Teoria da Contabilidade – Aula 8 – Receitas, Despesas, Perdas e Ganhos – Mensurações


Aula 8: Receitas, Despesas, Perdas e Ganhos – Mensurações

Chamados também de custos correntes, os custos de reposição representam o modelo de mensuração de ativos que considera a variação do valor de reposição do ativo. Na definição de EDWARDS e BELL (1961), representa o “Custo Corrente de aquisição dos inputs que a firma utilizou para produzir o elemento do ativo”.

MARTINS (1972) substitui o verbo produzir por possuir, a seguir:
“é o custo corrente de aquisição dos inputs que a firma utilizou para possuir o elemento do ativo; quando a empresa fabricou o ativo, o seu custo corrente é a soma dos custos correntes dos fatores que entraram na produção; quando a empresa comprou o ativo. É o custo corrente de adquiri-lo”.

O progresso tecnológico é um fator que dificulta a avaliação, pois quando a taxa de mudança tecnológica é acentuada em determinado segmento, torna-se difícil a tarefa de reproduzir valores correntes dos ativos assim definidos, pois estes já se diferenciam sensivelmente dos antigos quanto às características técnicas e de produtividade. Observar uma situação em que os novos ativos prestam serviços equivalentes aos antigos pode-se obter aproximações através destes.

Custos de reposição corrigidos é o modelo de mensuração de ativos que considera a variação do valor de reposição do ativo, conjugado com a variação de preços, ou seja, contabilmente ocorre a correção do valor de mercado até a data em que a empresa desejar apresentar o ativo corrigido.

Para alguns pesquisadores, a exemplo de LUDÍCIBUS (2004), é o mais completo conceito de avaliação, na maioria dos casos, e deveria ser adotado para a avaliação geral do ativo, pois combina as vantagens do custo corrente com as do custo histórico corrigido.

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Chamados também de custos correntes, os custos de reposição representam o modelo de mensuração de ativos que considera a variação do valor de reposição do ativo. Na definição de EDWARDS e BELL (1961), representa o “Custo Corrente de aquisição dos inputs que a firma utilizou para produzir o elemento do ativo”.

MARTINS (1972) substitui o verbo produzir por possuir, a seguir:
“é o custo corrente de aquisição dos inputs que a firma utilizou para possuir o elemento do ativo; quando a empresa fabricou o ativo, o seu custo corrente é a soma dos custos correntes dos fatores que entraram na produção; quando a empresa comprou o ativo. É o custo corrente de adquiri-lo”.

O progresso tecnológico é um fator que dificulta a avaliação, pois quando a taxa de mudança tecnológica é acentuada em determinado segmento, torna-se difícil a tarefa de reproduzir valores correntes dos ativos assim definidos, pois estes já se diferenciam sensivelmente dos antigos quanto às características técnicas e de produtividade. Observar uma situação em que os novos ativos prestam serviços equivalentes aos antigos pode-se obter aproximações através destes.

Custos de reposição corrigidos é o modelo de mensuração de ativos que considera a variação do valor de reposição do ativo, conjugado com a variação de preços, ou seja, contabilmente ocorre a correção do valor de mercado até a data em que a empresa desejar apresentar o ativo corrigido.

Para alguns pesquisadores, a exemplo de LUDÍCIBUS (2004), é o mais completo conceito de avaliação, na maioria dos casos, e deveria ser adotado para a avaliação geral do ativo, pois combina as vantagens do custo corrente com as do custo histórico corrigido.

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indexação , em economia, é um sistema de reajuste automático de preços, inclusive salários, em situações inflacionárias. Assim, na medida em que a inflação  aumenta os preços precisam ser ajustados para que não fiquem defasados.

Algumas empresas estão perdendo dinheiro na hora de formar seus preços, porque não está usando o custo de reposição como base de valor na formação de seus preços! Este alerta certamente nos leva a pesquisa de um pouco de história que poderá nos ajudar a esclarecer mais essa polêmica de custos … veja também o diagrama

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Cabe, ainda, acrescentar o entendimento de valores de saída. Justificados como modelos de mensuração de ativos a valores de saída, se referem ao preço de troca do ativo no mercado, ou ainda, o valor que o mercado pagaria pelo ativo, neste caso, chamado de valor de realização.

O preço de troca é o valor pelo qual os ativos podem ser vendidos ou trocados, quando deixarem a entidade, supondo-se que a empresa opera em um mercado organizado. Já o preço de mercado pode ser considerado uma estimativa bem próxima do preço real de venda em um curto prazo. Observar que os preços correntes de venda ou valor líquido realizável se referem à diferença entre a venda e o custo da realização.

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Ao iniciar este módulo, estamos na verdade enriquecendo nosso estudo sobre um assunto fundamental na aplicação da Contabilidade sobre os aspectos modificativos do patrimônio liquido da entidade. De acordo com Lima (2008), em sua obra Contabilidade Geral, “a representação gráfica que resulta a modificação na situação liquida advém do reconhecimento contábil de uma conta de resultado”. Aduz, ainda, “quando se trata de uma receita, há um aumento no capital dos proprietários, em caso análogo quando se trata de um gasto onde haja a escrituração de custo ou despesa realizada, há uma redução no capital dos proprietários”.

Ao abordarmos a natureza e definição de uma receita, torna-se difícil uma apreciação deste assunto, pois as definições de receita têm-se fixado, via de regra, mais nos aspectos de quando reconhecê-la e em que montante do que na caracterização de sua natureza. Assim, algumas definições usualmente encontradas de receitas se referem ao seu efeito sobre o patrimônio ou ativo líquido, e outras fazem referências expressas à entrega de bens e serviços ao cliente.

Iudicibus (2004) tem a seguinte acepção:

O Comitê de Conceitos Contábeis e Standards AAA , assim define receita:

 

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Uma definição tida como uma das melhores pelo consenso da maioria dos estudiosos e pesquisadores da teoria da Contabilidade, pois caracteriza o que é essencialmente a receita e dá margem a uma ampla gama de formas pelas quais pode ser reconhecida, colocando bem o fato de que o mercado deverá validar o esforço desenvolvido pela empresa, atribuindo um valor de troca à produção de bens e serviços e àquela descrita por Sprouse e Moonitz:

Vamos agora definir as despesas. De acordo com SFAC, representam saídas ou outros gastos de ativos ou, ainda, obrigações incorridas.

Autores renomados na atualidade acrescentam, ainda, de forma ampla:

Sprouse e Moonitz (1962) citam de forma inconteste em seus trabalhos que:

“despesas representam a diminuição de ativos líquidos como resultado da utilização de serviços econômicos na criação de receitas ou na imposição de taxa do governo”.

Em outra pesquisa, SPROUSE & MOONITZ , apud KRAEMER (2000; p. 22) afirmam que passivos são obrigações que exigem a entrega de ativos ou prestação de serviços em um momento futuro, em decorrência de transações passadas ou presentes.

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