Em reunião, trabalhadores discutem implantação do controle social de assiduidade na UFSC


Em reunião na manhã desta sexta-feira (21/9) com a equipe da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Prodegesp) da UFSC, além da equipe técnica de tecnologia da informação da Universidade, a direção do SINTUFSC e a comissão de trabalhadores responsável pelo projeto de implantação do controle social eletrônico de assiduidade na Universidade voltaram a discutir a proposta, em justaposição ao famigerado ponto eletrônico. No encontro foi apresentado o contexto atual do andamento do projeto, em análise desde o início do ano. Em agosto o grupo esteve reunido com o reitor Ubaldo Cesar Balthazar para tratar dos ajustes no projeto. Estão em andamento as negociações para encontrar uma saída ao contrato da aquisição dos relógios ponto no ano passado.

Na reunião de hoje a pró-reitora Carla Búrigo relatou as conversas que manteve há 15 dias junto ao Forgep, o fórum de pró-reitores da área em Brasília, além do contato com os técnicos do Ministério do Planejamento, que propôs um sistema de módulos a ser seguido pelos demais órgãos da administração federal e que já está implantado junto ao INSS. Conforme o levantamento do fórum, hoje 52% das universidades do País não contam com controle eletrônico de frequência. Segundo ela, a administração da UFSC quer viabilizar o projeto de controle social proposto pela categoria com uma integração ao modelo encaminhado pelo Planejamento, que não conta com sistema de biometria. As universidades federais com experiência piloto do são as de Tocantins e do Espírito Santo.

Conforme a pró-reitora, a ideia da administração é implementar o quanto antes uma experiência piloto da proposta de controle social eletrônico de assiduidade, inicialmente em um setor com menor número de trabalhadores para verificação da viabilidade prática do projeto. Neste sentido, propôs conversas entre o técnico do Planejamento e as equipes locais para constatar a possibilidade dos dois sistemas trabalharem juntos. O coordenador geral do sindicato, Celso Ramos Martins, reforçou que a categoria é contrária ao sistema de controle de frequência através de login no computador em que o trabalhador estiver conectado. Os membros da comissão ressaltaram a necessidade de mudanças na cultura organizacional da UFSC, com o fim da folha ponto e a implantação do novo sistema.

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