fundos ativos, os fundos de ações fechados e os fundos outros. Investem em ações de empresas de setores específicos da economia, ou de empresas que tenham alguma outra característica em comum. Atualmente existem dois tipos de fundos setoriais, os fundos de telecomunicações e os fundos de energia.
  • FUNDOS DE DÍVIDA EXTERNA
    Uma das categorias de fundos de investimento acompanhadas pela Anbid (Associação Nacional de Bancos de Investimento), estes fundos foram criados como uma alternativa de diversificação em moeda estrangeira. Pelo menos 80% dos recursos devem estar direcionados a títulos de dívida externa e até 20% em títulos de crédito negociáveis no mercado internacional. Estes fundos não recebem tributação no Brasil, mas sim estão sujeitos a uma taxação no exterior.
  • GANHO DE CAPITAL
    O ganho de capital é definido como sendo a diferença entre os rendimentos recebidos com a venda de um determinado ativo (ações, imóveis etc.) e o custo de aquisição deste mesmo ativo. O ganho de capital bruto é definido como o ganho antes da incidência de impostos (sobretudo imposto de renda), enquanto ganho líquido é definido como o ganho após a incidência de impostos.
  • GANHO LÍQUIDO
    No mercado a vista equivale à diferença entre o valor de venda de um determinado ativo financeiro e o seu custo de aquisição. Já no mercado futuro é determinado como sendo o resultado da soma dos ajustes diários ocorridos em cada mês. Em ambos os casos a alíquota de imposto é de 20%.
  • GARANTIA
    O termo garantia, ou colateral, se refere aos itens usados por uma empresa ou indivíduo para sustentar o crédito quando levanta um financiamento. Assim, a garantia de um empréstimo pode ser qualquer ativo sobre o qual o credor (quem emprestou o dinheiro) tem um direito legal, que pode ser exercido caso o tomador do empréstimo não cumpra alguma das cláusulas do contrato.
  • GARANTIA MÍNIMA
    Nos planos tradicionais de previdência, prevê a correção da carteira do participante de acordo com uma rentabilidade mínima de IGP-M mais 6% ao ano.
  • GARANTIA SOLIDÁRIA
    Um dos tipos de garantia existentes. Ao contrário da garantia tradicional, na garantia solidária pessoas de uma mesma comunidade mutuamente avalizam uma operação de crédito. Neste tipo de garantia, se uma pessoa do grupo não cumpre seus compromissos, todas as outras são solidariamente responsáveis. Ver também sociedade de garantia solidária.
  • GARANTIAS
    Ativos, recursos financeiros, direitos, contratos e outros instrumentos depositados para assegurar a certeza do cumprimento das obrigações dos participantes.
  • GDP
    Sigla em inglês que significa Gross Domestic Product, o que equivale em português ao Produto Interno Bruto, ou PIB. O Departamento de Comércio dos EUA divulga mensalmente relatório sobre o Produto Interno Bruto (PIB), responsável pela mensuração do volume de bens e serviços produzidos na economia em determinado período. Esse índice é formado por cinco componentes: consumo, investimento, gastos governamentais, nível de estoque e saldo de comércio externo. É importante ressaltar que o consumo representa 2/3 do PIB norte-americano, e é um dos componentes com menor volatilidade dentro do índice.
  • GDR (GLOBAL DEPOSITARY RECEIPT)
    Sigla em inglês que denomina os Global Depositary Receipts. Os GDRs funcionam de maneira semelhante aos ADR´s, porém são negociados em outros países que não os Estados Unidos. Nos GDRs o banco depositário é deste país e as cotações são expressas na moeda corrente deste país.
  • GERÊNCIA DE PRODUTO
    Atividade de marketing que consiste em supervisionar e coordenar praticamente todos os procedimentos que, a partir da produção, se destinam a auxiliar a venda de um produto específico. O gerente de produto participa nas várias áreas de marketing (pesquisa de mercado, planejamento de produto, determinação de preços, propaganda, promoção de vendas e distribuição), como responsável por um produto específico.
  • GESTÃO DE CONHECIMENTO
    Conjunto de ações coordenadas que assegura às empresas capacidade para captar, armazenar, recuperar e analisar informações e conhecimentos estratégicos que ampliem seu desenvolvimento e sua competitividade.
  • GESTÃO DE QUALIDADE
    Estratégia administrativa que se desenvolve com a participação dos recursos humanos da empresa, e que tem como objetivo a satisfação do cliente, através da oferta de produtos ou serviços de qualidade superior.
  • GESTÃO EMPRESARIAL
    Planejamento, organização, liderança e controle das pessoas que compõem uma empresa e das tarefas e atividades por elas realizadas.
  • GESTÃO TECNOLÓGICA
    Estratégia de utilização de técnicas de administração, com a finalidade de maximizar o potencial tecnológico da empresa.
  • GIRO DE ATIVOS
    Indicador de análise financeira que indica a eficiência com que a empresa usa seus ativos para gerar vendas. O indicador é calculado como sendo a divisão da receita líquida de vendas pelo ativo total da empresa. Quanto maior o índice, maior é a eficiência da empresa no uso de seus ativos.
  • GIRO DE CAIXA
    Indicador de análise financeira que indica o número de vezes por ano que o caixa de uma empresa gira. Este indicador é calculado como sendo a divisão entre as receitas da empresa e o seu capital circulante. Quanto maior o indicador, mais eficiente é a empresa na gestão do seu caixa e vice-versa.
  • GIRO DE ESTOQUE
    Um dos indicadores de atividade da empresa, que expressa com que velocidade a empresa é capaz de girar seus estoques durante um ano. O indicador é calculado como sendo o quociente entre o custo de mercadorias vendidas e o valor do estoque médio da empresa. Vale lembrar que, para determinar o período médio dos estoques de uma empresa, basta apenas dividir o número 365 pelo giro de estoques. Em geral o melhor é que uma empresa goze de um giro alto de estoque, pois isto provavelmente significa maior volume de vendas.
  • GLOBALIZAÇÃO
    Estágio avançado de internacionalização e integração da economia mundial.
  • GOLDEN SHARE
    Termo em inglês que significa ação dourada e é usado nas operações de venda de uma empresa. Refere-se à parcela do capital da empresa (cuja venda está sendo negociada), que irá permanecer em poder do antigo controlador, e que possuem características especiais, como por exemplo, poder de veto no caso de votação de matérias de interesse estratégico.
  • GOODWILL
    Denominação dada aos ativos intangíveis de uma empresa como, por exemplo, marcas e patentes, pesquisa e desenvolvimento de bens e serviços, ágio fiscal pago em aquisições etc.
  • GOVERNANÇA CORPORATIVA
    Termo que denomina um sistema que garante o tratamento igualitário entre os acionistas, além de transparência e responsabilidade na divulgação dos resultados da empresa. Através da prática da governança corporativa os acionistas podem efetivamente monitorar a direção executiva de uma empresa. Dentre as medidas estabelecidas por empresas que seguem a prática da boa governança devem constar quatro princípios básicos: tratamento igual a acionistas minoritários e majoritários, transparência na relação com o investidor, adoção de normas internacionais nos registros contábeis e cumprimento das leis. Vários países adotam códigos das melhores práticas de governança corporativa. No Brasil, este documento foi preparado pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), em maio de 1999. O projeto teve apoio da Bolsa de Valores de São Paulo, que patrocinou o lançamento do código.
  • GRUPAMENTO
    Redução da quantidade de ações representativas do capital de uma empresa que não implica em qualquer mudança na participação patrimonial dos acionistas ou no valor de mercado agregado da empresa na ocasião do grupamento. Um exemplo comum de grupamento ocorre quanto o valor nominal de uma ação cai para um valor nominal baixo, o que pode levar a empresa a grupar uma determinada quantidade de ações em uma só ação, de forma que o valor unitário aumente. Desta forma, a redução na quantidade de ações é compensada pelo aumento no valor por ação, não afetando o valor de mercado de empresa ou a participação de cada acionista.
  • GUIDANCE
    Informação que uma empresa de capital aberto fornece ao mercado, como uma indicação ou estimativa de desempenho futuro desta empresa. Esta informação serve para orientar os investidores e demais participantes de mercado sobre os rumos que a empresa espera seguir nos próximos trimestres. Em geral, estimativas para números como faturamento, lucro líquido e geração operacional de caixa são divulgadas, de forma transparente e simultânea ao mercado. O Guidance é uma importante ferramenta dentro do contexto de governança corporativa, contribuindo para evitar um acesso diferenciado a informações por parte de grupos de investidores, ou seja, democratiza a informação ao divulga-la para o mercado como um todo.
  • HABILITAÇÃO
    Procedimento pelo qual o participante detentor de autorização de acesso, após cumprir todos os requisitos indicados nas regras de acesso estabelecidas em regulamento e manual específicos da BM&FBOVESPA, está apto a atuar em determinado ambiente, mercado ou sistema administrado pela BM&FBOVESPA.
  • HABITAÇÃO MULTIFAMILIAR OU COLETIVA
    Compreende a área do imóvel que é subdividida para utilização por mais de uma família. Neste caso, a divisão das despesas entre os moradores deve estar bem clara no contrato de locação. O locador tem a missão de apresentá-las e comprová-las.
  • HANG SENG
    Índice, ponderado de acordo com o valor de mercado de cada empresa, que exprime a variação média diária das cotações da Bolsa de Valores de Hong Kong. O Hang Seng é formado por uma carteira teórica de 33 ações, escolhidas pela participação das ações no mercado e pela liquidez.
  • HEADHUNTER
    Termo que vem do inglês e denomina um grupo de pessoas ou empresas especializadas na procura de profissionais e cuja remuneração, em geral, é determinada como percentagem do salário inicial do profissional.
  • HEDGE
    Termo que vem do inglês e que significa salvaguarda. Também denomina administração do risco como, por exemplo, o ato de tomar uma posição em outro mercado (futuros, por exemplo) oposta à posição no mercado à vista, para minimizar o risco de perdas financeiras em uma alteração de preços adversa.
  • HIGH YIELD
    Do inglês significa alta taxa de retorno. Em geral se refere a títulos, ou empréstimos de empresas, que pagam juros excessivamente altos. Esta denominação foi criada de forma a diferenciar estas empresas das companhias que, por gozarem de uma situação de crédito mais confortável, conseguem obter financiamento a uma taxa de juro mais baixa. Assim, o mercado de high yield concentra as obrigações de empresas que necessitam pagar taxas mais elevadas para obter financiamento, tanto em função de fracos indicadores financeiros, quanto de sua localização geográfica. Isso acontece porque muitas empresas de bons indicadores estão situadas em países com perfil maior de risco maior, o que reflete no maior custo de captação destas empresas.
  • HOLDING
    Termo usado em contabilidade para denotar a empresa que possui, como atividade principal, a participação acionária em uma ou mais empresas. A maior fonte de receita destas empresas são dividendos provenientes das empresas nas quais a companhia holding tem participações. É bastante comum a criação deste tipo de companhia por motivos fiscais.
  • HOME BROKER
    É um moderno canal de relacionamento entre os investidores e as sociedades corretoras, que torna mais ágil e simples as negociações no mercado acionário. O Home Broker permite o envio de ordens de compra e venda de ações e outros ativos pela Internet, possibilita acesso às cotações e acompanhamento de carteiras de ativos, entre vários outros recursos.
  • HOUSING STARTS
    O Departamento de Comércio dos EUA divulga mensalmente resultado da pesquisa sobre Housing Starts, contendo a mensuração do número de casas em construção nos EUA em um período móvel de 12 meses. Esse índice é importante, visto que o setor imobiliário possui elevada participação na composição do PIB (Produto Interno Bruto), e serve como termômetro da situação da economia local.
  • IBC-BR
    É o Índice de Atividade Econômica do Banco Central. Por ser divulgado mensalmente, o mercado considera o IBC-Br um índice que antecipa o resultado do PIB (Produto Interno Bruto), anunciado a cada três meses pelo IBGE.
  • IBOVESPA
    É o principal índice da bolsa paulista, que exprime a variação média diária das negociações da Bolsa de Valores de São Paulo. O Ibovespa foi implementado em 1968 e é formado atualmente por uma carteira teórica de 63 ações, que são escolhidas pela participação das ações no mercado e pela liquidez. A participação de cada ação na carteira tem relação direta com a representatividade desse título no mercado à vista – em termos de número de negócios e volume financeiro -, sem levar em consideração seu valor de mercado. Com isso, os setores que têm empresas como ações mais líquidas (como telecomunicações) possuem maior participação no índice. Para conhecer as ações que compõe o Ibovespa, clique aqui.
  • IBX-100 – ÍNDICE BRASIL
    Índice que mede o retorno de uma carteira hipotética composta por 100 das ações mais negociadas em termos de número de negócios e volume financeiro do Bovespa. A carteira teórica do índice tem vigência de quatro meses, valendo para os períodos de janeiro a abril, maio a agosto e setembro a dezembro. A ponderação é realizada de acordo com o valor de mercado das empresas, excluindo a parcela que está em mãos dos controladores. Desta forma, este índice se diferencia do Ibovespa, pois reflete critérios de capitalização de mercado e free float, enquanto o Ibovespa se baseia somente em critérios de liquidez. Para conhecer a composição do IBX, clique aqui.
  • IBX-50 – ÍNDICE BRASIL
    Índice, ponderado por critérios de valor de mercado e free float, que exprime a variação média diária de uma carteira de 50 ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo. O IBX-50 tem as mesmas características do IBX-100, mas apresenta a vantagem operacional de ser mais facilmente reproduzido pelo mercado.O IBX-50 foi criado em 2002 com o intuito de oferecer uma alternativa ao Ibovespa, que é ponderado somente pelo critério de liquidez.
  • ICV DIEESE
    Índice de preços que busca apurar a evolução mensal do custo de uma cesta básica de produtos consumida por uma família padrão no município de São Paulo. O índice é elaborado para três estratos distintos.
  • IDHU – ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO
    Indicador composto de qualidade de vida, desenvolvido pelo PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) baseado no tripé renda, saúde e educação. A renda é medida pelo PIB real per capita, a saúde pela expectativa de vida e a educação pelas taxas de alfabetização de adultos e de matrículas no ensino fundamental, médio e de terceiro grau combinadas.
  • IEE – ÍNDICE DE ENERGIA ELÉTRICA
    Índice que representa uma medida do comportamento agregado do segmento das companhias de energia elétrica listadas na BOVESPA. Sua composição é definida de forma a torná-lo um indicador representativo da tendência dos preços das ações deste setor. Para conhecer a composição do IEEclique aqui.
  • IFR – ÍNDICE DE FORÇA RELATIVA
    O Índice de Força Relativa (IFR) é um dos indicadores técnicos mais utilizados na análise de ações de uma empresa. O IFR varia de 0 a 100 e é usualmente calculado com os dados dos últimos 14 dias úteis. Poderá ser um bom ponto de compra de uma ação, quando o IFR estiver aumentando em relação ao dia anterior, principalmente se seu valor for menor do que 30. Da mesma forma, poderá ser um bom ponto de venda de uma ação, quando o IFR estiver diminuindo em relação ao dia anterior, principalmente se seu valor for maior do que 70. O IFR é calculado como: IFR = 100*altas/(altas + baixas), onde: altas = média das últimas N altas; baixas = média das últimas N baixas.
  • IGC – ÍNDICE DE GOVERNANÇA CORPORATIVA
    O IGC – Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada foi criado pela Bovespa com o objetivo de avaliar o desempenho de uma carteira teórica composta por ações de empresas que apresentem níveis de governança corporativa diferenciada. Para terem ações incluídas no índice, as empresas devem ser negociadas no Novo Mercado ou terem classificação nos Níveis 1 ou 2 da Bovespa. Os papéis que fazem parte da carteira do IGC são ponderados pela multiplicação de seu respectivo valor de mercado, considerando somente as ações disponíveis para negociação, ou free-float, por um fator de governança. Esse fator será igual a 2 para os papéis do Novo Mercado; 1,5 para os papéis do Nível 2; e 1 para os títulos do Nível 1. A participação de uma empresa, considerando todos os seus papéis no IGC, não poderá ser superior a 20% quando de sua inclusão ou nas reavaliações periódicas, que são realizadas no final dos meses de abril, agosto e setembro.
  • IGP-DI – ÍNDICE GERAL DE PREÇOS (DISPONIBILIDADE INTERNA)
    O IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna) é divulgado mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas. Esse índice mede a evolução geral de preços na economia, criando assim uma medida da inflação nacional. O IGP-DI é composto pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC – peso de 30%), Índice de Preços no Atacado (IPA – peso de 60%) e Índice Nacional de Construção Civil (INCC – peso de 10%). O período de coleta de preços para o índice é o mês cheio, ou seja, do primeiro ao último dia do mês
  • IGP-M – ÍNDICE GERAL DE PREÇOS (MERCADO)
    O IGP-M é divulgado mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas. Esse índice, bastante utilizado pelo mercado, mede a evolução geral de preços na economia, criando assim uma medida da inflação nacional. O IGP-M é composto pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC – peso de 30%), Índice de Preços no Atacado (IPA – peso de 60%) e Índice Nacional de Construção Civil (INCC – peso de 10%). O período de coleta de preços para o índice se dá entre o dia 21 do mês anterior e o dia 20 do mês de referência.
  • IMPOSTO SOBRE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIA E SERVIÇOS (ICMS)
    Tributo instituído pelos Estados da Federação e que está embutido no preço de diversos produtos e serviços. Por exemplo, no Estado de São Paulo, na maior parte dos casos, o ICMS corresponde a um percentual de 18%, mas para certos alimentos básicos cai para 7% e para produtos considerados supérfluos, como cigarros, cosméticos e perfumes, o percentual atinge 25%. O tributo incide sobre a diferença do total de vendas e compras realizadas pela empresa.
  • IMPOSTO SOBRE OPERAÇÕES FINANCEIRAS (IOF)
    O Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros (IOF, que incide sobre operações de crédito, de câmbio e seguro e operações relativas a títulos e valores mobiliários) é um imposto brasileiro. É um imposto federal, ou seja, somente a União tem competência para instituí-lo (Art.153, V, da Constituição Federal). O fato gerador do IOF ocorre: nas operações relativas a títulos mobiliários quando da emissão, transmissão, pagamento ou resgate destes títulos; nas operações de câmbio, na efetivação do pagamento ou quando colocado à disposição do interessado; nas operações de seguro, na efetivação pela emissão de apólice ou recebimento do prêmio; nas operações de crédito, quando da efetivação de entrega parcial ou total do valor que constitui o débito, ou quando colocado à disposição do interessado (neste item inclui-se o IOF cobrado quando do saque de recursos colocados em aplicação financeira, quando resgatados em menos de 30 dias.As alíquotas utilizadas podem ser fixas, variáveis, proporcionais, progressivas ou regressivas.
  • INADIMPLÊNCIA
    Ocorre quando alguém deixa de pagar uma dívida ou um compromisso financeiro assumido. Exemplo: quem toma um empréstimo no banco ou aluga um imóvel e não paga as parcelas conforme combinado.
  • INADIMPLÊNCIA
    Descumprimento de obrigações no tempo, no lugar e na forma devidos, podendo ou não ser sanado.
  • INADIMPLENTE
    Participante, inclusive comitente, que não cumpriu suas obrigações, no tempo, no lugar e na forma estabelecidos pela BM&FBOVESPA e que seja assim declarado por ela.
  • INCENTIVOS FISCAIS
    Situação em que o governo renuncia parte dos tributos arrecadados em troca de investimentos em áreas que o governo pretende estimular. Esses incentivos podem beneficiar o contribuinte diretamente (quando ele mesmo paga menos tributos), ou indiretamente (quando ocorre através da redução no preço de venda de alguns bens e serviços que ele consome).
  • INCORPORADORA
    Empresa responsável por planejar, obter as licenças e desenvolver um empreendimento imobiliário. Nem sempre a incorporadora constrói esses imóveis – muitas vezes, a parte da obra é terceirizada para uma construtora. O mesmo ocorre com a área de vendas dos imóveis, que geralmente é de responsabilidade de uma imobiliária.
  • INCUBADORA DE EMPRESAS
    Agente facilitador que estabelece mecanismos de criação e desenvolvimento de micro e pequenas empresas industriais ou de prestação de serviços, através da formação complementar do empreendedor em seus aspectos técnicos e gerenciais.
  • INDICADORES
    Informações numéricas que servem para relacionar as entradas (matéria prima e recursos em geral) e saídas (produtos), assim como o desempenho dos processos de uma empresa.
  • INDICADORES DE ATIVIDADE
    Os indicadores de atividade são usados na análise financeira de uma empresa e servem para medir a rapidez com que várias contas são convertidas em vendas ou caixa. Entre os indicadores mais utilizados estão: giro de estoques, giro de caixa e período médio de cobrança.
  • INDICADORES DE ESTRUTURA DE CAPITAL
    Esses indicadores são usados em análise financeira e permitem analisar a posição de endividamento e capacidade de uma empresa em gerar caixa suficiente para o pagamento de juros e principal de suas dívidas. Entre os indicadores mais utilizados estão os indicadores de endividamento, de retenção de lucro, etc.
  • INDICADORES DE LIQUIDEZ
    Os indicadores de liquidez calculam a capacidade da empresa em gerar um fluxo de caixa suficiente para cobrir suas despesas de curto e longo prazo. Os principais indicadores de liquidez são capital circulante, índice de liquidez corrente, liquidez seca e liquidez geral.
  • INDICADORES DE RENTABILIDADE
    Usados na análise financeira de empresas, estes indicadores permitem avaliar os lucros da empresa em relação a um dado nível de vendas, de ativos e de capital investido. Dentre os indicadores mais usados estão: retorno sobre patrimônio líquido, retorno sobre ativos e retorno sobre vendas (ou margem líquida).
  • INDICE DA BASILÉIA
    Tata-se de um indicador de solvência das instituições financeiras, definido como a relação percentual do Patrimônio Líquido (PL) sobre os ativos ponderados pelos respectivos fatores de risco. É uma proxy para a resistência da instituição a choques. No Brasil, o Banco Central estabeleceu uma razão mínima de 11% para o indicador.
  • INDICE DE EFICIÊNCIA
    É um indicador que busca medir o desempenho operacional de uma instituição financeira. Não há uma padronização contábil específica para o índice de eficiência, de modo que comparações diretas entre dados de empresas diferentes precisam ser vistas com cuidado. Basicamente, o indicador é definido como a divisão da soma das despesas de pessoal e administrativas pela soma das receitas com intermediação financeira e serviços.
  • INDUSTRIAL PRODUCTION
    O Federal Reserve divulga mensalmente relatório contendo informações sobre a produção industrial nos EUA, contando inclusive com a indústria mineradora. Os analistas, em geral, utilizam os dados desse relatório para traçar as estimativas para o desempenho da economia e da inflação nos próximos meses. Isso porque se uma indústria estiver operando em plena capacidade, no curto prazo, seria difícil elevar a produção. Desse modo, se a demanda for maior do que a oferta, o produtor pode elevar suas margens de lucro, sem causar danos as vendas, impulsionando a inflação
  • INITIAL CLAIMS
    O Departamento de Trabalho dos EUA calcula semanalmente o volume de pedidos de auxílio-desemprego requeridos pelos norte-americanos, que serve como parâmetro das condições do mercado de trabalho local. Além disso, esse índice é bastante acompanhado pelos analistas, visto que pedidos acima da barreira dos 400 mil geralmente sinalizam uma deterioração das condições do mercado de trabalho.
  • INPC – ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO CONSUMIDOR
    Divulgado aproximadamente no 8o dia útil de cada mês, o INPC é calculado pelo IBGE e tem como objetivo acompanhar a variação de preços de um conjunto de produtos e serviços definidos. O público-alvo do índice é formado por famílias, com rendimento mensal entre 1 e 8 salários mínimos, cujo chefe seja assalariado em sua ocupação principal. A pesquisa de preços é feita nas principais regiões metropolitanas do país, entre o primeiro e último dia de cada mês.
  • INSIDER TRADER
    É uma pessoa que tem informação privilegiada sobre empresas com ações negociadas em bolsa e usa essa vantagem ilegalmente para ganhar dinheiro no mercado em detrimento de outros investidores.
  • INSOLVÊNCIA
    Uma empresa é decretada tecnicamente insolvente pelos seus credores quando não consegue arcar com o pagamento das suas contas ou dívidas nos prazos estabelecidos. Na maioria dos casos, a insolvência técnica precede a falência de uma empresa.
  • INTELIGÊNCIA COMPETITIVA
    É o resultado da análise de informações e dados coletados, que irá embasar decisões. É feita aqui a distinção entre “dado” (valor sem significado), “informação” (dado com significado) e “conhecimento” (informação estruturada e contextualizada). O conceito de inteligência competitiva é ilustrado como sendo uma “pirâmide” com três camadas: fontes, análise e sistema de inteligência.
  • INTERSTÍCIO
    Corresponde ao intervalo necessário entre atos de procedimento legislativo, sendo contado pelo número de sessões ordinárias ou pelo número de dias úteis, conforme determinação do regimento interno de cada casa do Congresso
  • INTRADAY
    Intraday é o período observado desde a abertura até o fechamento do pregão em Bolsa de Valores. Operações intraday são aquelas que são concluídas no mesmo pregão, ou seja, o trader não possuirá o ativo negociado em sua custódia ao final do pregão, mesmo tendo negociado (compra e venda na mesma quantoidade) durante o funcionamento do mesmo.
  • INTRANET
    Termo que vem do inglês e denomina a rede de comunicações interna de uma empresa, que possibilita a integração das tecnologias e oferece aos seus usuários benefícios imediatos, tais como melhoria da comunicação entre empregados, gestão mais eficaz das competências, distribuição e utilização de aplicações etc.
  • INVESTIDOR
    Pessoa física, jurídica, fundo ou entidade de investimento coletivo que participa como titular das operações realizadas por sua conta e ordem por intermédio de um participante e liquidadas por intermédio também de um participante e que utiliza os serviços de um agente de custódia para a custódia de seus ativos na central depositária da BM&FBOVESPA e de um participante Selic para a custódia de títulos públicos federais no SELIC.
  • INVESTIDOR DE RISCO
    Indivíduo que investe temporariamente em empresas emergentes com evidente potencial de crescimento, e que tem como objetivo obter uma rentabilidade acima das alternativas disponíveis no mercado financeiro. Em geral, estes indivíduos participam da gestão da empresa, durante o período de duração do investimento.
  • INVESTIDOR QUALIFICADO
    Classe de investidor institucional, ou profissional, que já está familiarizado com as operações de investimento realizadas no mercado financeiro e de capitais. A CVM editou regulamentação estabelecendo os critérios de definição deste tipo de investidor, dentre os exemplos deste tipo de investidor podemos citar: fundações, seguradoras, administradores de recursos, etc.
  • INVESTIMENTO
    Emprego da poupança em atividade produtiva, com o objetivo de auferir ganhos a médio ou longo prazo. É utilizado, também, para designar a aplicação de recursos em algum tipo de ativo financeiro.
  • INVESTIMENTO MÉDIO EM ESTOQUE
    O estoque de uma empresa pode ser visto como um investimento, uma vez que exige que a empresa aplique parte do seu dinheiro na sua aquisição. Assim, o investimento médio em estoque é o valor médio que a empresa mantém aplicado em seu estoque, sendo que este valor é calculado como sendo função do custo de mercadorias vendidas e o giro de estoque da empresa.
  • INVESTMENT GRADE
    Termo em inglês para qualificar empresas ou governos com boa capacidade de pagamento, aqueles com “grau de investimento”.
  • IPC – ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR
    Divulgado na 1ª ou 2ª semana do mês, o IPC pé calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) todos os meses. A pesquisa de preços é feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 2 a 6 salários mínimos. A coleta dos dados vai do primeiro ao último dia de cada mês
  • IPC MÉXICO
    Índice que exprime a variação média diária de uma carteira teórica negociada na Bolsa Mexicana de Valores. O IPC é formado por uma carteira de 35 ações, escolhidas pela participação das ações no mercado e pela liquidez.
  • IPCA – ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR AMPLO
    Divulgado aproximadamente no 8o dia útil do mês, o IPCA é utilizado pelo Banco Central do Brasil para o acompanhamento dos objetivos estabelecidos no sistema de metas de inflação. É um índice mensal, divulgado pelo IBGE, que acompanha a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços. O público alvo do índice é a população com faixa de renda entre 1 e 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte dessa renda, nas principais regiões metropolitanas do país. A pesquisa de preços é feita entre o primeiro e último dia de cada mês
  • IPI – IMPOSTO SOBRE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS
    Trata-se do imposto devido pelas empresas que industrializam seu próprio produto, sendo que as alíquotas variam de acordo com cada tipo de produtos e são definidas na Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados – TIPI.
  • IPO – INITIAL PUBLIC OFFERING
    Termo em inglês que significa oferta inicial de ações, que define o mecanismo através do qual uma empresa abre o seu capital e passa a ser listada na Bolsa de Valores. A cotação da ação da empresa na sua oferta inicial é conhecida como IPO Price e é definida com base na avaliação do patrimônio da empresa por especialistas de mercado. Em geral se aplica um desconto (IPO discount) sobre a avaliação do patrimônio da empresa para aumentar o interesse pela oferta inicial.
  • IPTU – IMPOSTO PREDIAL E TERRITORIAL URBANO
    O IPTU é um imposto municipal devido por todos os proprietários de imóveis ou terrenos dentro do território urbano. A alíquota do imposto varia de acordo com o valor venal do imóvel em questão, além de refletir também a política de tributação de cada município.
  • IPVA – IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE DE VEÍCULOS AUTOMOTORES
    É um imposto que deve ser pago anualmente pelos proprietários de veículos automotores. O seu cálculo é feito com base no valor venal do veículo, cuja alíquota é estipulada de acordo com cada estado.
  • IR – IMPOSTO SOBRE A RENDA
    Sigla para Imposto sobre a Renda. É um imposto cobrado diretamente sobre a renda de pessoas físicas ou jurídicas. No caso das pessoas físicas, quanto maior a renda maior a taxa do imposto incidente. Para as empresas, ou pessoas jurídicas, o percentual do imposto de renda depende do tipo da empresa e do regime de tributação que ela está enquadrada.
  • IRPF – IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA
    Imposto devido pelas pessoas que tiveram durante o ano uma renda superior ao teto estabelecido pela Receita Federal. A declaração deve ser feita anualmente à Secretaria da Receita Federal através de formulário, telefone, disquete ou internet.
  • IRPJ – IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA
    Imposto devido por todas as empresas, de acordo com a receita auferida, respeitando o regime de tributação do imposto a que ela se enquadra (ex. Simples, lucro presumido ou lucro real).
  • IRRF – IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE
    É o imposto que é retido direto pela fonte pagadora. O imposto pode ser descontado diretamente do seu salário, da sua pensão alimentícia, sempre respeitando os limites de isenção do imposto estabelecidos por lei.
  • ISM INDEX
    A Associação de Executivos de Compras dos EUA divulga mensalmente o índice ISM (Institute for Supply Management), anteriormente conhecido como NAPM Index, responsável pela mensuração do nível de atividade industrial nos EUA. Esse índice avalia o número de pedidos, produção, emprego e números de entregas e estoques nas indústrias norte-americanas e é bastante acompanhado pelos analistas.
  • ISM INDEX SERVICES
    A Associação de Executivos de Compras dos EUA divulga mensalmente o índice ISM Services (Institute for Supply Management), anteriormente conhecido como NAPM Services Index, responsável pela mensuração do nível de atividade não-industrial, com foco no setor de serviços, nos EUA. Esse índice leva em consideração a atividade nos negócios, novos pedidos, pedidos de exportação, importação, preço, emprego e número de entregas de fornecedores.
  • ISS – IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE QUALQUER NATUREZA
    O ISS é pago por todas as empresas e trabalhadores autônomos que prestam serviços. A alíquota varia de acordo com a atividade da empresa e município em que a empresa (ou trabalhador) está instalada.
  • JANELA DE LIQUIDAÇÃO
    Período de tempo no qual ocorre a liquidação, com a efetivação, pelos participantes e pela câmara, das entregas e dos pagamentos devidos.
  • JOINT VENTURE
    Termo que vem do inglês e significa união de empresas. Denomina uma forma de aliança interempresarial com o objetivo de criar um novo negócio, para atuação em mercados conjugados na comercialização de produtos ou na complementação de projetos de desenvolvimento de produtos. Pode ser estabelecida entre uma empresa com capital necessário ao financiamento do projeto, e outra que domina as competências técnicas, os contatos comerciais, ou ambos.
  • JUROS POR ATRASO
    Previsto na legislação, ele pode ser cobrado sempre que houver atraso no pagamento. Desde que explicitado no contrato pode ser de até 1% ao mês, caso contrário, não pode superar 0,5% ao mês. É cobrado de forma proporcional desde a data de vencimento da fatura até a data do seu pagamento.
  • JUROS ROTATIVOS
    Termo usado para definir a taxa de juro pré-acordada entre portador e emissor a ser aplicada sobre o saldo devedor da fatura. Esta taxa pode ser revista caso o emissor tenha razões para acreditar que o perfil de crédito do portador do cartão mudou.
  • JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO
    Forma de distribuir o lucro da empresa. Mas diferente do dividendo, que é classificado como parte do lucro líquido da empresa, o juros sobre capital próprio entra como despesa antes do lucro para a empresa, o que faz com que ela não tenha que arcar com o pagamento de imposto de renda sobre o valor. Por isso o juros sobre capital próprio é informado ao investidor no valor bruto (antes do IR) e no valor líquido (depois do IR), já que o imposto acaba sendo pago pelo acionista beneficiado.
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