2016-Sepe Niterói realiza seminário sobre educação antirracista no dia 30/11


23/11/2016

O GT de Combate às Opressões do Sepe Niterói convida toda a categoria para o SEMINÁRIO “EDUCAÇÃO ANTIRRACISTAIMPLANTANDO AS LEIS AFIRMATIVAS NA EDUCAÇÃO PÚBLICA DE NITERÓI“. O evento será realizado no dia 30/11 (quarta-feira), das17h30m às 21hna Sala Griot do IEPIC – Instituto de EducaçãoProfessor Ismael Coutinho (Travessa Manoel Continentino, 32 – São Domingos).


Convidadas/os:


– Talíria Petrone (Professora de HistóriaMestranda da UFFVereadora Eleita) – Mulher negra e ensino de História


– Thiago Coqueiro (Professor de Educação Física, Mestre em Educação) – Educação quilombola


– Lygia Fernandes (Pedagoga, Doutoranda da UFF) – Projeto Raízes


– Paulo Cesar Lopes (Estudante do CEPAR) e Nathan Santos (Estudante do IEPIC) – O protagonismo da juventude negra nas ocupações secundaristas


Haverá exposição de banners e trabalhos pedagógicos. E haverá certificação para todas/os as/os participantes.


Confirme presença no evento e inscreva-se pelo e-mail: sepeniteroi@gmail.com


#NovembroNegro


O GT de Combate às Opressões do SEPE-Niterói apresenta o “Novembro Negro” não como mais uma efeméride, mas a fim de dar culminância – pelo segundo ano consecutivo – à nossa militância sindical afirmativa e cotidiana de combate ao racismo na Educação Pública de Niterói, e por conseguinte, à nossa luta coletiva pela plena implementação das leis 10.639/03 e 11.645/08 que tornam obrigatório o ensino da história e cultura africana, afro-brasileira e indígena.


Combater o racismo também é tarefa dos sindicatos porque as elites, governos e patrões, sempre usaram a opressão racista para aumentar a exploração sobre negras e negros e dividir a força da classe trabalhadora, e nós não podemos permitir que siga sendo assim. Em nossas reuniões ampliadas regulares do grupo de trabalho ao longo do ano, acumulamos que a luta antirracista passa necessariamente pela promoção da identidade racial de negras e negros, contribuindo para uma tomada de consciência sobre si, afirmando a negritude frente às marcas da escravidão, desumanização, discriminação, violência e desigualdade que ainda hoje vitimam o povo negro no Brasil.


Sendo assim, esperamos que o “Novembro Negro” seja um tempo de reflexão e formação, mas também de memória e celebração da resistência de negras e negros ao longo da nossa história. Ontem tivemos Dandara e Zumbi dos Palmares, hoje temos muitas e muitos profissionais da educação combatendo o racismo nas escolas e educando para as relações étnico-raciais, porque sonham com um amanhã livre da opressão.

facebook: https://www.facebook.com/events/668423626650480/

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