Teoria da Contabilidade – Aula 1: Origem e Evolução histórica – Principais Escolas


Aula 1: Origem e Evolução histórica – Principais Escolas

Para iniciarmos os estudos, leia o seguinte texto: Origem da contabilidade.

História da Contabilidade

Ao longo da história, a Contabilidade vem utilizando os mais diversos meios e ferramentas para registrar os fatos econômicos que afetam o Patrimônio das entidades, sejam elas individuais ou coletivas.

Diversos são os desafios que se antepõem aos acadêmicos e profissionais contábeis quanto à mensuração dos Ativos e diversas foram as Eras pelas quais a economia foi influenciada: a Era Agrícola, a Era Industrial e hoje a Era do Conhecimento.

Em cada um desses períodos, as forças motrizes da economia foram sofrendo alterações, alternando-se entre Terra, Capital e Trabalho, nas Eras Agrícola e Industrial. Nessa nova Era que vivenciamos, surge um novo recurso como força motriz da economia que é o Conhecimento aliado à Tecnologia de Informação, que permitiu a quebra de barreiras físicas, tornando a economia um mercado único. Em verdade, esses desafios têm sido pesquisados atualmente pelo autor em diversos segmentos: presenciais, ausenciais e/ou através de atividades síncronas e assíncronas.

O desafio de mensuração que enfrentamos hoje é conhecido como Capital Intelectual, fator que influencia o valor de mercado das entidades em relação ao seu valor contábil, muito aquém do que a realidade nos mostra.

O Capital Intelectual aliado ao Goodwill , entre outros Ativos Intangíveis, não é um fato novo que se apresenta à Contabilidade. A busca de mensuração desses intangíveis pelos acadêmicos e profissionais contábeis é constante, sempre no sentido de buscar paradigmas de mensuração e evidenciação dos mesmos, ferramentas que são usadas no suporte ao processo de tomada de decisão. É sempre importante procurar demonstrar que o Conhecimento agrega valor às entidades, além das dificuldades de sua mensuração, porém, destacando que existem modelos que estão sendo aplicados e que, num futuro muito próximo, serão passíveis de reconhecimento e comporão as Demonstrações Contábeis tradicionais.

Até bem pouco tempo, era simples e fácil aceitar a máxima tão bem delineada por alguns doutrinadores e estudiosos, de que:

“Todos os sistemas, no mundo físico e no social, podem ser objeto da contabilidade”.

A identificação das espécies de sistemas é conveniente para se fixarem as normas da respectiva aplicação. O patrimônio individualizado é um sistema bem definido, tendo servido de objeto único para a contabilidade. Ele se enquadra no mundo social, porque é na sociedade que tem suas origens, e esta fixa as normas de existência daquele. Leia mais sobre o assunto 

O desafio de mensuração que enfrentamos hoje é conhecido como Capital Intelectual, fator que influencia o valor de mercado das entidades em relação ao seu valor contábil, muito aquém do que a realidade nos mostra.

O Capital Intelectual aliado ao Goodwill , entre outros Ativos Intangíveis, não é um fato novo que se apresenta à Contabilidade. A busca de mensuração desses intangíveis pelos acadêmicos e profissionais contábeis é constante, sempre no sentido de buscar paradigmas de mensuração e evidenciação dos mesmos, ferramentas que são usadas no suporte ao processo de tomada de decisão. É sempre importante procurar demonstrar que o Conhecimento agrega valor às entidades, além das dificuldades de sua mensuração, porém, destacando que existem modelos que estão sendo aplicados e que, num futuro muito próximo, serão passíveis de reconhecimento e comporão as Demonstrações Contábeis tradicionais.

Até bem pouco tempo, era simples e fácil aceitar a máxima tão bem delineada por alguns doutrinadores e estudiosos, de que:

“Todos os sistemas, no mundo físico e no social, podem ser objeto da contabilidade”.

A identificação das espécies de sistemas é conveniente para se fixarem as normas da respectiva aplicação. O patrimônio individualizado é um sistema bem definido, tendo servido de objeto único para a contabilidade. Ele se enquadra no mundo social, porque é na sociedade que tem suas origens, e esta fixa as normas de existência daquele. Leia mais sobre o assunto 

Assim, todos os patrimônios, variados por suas finalidades, constituem o grande grupo da economia particular. Seguindo as premissas citadas, podemos concluir que os sistemas se definem no meio em que têm sua origem e se desenvolvem, classificados que são pelos componentes homogêneos e heterogêneos que os influenciam, como o Sistema de Informações Contábeis.

Assegurar o controle do patrimônio administrado e fornecer informações sobre a composição e as variações patrimoniais, bem como o resultado das atividades econômicas desenvolvidas pela entidade para alcançar seus fins”.

Não existe, então, contestação quanto à finalidade da Contabilidade, que é a de registrar e demonstrar as variações no Sistema Patrimonial – no qual existem bens e direitos delineados e representados – na parte do Ativo, em contrapartida à parte do Passivo, representada pelas obrigações com os credores, e o Patrimônio Líquido, que representa o remanescente, ou seja, a parte que a entidade tem empenhada com os sócios ou acionistas.

“O ativo será o conjunto de componentes composto de elementos concorrentes à finalidade do sistema, ou seja, a soma de forças motrizes com direção aos fins que explicam a existência do conjunto (…)”.

Talvez de uma maneira instintiva, visto que a Terra, o Capital e o Trabalho eram as forças motrizes da economia, D’Áuria (1949:7) já nos brindava com uma afirmação que a evolução dos tempos está mostrando ser verdadeira:

“Os chamados bens incorpóreos ou imateriais não se entendem como bens em si, mas como potenciais ou bens futuros. Os créditos, que se adicionam ao ativo, são bens esperados; os direitos ou as possibilidades de incorporar bens a dado patrimônio acrescem artificiosamente o volume deste, se considerarmos o patrimônio universal da humanidade.”

O que se pode considerar como patrimônio universal da humanidade senão o Conhecimento? Admitir o Conhecimento como recurso econômico impõe novos paradigmas na forma de valorizar o ser humano e na forma de valorizar uma organização, pois gera benefícios intangíveis que alteram seu patrimônio.

É a gestão desse Conhecimento – e o que hoje se denomina Capital Intelectual , ou seja, uma combinação de ativos intangíveis, que trazem benefícios qualitativos às entidades, frutos das mudanças nas áreas da Tecnologia da Informação e das Telecomunicações, inimagináveis na época em que alguns historiadores perpetuaram algumas das informações pesquisadas – que a Contabilidade tem como desafio demonstrar e mensurar, através de suas demonstrações tradicionais ou como complemento das mesmas, visto os impedimentos legais e fiscais existentes.

A Contabilidade, através da ingerência de seus profissionais e acadêmicos, deve procurar e definir esses paradigmas de mensuração e suas potencialidades, pois sua finalidade é a de prover seus usuários de informações úteis, claras e precisas.

A Revolução Industrial

Ao estudarmos com mais profundidade os aspectos da formação contábil, percebemos que seus alicerces foram estruturados em três grandes eras, distintas entre si, em que mudanças significativas ocorreram, inclusive para a Contabilidade e seus métodos de registros e informações.

                  

 

Após discorremos os aspectos relevantes da evolução da contabilidade até atingirmos o momento atual, chega-se ao momento de enfocar alguns procedimentos utilizados nesta ciência.

Leia agora o texto Politica / Ética, condições necessárias para o bom desempenho da profissão contábil.

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Agricola

Período em que a terra era a base da economia (descentralizada) e cada comunidade produzia a maioria de suas necessidades. A energia era a muscular – humana e animal –, trabalhando no campo, e toda a produção era artesanal. Os estoques de matérias primas eram limitados e os meios de comunicação e de transportes eram quase inexistentes. A ênfase contábil era o das partidas simples, e nesse período, com a necessidade de se registrar os fatos econômicos administrativos, criou-se a arte da escrituração. Somente em 1494, surgiu uma regra para equacionar o problema da não-aceitação de números negativos pelos matemáticos da época, que os consideravam absurdos e fictícios. Este fato só se tornaria difundido nos séculos futuros, perdurando até os dias de hoje. É o que podemos classificar de fase empírica da Contabilidade.

Considerada pelos historiadores compreendida desde o Homem Primitivo até a Publicação do Tractatus de Pacioli, autor da obra Summa de Arithmetica, Geometria, ProportionietProportionalita, em que se encontra o Tractatus de ComputisetScripturis, que nos apresenta o método das partidas dobradas.

Industrial

Época atribuída à solidificação da Teoria Geral da Contabilidade. O principal marco nessa Era, sem dúvida alguma, foi a Revolução Industrial, em que a economia passou a ser movida pela maquinofatura como fator propulsor da produção e ficou patente a separação entre produtor e consumidor (Mercado). As fontes energéticas não-renováveis são bases da Economia e são bem mais desenvolvidos os meios de comunicação e de transporte (telégrafo, telefone, ferrovias, transporte aéreo). Surgem os trabalhadores qualificados com alta especialização. Observamos que, a partir desta época, firma-se com mais evidenciação o método das partidas dobradas, o custo histórico como base de valor e a elaboração de relatórios contábeis. É o que podemos classificar como fase científica da Contabilidade.

Cohecimento

Alguns estudiosos dão o nome de Tempo de Informatização Contábil, gerando um instrumento no Processo de Gestão. Percebe-se que as empresas prestam contas aos usuários de forma mais aberta e com relatórios mais acessíveis de compreensão. É a atual em que vivemos: começou nos anos 50 do século XX e caracteriza-se como a Era da Informação. Base da Economia Globalizada, em que os meios de comunicação e de transportes aproximam os consumidores dos meios de produção. Pelas facilidades apresentadas, os estoques tornam-se virtuais e a produção torna-se personalizada. O trabalhador é um generalista, pois agrega conhecimento ao processo produtivo. A Contabilidade firma-se como sistema de informação direcionado ao usuário, como instrumento auxiliar no processo de gestão. Procura mensurar o Conhecimento agregado ao Patrimônio das entidades, que se conceituou como Capital Intelectual. A Contabilidade, com sua cultura e tecnologia, através da compilação dos dados, evidencia e quantifica valores gerados das atividades produtivas das entidades, fornecendo informações sobre a composição e as variações patrimoniais. Fato imutável até o início da terceira fase acima descrita, visto que a partir daí, devemos tentar mensurar e demonstrar, o “intangível” que se denomina Capital Intelectual.

O movimento gnosiológico ostentado nos quatro últimos séculos pela contabilidade sempre emitiu um caráter comum concernente à essência do seu objeto: o patrimônio das células sociais. A policromia de conteúdo cultural produzida pelas diversas doutrinas apresentaria pouca benesse na ostentação da essência contábil, quando se coteja todo este mosaico com a proposta emitida pelo patrimonialismo de Vincenzo Masi.

Em verdade, o patrimonialismo foi a doutrina responsável por enaltecer a contabilidade, defendendo o seu método, objeto, partes, finalidade e tarefas. Aquilo que Aristóteles (384-322) seria para a filosofia, Einstein (1879-1955) para a física e Comte (1798- 1857) para a sociologia, Masi seria para a contabilidade, devido ao seu vigor intelectual que produziu um efeito prolífico. O neopatrimonialismo contábil é, portanto, este efeito prolífico criado por Antonio Lopes de Sá, para aperfeiçoar as idéias patrimonialistas e garantir o futuro da contabilidade na filosofia do conhecimento.

O estudo das principais teorias das contas na escola Européia, segundo Lima (2003), deve abordar inicialmente a Teoria Personalista, onde as contas representam pessoas que se relacionam com a entidade em termos de débito e crédito.

EVOLUÇÃO DA CONTABILIDADE

Para que se possa compreender com mais afinco a contabilidade, se faz necessário uma abordagem do início de suas profundas origens, pois só as origens darão uma melhor idéia para justificar os fatos presentes.

Pelo fato do homem não saber escrever há mais de 20.000 anos atrás, ele criou uma das formas mais primitivas de inscrição, que foi a artística, para registrar seus feitos durante o dia. O homem caçava algum animal ou apanhava algum fruto e posteriormente registrava em pinturas gravadas nas paredes esses fatos, podendo-se concluir que nascia daí a necessidade de controle da entidade.

Observa-se que a Contabilidade possui algo em comum com a arte, a Escrita e a Matemática, pois são ciências que surgiram ao se usar uma a outra como base para registros dos fatos que ocorriam no dia-a-dia.
Segundo Sá (1997, p. 21), O mais antigo documento dessa época que se conhece parece ser o que nos apresenta Figuier. Foi encontrado na gruta D´Aurignac, no departamento de Haute Garone, na França; uma lâmina de osso de rena, contendo sulcos que indicam quantidades.

2.1.1. Registros do patrimônio
Os fatos anteriormente citados evidenciam uma pequena parcela do que, com o passar dos anos, o homem descobriria sozinho como registrar seus bens usando até então a desconhecida Contabilidade.
Segundo Sá (1997, p. 19) “o nascimento da Contabilidade é o da inscrição de elementos da riqueza patrimonial, passando, aos poucos, a registros de melhor qualidade”.
Há mais de 6.000 anos atrás, o comércio era intenso, o controle religioso sobre o Estado já era grande e poderoso, daí derivando grande quantidade de fatos a registrar, ensejando, também, o desenvolvimento da escrita Contábil.

Todos os registros eram feitos usando-se peças de argila com relação a cada fato, quando surgiu a expressão “meu” e “seu”, de Débito e Crédito, sendo “Débito” (o que alguém tem que me pagar) e “Crédito” (o que eu devo pagar a alguém).
Com o advento do Papiro no Egito, a Contabilidade só teve a ganhar, pois ela pode ter seus registros mais sofisticados passados em Livros Contábeis. A invenção da escrita impulsionou mais a evolução, segundo estudiosos da questão, foi a escrita Contábil que deu origem à escrita comum e não o inverso.

De acordo com Sá (1997, p. 19),Amplo era o uso dos livros na antiguidade clássica, porque ampla era a análise dos fatos, os romanos chegavam a ter um livro de escrituração de fatos patrimoniais para cada atividade que era desenvolvida (livro de fabricação do azeite, livro da fabricação do vinho, livro dos bens patrimoniais, livros das despesas e receitas, e outros).

2.1.2. Partidas dobradas – O registro de um fato em sua causa e efeito fez surgir o que se chama de Partidas Dobradas, sendo que todo Débito equivale a um Crédito e vice-versa.
Existem várias especulações sobre o surgimento desta técnica de Partidas Dobradas, mas seu autor, em verdade, não se conhece.
Vários fatos impulsionaram seu surgimento, entre eles destacam-se o crescimento do Capitalismo nos fins da Idade Média, a aplicação dos números arábicos à escrituração e a maior necessidade de dar relevo às contas do lucro e outros.

Sá (1997, p. 34) afirma que:
A influência da matemática, o fato de a escrita contábil estar atada ao cálculo desde seus primeiros tempos e ter-se intensificado seu ensino nas escolas de matemática, tudo isto nos fez aceitar a força da mente lógica como geradora do processo das Partidas Duplas. O hábito das equações, o valor das matemáticas associadas à contabilidade, pode ser gerado a hábito da igualdade de Débito e Crédito, e esta nos parece uma hipótese bastante forte no campo histórico.

Em novembro de 1494, o franciscano italiano frei Luca Pacioli publicou a primeira literatura contábil “relevante”, consolidando o método das Partidas Dobradas, com expressões de causa e efeito do fenômeno patrimonial com os termos de Débito e Crédito.
O conceito de dualidade freqüentemente utilizado para justificar as partidas dobradas apenas exige que sejam reconhecidos dois lados de cada transação. Isto poderia ser com igual facilidade feito numa única coluna, usando-se sinais positivos e negativos, quanto em duas colunas com débitos e créditos.
Vale salientar que nessa época vários eram os folhetins publicados por diversos autores sobre a contabilidade, mas nenhum foi tão completo quanto ao do frei, sendo que o mesmo não descobriu as Partidas Dobradas, mas sim aprimorou a conhecimento sobre o citado assunto, pois elas já eram conhecidas e usadas desde o século XIII.
Várias são as hipóteses sobre o surgimento das Partidas Dobradas, cada autor o interpreta de um modo. Observando-se esta dificuldade, é difícil e delicado afirmar quem foi o verdadeiro pai das Partidas, pois elas foram evoluindo gradativamente e em cada época os estudiosos aperfeiçoavam-nas conforme suas necessidades.

2.1.3. Surgimento das escolas de contabilidade

Várias são as teses que evidenciam o surgimento e desenvolvimento da Contabilidade. O desenvolvimento econômico acompanha de perto o desenvolvimento Contábil. Em 1920, com a grande ascensão dos EUA, deu-se origem à Escola Norte-Americana.
Com o surgimento das grandes Corporations, principalmente no século atual, adicionando-se o desenvolvimento do mercado de capitais, a Contabilidade encontrou um campo propício para o seu desenvolvimento com teorias e aplicações no campo prático.
Os Estados Unidos herdaram da Inglaterra a tradição de Auditoria, criando lá sólidas raízes.
No início do século XX, a chamada Escola Européia teve sua queda, quando a Escola Norte-americana obteve sua ascensão.

2.1.4. Diferenças entre as escolas européias e norte americanas

Analisando-se o quadro abaixo, pode-se notar as relevantes diferenças entre as duas escolas.

Algumas razões da Queda da Escola Européia (especialmente italiana)

1. Excessivo Culto à Personalidade: grandes mestres e pensadores da Contabilidade ganharam tanta notoriedade que passaram a ser vistos como “oráculos” da verdade Contábil.

2. Ênfase a uma Contabilidade Teórica: as mentes privilegiadas produziam trabalhos excessivamente teóricos, apenas pelo gosto de serem teóricos, difundindo-se idéias com pouca aplicação prática.

3. Pouca Importância à Auditoria: principalmente na legislação italiana, o grau de confiabilidade e a importância da auditagem não eram enfatizados.

4. Queda do nível das principais faculdades: principalmente as faculdades italianas, superpovoadas de alunos.

Algumas razões da Ascensão da Escola Norte-Americana

1. Ênfase ao Usuário da Informação Contábil: a Contabilidade é apresentada como algo útil para a tomada de decisões, evitando-se endeusar demasiadamente a Contabilidade; atender os usuários é o grande objetivo.

2. Ênfase à Contabilidade Aplicada: principalmente à Contabilidade Gerencial. Ao contrário dos europeus, não havia uma preocupação com a teoria das contas, ou querer provar que a Contabilidade é uma ciência.

3. Bastante Importância à Auditoria: como herança dos ingleses e transparência para os investidores das Sociedades Anônimas (e outros usuários) nos relatórios contábeis, a auditoria é muito enfatizada.

4. Universidades em busca de qualidade: grandes quantias para as pesquisas no campo contábil, o professor em dedicação exclusiva, o aluno em período integral valorizaram o ensino nos Estados Unidos.

Conhecer a evolução histórica da Contabilidade e suas principais escolas, através de leituras textuais direcionadas.

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