Uma dica de felicidade de Aristóteles


Você sabe a diferença entre felicidade e prazer?

Pergunta rápida: se você pudesse viver dez anos de sua vida em paz e felicidade completa – sem problemas ou dor alguma – mas, ao final, não pudesse se lembrar de nada, você o faria?

Segundo Aristóteles, a resposta deve ser NÃO.

Meu colega filósofo favorito, Aristóteles diz que a felicidade é obtida ao se ganhar perspicácia e se tornar a melhor pessoa que se pode ser. Caso contrário, você está apenas tendo um prazer imediato de gratificação – que é passageiro e não faz você crescer como pessoa.

De certa forma, o cenário acima proposto é uma descrição de alguém que bebe ou usa drogas até se esquecer de tudo. No momento, parece que você está evitando a dor e buscando a paz, mas a longo prazo, você NÃO está realmente aproveitando a vida real – com todos os seus altos e baixos, que dão a você a perspicácia necessária e as experiências excitantes que farão você crescer e saber mais sobre você mesmo, sobre o que você gosta e de quem você realmente gosta!

Aristóteles tem uma citação maravilhosa relacionada a esse assunto:

“Nós vivemos de feitos, não de anos; de pensamentos, não de respirações; de sentimentos, não de números em mostradores de relógios. Nós devíamos medir o tempo em pulsações do coração. Vive mais aquele que pensa mais, tem os sentimentos mais nobres, age da melhor forma possível.”

Tradução: eu creio que Aristóteles queria dizer que a vida tem altos e baixos. Não existe um “alto” eterno. Infelizmente, a vida às vezes parece algo como: baixo, baixo, baixo, alto rápido, mais baixo, baixo, baixo. Mas todo “baixo” sempre oferece a oportunidade de sentir um novo sabor de pensamento e um novo sabor de emoção. Quanto mais sabores você conseguir experimentar na vida, mas interessante, diverso, educado, autodesenvolvido, experiente e poderoso você será!

Dando continuidade a essa linha de pensamento, Aristóteles acreditava que a maior forma de conhecimento é a perspicácia – porque é o único conhecimento que leva ao crescimento – e chegar ao seu potencial máximo é o que leva à verdadeira felicidade.

Por isso, Aristóteles acreditava que a razão pela qual tantas pessoas são infelizes é porque elas continuam confundindo estupidamente “prazer” com “felicidade”. “Prazer” é simplesmente gratificação momentânea – do seu corpo/ego. “Felicidade” é a busca pelo autocrescimento de longo prazo como um indivíduo próspero – é nutrir a sua alma.

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