A IMPORTÂNCIA DA ORGANIZAÇÃO SINDICAL DOS TRABALHADORES


Número 151

Novembro de 2015

A importância da organização sindical dos trabalhadores

Os sindicatos são organizações de representação dos interesses dos
trabalhadores, criadas para compensar o poder dos empregadores na relação contratual
sempre desigual e reconhecidamente conflituosa entre capital e trabalho. Nascem na
primeira metade do século XIX, como reação às precárias condições de trabalho e
remuneração a que estão submetidos os trabalhadores no capitalismo.

Ao final do século XIX, os sindicatos obtiveram reconhecimento institucional
nos principais países industrializados. Desde então, têm exercido papel fundamental na
organização da classe trabalhadora para a luta por uma sociedade justa e democrática,
pressionando pela ampliação dos limites dos direitos individuais e coletivos ainda hoje
estreitos em muitos países, entre os quais o Brasil.

Os sindicatos nascem como reação às precárias condições de trabalho e
remuneração a que estão submetidos os trabalhadores no capitalismo

Um dos marcos do reconhecimento da importância das organizações sindicais
ocorreu em 1919, logo após a 1ª Guerra Mundial, com a criação da Liga das Nações,
entidade tripartite que deu origem à Organização Internacional do Trabalho (OIT). Nos
documentos e convenções da OIT, são reconhecidos o direito de sindicalização, o
direito de negociação coletiva e o direito de greve, instrumentos de afirmação dos
interesses dos trabalhadores e do poder sindical. Também a Declaração Universal dos
Direitos Humanos, aprovada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948,
reconhece esse direito fundamental no Artigo 23, que estabelece: “Toda pessoa tem o
direito de fundar com outras pessoas sindicatos e de se filiar em sindicatos para defesa
dos seus interesses”.

São resultado da ação organizada dos trabalhadores importantes avanços sociais,
entre os quais se destaca a redução gradual da jornada de trabalho, de um total de até 16
horas, no século XVIII, para as atuais 8 horas ou menos, na maioria dos países.

As experiências vividas pelos países nórdicos e da Europa Ocidental, onde se
atingiu o patamar civilizatório mais desenvolvido no sistema capitalista, resultaram de

lutas e negociações entre sindicatos, entidades representativas de empregadores e
governos, evidenciando que uma dimensão indispensável da democracia é a existência
de um Sistema de Relações de Trabalho democrático, tanto mais avançado e duradouro
quando constituído por agentes legítimos e representativos.

Uma dimensão indispensável da democracia é a existência de um Sistema de
Relações de Trabalho democrático

No Brasil, os sindicatos são atores sociais que reivindicam e organizam a classe
trabalhadora no contexto de uma democracia representativa e também participativa,
como previsto na Constituição Federal de 1988.

Nas últimas décadas, o Movimento Sindical brasileiro, além da organização e
defesa dos direitos da classe trabalhadora, tem exercido um importante papel na vida
política nacional. Destaca-se sua atuação no combate à ditadura e na luta pela
redemocratização do país, nas campanhas pela anistia, pelas eleições diretas para
presidente da República e pela convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte.

A atuação dos sindicatos nos Comitês Pró-Participação Popular na Constituinte
contribuiu decisivamente para que a Constituição de 1988 reservasse todo o Artigo 7º,
com 34 incisos, aos direitos dos trabalhadores, ali reconhecidos como fundamentais.

A atuação dos sindicatos contribuiu decisivamente para que a Constituição de 1988
reservasse todo o Artigo 7º aos direitos dos trabalhadores

Características das entidades sindicais no Brasil

Segundo o CNES (Cadastro Nacional de Entidades Sindicais), existem em 2015,
no Brasil, 11.173 entidades sindicais representativas de trabalhadores, presentes em
todas as unidades da Federação (Tabela 1). Estima-se, de acordo com dados da Rais
(Relação Anual de Informações Sociais), que cerca de 50 milhões de trabalhadores são
representados por essas entidades.

TABELA 1

Distribuição das entidades sindicais laborais

segundo regiões geográficas e unidades da Federação

Brasil – 2015

Região / UF

Total

%

Norte

745

6,7

Pará

295

2,6

Amazonas

152

1,4

Rondônia

110

1,0

Tocantins

73

0,7

Amapá

44

0,4

Acre

36

0,3

Roraima

35

0,3

Nordeste

2.966

26,5

Bahia

557

5,0

Ceará

436

3,9

Pernambuco

400

3,6

Paraíba

339

3,0

Maranhão

335

3,0

Piauí

272

2,4

Rio Grande do Norte

235

2,1

Sergipe

200

1,8

Alagoas

192

1,7

Centro-Oeste

1.106

9,9

Goiás

346

3,1

Mato Grosso do Sul

304

2,7

Mato Grosso

261

2,3

Distrito Federal

195

1,7

Sudeste

3.715

33,2

São Paulo

1.720

15,4

Minas Gerais

1.185

10,6

Rio de Janeiro

578

5,2

Espírito Santo

232

2,1

Sul

2.641

23,6

Rio Grande do Sul

1.077

9,6

Paraná

835

7,5

Santa Catarina

729

6,5

TOTAL

11.173

100,0

Fonte: MTE. CNES – Cadastro Nacional de Entidades Sindicais

Elaboração: DIEESE

Mais de oito mil entidades sindicais representam trabalhadores urbanos e quase
três mil abrangem trabalhadores rurais.

TABELA 2

Distribuição das entidades sindicais laborais segundo área geoeconômica

Brasil – 2015

Área Geoeconômica

Total

%

Urbana

8.324

74,5

Rural

2.849

25,5

Total

11.173

100,0

Fonte: MTE. CNES – Cadastro Nacional de Entidades Sindicais

Elaboração: DIEESE

Direitos dos trabalhadores e negociação coletiva

Uma das principais atribuições das entidades sindicais é a prática de negociações
coletivas, que asseguram aos trabalhadores por elas representados a possibilidade de
ampliar direitos garantidos por lei e adquirir novas conquistas. A própria legislação
trabalhista, muitas vezes, promove a extensão a todos os assalariados de direitos antes
restritos a algumas categorias de trabalhadores, que os haviam conquistado em
negociações coletivas específicas. São os casos, entre outros, do 13º salário,
inicialmente negociado como “Abono Natalício” e estendido a todos os trabalhadores
em 19621, e de direitos inscritos na Constituição de 1988: redução da jornada de
trabalho de 48 para 44 horas semanais; elevação do percentual de remuneração da hora
extra para 50%; ampliação da licença-maternidade para 120 dias; criação da licença-
paternidade de cinco dias; e do adicional de 1/3 sobre a remuneração das férias. Em
outro capítulo da Carta Magna, foi estendido aos servidores públicos o direito de
sindicalização e de greve, que, na prática, já eram exercidos por esses trabalhadores.

1 Para se ter ideia da importância dessa conquista, estima-se que mais de 84 milhões de pessoas recebem anualmente
o equivalente a 3% do Produto Interno Bruto (PIB) como 13º salário.

2 Convenções coletivas de trabalho são instrumentos firmados entre entidades sindicais representativas de
trabalhadores e entidades sindicais representativas de empregadores, cujas cláusulas são de cumprimento obrigatório
por todas as empresas da categoria; e Acordos Coletivos de Trabalho são instrumentos firmados entre entidades
sindicais representativas de trabalhadores e uma ou mais empresas, de cumprimento obrigatório apenas pela(s)
empresa(s) signatária(s).

As negociações coletivas ampliam direitos garantidos por lei e avançam em novas
conquistas para os trabalhadores

A Constituição de 1988 reforça a atribuição negocial dos sindicatos, quando
dispõe sobre o “Reconhecimento das convenções e acordos coletivos de trabalho”
(Inciso XXVI)2, instrumentos já existentes desde os anos 1940, que adquiriram maior

relevância a partir do final dos anos 1970, com a retomada dos movimentos grevistas e
o fortalecimento das negociações diretas entre sindicatos e empresas ou organizações
patronais, ainda no período ditatorial.

A atuação dos sindicatos ganha relevância inconteste quando se observa a
diversificada gama de temas e itens negociados e direitos inscritos nos Acordos e
Convenções Coletivas. Anualmente, dezenas de milhões de trabalhadores formalmente
contratados têm suas condições de trabalho e remuneração renovadas pela atuação de
suas entidades representativas, em negociações diretas muitas vezes duras com as
empresas ou com suas representações setoriais.

Nesse sentido, para que os trabalhadores, como parte estruturalmente mais fraca
na relação capital-trabalho, tenham chances de sucesso nos processos negociais, suas
entidades representativas precisam dispor de recursos-políticos e financeiros – para se
contraporem ao poder das corporações empresariais.

As entidades representativas de trabalhadores precisam dispor de recursos –
políticos e financeiros – para se contraporem ao poder das corporações
empresariais

O fortalecimento da negociação coletiva no Brasil tem resultado no aumento do
número de instrumentos firmados entre sindicatos e entidades patronais. Entre 2007 e
2015, foram registrados no Mediador – sistema criado pelo Ministério do Trabalho e
Emprego para depósito de acordos e convenções coletivas de trabalho – cerca de 44 mil
convenções e aproximadamente 238 mil acordos, firmados por cerca de 55% das
entidades sindicais cadastradas no CNES (6.121 das 11.173).

Nesses oito anos, do total de entidades representativas de trabalhadores urbanos
do setor privado, quase 90% (4.354 em 4.950) depositaram no Mediador algum tipo de
instrumento que dispõe sobre os mais diversos aspectos das relações de trabalho de
categorias profissionais específicas.

Para dar ideia da diversidade de questões tratadas nesses documentos, são
apresentados na Tabela 3 os grupos temáticos presentes nas mais de seis mil
Convenções Coletivas de Trabalho vigentes em 2014 e as garantias mais

frequentemente negociadas em cada um desses grupos, além do número e do percentual
de documentos em que aparecem.

TABELA 3

Convenções coletivas registradas no Mediador, segundo grupos e subgrupos de
cláusulas selecionados – Brasil – 2014

Grupo e Subgrupo de Cláusulas

Convenções Coletivas

%

Salários, Reajustes e Pagamentos

5.838

95,2

Piso Salarial

5.248

85,6

Reajustes/Correções Salariais

5.124

83,6

Pagamento de Salário-Formas e Prazos

4.435

72,3

Gratificações, Adicionais, Auxílios

5.777

94,2

Adicional de Hora-Extra

3.889

63,4

Auxílio Alimentação

3.189

52,0

Auxílio Morte/Funeral

2.446

39,9

Auxílio Transporte

2.391

39,0

Adicional Noturno

2.222

36,2

Auxílio Creche

1.978

32,3

Seguro de Vida

1.940

31,6

Contrato de Trabalho – Admissão, Demissão, Modalidades

5.526

90,1

Desligamento/Demissão

4.273

69,7

Aviso Prévio

3.443

56,1

Normas para Admissão/Contratação

3.264

53,2

Relações de Trabalho – Condições de Trabalho, Normas de Pessoal e
Estabilidades

5.398

88,0

Estabilidade pré-Aposentadoria

2.824

46,1

Estabilidade Mãe

2.587

42,2

Estabilidade Acidentados/Portadores Doença Profissional

1.434

23,4

Estabilidade Serviço Militar

1.269

20,7

Ferramentas e Equipamentos de Trabalho

993

16,2

Qualificação/Formação Profissional

955

15,6

Jornada de Trabalho – Duração, Distribuição, Controle, Faltas, Férias

5.664

92,4

Faltas ao trabalho

3.655

59,6

Compensação de Jornada

3.316

54,1

Duração e Concessão de Férias

2.694

43,9

Controle da Jornada

2.604

42,5

Duração da Jornada e Horário de trabalho

2.472

40,3

Saúde e Segurança do Trabalhador

5.220

85,1

Uniforme

3.278

53,5

Aceitação de Atestados Médicos

3.097

50,5

Condições de Ambiente de Trabalho

2.115

34,5

Exames Médicos

1.547

25,2

CIPA-composição, eleição, atribuições, garantias aos cipeiros

1.497

24,4

Equipamentos de Proteção Individual

1.124

18,3

Primeiros Socorros

1.070

17,4

Relações Sindicais

5.713

93,2

Acesso do Sindicato ao Local de Trabalho

2.006

32,7

Liberação de Empregados para Atividades Sindicais

1.697

27,7

Acesso a Informações da Empresa

1.070

17,4

Representante Sindical

982

16,0

Sindicalização (campanhas e contratação de sindicalizados)

968

15,8

Total

6.132

100,0

Fonte: MTPS. Mediador

Elaboração: DIEESE

Conforme se pode notar, na grande maioria das Convenções Coletivas-entre
85% e 95% – são estipuladas normas relativas aos principais aspectos das relações

laborais, quais sejam: remuneração, contratação, condições e relações de trabalho,
jornada, saúde e segurança e relações sindicais.

Importância dos sindicatos na fiscalização dos direitos dos
trabalhadores

Conquistado um direito, pela legislação ou pela negociação coletiva, a grande
dificuldade, muitas vezes, é garantir que ele seja implementado. Os direitos trabalhistas,
é sabido, são muito desrespeitados no país. A falta de fiscalização, por negligência do
poder público ou insuficiência de fiscais para atender todo o território nacional, faz com
que o cumprimento da lei e dos Acordos ou Convenções Coletivas nem sempre seja
observado.

A instituição que melhor atua para assegurar o cumprimento dos direitos e
denunciar os abusos é o sindicato

A instituição que melhor atua para assegurar o cumprimento dos direitos e
denunciar os abusos é o sindicato. No contato cotidiano com os trabalhadores, o
sindicato toma conhecimento das circunstâncias e das ocorrências que ferem a lei e os
acordos e Convenções Coletivas e que aviltam direitos garantidos. Desde situações
como a do trabalho escravo e os acidentes de trabalho, passando pelos constrangimentos
morais e psicológicos, até o excesso de jornada e o descumprimento das obrigações
trabalhistas mais básicas, o sindicato atua como um fiscal atento.

Muitas das denúncias que chegam às autoridades fiscalizadoras e ao Ministério
Público partem dos sindicatos, que, assim operam para que as leis saiam do papel e,
efetivamente, cumpram as funções para as quais foram aprovadas.

As negociações coletivas e a atuação fiscalizadora em que se envolvem os
sindicatos de trabalhadores contribuem não só para a melhoria da vida de seus
representados, mas também para evitar a morosidade das demandas judiciais na
resolução dos conflitos.

Os sindicatos e as negociações de grandes temas nacionais

Para além da negociação coletiva de acordos específicos, a atuação do
Movimento Sindical tem sido decisiva na negociação de grandes temas nacionais. É o
caso, em especial, da propositura e negociação, pelas Centrais Sindicais, da política de
valorização do Salário Mínimo com o governo Lula, em 2006, resgatando parte de uma
dívida social de várias décadas, em que o poder de compra desta remuneração foi
achatado.

Como resultado dessas negociações, foi acordada, em 2007, uma política
permanente de valorização do salário mínimo até 2023, que estabeleceu como critério o
repasse da inflação do período anterior e o aumento real pela variação do PIB, além da
antecipação gradual da data-base de revisão, até fixá-la no mês de janeiro, o que ocorreu
em 2010.

Foram muitos e relevantes os impactos positivos desse processo, que,
juntamente com os resultados favoráveis das negociações coletivas de trabalho nos anos
2000, foi fundamental para retirar dezenas de milhões de pessoas da pobreza e
promover um processo de melhoria da distribuição da renda.

Estima-se que 47 milhões de pessoas têm rendimentos – salários ou benefícios
previdenciários e assistenciais – referenciados no salário mínimo, o que mostra sua
capacidade de dinamizar o mercado interno de consumo e estimular a economia.

Na última revisão do valor do salário mínimo, em janeiro de 2015, estimou-se
um incremento de quase R$ 39 bilhões na renda das famílias, bem como um aumento da
arrecadação tributária sobre o consumo de cerca de R$ 21 bilhões.

A atuação do Movimento Sindical tem sido decisiva na negociação de grandes
temas nacionais

Em outra dimensão, as organizações sindicais dos trabalhadores têm destacado a
importância e necessidade de mudanças no próprio sistema tributário brasileiro, de
forma a torná-lo mais progressivo e, consequentemente, mais justo, tornando-se,
efetivamente, um instrumento para a melhoria da distribuição de renda.

As Centrais Sindicais participam, também, de Conselhos de Políticas Públicas
(Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda – SPETR; Sistema Único de Saúde –
SUS; e de outros espaços onde se discutem e se deliberam questões que afetam os
trabalhadores). Participam, ainda, da gestão de fundos públicos (Conselho Deliberativo
do Fundo de Amparo ao Trabalhador – Codefat – e Conselho Deliberativo do Fundo de
Garantia do Tempo de Serviço – FGTS).

A importância das Centrais Sindicais na sociedade brasileira foi formalmente
reconhecida em 2008, através da Lei 11.468. Esse diploma legal veio trazer
personalidade jurídica a essas organizações nacionais que já atuavam de forma
destacada desde a primeira metade dos anos 1980.

Mais recentemente, o Movimento Sindical teve, também, relevante
protagonismo nas Mesas Nacionais para Aperfeiçoamento das Condições de Trabalho
no Setor de Cana de Açúcar e no Setor da Construção Civil, compostas pelas Centrais
Sindicais, governo e entidades nacionais representativas de empresas de ambos os
setores. Como resultado, foram firmados Compromissos Nacionais, de adesão
voluntária pelas empresas.

O primeiro deles foi o Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de
Trabalho na Cana de Açúcar, assinado em 25 de junho de 2009, após 17 reuniões de
trabalho ao longo de um ano e meio de negociações. O Compromisso determinava as
práticas empresariais, as políticas públicas e o processo de implantação e
monitoramento que deviam ser desenvolvidos para garantir novos direitos e melhor
qualidade de vida aos trabalhadores canavieiros, abrangendo questões trabalhistas
relativas a 18 temas, desde condições de alojamento até o combate ao trabalho escravo.

Em março de 2012, após 18 reuniões e três plenárias, que tiveram início na
esteira dos violentos conflitos ocorridos em 2011 em grandes canteiros de obras de
infraestrutura, foi assinado o Compromisso Nacional para o Aperfeiçoamento das
Condições de Trabalho na Indústria da Construção, que abarcou uma gama variada de
temas, como saúde e segurança e Organização Sindical no Local de Trabalho.

Esses fatos atestam a relevância das organizações sindicais na obtenção de
melhores condições de vida e trabalho, na conquista de novos patamares civilizatórios e
no aprofundamento e consolidação da democracia do país.

Rua Aurora, 957 – 1º andar – Centro

01209-001 – São Paulo – SP

PABX: (011) 3821-2199

Fax: (011) 3821-2179

Direção Executiva

Presidente: Zenaide Honório Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo – SP

Vice-presidente: Luís Carlos de Oliveira Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas
Mecânicas e de Material Elétrico de São Paulo Mogi das Cruzes e Região – SP

Secretário Executivo: Antônio de Sousa Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas
Mecânicas e de Material Elétrico de Osasco e Região – SP

Diretor Executivo: Alceu Luiz dos Santos Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas de
Máquinas Mecânicas de Material Elétrico de Veículos e Peças Automotivas da Grande Curitiba – PR

Diretor Executivo: Bernardino Jesus de Brito Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Energia
Elétrica de São Paulo – SP

Diretora Executiva: Cibele Granito Santana Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Energia
Elétrica de Campinas – SP

Diretor Executivo: Josinaldo José de Barros Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas
Mecânicas e de Materiais Elétricos de Guarulhos Arujá Mairiporã e Santa Isabel – SP

Diretora Executiva: Mara Luzia Feltes Sindicato dos Empregados em Empresas de Assessoramentos
Perícias Informações Pesquisas e de Fundações Estaduais do Rio Grande do Sul – RS

Diretora Executiva: Maria das Graças de Oliveira Sindicato dos Servidores Públicos Federais do
Estado de Pernambuco – PE

Diretor Executivo: Paulo de Tarso Guedes de Brito Costa Sindicato dos Eletricitários da Bahia – BA

Diretora Executiva: Raquel Kacelnikas Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de
São Paulo Osasco e Região – SP

Diretor Executivo: Roberto Alves da Silva Federação dos Trabalhadores em Serviços de Asseio e
Conservação Ambiental Urbana e Áreas Verdes do Estado de São Paulo – SP

Diretor Executivo: Ângelo Máximo de Oliveira Pinho Sindicato dos Metalúrgicos do ABC – SP

Direção Técnica

Diretor técnico: Clemente Ganz Lúcio

Coordenadora executiva: Patrícia Pelatieri

Coordenadora administrativa e financeira: Rosana de Freitas

Coordenador de educação: Nelson de Chueri Karam

Coordenador de relações sindicais: José Silvestre Prado de Oliveira

Coordenador de atendimento técnico sindical: Airton Santos

Coordenadora de estudos e desenvolvimento: Ângela Maria Schwengber

Equipe Técnica Responsável

Airton dos Santos

Carlindo Rodrigues de Oliveira

Ilmar Ferreira da Silva

Patrícia Pelatieri

Vera Gebrim

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