VIDA MINIMALISTA: TUDO SOBRE VIVER MELHOR COM MENOS


Escrito por Ludmila Alves 23 de January de 2018
Vida Minimalista: Tudo Sobre Viver Melhor Com Menos

Você se sente sobrecarregado e estressado, cheio de compromissos, coisas para fazer, para ler, desejar, comprar e aprender? Sente que precisa de espaço não somente físico, mas também mental? Te entendo! Me sentia assim com frequência até começar a estudar sobre como eu poderia ter uma vida minimalista, desapegar daquilo que não importava para, então, abrir caminho para a paz, a alegria e o propósito.

Sei que o conceito do minimalismo pode soar muito filosófico, anticapitalista (para não dizer hippie 😆) e até ser relacionado a não comprar bens materiais. Porém, te garanto que é algo bem mais profundo, facilmente aplicável e que funciona!

Se interessa pelo tema e quer organizar e simplificar a sua vida por meio do minimalismo? Desapegar, mas ganhar em tempo e espaço para aproveitar o que importa para você? Como chegou até aqui, sei que a resposta é sim! ❤

Minimalista que me considero, serei a sua guia nessa jornada de constante aprendizado que começa agora com muita informação e autoconhecimento. 😀

Caso queria ir direto para algum tópico específico, basta clicar nos links do índice abaixo:

O que é o minimalismo?

Quais são os pilares de uma vida minimalista?

20 dicas essenciais para uma vida minimalista

Influenciadores minimalistas para seguir e se inspirar

Boa leitura. Tenho certeza que irá gostar muito!

O que é minimalismo?

O minimalismo é um movimento que questiona os excessos que a sociedade de consumo nos prega e aos quais nos subordinamos facilmente. Dizer que algo ou alguém é minimalista significa que eles têm o essencial para cumprir sua função ali.

Mas ter uma vida minimalista não é somente sobre consumo.

“Minimalismo significa abrir espaço para o que é mais importante”

Francine Jay, autora do livro Menos é Mais – Um guia minimalista para organizar e simplificar sua vida.

 

Livro sobre vida minimalista: Menos é mais

Menos é Mais – Um guia minimalista para organizar e simplificar sua vida, por Francine Jay.

 

Ser minimalista é eliminar da sua vida tudo aquilo que não tem mais valor para você, não te dá alegria, não tem mais função, causa estresse ou está ali ocupando espaço sem um propósito. Isso inclui se desapegar de objetos, pessoas, atividades e até de hábitos que não te fazem bem.

A boa notícia é que tudo o que você ama e precisa deve sim ser mantido. ❤

Nessa lógica, minimalismo é sobre se perguntar o que está em excesso, eliminar estas coisas da sua vida, não consumi-las e ser sempre muito consciente ao usufruir aquilo que te traz alegria, liberdade e boas experiências.

 

 

Um dos meus exemplos preferidos sobre minimalismo aplicado é o do excesso de informação.

Com a internet, a busca facilitada e as redes sociais recebemos muita coisa com pouca curadoria: seguimos pessoas, canais de notícias que nos interessam e influenciadores que achamos que têm coisas bacanas para compartilhar.

Mas chega um momento que você tem tanta informação que só tem tempo e energia para ler títulos e imagens, não consegue mais se aprofundar em nada e deixa de ler aquilo que aprecia.

Tudo isso que você recebe é importante? Se sim, por que não tem tempo para acompanhar e por que só lê títulos e imagens? Porque nem tudo tem a mesma importância real para você!

Esse problema também me angustiava e, claro, dei uma solução minimalista pra ele.

Eliminei vários canais de informação que seguia, parei de usar o Facebook (deletei o app do meu celular para ajudar), saí de grupos no Whatsapp que não faziam sentido de eu estar e limitei o uso do Instagram a uma vez por dia.

Para as notícias, em especial, me desapeguei da obrigação de estar sempre muito bem informada sobre todos os acontecimentos e decidi seguir apenas canais de comunicação que acredito e curto o tipo e o formato da notícia. Esse questionamento e eliminação consciente me deixaram mais feliz e informada na medida. 😊

O que apliquei foi a “dieta pobre em informação”, uma das dicas do Tim Ferris, autor do “Trabalhe 4 horas por semana”, que tem muito a ver com um modo de vida minimalista, afinal, prega que devemos não nos importar com o olhar do outro e fazer somente o que é importante.

 

Trabalhe 4 horas por semana por Tim Ferris

Tim Ferris, o autor do Trabalhe 4 horas por semana – livro que super recomendo!

Um pouco de história: quando surgiu a ideia de minimalismo?

Você imagina desde quando existem movimentos que pregam que viver com menos e desapegar de excessos é sempre melhor? Até onde se sabe, essa ideia já existia na Grécia Antiga!

Tudo começou lá no Estoicismo do Seneca, filosofia que fala sobre a busca da felicidade afirmando que ela só é possível quando experimentamos uma vida simples e em harmonia com a natureza 💚.

Para mais sobre estoicismo, assista:

 

 

Tais ideias presentes no estoicismo já falavam de minimalismo, mas sem usar esse termo.

O uso da palavra minimalismo começou nos movimentos artísticos do século 20 para denominar pinturas e esculturas com poucos elementos visuais e, rapidamente, também passou a ser usado na arquitetura (saiba mais no tópico arquitetura minimalista).

 

Black Square de Kazimir Malevich

 

Depois, migrou para o mundo social trazendo a ideia de simplicidade.

O que não é minimalismo, mas é confundido com ele

Minimalismo não é: restrição!

Minimalismo não é restrição!

Minimalismo não é restrição!

Entendido?

Ter uma vida minimalista não significa que você deve parar de consumir qualquer coisa, não ter um carro ou não trabalhar. E, infelizmente, essa associação ainda existe. É por isso que estamos aqui para informar 🙂.

Minimalismo é sobre a liberdade de identificar e se livrar daquilo que a sociedade disse que todos deveríamos ter, mas você não precisa.

De fato, tem gente que precisa de carro para trabalhar e ter mais tempo para si. Pessoas que têm carro também podem ser minimalistas. Mas eu, por exemplo, não preciso de um carro hoje. Sabendo disso, opto por não tê-lo, já que isso seria somente uma questão de status.

Minimalismo não é: um modo hippie de viver

Gosto de ressaltar essa parte! Acho que tenho complexo de pessoas me acharem hippiezinha, perceberam? 😂

Minimalismo nao é nao ter posses,  é não corroborar com a falsa necessidade de todas elas, é uma forma de colocar um basta naquilo que nos empurram. Justamente por isso é considerado contracultura, assim como foi com o movimento punk.

Minimalismo não é: um processo de fora pra dentro

Ser minimalista não é externo, não é tirar tudo da sua vida para não se preocupar. É um processo interno, no qual você avalia o que não soma.

Existem pessoas que precisam desapegar de um grupo de amigos, mas tem pessoas que só querem se desfazer de uma agenda lotada. E tudo bem, todos estão aplicando o minimalismo! Afinal, trata-se de escolhas pessoais.

Minimalismo não é: zero consumo ou ódio a ele

Por fim, um dos erros mais comuns, é achar que minimalismo é só sobre compras de bens materiais.

Como já falei, é sobre se livrar também do consumo de informação, atividades, pessoas e outras coisas que não te geram alegria e energia. É sobre tudo que pode ser simples na nossa vida.

Mais do que um estilo de vida, minimalismo é um processo de constante aprendizado.

Arquitetura minimalista: ela tem a ver com o estilo de vida minimalista?

Um pouco, porém hoje elas podem existir totalmente independentes.

Inclui esse tópico porque percebi que gera bastante confusão!

 

“Living legend” de Paulo Mendes da Rocha

 

Se você pesquisar por minimalismo nos grandes dicionários vai encontrar definições que falam de um estilo artístico e arquitetônico com poucos elementos.

Acontece que, na prática, a arquitetura minimalista é um estilo visual e não um estilo de vida. Nesse contexto, gostar ou aplicar a arquitetura minimalista em casa não é viver o minimalismo de fato, mas pode sim estar associado a ele.

Apesar de ser fortemente relacionada ao modo de viver mais simples, a arquitetura minimalista tem características próprias diferentes do minimalismo: predominância das cores preta e branca, paredes cinzas e grandes espaços. Simplicidade sim, mas não é minimalismo na vida.

Abaixo um vídeo bem legal sobre minimalismo como expressão artística. Vai ficar mais fácil notar como são independentes. 😉

 

 

Então, quando alguém te perguntar sobre isso, responda assim: ”Vida minimalista é uma coisa. Arquitetura minimalista é outra, mas é como uma parte do minimalismo que declarou independência por ganhar o status de ser chique.”

Se você quer se aprofundar nesse assunto, eu recomendo:

The Inspiring Simplicity of Minimalism in Art, Architecture and Design Eu ❤ esse!

The 5 characteristics that most exemplify modern minimalist house design

Everything You Need to Know About Minimalist Architecture in 10 Buildings

Quais são os pilares de uma vida minimalista?

Definição clara feita, agora é hora de falarmos de minimalismo na prática. 😊

Cada coisa precisa ter um propósito, esse é o maior pilar e a diretriz para escolhas em uma vida minimalista.

Então, para cada item (atividades, pessoas, objetos e afins) que acredita que não precisa ou está sem dúvida sobre, é necessário se fazer perguntas que só você pode responder:

  • Isso me serve hoje? Tem algum propósito na minha vida?
  • Esse item me traz ou contribui para minha alegria e paz?
  • Eu usei ou fiquei feliz ao usar esse item nos últimos 6 meses?
  • Eu compraria (ou faria) isso por um valor maior do que seu preço?
  • Eu compraria isso daqui há 6 meses?

Caso as respostas para a maioria destas perguntas sejam “sim”, você pode comprar ou manter algo que acredita ser importante em sua vida. Mas sempre lembre-se que minimalismo não significa ter pouco, mas ter o essencial. Logo, reduzir o número de coisas é um processo natural!

Por fim, a intenção também deve ser considerada um pilar. Ser minimalista é realmente querer viver com aquilo que você precisa de verdade, sendo que para isso é essencial revisar e questionar padrões com os quais crescemos.

 

Minimalismo X Consumismo

Como expliquei, minimalismo não é anticonsumo, mas sobre pensar como consumimos. Afinal, hoje qualquer coisa que a gente quer está disponível para ser adquirida online, 24 horas por dia e 7 dias por semana nas lojas virtuais.

 

Acumuladores no Discovery Channel! Temos tantas coisas quanto, a difrença e que nem todos fazemos essa bagunça!

 

Mas isso tem um preço: a alta disponibilidade de produtos é péssima em vários sentidos. Fica mais difícil domar a compulsão e é possível comprar sem “dinheiro real” (usando o cartão de crédito ou parcelando). Além disso, se cria a necessidade de alta produção de bens, o que drena os recursos do planeta e também contribui para a geração de resíduos que se acumulam no ambiente e causam danos aos solos, plantas, rios e mares e, claro, a nós e aos animais.😥

Documentário obrigatório! E tem no Netflix. 🙂

 

 

Se consumir é algo que pode causar tantos danos ao mundo e a nós mesmos, por que ainda fazemos isso sem pensar? Porque é cultural e ainda é associado com o status de “vencer na vida”.

O bom é que já temos conhecimento suficiente para saber que ter mais é diferente de ser mais feliz.

 

Os benefícios de escolher viver melhor com menos

Eu sempre gostei de me desfazer de coisas que não uso mais: roupas, cosméticos (nunca gostei, mas sempre fui presenteada com), sapatos, itens de casa e papéis acumulados. Amo fazer isso! Organizar é uma das minhas atividades preferidas.

Quando comecei a estudar mais sobre vida minimalista, entendi o motivo da leveza e satisfação que sempre senti ao organizar e, consequentemente, me desfazer de coisas. Manter o que eu realmente preciso e tirar as distrações me permite viver aquilo que importa, esse é o segredo.

Continuo estudando e aplicando o minimalismo porque uma vida mais simples e com mais significado tem muitos benefícios:

  • Ter mais tempo: ao eliminar distrações, seu dia fica livre para escolhas que importam. Já percebeu isso? Quando você tem um guarda-roupa cápsula, leva menos tempo para escolher um look que funcione. Quando você trabalha com o que ama, retoma tempo e energia que eram gastos com coisas que não te completavam. Simples assim!
  • Ter mais dinheiro: quando entendemos o que é realmente importante para nós, deixamos de comprar coisas e consumir experiências que não fazem sentido. Quando você diz “não” para esses casos, sobra muito mais dinheiro para você usar como quiser, como o seu coração pede.
  • Reduzir preocupações e o estresse – o mundo em que vivemos hoje nos manda mensagens sobre como ser e o que fazer. Isso gera um sentimento de “preciso fazer isso” e, sem perceber, tentamos atingir esse status imposto em algum nível. A consequência é que nos sentimos ocupados o tempo todo! Para colocar um ponto final nessa angústia podemos escolher nos preocupar somente com coisas que são nossas de fato.
  • Focar nas relações – eliminar coisas, pessoas e compromissos que não te dão nada mais do que status permite que você tenha tempo para estar com quem gosta e te faz bem.
  • Diminuir o desperdício e a geração de lixo – ter mais critério ao comprar, princípio base do consumo consciente, permite a redução dos resíduos, que só existe quando consumimos menos e evitamos os descartáveis, que vão de guardanapos a celulares da moda.
  • Experienciar a verdadeira liberdade – estamos cercados de pessoas que valorizam consumir e viver aquilo que é definido como sucesso pelos outros. Eliminar essas ideias e o excesso de coisas significa ter liberdade de escolha e focar no que te faz feliz.

 

Minimalista

Minimalista!

 

  • Aumentar a criatividade – quando a saída não é mais o “ir lá e comprar”, é hora de ir atrás de soluções. Seja para ter um vestido para uma festa, para ler um livro ou para ter um móvel funcional em casa, lembre-se que é possível encontrar soluções criativas!
  • Aumentar o autoconhecimento – pensar nas suas escolhas e se questionar faz com que você se conheça e descubra o que importa. E, olha, nada melhor para a auto-estima do que se entender para ver valor nisso!
  • Descobrir seu propósito: você já pensou que coisas, trabalhos, pessoas, histórias e informação em excesso podem estar te distraindo de se enxergar e entender qual é o seu propósito? Te garanto que para esse processo de questionamento, o minimalismo te ajuda a chegar na resposta.

É tanta coisa boa que acontece com a gente nesse processo, que eu sequer consigo dizer quais são as mais sensacionais! De toda forma, gosto de ressaltar que existem benefícios muito relevantes para a humanidade: o primeiro, se autoconhecer, saber o que te faz feliz e permite a felicidade de quem está a sua volta, e o segundo, a redução do consumo e do lixo gerado, o que colabora para todo o tipo de vida na Terra.

Minimalismo impacta a todos!

20 dicas essenciais para uma vida minimalista

E aí? Consegui te convencer sobre o quão mágico é ter uma vida mais simples e alinhada com aquilo que queremos de verdade? 😊

O primeiro passo para colocar isso em prática é se lembrar que viver de forma minimalista é um processo, afinal, são muitas as coisas para serem aprendidas, avaliadas e organizadas na nossa vida.

Faça tudo em seu tempo e do seu jeito respeitando quem você é, afinal a ideia aqui é ser mais feliz e se libertar dos padrões. Dito isso, podemos partir para a ação!

  • Organize todas as áreas da sua casa – armários, gavetas, móveis, roupas, itens à vista: comece pelos objetos! Mas para não ficar sobrecarregado ou ter que tirar muito tempo para isso, faça uma agenda e categorize as coisas para começar pelo mais importante (veja a dica 20).
  • Questione-se antes de comprar ou descartar algo – sempre se faça as perguntas contidas no tópico “Quais são os pilares de uma vida minimalista” para analisar se aquilo te serve, tem propósito e te faz feliz de fato.
  • Descarte tudo o que estiver quebrado e não tem conserto – manter itens quebrados e sem uso é uma grande distração. Se não pode consertá-lo o quanto antes, elimine.
  • Doe ou venda, mas nunca jogue fora – ser minimalista também te faz ter consciência ambiental e se lembrar que o consumismo atinge o planeta. Portanto, ao eliminar os objetos, se esforce para que eles tenham um bom destino e possam servir a quem precisa. Se não, descarte adequadamente.
  • Faça listas para entender o que é importante e o que não é na sua vida – minimalismo não é só sobre coisas! Para ter mais clareza sobre isso, crie uma lista com tudo o que faz atualmente como atividades em casa, com pessoas, no trabalho, dentre outras. Sinalize aquelas que você não vê propósito e não te trazem alegria e sinalize de forma diferente todas aquelas que você sabe que são importantes para você de verdade (não aquelas que deixam outras pessoas felizes ou mantém um status). A partir daí, é possível eliminar várias distrações para, então, se libertar.
  • Aprenda a dizer não – retirar da sua vida atividades, coisas, pessoas para focar só no que importa significa dizer não a muita gente. Não se sinta culpado por isso, afinal, somente você pode dizer o que é bom ou ruim e se fazer feliz.
  • Apenas presenteie uma pessoa quando ela pedir aquilo – presentes são uma tradição bem estranha, não é mesmo? Compramos um bem e entregamos para alguém sem, muitas vezes, saber seu real desejo. Aí criamos um lixo. Que tal passar a presentear apenas com o que a pessoa precisa e parar com lembrancinhas consumistas? Todos ficarão mais satisfeitos. 😊
  • Delete aplicativos do seu celular – todos sabemos que a distração está em muitos lugares, mas principalmente em nossos smartphones. Então, elimine aqueles aplicativos que não usa e, com um pouquinho mais de tempo, elimine imagens e vídeos que não gosta mais e organize-os em pastas.
  • Selecione os canais de informação que você consegue ler – você não precisa saber de tudo. Escolha um tema chave ou alguns canais de notícias para seguir e somente leia aquilo que vai de encontro com seu propósito.
  • Priorize suas atividades – sua agenda deve ter mais daquilo que é importante para você! É claro que para isso terá de dizer alguns nãos.
  • Tenha um guarda-roupa minimalista – a ideia é ter somente roupas preferidas e não ter itens parecidos que cumprem a mesma função. Isso te ajudará a fazer malas, tomar decisões sobre o que vestir rapidamente, além de permitir você conhecer seu próprio estilo, gastar menos e se desapegar mais.

Leia também Armário Cápsula: dicas práticas para montar o seu

  • Pague mais por qualidade em vez de pagar pouco por descartabilidade – itens muito baratos ou foram frutos de trabalho análogo ao escravo, ou tem fornecedores bem ruins que fazem algo ilegal ou foi feito com matérias-primas de baixa qualidade. Quando você compra itens assim, contribui para um fluxo de acontecimentos ruins e aumenta a probabilidade desse produto ter uma curta vida útil, tornando-se um lixo rapidamente.
  • Guarde fora do seu alcance aquilo que você usa em apenas certas épocas do ano – você não precisa se desfazer de roupas de inverno porque usamos elas bem pouco no Brasil. O segredo é colocá-las em saquinhos de tecido e deixá-las guardadas longe da sua visão para não te distrair.
  • Identifique a quantidade ideal de comida a consumir semanalmente – teste e aprenda a quantidade ideal de consumo em sua casa. Compre somente o necessário e conserve o que não conseguir usar, mas tome cuidado para não encher o freezer e a geladeira sem comer isso e apenas acumular.
  • Elimine o que estiver duplicado (ou em maior número) – Duas camisas brancas similares? Dois liquidificadores? Quadros similares? Não faz sentido você ter itens duplicados ou em maior número porque eles são excesso de consumo,cumprem a mesma função, te distraem e não te libertam.
  • Esteja ao lado de quem faz você feliz e com quem você possa contribuir – é super importante sermos gentis com cada um que cruzar o nosso caminho, mas gastar seu tempo e energia “fazendo social” é outra história! Esteja ao lado de pessoas que realmente significam para você e esteja disposto a contribuir.
  • Priorize móveis funcionais – funcional significa ter mais de uma função. Sabe aquela mesinha da sala que serve para colocar seu chá ao ver tv e também decora? Ela é funcional! Sabe aquela mesa grande na sua sala com 6 cadeiras das quais você só usa 2 delas? Ela não é funcional.
  • Remova do lugar tudo o que te atrapalha a se movimentar ou alcançar coisas –tapetes, mesas, roupas e sapatos jogados pelo caminho: tire isso do caminho! Mobilidade é liberdade e faz muita diferença viver sem essas distrações.
  • Deixe o que você usa sempre visível  ou em fácil alcance! Coloque todas as roupas em cabides, organize itens na prateleira de modo a não deixar alguns escondidos (se não usa, descarte!), deixe seu computador na sua área de trabalho, bem como os itens do seu banheiro que ficam em armários. Organização só traz maravilhas a nossa vida!
  • Use checklists para começar! – não importa se você vai começar eliminando compromissos e atividades inúteis, seus livros ou suas roupas. O que importa é começar e não se pressionar. Faça como um processo de libertação, mas crie uma lista para isso! Você pode fazer um pouquinho todo dia ou usar algumas horas do fim de semana, o importante é não deixar que isso te preocupe ou te deixe preso. Conheço 2 checklists bem bacanas para isso: o do Minimalists e o do Pick up Limes.

São muitas as formas de fazer um detox na vida! Coloquei aqui as mais facilmente aplicáveis mas que terão alto impacto positivo. 😍

 

Influenciadores minimalistas para seguir e se inspirar

Estar inspirado, motiva! Além disso, seguir minimalistas (quando fazem sentido para o que quer, claro) são fonte de dicas, informações e novas ideias para seguirmos no nosso caminho.

Dentre autores, bloggers e youtubers, os influenciadores minimalistas que valem a pena ser seguidos são:

 

Sadia Badiei, do Pick Up Limes

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