A missão do soldado Moro



Luiz Weber, na Folha de S. Paulo, analisou os motivos que levaram Sergio Moro a pendurar a toga e aceitar o convite de Jair Bolsonaro:

“A Lava Jato entrou em sua fase de recursos. Logo, processos-chave sairão da órbita de Curitiba e do TRF-4. Tudo ocorrerá em outro plano simbólico e material — em Brasília, no Congresso, no Superior Tribunal de Justiça, no Supremo Tribunal Federal. Moro se antecipa. Sempre foi um soldado com uma missão: combater a corrupção.

Com essa transferência, questões essenciais surgirão. A execução da pena após segunda instância será mantida? As delações serão garantidas? O entendimento atual sobre o alcance da lavagem de dinheiro permanecerá íntegro? Apesar da sintonia atual das decisões de Curitiba com a opinião pública, o STF deverá debatê-las, ajustá-las, se assim entender. No campo do direito, não há inimigos. Nem um super Moro pode pensar assim.”

A grande imprensa está, é claro, atrasada no episódio do convite de Bolsonaro a Sergio Moro… LEIA AQUI
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