Marielle Franco


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Marielle Franco

Marielle em setembro de 2016

Vereadora do Rio de Janeiro
Período 1 de janeiro de 2017
14 de março de 2018
Dados pessoais
Nascimento 27 de julho de 1979
Rio de JaneiroRJ
Morte 14 de março de 2018 (38 anos)
Rio de JaneiroRJ
Nacionalidade brasileira
Alma mater Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Partido PSOL
Profissão Socióloga
Website mariellefranco.com.br

Marielle Francisco da Silva (Rio de Janeiro27 de julho de 1979 – 14 de março de 2018) foi uma sociólogafeministapolítica brasileira e militante dos direitos humanos.[1] Exercia o mandato de vereadora na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, eleita pelo PSOL.[2] Crítica da intervenção federal no Rio de Janeiro, no dia 10 de março ela havia denunciado policiais do 41º Batalhão de Polícia Militar por abusos de autoridade contra os moradores do bairro de Acari.[3][4]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Graduada em Ciências Sociais pela PUC-Rio, que cursou como bolsista integral, Marielle era mestre em Administração Pública pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Sua militância na defesa dos direitos humanos e contra ações violentas na favela foi impulsionada após a morte de uma amiga, vítima de bala perdida, durante um tiroteio envolvendo policiais e traficantes de drogas no Complexo da Maré, bairro onde Marielle nasceu e viveu.[5]

Em 2006, integrou a equipe de campanha que elegeu Marcelo Freixo à ALERJ. Com a posse de Freixo, foi nomeada assessora parlamentar do deputado. Anos depois assumiu a coordenação da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.[5][6]

Em 2016, sua primeira disputa eleitoral, foi eleita vereadora na capital fluminense pela coligação Mudar é possível, formada pelo PSOL e pelo PCB. Com mais de 46 mil votos, foi a quinta candidata mais votada na cidade.[7]

Foi executada com quatro tiros na cabeca, no dia 14 de março de 2018, quando também foi assassinado o motorista do veículo em que ela se encontrava.[8] De acordo com a Human Rights Watch, o assassinato de Franco relacionou-se à “impunidade existente no Rio de Janeiro” e ao “sistema de segurança falido” no estado.[9]

Referências

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