Ômega 6: por que ter a atenção redobrada ao consumi-lo?


Ômega 6: por que ter a atenção redobrada ao consumi-lo?

O ômega 6 é conhecido como uma das gorduras fundamentais para manter o bom funcionamento do organismo. Entretanto, nada que é consumido em excesso faz bem à saúde.

Dietas baseadas em comida congelada, fast food e demais alimentos altamente calóricos podem aumentar a quantidade de ômega 6 no corpo e, assim, favorecer o aparecimento de algumas doenças ou piorar os sintomas de tantas outras.

Sabendo dos cuidados que devem ser tomados, preparamos este post explicando o que é ômega 6 e para que ele serve. Também vamos mostrar qual é a sua dosagem ideal, os prejuízos causados pelo seu consumo excessivo e onde ele pode ser encontrado. Confira!

O que é ômega 6?

É um conjunto de ácidos graxos poli-insaturados que são essenciais para o funcionamento adequado do corpo humano. Como eles não são sintetizados pelo nosso organismo, é preciso obtê-los a partir da ingestão de alimentos que contenham essa gordura do bem (ou de suplementação).

Para que ele serve?

O ômega 6 tem o papel de promover o crescimento celular, possibilitando um desenvolvimento saudável do cérebro, pele, cabelo e músculos. Ele também é necessário para garantir o bom desempenho do sistema nervoso.

Esse ácido graxo é responsável, inclusive, por ativar o sistema imunológico, diminuir o acúmulo de líquidos no corpo, manter a saúde reprodutiva e dos ossos.

Por ter efeito pró-inflamatório, o ômega 6 provoca inflamações que garantem proteção natural contra infecções e lesões.

Porém, a falta dessa gordura pode provocar uma série de problemas como depressão, bipolaridade, esclerose múltipla, esquizofrenia e deficit de atenção.

Qual é a dosagem adequada para consumo?

Para ter uma vida saudável, o ideal é ingerir de 6 a 10% de ácidos graxos poli-insaturados, o que corresponde a cerca de 10 a 20 gramas em dietas de 2.000 calorias diárias. Quanto ao ômega 6, a quantidade máxima varia entre 8 e 16 gramas por dia.

Também é importante equilibrar as proporções dessa gordura com as de ômega 3, que é outro ácido graxo vital para a saúde humana.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo de 1 a 2% de calorias totais de ômega 3 e de 5 a 8% de ômega 6 em uma alimentação diária de 2.000 calorias.

Quais são os prejuízos causados pelo consumo excessivo?

O excesso de ômega 6 pode proporcionar um aumento de enfermidades inflamatórias, como: doenças cardiovasculares e autoimunes, diabetes tipo 2, asma, câncer, artrite reumatoide, degeneração muscular, obesidade, distúrbios psiquiátricos, síndrome metabólica e do intestino irritável.

Além disso, a ingestão de grandes quantidades dessa gordura favorece a retenção de líquidos, desenvolvimento de pressão alta e doença de Alzheimer. O excesso desse ácido graxo pode, inclusive, aumentar o risco de câncer de mama nas mulheres e de próstata nos homens.

Onde o ômega 6 pode ser encontrado?

Oleaginosas como castanha-do-pará, noz, avelã e amendoim possuem ômega 6, e também sementes de chia, abóbora, gergelim e linhaça dourada. Abacate e soja são outros alimentos que contêm essa gordura.

Do mesmo modo, o ômega 6 é encontrado em diversos óleos de origem vegetal como o de soja, girassol, milho e algodão. Eles são menos indicados na preparação das refeições e podem ser substituídos por óleo de coco ou de palma e azeite de oliva, que têm baixa quantidade desse ácido graxo.

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