OpenZika



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Contexto

Em fevereiro de 2016, a Organização Mundial de Saúde declarou o vírus Zika como uma emergência de saúde pública mundial devido à sua rápida disseminação e à possível ligação a doenças neurológicas.

O vírus está se espalhando rapidamente em novas regiões, como as Américas, onde as pessoas não tinham sido expostas à doença e, portanto, têm pouca imunidade a ela.

Em abril de 2016, o Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC) anunciou que um aumento em distúrbios neurológicos graves, especialmente em crianças, foi associado ao vírus Zika. Algumas mulheres grávidas que contraíram o vírus Zika teriam dado à luz crianças com uma doença chamada microcefalia, o que resulta em questões de desenvolvimento do cérebro, normalmente levando a deficiências mentais graves. Em outros casos, paralisia e outros problemas neurológicos podem ocorrer, mesmo em adultos.

Problema

Atualmente, não existe vacina para conferir imunidade à doença e nenhum medicamento antiviral para a cura de Zika, apesar de vários esforços estarem em andamento. Mesmo que o vírus tenha sido identificado pela primeira vez em 1947, houve poucas pesquisas desde então, porque os sintomas da infecção são geralmente leves. No entanto, novos dados sobre as ligações entre o Zika e microcefalia, ou outros problemas neurológicos, revelaram que a doença pode não ser tão benigna, o que levou à necessidade de esforços intensificados de pesquisa.

Solução proposta

O projeto OpenZika no World Community Grid tem como objetivo identificar substâncias com potencial para tratar o vírus Zika em alguém que tenha sido infectado. O projeto terá como alvo proteínas que o vírus Zika provavelmente use para sobreviver e se espalhar no corpo, com base no que é conhecido a partir de doenças similares, tais como os vírus da dengue e da febre amarela. A fim de desenvolver um fármaco anti-Zika, os pesquisadores necessitam identificar qual, entre milhões de compostos químicos, pode ser eficaz em interferir nestas proteínas-chave. A eficácia de cada composto será testada em experimentos virtuais, chamados de “cálculos de ancoragem ou docking molecular”, realizados nos computadores e dispositivos Android dos voluntários do World Community Grid. Estes cálculos podem ajudar os pesquisadores a focar nos compostos com maior probabilidade de chegar a um medicamento antiviral.

The OpenZika research team is committed to releasing all their data to the public as quickly as possible, so other scientists can help advance the development of some of these active compounds into new drugs.

They hope the OpenZika project will include a second stage, with virtual screenings on many more compounds.

Última atualização: abril 2016

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