Einstein e Isaac Newton eram autistas, afirmam cientistas britânicos


São Luís, 02 de abril de 2014.

O dia 02 de abril foi decretado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia Mundial da Conscientização do Autismo. Um dia para se refletir acerca das questões que envolvem o problema, desmistificar preconceitos e conscientizar a sociedade.

Nesta data, o Laboratório Ilha da Ciência traz uma curiosidade interessante do universo científico.

Você sabia que dois grandes gênios da ciência eram autistas?

Pois bem, segundo notícia divulgada pela Reuters esta semana e publicada no Journal of the Royal Society of Medicine, da Inglaterra, o Princípio da Gravitação Universal e a Teoria da Relatividade podem ser frutos do intelecto de dois autistas. Dois grandes gênios da ciência, diga-se de passagem, Albert Einstein e Isaac Newton, possivelmente sofriam da síndrome de Asperger (SA), uma forma amena de autismo.

Os pesquisadores da Universidade de Cambridge e da Universidade de Oxford, estudaram as personalidades e a biografia de Einstein e Newton. 

Veja o que eles afirmam.

Isaac Newton é nitidamente um caso clássico da síndrome de Asperger. Não falava e esquecia de comer, tamanho seu envolvimento com o trabalho. Começou a desvendar a lei da gravidade aos 23 anos, era um sujeito distante, de poucas palavras, e frequentemente tinha acessos de mau humor. Desde a infância, quando se apaixonava por um tema, ele o fazia com tanta intensidade que se impunha longos períodos de solidão para estudá-lo. Outros traços da síndrome de Asperger, o desleixo com a aparência e a mania de reescrever até vinte vezes os seus estudos, sem fazer quase nenhuma alteração de uma cópia para outra.

No caso de Einstein, que formulou a teoria da relatividade aos 26 anos, os sintomas também seriam claros. Quando criança, ele costumava repetir a mesma frase durante horas e estava sempre sozinho. Mais tarde, na Universidade de Princeton, adotou uma rotina curiosa levitra online. Fizesse chuva ou sol, todos os dias, ele e seu único amigo (um matemático neurótico chamado Kurt Göbel) saíam para passear depois de se telefonarem pontualmente às 11 horas. Einstein, assim como Newton, também tinha uma maneira peculiar de vestir-se. Ele mantinha sete ternos idênticos.

Segundo os pesquisadores, a maioria dos autistas que chegam a universidade possuem a SA e tem um Q.I normal ou acima da média. A fala desenvolve-se normalmente, existe a inversão pronominal, a linguagem é repetitiva, existe a falha em entender regras que controlam a conduta social, fazem uso de temas repetitivos, as preocupações são intensas, possuem muita originalidade e criatividade. Uma citação de Isaac Newton sobre como revolucionou os princípios físicos, matemáticos e astronômicos, representa sua personalidade: “Se enxerguei além dos outros é por que estava no ombro de gigantes.”

Os transtornos do espectro autista, descritos inicialmente por Kanner em 1943, são considerados modernamente como um conjunto heterogêneo de síndromes clínicas que tem em comum uma tríade: comprometimento da interação social, comunicação verbal e não verbal e comportamentos repetitivos e estereotipados, que podem variar desde as formas mais leves até formas mais graves.

Redação: Paiva Silva

Fonte: Jornal Saúde

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