Escola Sofística


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Busto de Polemon de Laodiceia, filósofo sofista grego do século II.

Os sofistas se compunham de grupos de pensadores na Grécia Antiga que viajavam de cidade em cidade realizando discursospúblicos para atrair estudantes, de quem cobravam taxas para oferecer-lhes educação.

Características gerais da sofística[editar | editar código-fonte]

Escola Sofística e seu pensamento surgiram em um momento de transição na forma de interpretar e pensar da sociedade grega antiga, quando o mito deixava de ser a explicação e justificativa fundamental para cada fenômeno e ação, configurando o Homem e o logos – aqui tratado como razão – como destaque e fundamentação do discurso. Autores modernos,[1] colocam, como característica mais marcante do movimento sofista, a racionalidade como pressuposto de compreensão de processos tanto racionais quanto irracionais[2].

Porém, cabe ressaltar, que, apesar da ampla gama de objetos de estudos e discussão dos sofistas, ainda assim, tais figuras, geralmente, não são e nem foram admitidas como filósofas[3], caso se considere a definição de filosofia pelo platonismo. Para Platão, os sofistas rejeitavam a verdade e relativizavam a realidade resumindo o universo a partir, somente, de seus aspectos fenomenais.[4]

Naqueles novos tempos em que toda a sociedade e sua visão de mundo era reestruturada por novas realidades sociais e econômicas a exigir formulações e reformulações novas, os limites da Paideia se ampliavam[5]. Com os sofistas, surgiu a Paideia do homem adulto[6], a qual determinava o processo de educação como um processo de formação[7] que englobava uma instrução formal, priorizando o estudo da gramática, da retórica, da dialética e a transmissão do conhecimento enciclopédico[8]. A educação sofística buscava preparar seus alunos para uma vida prática/política[9]. Sua narrativa se construía pela boa argumentação, levando a sofística a ser reinterpretada como retórica.

Principais sofistas[editar | editar código-fonte]

Protágoras[editar | editar código-fonte]

Protágoras (em grego antigo: Πρωταγόρας; Abderac490 a.C. — Sicíliac415 a.C.) foi um sofista da Grécia Antiga, célebre por cunhar a frase:

O homem é a medida de todas as coisas, das coisas que são, enquanto são, das coisas que não são, enquanto não são.

Tendo, como base para isso, o pensamento de Heráclito. Tal frase expressa bem o relativismo tanto dos Sofistas em geral quanto o relativismo do próprio Protágoras. Se o homem é a medida de todas as coisas, então coisa alguma pode ser medida para os homens, ou seja, as leis, as regras, a cultura, tudo deve ser definido pelo conjunto de pessoas, e aquilo que vale em determinado lugar não deve valer, necessariamente, em outro. Esta máxima (ou axioma) também significa que as coisas são conhecidas de uma forma particular e muito pessoal por cada indivíduo, o que vai contra, por exemplo, ao projeto de Sócrates de chegar ao conceito absoluto de cada coisa.

Assim como Sócrates, Protágoras foi acusado de ateísmo (tendo inclusive livros seus queimados em uma praça pública), motivo pelo qual fugiu de Atenas, estabelecendo-se na Sicília, onde morreu aos sessenta e cinco anos.

Um dos diálogos platônicos cujo título é Protágoras, expõe o diálogo de Sócrates com o sofista.

Górgias[editar | editar código-fonte]

Górgias (c. 485-380 a. C) nasceu em Leontinos, na região da Sicília, na Itália, e morreu em Lárissa, na região de Tessália, na Grécia. Suas principais obras foram o Tratado sobre o não ser ou sobre a natureza, que é um fundamento de nada é, que tem mais dois termos de ente e não-ente o qual mostra a tal importância que Górgias queria mostrar que nada existe, que não há nada absoluto,[10] e Elogio a Helena.

Pródico[editar | editar código-fonte]

Pródico (c. 465 -395 a. C) nasceu nas Cíclades, na ilha de Quios, e morreu em sua cidade de natal. Seus principais interesses eram em ética, gramática e em retórica. Foi professor e a sua obra principal foi O tratado da natureza e da natureza do homem.[11]

Hípias[editar | editar código-fonte]

Hípias nasceu em Élida na Grécia no ano de 399 a. C e morreu por volta do século IV. Era um mestre da astronomiageometriafilosofiamatemáticahistória e ciências. Desenvolveu a curva chamada de quadratriz que era um estudo sobre ângulo e quadratura do círculo.[12]

Principais obras que chegaram até nós[13][editar | editar código-fonte]

  • Protágoras
    • A Arte da Erísticas;
    • A Luta, as Matemáticas;
    • O Estado, a Ambição;
    • As Virtudes;
    • O Estado das Coisas no Princípio;
    • O Hades;
    • As Más Ações dos Homens;
    • O Discurso Preceptivo;
    • A Disputa Sobre os Honorários;
    • Os livros de Antilogias;
    • O homem é a medida de todas as coisas.
  • Górgias
    • Oração Fúnebre;
    • Oração Olímpica;
    • Elogio aos Eleanos;
    • Elogio a Helena;
    • Apologia de Palamedes;
    • Tratado do Não ser ou sobre a Natureza.
  • Hípias
    • Quadratriz;
    • Seynagogue.
  • Pródico
    • Tratado sobre o homem da natureza;
    • Correção dos nomes

O sofismo como uma prática positiva[editar | editar código-fonte]

É inegável que, apesar dos julgamentos pejorativos ao qual o sofismo foi e é submetido, ele foi de suma importância para o desenvolvimento da filosofia durante seus primeiros passos. Porém, são poucas as fontes que nos relatam com certa veracidade se era possível dar crédito ao seu trabalho. Ainda sim, são desenvolvidas pesquisas para contrapor e questionar os escritos de Platão e Aristóteles, entre muitos outros que criticaram pejorativamente a tradição sofística. Alguns autores conseguiram, após análises minuciosas, “quebrar” o conceito platônico de que os sofistas apenas visavam ao lucro e não tinham objetividade em seus conceitos.

Apesar da forte crítica que Platão faz contra os sofistas, muitos de seus escritos são influenciados por tendências sofísticas; é de crer que o empenho cultural e social da sua atividade de investigadores e mestres não pode ser alheio ao sentido político da prática sofística, embora tudo mais os afaste. Bastará esta noção que impõe a ideia de educação como parte do contrato social para ver o que têm em comum[14].

Há, também, o enaltecimento de que, sem a existência do pensamento sofista, seria improvável que tivesse havido o de Sócrates e seus discípulos[15]. Foram os sofistas que colocaram a primeira ruptura/independência do homem para com a religião.

Um ponto interessante de se analisar é a formação das palavras “sofista” e “sofismo”: as duas estão associadas com o termo grego sofia, que quer dizer “sabedoria”. A palavra filo é traduzida como “amigo”ː portanto, “amigo da sabedoria”, e o termo sophistes é traduzido como “aquele que possui a sofia – a sabedoria”[16]. Há de se pensar também que alguns dos sofistas eram peregrinos que procuravam quem pagasse para transmitir os seus conhecimentos a outrem, tanto como houve outros que foram atraídos para Atenas, onde o uso do discurso na forma da retórica fazia-se necessário no contexto democrático.

Dentre os conceitos mais importantes e num contexto geral, há uma intenção de transmitir o conhecimento a quem quer que o desejasse e pudesse pagar e faz-se sentir que a intenção é de se transmitir apenas um conhecimento diferente, pois cada sofista possuía sua ‘especialização’ específica e não dominava todos os saberes.

A escola sofística obteve êxito devido em muito à tolerância de Péricles que permitiu o trabalho dos sofistas. Tal permissão foi importante, pois proporcionou que obtivéssemos conhecimento dos trabalhos de Górgias, na retórica, a arte do discurso, que visa ao aprendizado de certas técnicas para se vencer o oponente durante uma discussão, algo muito utilizado ainda no contexto moderno; assim como Hípias de Elis com seus trabalhos matemáticos acerca da trissecção do ângulo e introdução da primeira curva além da reta na matemática – a curva de Hípias, dentre outros conhecimentos em diversas áreas[17]. Como um conjunto de pensamentos e variantes estruturais do conhecimento, os sofistas, contribuíram para a expansão do saber na Hélade dos séculos V e IV a.C., e mesmo cobrando, eles, indiretamente, conseguiram demonstrar a necessidade e a crucialidade de se terem certos conhecimentos específicos para se obter êxito nos contextos políticos gregos, principalmente o de Atenas, portanto, é possível dizer que os sofistas foram peça-chave para o desenvolvimento da filosofia e do saber/conhecimento como um todo, mesmo com opiniões contrárias e críticas fortes à sua oposição.

O sofismo como uma prática negativa[editar | editar código-fonte]

A influência do juízo de Platão e Aristóteles sobre a sofística e a quantidade reduzida de bibliografias primárias, entre outros fatores, são alguns dos motivos para a rejeição e propagação do pensamento crítico negativo em relação ao movimento, este visto quase que na totalidade pelos escritos de seus adversários[18].

A visão de Aristóteles sobre a sofística[editar | editar código-fonte]

Dentre os diversos motivos de críticas, talvez o mais citado fora o fato de cobrarem quantias em dinheiro em troca de seus ensinamentos, visto que a Paideia sofista, para muitos filósofos, era não mais que mera aparência. Aristóteles deixa isso bem claro em suas “Refutações Sofísticas”, insinuando que os sofistas eram, inclusive, negociantes de uma sabedoria que não era a real[19].

A visão de Platão sobre a sofística[editar | editar código-fonte]

As promessas dos sofistas também sofreram ataques veementes por parte de outros filósofos. Nelas, era expresso que todo cidadão que pudesse pagar poderia aprender uma técnica de argumentação para suas teses e pontos de vista, tornando-se, assim, um orador eficaz. Porém, segundo Platão, a aretê não pode ser ensinada. Assim, os filósofos, na sua eterna busca pelo conhecimento, têm forte desconfiança com esse método de ensino.

A visão de Isócrates sobre a sofística[editar | editar código-fonte]

Um que expressa essa desconfiança é Isócrates em seu discurso “Contra Os Sofistas”. Só o nome já bastaria, mas, em dado momento deste discurso, afirma que nem todos queriam dizer a verdade no ramo da educação e, por fazerem promessas que não poderiam cumprir, seriam difamados pelos cidadãos[20]. É bem possível que Isócrates tenha trabalhado como logógrafo, um escritor de discursos jurídicos[21].

Isso, entre outras coisas, o coloca, para uma parcela da comunidade acadêmica, como um sofista, porém, após criar sua escola em 390 a.C., escreveu esse discurso e situou-se à margem da paideia sofística, se autointitulando filósofo[22].

A visão de Aristófanes sobre a sofística[editar | editar código-fonte]

O comediógrafo Aristófanes (455-385 a.C.), procurou mostrar a corrupção dos sofistas que, para ele, ensinavam o uso da palavra à fim de manipulá- la, degradando valores éticos e morais da sociedade. Em sua peça As Nuvens (423 a.C.) critica a nova educação da pólis enfatizando a satisfação dos imediatismos pelos interesses pessoais dos seus interlocutores o que acabava por formar cidadãos propensos a contrariar as leis e a justiça[23]. Na peça, o sofista é representado pela personagem “Raciocínio Injusto” que promete ensinar a maior das artes, a defender as razões mais fracas e fazê-las prevalecer[24].

Sofistas e a democracia[editar | editar código-fonte]

Os sofistas foram considerados os primeiros defensores públicos do mundo, pois supriam está nova necessidade da Grécia: a alta capacidade da retórica no discurso político. Sendo assim, atingia-se o poder com a capacidade de persuadir e bem falar[25].

O domínio da fala era essencial ao cidadão ateniense, e a escola sofistica surge para ensinar técnicas e desenvolver a oratória seja nos tribunais, espaços públicos, política ou negócios[26]. Um período prolongado de guerra seguindo de tempos de paz exigia um aprimoramento do pensamento ético, principalmente no âmbito político e de formação do cidadão. Era necessário um poder de persuasão e convencimento como forma de domínio social e justificativa aos dominados e ao povo da própria pólis, ações por vezes não justificáveis, como a dizimação e a escravidão de outros povos[27].

A educação sofística[editar | editar código-fonte]

Platão descreve em A República que “a ginástica para o corpo e a música para a alma” (376e) seriam as referências fundamentais para o desenvolvimento do ideal de beleza entre corpo e espírito. Esses ensinamentos de música e ginástica supracitados eram ensinados e aprendidos na experiência de vida em sociedade entre família e amigos. A proposta dos sofistas era de formar cidadãos através de questões como a filosofia[28], a arte da oratória e dos argumentos e da revolução do pensamento grego com a finalidade de melhora e aumento na participação política, passando o ensino para um nível superior, desenvolvendo a crítica na política, na guerra e na vida da pólis[29].

Filosofia e sofística são práticas pautadas na liberdade de expressão, pois a filosofia ensina como bem pensar e a sofística como bem falar. Sendo assim, essas duas características aumentam a capacidade de ser bem-sucedido tanto na vida política quanto na vida pessoal[30].

A segunda sofística[editar | editar código-fonte]

A segunda sofística se tratou do renascimento da literatura de tradição grega no Império Romano.[31]. O termo apareceu pela primeira vez em Vida dos Sofistas, obra datada de 231 e 237 d.C.[32]. A segunda sofística, diferente da primeira, não é sobre convencer pela argumentação através da retórica, ou seja, ela não é uma continuidade da primeira, mas apresenta diferentes formas, com abrangência total no Império Romano[33], não sendo tão criticada como foi a primeira sofística na Grécia. Porém, não há consenso se a segunda sofística de fato existiu ou se foi apenas uma invenção retórica de Filóstrato em sua obra Vida dos Sofistas[34].

Referências

  1. Ir para cima KERFERD, G. B. O movimento Sofista. São Paulo: Edições Loyola, c2003. p. 294.
  2. Ir para cima KERFERD, G. B. p. 295.
  3. Ir para cima KERFERD, G. B. p. 295.
  4. Ir para cima KERFERD, G. B. p. 296.
  5. Ir para cima GROSS, R. Paidéia: educação, sociedade e política na Grécia antiga. Opet: revista eletrônica, v.1, p. 13-20, 2006.
  6. Ir para cima GROSS, R. 2006, p.16.
  7. Ir para cima JAEGER, 1986, apud GROSS, 2006, p.17.
  8. Ir para cima GROSS, R. 2006, p.17
  9. Ir para cima GROSS, R. 2006, p.17
  10. Ir para cima BRASIL, V.T.F.B. O Movimento do Discurso: Entre o Tratado sobre a natureza ou sobre o Não Ser e o elogio de Helena-fortaleza: Universidade Federal do Ceará. 2012, p. 41-43
  11. Ir para cima KERFERD, G. B. O Movimento Sofista. São Paulo: Edições Loyola, c2003, p. 81.
  12. Ir para cima KERFERD, G. B. 2003, pp 82-85.
  13. Ir para cima KERFERD, G. B. 2003, pp 76-85
  14. Ir para cima NOGUEIRA, A. F. A sofística e a educação ateniense no século V a. C. Lisboa: Edições Colibri, 1999. p. 105.
  15. Ir para cima KERFERD, G. B. apud ZELLER, E. Philosophie der Griechen, Leipzig I.2, 5ª ed., 1147-64 =I.2, 6ª ed., 1423-39.
  16. Ir para cima NOGUEIRA, A. F.A, 1999. p. 87-88.
  17. Ir para cima Universidade Federal de Campina Grande: http://www.dec.ufcg.edu.br>HipiasEl, acessado em 17/09/2016.
  18. Ir para cima CURADO, Eliana Borges Fleury. O Movimento Sofista e o Ensino Da Areté. 2010. Tese (Doutorado em educação), Faculdade de Educação. Universidade Federal de Goiás. Goiânia. Disponível em: https://ppge.fe.ufg.br/up/6/o/Tese_Eliana_Borges_Fleury_Curado.pdf?1337352757%20, Acesso em: 24 set. 2016.
  19. Ir para cima ARISTÓTELES. Refutações sofísticas apud QUIRIM, Diogo Jardim. O filósofo e o sofista, em Isócrates: uma análise do discurso “contra os sofistas.” 2010. Tese (Bacharelado em História), Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. Disponível em: http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/28456/000770681.pdf?sequence=1, acessado em: 24 set. 2016.
  20. Ir para cima ISÓCRATES. Contra Os Sofistas apud LACERDA, Ticiano Curvelo Estrela de. Contra os sofistas e elogio de Helena de Isócrates: Tradução, notas e estudo introdutório. 2011. Dissertação (Mestrado em letras clássicas) Universidade de Sao Paulo. São Paulo. Disponível em: file:///C:/Users/01061688003/Downloads/2011_TicianoCurveloEstreladeLacerda_VCorr.pdf, acesado em: 24 set. 2016.
  21. Ir para cima CODOÑER, Juan Signes. Introducción General. In: ISÓCRATES, Discursos. Tradução e notas de Juan Manuel Guzmán Hermida. Madri: Editorial Gedros, 2002. p. XII. Apud QUIRIM, Diogo Jardim. O filósofo e o sofista, em isócrates: uma análise do discurso “contra os sofistas.” 2010. Tese (Bacharelado em História), Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. Disponível em: http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/28456/000770681.pdf?sequence=1, acessado em: 24 set. 2016.
  22. Ir para cima QUIRIM, Diogo Jardim. O filósofo e o sofista, em isócrates: uma análise do discurso “contra os sofistas.” 2010. Tese (Bacharelado em História), Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. Disponível em: http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/28456/000770681.pdf?sequence=1, acessado em: 24 set. 2016.
  23. Ir para cima SOUZA, Paulo Rogério de; PEREIRA MELO, José Joaquim. Anais da jornada de estudos antigos e medievais. A comédia de Aristófanes como crítica a “nova educação” sofística da polis. ISSN 2177-6687. 2012 Disponível em: http://www.ppe.uem.br/jeam/anais/2012/pdf/r-z/50.pdf, acessado em: 24 set. 2016.
  24. Ir para cima ARISTÓFANES. As nuvens. apud SOUZA, Paulo Rogério de; PEREIRA MELO, José Joaquim. Anais da jornada de estudos antigos e medievais. A comédia de Aristófanes como crítica a “nova educação” sofística da polis. ISSN 2177-6687. 2012. Disponível em http://www.ppe.uem.br/jeam/anais/2012/pdf/r-z/50.pdf, acessado em: 24 set. 2016.
  25. Ir para cima DINUCCI, Aldo Lopes. Artigo: Miscelânea Sofistica. Editora ufs. 2004, p. 11.
  26. Ir para cima NOGUEIRA, Adriana Freire. A sofistica e a Educação Ateniense no século V a.C. Lisboa, 1999, p. 98.
  27. Ir para cima NOGUEIRA, Adriana Freire. A sofistica e a Educação Ateniense no século V a.C. Lisboa, 1999, p. 96.
  28. Ir para cima NOGUEIRA, Adriana Freire. A sofística e a Educação Ateniense no século V a.C. Lisboa, 1999, p. 89.
  29. Ir para cima NOGUEIRA, Adriana Freire. A sofística e a Educação Ateniense no século V a.C. Lisboa, 1999, p. 90.
  30. Ir para cima DINUCCI, Aldo Lopes. Artigo: Miscelânea Sofística. Editora ufs, 2004, p. 08.
  31. Ir para cima SILVA, Maria Aparecida de Oliveira. A segunda sofística. Mimesis, Bauru, v. 29, n. 2, p. 151 – 153, 2008.
  32. Ir para cima SILVA, Maria Aparecida de Oliveira. P. 153 – 154, 2008.
  33. Ir para cima SILVA, Maria Aparecida de Oliveira. P. 158, 2008.
  34. Ir para cima SILVA, Maria Aparecida de Oliveira. P. 159, 2008.
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