Chegou a hora do povo brasileiro exigir a drástica redução da máquina pública


Carroça. Esse talvez seja o melhor símbolo do Brasil no dia de hoje.

Renúncia histórica aos modais ferroviários, hidrovias e navegações de cabotagem.

Então, uma greve legítima e justificável dos caminhoneiros, em três dias paralisa e põe o país em risco de colapso absoluto. Combustível a preços inaceitáveis.

E o que pega? A carga tributária: 57% de imposto sobre o preço de um litro de óleo diesel!

Criamos um Estado monstro, cheio de empresas estatais que são um ninho de burocratas e burocracias intransponíveis. Agências reguladoras que não regulam nada. Uma carga tributária insuportável para sustentar uma casta de privilegiados aninhados neste Estado-mãe.

E os retardados do Congresso Nacional, encastelados e entorpecidos por poderes que não tem mais, tentam retomar o controle da situação, trocando um imposto por outro. Sai a CID pela oneração da folha. A nossa crise é fiscal. E é gravíssima.

Precisamos aproveitar a assepsia que estamos fazendo com os corruptos que não tem mais unhas de tanto raspar os cofres, para ir no embalo e reduzir o tamanho do Estado brasileiro.

Reduzir o tamanho dos poderes. Cortar as tetas e mandar ao trabalho os mamadores.

Só temos uma saída: reduzir o tamanho da máquina pública!

Temos 148 estatais federais; mais de 1 mil estatais estaduais e outras 5 mil estatais municipais. Isso sem contar as “empresas de economia mista”, fundações e paraestatais. Fora as centenas de agências reguladoras que não regulam nada, a não ser seus interesses. E sem falar em instituições inúteis como Tribunais de Contas (União – Estados e Municípios). Cada um com seus palácios, copeiras, garçons, auxílio isso, auxílio aquilo, frotas de carros, motoristas, diárias e mordomias.

Não há força produtiva que suporte isso. Cortar custos! Cortar, cortar e cortar! Sem dó e sem piedade.

Sustentamos um Estado autofágico em termos econômicos: tudo o muito que esse mostro arrecada, gasta com seu próprio sustento. E sempre falta.

Está na hora de acabarmos com isso. Pôr o dedo nessa ferida.

Do contrário, além de voltar a usar fogão à lenha, em breve vamos voltar a usar lamparinas e colocar as curriamas nas carroças que serão puxadas por nós: os burros!

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