31 mensagens de força do Papa Francisco


O Papa Francisco é um exemplo de Humanidade, bondade, fé e união entre as pessoas. Reflita sobre cada um destes 31 pensamentos do Papa Francisco e lance a si próprio o desafio de viver um mês de forma diferente, mais consciente de si, do valor da vida, e do valor dos outros na sua vida.

1 – A misericórdia é a maior de todas as virtudes, pois todas as outras giram à volta dela e, mais do que isto, ela compensa as suas falhas.

2 – Quando os adultos perdem a cabeça, quando são egocêntricos, quando o pai e a mãe se agridem mutuamente, as almas dos seus filhos sofrem terrivelmente, provam o sabor do desespero. E estas feridas deixam marcas para o resto das suas vidas.

3 – A fé é uma luz que não encandeia; as ideologias cegam, a fé não cega; é uma luz que não nos confunde, mas que ilumina e guia respeitosamente as consciências e a história de cada pessoa e de cada sociedade.

4 – Temos de convencer-nos de que, apesar de todas as aparências em contrário, a harmonia é sempre possível, a todos os níveis e em todas as situações.

5 – A Igreja, nas suas origens e no início da sua missão no mundo, era apenas uma comunidade organizada para professar a fé em Jesus Cristo, Filho de Deus e Redentor do Homem, uma fé que é possível através do amor.

6 – No âmbito dos laços familiares, a doença das pessoas que nos são queridas é sofrida com um “excesso” de dor e angústia. É o amor que nos faz sentir este “excesso”.

7 – Entrar na vida do próximo, mesmo quando essa pessoa já faz parte da nossa vida, exige sensibilidade para ter uma atitude que não seja invasiva e que renova a confiança e o respeito.

8 – Os homens falam muito sobre a luz, mas muitas vezes preferem a tranquilidade enganadora da escuridão. Falam muito de paz, mas muitas vezes recorrem à guerra, ou optam por um silêncio cúmplice e nada fazem para construir a paz.

9 – A união não pode prevalecer se a futilidade espiritual nos fizer estar em guerra entre nós, numa busca estéril de poder, prestígio, prazer ou segurança económica.

10 – O Mandamento de amar a Deus e ao próximo é o principal, mas não por ser o primeiro da lista dos Mandamentos. Jesus não se coloca no topo, mas no centro, porque é a partir do coração que tudo deve ser feito e ao qual tudo deve retornar e dizer respeito.

11 – Frequentemente, os jovens não conseguem encontrar respostas para as suas preocupações, necessidades, problemas e mágoas nas estruturas habituais. A nós, adultos, custa-nos escutá-los com paciência, compreender as suas preocupações e exigências, e aprender a falar-lhes numa linguagem que eles consigam entender.

12 – Uma vida memoriosa precisa dos outros. Exige interacção, encontro e uma solidariedade genuína e capaz de entrar na lógica do tomar, bendizer e entregar. Exige a lógica do amor.

13 – É bom compreender a continuidade e a comunhão profunda que existe entre a Igreja que está no Céu e aquela que ainda se encontra em peregrinação na Terra. Aqueles que já vivem na presença de Deus podem apoiar-nos e interceder por nós, rezar por nós.

14 – No esforço para vencer um espírito de constante conflito, a união é sempre melhor do que a discórdia.

15 – Se permitirmos que dúvidas e receios afetem a nossa coragem, em vez de sermos criativos, ficaremos na nossa zona de conforto e não faremos quaisquer progressos.

16 – As pessoas que amamos e que já partiram não estão perdidas nas trevas do nada: a esperança garante-nos que elas estão bem entregues nas mãos fortes de Deus. O amor é mais forte do que a morte. Assim, há que deixar crescer o amor e fortalecê-lo, e o amor há-de guardar-nos até ao dia em que enxugaremos todas as lágrimas, quando “a morte deixar de existir, e deixar de haver luto, lágrimas e mágoa”.

17 – Muitas pessoas tentam fugir dos outros e refugiar-se no conforto da sua privacidade ou num pequeno círculo de amigos mais chegados, renunciando à realidade da vertente social do Evangelho.

18 – Ninguém pode partir para a batalha se não estiver antecipadamente convencido da vitória. Se começarmos sem convicção, já perdemos metade do combate e enterramos os nossos talentos.

19 – A generosidade e a comunhão com os outros é saudável para nós. Se formos egocêntricos, provaremos o amargo veneno da imanência, e a Humanidade irá piorar a cada escolha egoísta que fizermos.

20 – O trabalho é uma necessidade, uma parte do sentido da vida neste mundo, um caminho para o crescimento, o desenvolvimento humano e a realização pessoal.

21 – O sentimento de comunhão profunda com a Natureza não pode ser genuíno se no nosso coração não existir ternura, compaixão e preocupação para com os seres humanos nossos semelhantes.

22 – Uma boa formação na juventude planta sementes que continuam a dar frutos ao longo da vida.

23 – Deus, que deseja trabalhar connosco e que conta com a nossa colaboração, consegue também retirar coisas boas do mal que fizemos.

24 – Podemos optar entre canalizar a nossa inteligência para uma evolução positiva das coisas ou para criar novas desgraças, novas causas de sofrimento e verdadeiros retrocessos.

25 – O Evagelho fala de uma semente que, depois de semeada, cresce sozinha, mesmo enquanto o agricultor dorme.

26 – Tudo está relacionado entre si, e nós, seres humanos, estamos unidos como irmãos e irmãs numa maravilhosa peregrinação, ligados pelo amor que Deus tem por tudo o que Ele criou e que também nos une com afeição ao irmão Sol, à irmã Lua, ao irmão Rio e à mãe Terra.

27 – Um bom educador concentra-se no essencial. Não se dispersa em detalhes, transmitindo o que é realmente importante para que a criança ou o aluno possam encontrar o sentido e a alegria da vida. É a verdade. No Evangelho, o essencial é a misericórdia.

28 – Deus não se revela na força nem no poder, mas na fraqueza e vulnerabilidade de um bebé recém-nascido.

30 – Um cristão é alguém que consegue reduzir-se à sua pequenez para que o Senhor possa crescer no seu coração e no coração do próximo.

31 – Seria maravilhoso se, no final do dia, cada um de nós pudesse dizer: “Hoje pratiquei um ato de caridade para com o próximo!”

* pensamentos retirados do livro 365 Pensamentos do Papa Francisco, editora Zero a Oito.

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