TESTE DE IDENTIFICAÇÃO DE CRIANÇAS ÍNDIGO


 

Propomos que façam um pequeno teste com as suas crianças para poderem identificá-las, ou não, como crianças índigo. Esse teste (embora com algumas adaptações) é apresentado por Lee Carroll no seu livro ‘As crianças índigo’.

1 – Trata-se de uma criança muito intuitiva (parece adivinhar as coisas) e traz consigo, desde o nascimento, uma certa realeza, comportando-se como tal?

2 – Sentem que merecem estar aqui e se admiram quando os outros não os reconhecem? Revelam-se bastante sensitivos (parecem observar, ver, ouvir e detectar acontecimentos, objetos e situações aparentemente impossíveis)?

3 – São muito sensíveis à música, à pintura, às paisagens grandiosas e sublimes, ao belo?

4 – Dizem com naturalidade aos pais quem são e de onde vêm, e alguma vez disseram ter falado com anjos, Deus, extraterrestres ou outras entidades?

5. Preocupam-se muito com questões humanitárias, a fome, as guerras, os problemas ambientais, com os animais abandonados ou maltratados?

6. Gostam de ver programas sobre História, Religião e Arte na TV ou na Internet?

7. Sentem-se frustrados com sistemas que obedecem a rituais e sem criatividade, apresentando outras formas de fazer as coisas tanto em casa como na escola, o que os toma rebeldes ou simplesmente desinteressados?

8. Costumam desenhar figuras exóticas, seres extraterrestres, figuras estranhas?

9. Apreciam conversar sobre Deus, o princípio do mundo, a vida, os OVNls. etc.?

10. Parecem ser anti-sociais, e, às vezes, a escola é o local em que lhes é muito difícil socializar? Apreciam a solidão? Gostam de se fechar no quarto para ficar sozinhos?

11. Têm dificuldade em aceitar uma autoridade absoluta? Falam ou escrevem sobre assuntos que parecem não ser para a sua idade e formação?

Se respondeu SIM a mais de quatro perguntas … esteja mais atento ao seu filho ou educando, porque poderá estar diante de uma criança índigo. Por isso, tente retirar dele mais informações, mas proceda com carinho e amor verdadeiro, porque essas crianças, em razão de sua sensibilidade e suas capacidades extra-sensoriais, percebem facilmente suas intenções, sobretudo se não forem para o seu bem. Como sabem, elas trazem consigo um verdadeiro detector de mentiras e, intuitivamente, lêem os pensamentos das pessoas com quem se relacionam.

Para esse propósito, selecionamos um conjunto de características comuns às crianças e aos jovens da nova geração e que também sobressaem nos índigo e cristal.

CARACTERíSTICAS COMUNS QUE MAIS SOBRESSAEM NOS ÍNDIGO, CRISTAIS E EM OUTRAS CRIANÇAS E JOVENS DA NOVA GERAÇÃO

A – São mais sensíveis que as outras crianças.

B – São mais intuitivas, perceptivas e até psiquicas em vários graus.

C – São determinadas e têm um importante propósito de vida global.

D – São coerentes e autênticas. Existe correspondência entre: coração, mente, palavras e ações.

E – Percebem fàcilmente a falta de verdade, integridade e honestidade.

F – Acreditam e mostram muita paixão por valores como: a vida, o amor e a justiça.

G – Quando são jovens e até adultos, têm forte sentido de serviço e ajuda comunitária.

H – Por natureza, não criticam nem julgam os outros. Em geral, têm um grande senso de humor.

I – Precisam muito de água, natureza, arte, roupa de fibra natural, exercicio físico e de um ambiente equilibrado e seguro tanto física como emocional, psiquica e espiritualmente.

J – Requerem a presença de adultos emocionalmente estáveis.

– As crianças e os jovens, de um modo geral, já trazem certas características muito particulares que são comuns às novas gerações. No entanto, isso tem acentuado ainda mais outros aspectos que diferenciam e caracterizam, de forma diversa, as crianças que continuam chegando ao planeta e que fazem parte dessa nova vibração, pois cada vez mais surgem crianças mais avançadas, com diferentes características. Quando perguntaram à dra. Berrencia se essas crianças já trazem características que as diferenciam das outras, ela respondeu que algumas chegam a movimentar objetos dentro das casas, concentrando-se mentalmente nesses objetos, ou, podem até encher copos d’ água só com o olhar.

São seres que, cada vez mais, mostram capacidades telepáticas, entre outras. Você poderá pensar, ao conhecer essas crianças, que elas são metade anjos e metade humanos, mas não é assim. Penso que elas são aquilo que nós chegaremos a ser, nas próximas décadas, só que vieram antes para desbravar o terreno e preparar o caminho. A maioria das mudanças, segundo a investigadora, iniciará na próxima geração, que lhes dará a capacidade de formar outra hélice de DNA no decurso da própria vida. Nossos sistemas imunológicos e endócrinos apresentam maior evidência dessas mudanças.

Alguns adultos já têm uma outra hélice de DNA em formação. Alguns, inclusive, têm uma terceira. Essas pessoas estão passando por várias mudanças nos seus corpos físicos e nas suas consciências, porque tudo se desenvolve em uma só pessoa.

Na opinião dessa cientista, a Terra e os seus habitantes estão elevando sua vibração. Muitas crianças nascidas recentemente têm corpos que são magneticamente luminosos. Os mais velhos dentre nós que escolherem mudar, devem passar também por muitas transformações fisicas. Algumas dessas crianças que surgirão podem até ser superdotadas, em termos cognitivos e/ou de aprendizagem, mas não é isso o que realmente as diferencia das outras. Não se pode pensar que o fenômeno índigo se esgota nas explicações esotéricas da Nova Era e dos seus seguidores. A evolução está ai vertiginosamente. Ela é uma realidade não só espiritual, dimensional, mas também fisica e, essencialmente, vibracional. Não é sonho ou fruto da nossa imaginação, mas realidade. Lee Caroll, no seu livro As crianças índigo, salienta que “o fenômeno escapou à atenção por ser demasiado ‘estranho’ para ser considerado um paradigma da psicologia humana, que considera a humanidade estática, ou seja, um modelo que não muda. Regra geral, a sociedade tende a crer na evolução, mas somente quando referida ao passado. O pensamento de que podemos estar vendo uma nova consciência humana, que chega lentamente ao planeta – manifestada nas nossas crianças -, ultrapassa o pensamento conservador estabelecido”.

O autor salienta ainda que, embora pareça inexplicável, é importante que tomemos consciência do que acontece à nossa volta. Ele apresenta seis aspectos a ser levados em consideração:

1 – Esse não é um fenômeno norte-americano, pois foi observado, pessoalmente, em três continentes.

2 – Parece que vai além das barreiras culturais (abarcando muitos outros idiomas).

3 – Escapou à atenção por ser demasiado “estranho” para ser considerado como um paradigma da sociologia humana, que simplesmente considera que a humanidade é estática. ( … ) Pensar que poderiamos estar diante de uma nova consciência humana, que chega lentamente ao planeta – manifestada por meio das nossas crianças -, ultrapassa o pensamento conservador estabelecido.

4 – O fenômeno está aumentando – continuam a aparecer cada vez mais casos.

5 – Tem decorrido tempo suficiente para que muitos profissionais comecem a estudá-lo.

6 – Começam a aparecer algumas respostas a esses novos desafios.

Tereza Guerra

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