Contribuição sindical: Benefícios dos Acordos são conquistas sindicais


Muita gente acredita que tudo o que recebe no contracheque é obrigação da empresa e que é garan-tido por lei. Engana-se. É a presença do sindicato e sua atuação que garantem essas conquistas e melhorias nas condições de trabalho. A verdade é que sem o sindicato cada trabalhador fica sozinho para negociar com o patrão e não tem a menor chance.

Em resumo, o enfraquecimento dos sindicatos e a perda de direitos serão as consequências diretas da perda da Contribuição Sindical Anual, fundamental para subsidiar as lutas e garantir as nossas conquistas.
Sem essa contribuição dos trabalhadores é impossível que o sindicato sobreviva. Assim como nas nossas casas, o Sindicato preciso pagar água, luz, telefone, combustível, além de pagar advogados, motoristas, jornalistas e demais profissionais para manter imprensa e portal, pessoal de limpeza, administração, homologação, etc.
Sem atuação do Sindicato não teremos campanhas salariais e o empregador começará a reduzir e re-tirar benefícios que hoje são garantidos em Acordos Coletivos, tais como: vale refeição, auxílio creche, plano de saúde, entre outros.

Quanto custa manter o sindicato?

O valor de cada trabalhador para fortalecer o seu sindicato é irrisório. Com um pequeno valor de cada trabalha-dor o Sindicato consegue manter uma estrutura capaz de atender a todos os trabalhadores e, principalmente, organi-zar as campanhas salariais que exigem grandes despesas. Exemplo:

  • Trabalhadores da Serede: o piso definido pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que foi negociada pelo Sindicato no ano passado, é de R$ 1.260,00, e o Vale refeição é de R$20,00 por dia.

Neste exemplo, cada trabalhador da Serede contribuirá uma vez por ano com R$ 41,58, quase dois tíquetes por ano. Onze centavos por dia! Para fazer uma campanha e defender os trabalhadores, é preciso ter condições para lutar, para en-frentar os patrões e seu poder econômico. Sem o Sindicato, o trabalhador sozinho não tem condições de resistir, vencer e conquistar. Manter a luta exige investimento e que todos participem.

O Sindicato só recebe 60% do valor descontado

Os percentuais de distribuição da contribuição sindical são os seguintes: 60% para o sindicato da categoria profissional a que o trabalhador pertence; 15% para a federação; 5% para confederação; 10% para a central sindical; e 10% para o Ministério do Trabalho. Quando a categoria não é vinculada a nenhuma central, o per-centual do ministério passa para 20%.

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