Os 100 Segredos das Pessoas Felizes – 2ª parte


(David Niven)

Quem quer ser feliz? (2ª parte)
Na busca da Felicidade que acreditamos realizar, interessante seria observarmos primeiramente: “Qual é o nosso conceito de Felicidade?”Se já acreditamos ter consciência do que pode ser ou do que é a Felicidade, sugerimos outra reflexão: “O que temos feito pela nossa felicidade?”Talvez tenham sido indagações semelhantes que motivaram David Niven a trabalhar para descobrir o que as pessoas que se dizem felizes têm procurado fazer para conquistar a tão almejada felicidade e como isso tem repercutido em suas vidas.
Em seu livro, “Os 100 segredos das pessoas felizes”, encontramos diversas posturas práticas que tem colaborado de forma significativa para a Paz íntima daqueles que a descrevem. Assim, dando continuidade a este tema que interessa a todos; destacamos a seguir algumas das conclusões do autor, obtidas através de diversas pesquisas:
NÃO SE CULPE
Qualquer situação é resultado de coisas que estão sob nosso controle e outros que nos escapam. Faz parte da condição humana errar e aprender com o erro. Se você se entregar ao sentimento de culpa, perderá até a capacidade de reparar o erro.O importante é a maneira de encarar o que acontece. As pessoas que vêem a si mesmas como causa dos acontecimentos negativos tem uma probabilidade 43% menor de estarem satisfeitas.
VOCÊ É UMA PESSOA, NÃO UM ESTEREÓTIPO.
Somos mais felizes quando permitimos que nossa personalidade aflore e não quando se adaptam a imagens determinadas pela cultura.É importante agir de forma que nos é natural, e não do modo como achamos que o homem ou a mulher devem se comportar.
VOCÊ AINDA NÃO TERMINOU A MELHOR PARTE DE SUA VIDA
Diz-se que os jovens desperdiçam a juventude. Entretanto a maioria aprecia mais a maturidade do que qualquer outra fase da vida. Momentos de sofrimento são inevitáveis, mas há pessoas que aprenderam e sabem que a capacidade da superação do ser humano é extraordinária.O agora é o mais importante.
DINHEIRO NÃO TRAZ FELICIDADE
Talvez seja surpreendente saber que a satisfação com a vida não é mais freqüente entre os ricos. Isso não significa que quem é rico não é feliz. Poder satisfazer seus desejos e necessidades é certamente fator de satisfação. Mas de nada vale o dinheiro se os valores fundamentais de amor, compaixão e solidariedade não são atendidos. De nada vale o dinheiro se o nível de exigência é tão alto que não há nada que o preencha. De nada vale o dinheiro se a competição faz com que alguém se compare sempre com quem lhe parece acima.Dentre 20 fatores pesquisados um apenas não era importante: A situação financeira.
NÃO SE CONCENTRE NAS TRAGÉDIAS DO MUNDO, MAS EM SUAS ESPERANÇAS.
Se você tiver esperança, sentirá estímulo e contribuirá para as mudanças.As pessoas menos felizes remoem os problemas que vêem, enquanto as mais felizes concentram-se nas possibilidades de melhoras futuras.
VOCÊ NÃO TEM QUE VENCER SEMPRE
As pessoas ultracompetitivas, que precisam vencer sempre, terminam usufruindo menos das coisas. Quando perdem, ficam muito frustradas e, quando ganham, era isso o que esperavam, de qualquer modo. As pessoas que querem vencer sempre não se dão conta de que a vida é feita de altos e baixos, de alternâncias. Quem não souber disso e vincular sua felicidade às vitórias constantes seguramente vai sentir-se infeliz.A competitividade pode impedir a satisfação na vida, porque nenhuma realização será suficiente, e os fracassos tornam-se especialmente devastadores. Como as pessoas ultracompetitivas têm um altíssimo nível de exigência, elas não se alegram tanto com seus sucessos, mas se desesperam com os fracassos.
TENHA EXPECTATIVAS REALISTAS
As pessoas felizes não conseguem tudo o que querem, mas querem a maior parte do que conseguem. Em outras palavras, viram o jogo a seu favor, escolhendo dar valor às coisas que estão ao seu alcance.As pessoas insatisfeitas com a vida muitas vezes determinam metas inatingíveis para si mesmas, programando-se assim para um fracasso inevitável. É importante também saber que as pessoas que definem metas ambiciosas e as alcançam não são mais felizes do que aquelas que definem e alcançam objetivos mais modestos.Para saber o que você quer e do que é capaz, torna-se necessário conhecer-se bem e entrar em contato com seu próprio desejo, em vez de estar sempre respondendo às expectativas dos outros. Não é uma tarefa fácil quando vivemos numa cultura que identifica felicidade com sucesso em todos os campos. Mantenha um pé na realidade e lute para melhorar as coisas e não para torná-las perfeitas.
NÃO SE ESQUEÇA DE SE DIVERTIR
Reserve, todos os dias, algum tempo para se divertir, para rir.Olhe como as crianças se divertem e pergunte-se porque você não está se divertindo mais? Não reprima desejos lúdicos, não confunda maturidade com sisudez.Divertir-se regularmente é um dos cinco fatores centrais para uma vida satisfeita.
ESCOLHA SUAS COMPARAÇÕES COM SABEDORIA
O ideal seria não nos compararmos, mas é quase inevitável. Compare-se com pessoas que você admire pelo que são e não pelo que tem.
SEJA RESPONSÁVEL
Termine o que começar. Preocupe-se com o que estiver fazendo e faça-o bem feito. Embora ser responsável exija mais do que ser relaxado, nós nos sentimos melhores com nós mesmos quando fazemos um bom trabalho.
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