TABG – Terminais Aquaviários da Baía de Guanabara completam 50 anos


03/02/2011

Terminais Aquaviários da Baía de Guanabara

Os Terminais Aquaviários da Baía de Guanabara (TABG), localizados na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, completaram em janeiro 50 anos e ganharam um selo comemorativo em homenagem à data. O TABG se prepara agora para a ampliação de sua operação com a inauguração do Terminal Ilha Comprida, que aumentará a capacidade de armazenamento de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP).

Com a inauguração da Ilha Comprida, previsto para o primeiro semestre de 2011, o TABG passará a armazenar mais 66,8 mil m3 de GLP. A obra faz parte do Plano de Antecipação da Produção de Gás, projeto desenvolvido pela Petrobras em parceria com o Governo Federal. As instalações ocupam uma área de aproximadamente 24 mil m2 e possuem capacidade para receber navios de até 50 mil TPB (toneladas de porte bruto).

Atualmente, o TABG é constituído pelos Terminais Ilha d’Água, Ilha Redonda e pelo Terminal Flexível de GNL. O primeiro, Ilha d’Água, foi inaugurado no dia 20 de janeiro de 1961, pelo ex-presidente Juscelino Kubstchek, com o objetivo de reforçar os planos de crescimento econômico no país. Cinquenta anos depois, os resultados mostram a grandeza desse empreendimento que emprega aproximadamente 1.300 pessoas.

O Terminal Ilha d´Água é responsável por movimentar mais de 10 milhões de petróleo e derivados por ano e tem capacidade de armazenar 160 mil m3 de produtos em seus 20 tanques. A unidade importa e exporta derivados de petróleo, escoados através de navios, nove oleodutos e um gasoduto para vários estados do Brasil.

A Ilha Redonda começou a operar em 1976 e possui capacidade para armazenar 42 mil m3 de GLP pressurizado, semi-refrigerado e refrigerado. Além de propeno e butadieno, nos seus três tanques e duas esferas. A Ilha Redonda movimenta mais de 500 mil m3 de GLP e gases químicos da indústria petrolífera e química por ano.

Inaugurado em março de 2009, o Terminal Flexível de GNL é um projeto pioneiro no mundo por ser um píer onde podem operar um navio supridor, ou seja, que transporta GNL, e um regaseificador, que transforma o gás da sua forma líquida para gasosa, permitindo a realização initerrupta da regaseificação enquanto o navio supridor abastece o terminal.

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