Contabilidade Gerencial / Aula 6: Restrição da capacidade de produção


Contabilidade Gerencial / Aula 6: Restrição da capacidade de produção

Margem de Contribuição e Limitação da Capacidade Produtiva

Vimos que Margem de Contribuição (MC) é a diferença entre o preço de venda e os gastos variáveis.

Para Bórnia (2010, p. 72):

A análise do custo-volume-lucro está intimamente relacionada com os conceitos de margem de contribuição unitária e de razão de contribuição, ou índice de margem de contribuição.

Praticamente todas as aplicações de custos para decisões embasam-se na análise da margem de contribuição.

Margem de Contribuição ou Contribuição Marginal é uma parcela do preço de venda de um produto ou serviço, que serve para cobertura dos custos fixos e formação do lucro. Portanto, quanto maior a margem de contribuição, melhor será a situação da empresa em termos de rentabilidade. (MARTINS, 2010).

Seta apontada para acima.Margem de contribuição

Seta apontada para acima.Rentabilidade empresa

  • EM QUAIS SITUAÇÕES PODE-SE USAR A MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO?

Quando surgir algum fator que limite a capacidade de produção da empresa, devemos procurar utilizar esse recurso da melhor forma possível, para que a empresa tenha o melhor resultado. E para que isso aconteça, precisamos utilizar o conceito de margem de contribuição de uma forma diferente do que vimos na aula anterior.

A fórmula para calcular a Margem de Contribuição por Fator Limitativo, ou seja, a Margem de Contribuição dividida pela limitação da produção é:

MC / FL = PV – ( CV + DV ) / FL

Vejamos algumas situações adaptadas do livro de nossa bibliografia complementar: (MARTINS, 2010).

Situação 1

Suponhamos que uma determinada empresa fabricante de barracas para camping produza quatro modelos diferentes (A, B, C e D).

Os dados da estrutura de custos segue na Tabela 01 a seguir:

Matéria-prima Mão de obra Direta Custo Direto Total Custo Indireto Variável Custo Variável Total
$/unidades $/unidades $/unidades $/unidades $/unidades
Modelo A 28,00 24,00 52,00 8,00 60,00
Modelo B 24,00 20,00 44,00 6,00 50,00
Modelo C 80,00 28,00 108,00 8,00 116,00
Modelo D 16,00 20,00 36,00 4,00 40,00

Tabela 01: Estrutura de Custos
Fonte: Martins (2010, p. 187)

Os Custos Indiretos Fixos são os seguintes:

Mão de obra Indireta            R$ 64.000,00/ano
Aluguéis                               R$ 16.000,00/ano
Depreciações                       R$ 12.000,00/ano
Outros Indiretos Fixos          R$ 8.000,00/ano
Total                                     R$100.000,00/ano

Para efeito de avaliação de estoques, a empresa rateia os Custos Indiretos fixos à base da Mão de Obra Direta, visto que o maior custo indireto diz respeito à supervisão de operários.

A empresa, sendo conhecedora das vantagens da utilização do conceito de Margem de Contribuição, para efeito de análise e decisão, procede como indicado na Tabela 02, alocando apenas os custos variáveis.

Com isso, a empresa tem a seguinte tabela com relação à Margem de Contribuição de cada um dos modelos que fabrica:

Custo Variável Total Preço de Venda Margem de Contribuição
$/unidades $/unidades $/unidades
Modelo A 60,00 80,00 20,00
Modelo B 50,00 72,00 22,00
Modelo C 116,00 140,00 24,00
Modelo D 40,00 48,00 8,00

Tabela 02: Cálculo da Margem de Contribuição
Fonte: Martins (2010, p. 188)

Analisando a coluna da Margem de Contribuição da Tabela 02, verificamos que o modelo com maior capacidade de trazer recursos para a empresa é o modelo C.

Entretanto, a empresa não pode escolher apenas esse modelo para comercialização, pois deve se atentar à demanda do mercado, precisando oferecer todos eles aos consumidores.

Em uma pesquisa de mercado, a empresa verificou que existe uma demanda de mercado nas seguintes quantidades de cada modelo:

Modelo A — 3.300 unidades

Modelo B — 2.800 unidades

Modelo C — 3.600 unidades

Modelo D — 2.000 unidades

É claro que ela tentará, sempre que possível, incentivar a venda do modelo C, já que cada unidade dele produz maior margem de contribuição, quando não existir nenhum problema de limitação na produção.

Contudo, a empresa possui a seguinte limitação: sua capacidade não é suficiente para fornecer esse volume, já que ela possui um nível máximo de produção de 97.000 horas/máquina, e a demanda de mercado lhe consumiria 103.150 horas/máquina, conforme o tempo de cada modelo mostrado na Tabela 03.

Horas-Máquina Necessárias Demanda Prevista Total Horas/Máquina
h/un. un. h
Modelo A 9,5 3.300 31.350
Modelo B 9,0 2.800 25.200
Modelo C 11,0 3.600 39.600
Modelo D 3,5 2.000 7.000
Total 103.150

Tabela 03: Necessidade de Horas/Máquina
Fonte: Martins (2010, p. 189)

Analisando a Tabela 03, a fábrica precisará sacrificar a produção e venda de parte de seus produtos por não possuir horas/máquinas para produção de toda demanda do mercado.

Suponhamos que a empresa tenha o interesse de maximizar seu lucro nesse ano e por isso sua decisão será baseada nesse objetivo. (Poderia estar interessada na manutenção de alguns dos tipos de clientes e querer atender a essa meta mesmo à custa de redução do lucro.)

Pergunta:

  • ONDE ENTÃO EFETUAR O CORTE DAS 6.150 HORAS EXCEDENTES A SUA CAPACIDADE (103.150 H-97.000 H)?

A partir dessa previsão de produção, poderia constituir um quadro projetado do resultado:

Quantidade Margem de Contribuição Unitária Margem de Contribuição Total
Modelo A 3.300 20,00 66.000,00
Modelo B 2.800 22,00 61.600,00
Modelo C 3.600 24,00 86.400,00
Modelo D 243 8,00 1.944,00
Total Margem de Contribuição R$ 215.944,00
(R$ 100.000,00)
(-) Custos Fixos
Resultado
R$ 115.944,00

Tabela 04: Necessidade de Horas/Máquina
Fonte: Martins (2010, p. 189)

Para termos certeza de que a decisão tomada de corte do Modelo D é a correta, podemos fazer alguns cálculos com o resultado que seria obtido caso se decidisse outra possibilidade de combinação do mix de produtos.

Para tanto, vamos verificar qual seria a nova Margem de Contribuição Total com essa nova escolha, já que de todas as hipóteses possíveis, a que nos interessa é a que maximize a Margem de Contribuição Total, pois independente da combinação dos produtos, o mesmo montante de Custos Fixos será deduzido para se chegar ao Lucro.

Vamos então verificar primeiramente o que teria acontecido se a empresa tivesse optado pelo corte do Modelo C, ao invés do Modelo D.

Nesta opção, o número de unidades não produzidas do Modelo C seria:

6.150 horas =
559 unidades
11,0 h/unid

O lucro alcançado pela empresa nessa situação seria:

Quantidade Margem de Contribuição Unitária Margem de Contribuição Total
Modelo A 3.300 20,00 6.000,00
Modelo B 2.800 22,00 61.600,00
Modelo C 3.041 24,00 72.984,00
Modelo D 2.000 8,00 16.000,00
Total Margem de Contribuição 216.584,00

Tabela 05: Margem de Contribuição com o Corte do Modelo C
Fonte: Martins (2010, p. 190)

A Tabela 05 evidencia que a Margem de Contribuição Total seria maior nessa hipótese que na anterior!

Pergunta:

  • ESTA SITUAÇÃO INVALIDA O CONCEITO DE MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO?

O resultado correto seria obtido então com o seguinte cálculo:

Margem de Contribuição Unitária Tempo de Fabricação Margem de Contribuição por Hora/Máquina
(R$) (hm) ($/hm)
Modelo A 20,00 9,5 2,11
Modelo B 22,00 9,0 2,44
Modelo C 24,00 11,0 2,18
Modelo D 8,00 3,5 2,29

Tabela 06: Margem de Contribuição no Fator Limitativo
Fonte: Martins (2010, p. 191)

  • ANÁLISE DOS RESULTADOS

Suponhamos que a empresa resolvesse adquirir outras máquinas, com a intensão de aumentar sua capacidade de produção para 140.000hm, sem que nada se alterasse nos custos variáveis de cada produto.

Desta forma, poderia agora atender a toda a demanda prevista pelo mercado consumidor e ainda teria uma folga de quase 37.000hm.

Vamos refletir!

Caso tivesse em mente efetuar algum tipo de esforço para tentar vender mais do que aquela previsão, por meio, por exemplo, de uma campanha publicitária ou de uma motivação maior com relação à equipe de vendedores, como deveria proceder se soubesse que conseguiria, no máximo, aumentar em mais 10% seu volume de vendas?

Corrigir

Nessa situação, deve incentivar a venda do produto B, que proporciona maior Margem de Contribuição por hora/máquina, ou do modelo C, que fornece maior Margem por unidade?

Corrigir

Podemos concluir que, se não houver limitação na capacidade produtiva, devemos priorizar o artigo que produz maior Margem de Contribuição por unidade, mas, se existir limitação, devemos priorizar o que produz maior Margem de Contribuição pelo fator limitativo.

Situação 2

Supondo que determinada indústria automobilística produza dois modelos de veículos, com as seguintes características:
Modelos Preço de Venda Gastos Variáveis Margem de Contribuição
4 portas 50.000,00 20.000,00 30.000,00
2 portas 40.000,00 15.000,00 25.000,00

Devemos supor ainda que a demanda de mercado é de 15 modelos de cada tipo de veículos por mês e que a empresa tem gastos fixos de R$200.000,00 por mês.

Sem limitação na capacidade produtiva

Não havendo limitação na produção, podemos verificar pela Margem de Contribuição que dos dois modelos de carros, o de 4 portas é o que possui maior potencial de geração de lucro, pois cada unidade vendida gera R$30.000,00 de lucro, enquanto o de 2 portas o lucro é de R$25.000,00, R$5.000,00 a menos.

Ao priorizarmos a produção e venda do máximo possível de carro de 4 portas, teremos:

DRE — Modelo 4 portas
Receita 750.000,00
(-) Gastos Variáveis 300.000,00
= Margem de Contribuição 450.000,00
(-) Gastos Fixos 200.000,00
= Lucro Líquido 250.000,00

O modelo de 4 portas proporcionaria um lucro final de R$250.000,00.

DRE — Modelo 2 portas
Receita 600.000,00
(-) Gastos Variáveis 225.000,00
= Margem de Contribuição 375.000,00
(-) Gastos Fixos 200.000,00
= Lucro Líquido 175.000,00

O modelo de 2 portas proporcionaria um lucro final de R$175.000,00.

Vamos supor a seguinte limitação na capacidade produtiva:

✔     Todas as maçanetas usadas em qualquer modelo são iguais, quer nas portas dianteiras, quer nas traseiras, e são importadas; cada modelo leva o mesmo tempo de produção;

✔     No referido mês, só conseguiu importar 40 maçanetas.

Vamos calcular como ficaria o lucro na produção de cada modelo de carro.

Com 40 maçanetas, fabricaríamos 10 carros de 4 portas. Dessa forma, obteríamos um Lucro Líquido de R$100.000,00.

DRE — Modelo 4 portas
Receita 500.000,00
(-) Gastos Variáveis 200.000,00
= Margem de Contribuição 300.000,00
(-) Gastos Fixos 200.000,00
= Lucro Líquido 100.000,00

Com 40 maçanetas, fabricaríamos 20 carros de 2 portas, contudo a demanda de mercado mensal da empresa é de 15 veículos. Assim, fabricaríamos 15 unidades de veículos de 2 portas e obteríamos um Lucro Líquido de R$175.000,00.

DRE — Modelo 2 portas
Receita 600.000,00
(-) Gastos Variáveis 225.000,00
= Margem de Contribuição 375.000,00
(-) Gastos Fixos 200.000,00
= Lucro Líquido 175.000,00

Com a produção de 15 carros de 2 portas, usaríamos 30 maçanetas. Como tínhamos 40 unidades, com as 10 unidades que sobraram podemos fabricar mais dois carros de 4 portas.

Sobrariam ainda mais duas unidades de maçanetas, contudo o carro adicional de duas portas, que poderia ser fabricado com essas maçanetas restantes, não seria vendido naquele mês, pois a empresa já teria atingido a demanda máxima do mercado.

Teríamos o seguinte lucro, na otimização da produção, do máximo possível com carros de duas portas (por possuir mais lucratividade por maçaneta) e, em seguida, o máximo possível de carros de quatro portas.

Vejamos a DRE:

DRE Modelo 2 portas (15 unidades) Modelo 4 portas (2 unidades) Total
Receita 600.000,00 100.000,00 700.000,00
(-) Gastos Variáveis 225.000,00 40.000,00 265.000,00
= Margem de Contribuição 375.000,00 60.000,00 435.000,00
(-) Gastos Fixos 200.000,00
= Lucro Líquido 235.000,00

Atividade

1 – Determinada empresa industrial fabrica e vende dois produtos: Alfa e Beta, dos quais consome os seguintes recursos:

Produto Alfa Beta
Preço de Venda R$ 25,00 R$ 15,00
Matéria-prima A (em kg/unid.) 1 1,2
Matéria-prima B (em kg/unid.) 2 0,5
Mão de Obra (em h/unid.) 2 2
Horas/Máquina (em h/unid.) 3 1
Demanda (em unid./mês) 50 80

Os recursos possuem os seguintes custos e disponibilidade:

Recursos Custo Unitário Disponibilidade
Matéria-prima A R$ 1,00 por kg 140 kg
Matéria-prima B R$ 2,00 por kg 130 kg
Mão de Obra R$ 3,00 por hora 280 horas
Hora/Máquina R$ 4,00 por hora 200 horas

Sabe-se, ainda, que:

I. a empresa não tem como aumentar as suas disponibilidades no próximo mês; portanto, precisa gerenciar aquelas restrições;
II. a empresa tem por política trabalhar sem estoque final de produtos acabados.
III. os custos e as despesas fixas da empresa totalizam R$100,00 no período.

Com base nessas informações, elabore a DRE considerando o lucro máximo que a empresa pode alcançar, tendo em vista sua capacidade produtiva.

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2 – (Prova: CESGRANRIO – 2011 – Petrobrás – Contador Júnior): A Indústria Santa Maria Ltda. fabrica 5 produtos. Para realizar essa produção, a empresa utiliza, habitualmente, 178.000 horas/máquina. Entretanto, em julho de 2010, ocorreu um defeito em uma das máquinas operadoras, reduzindo tal capacidade em 15%.

Os dados dos produtos são os seguintes:

Modelos Matéria-prima Mão de Obra Custos Indiretos Variáveis Hora/ Máquina Unidades Vendidas Preço de Venda
Alfa 120,00 100,00 70,00 1,5 H/M 20.000 410,00
Beta 130,00 80,00 60,00 2,0 H/M 18.000 400,00
Gama 110,00 55,00 60,00 2,5 H/M 16.000 395,00
Delta 145,00 115,00 90,00 3,0 H/M 14.000 580,00
Eta 135,00 105,00 80,00 3,5 H/M 12.000 560,00

Sabendo-se que os custos fixos montam a R$3.300.000,00 por mês, o produto que deve ter sua produção reduzida em função do defeito ocorrido, visando a maximizar o resultado da empresa, é o denominado:

a) Alfa

b) Beta

c) Gama

d) Delta

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3 – Uma fábrica de camisetas produz e vende, mensalmente, 3.500 peças ao preço de R$5,00 cada. As despesas variáveis representam 20% do preço de venda e os custos variáveis são de R$1,20 por unidade.

A fábrica tem capacidade para produzir 5.000 camisetas por mês, sem alterações no custo fixo atual de R$6.000,00.

Uma pesquisa de mercado revelou que, ao preço de R$4,00 a unidade, haveria demanda no mercado para 6.000 unidades por mês. Caso a empresa adote a redução de preço para aproveitar o aumento de demanda, mantendo a estrutura atual de custos fixos e capacidade produtiva, o resultado final da empresa:

a) Aumentará em R$2.200,00

b) Aumentará em R$200,00

c) Reduzirá em R$3.500,00

d) Reduzirá em R$800,00

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4 – (CESPE, 2016): A tabela a seguir apresenta algumas informações de determinada empresa, relativas ao mês de abril de 2016.

Produto Custo Variável Total por unidade (em R$) Custo Fixo Total por unidade (em R$) Preço de Venda por unidade (em R$) Tempo de Fabricação (hora/máquina)
MODELO I 60 12 80 5
MODELO II 50 15 71 7
MODELO III 116 18 141 5
MODELO IV 40 7 58 3
MODELO V 45 8 73 4

Considerando-se essas informações e o fato de que a empresa receba uma demanda extra de um cliente e constate que não tem capacidade suficiente para fornecer tal volume, em função de limitação na disponibilidade de horas/máquinas, o primeiro produto cujo volume de produção deve ser reduzido em prol da obtenção do melhor resultado para a empresa é o modelo:

a) III

b) IV

c) V

d) II

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5 – Considera-se capacidade normal de produção a:

a) capacidade total instalada da entidade para produzir, sem considerar as necessidades de manutenção preventiva e de férias coletivas que podem ser aplicadas ou não.

b) média que se espera atingir ao longo de vários períodos, em condições normais, conforme as necessidades de manutenção preventiva, de férias coletivas e de outros eventos semelhantes considerados normais para a entidade.

c) menor produção obtida no último ano de produção, estabelecendo-se assim um padrão de referência para a entidade.

d) maior produção obtida nos últimos doze meses desconsiderando, caso haja, os meses que a entidade atinja a capacidade instalada total, conforme as necessidades de manutenção preventiva, de férias coletivas e de outros eventos semelhantes.

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6 – Os produtos A, B, C e D têm, respectivamente, os seguintes preços: R$20,00; R$16,00; R$36,00 e R$8,00. Os gastos variáveis unitários de cada um são: R$8,00; R$12,00; R$10,00 e R$6,00.

Os tempos de processamento de cada um dos produtos são: 3 horas para o produto A; 2 horas para o produto B; 4 horas para o produto C e 1 hora para o produto D.

Sabendo que a capacidade máxima de produção da empresa tem uma limitação de 160 horas; seus gastos fixos mensais de R$500,00; e sua demanda máxima de venda de 25 unidades de cada produto, responda: qual o lucro máximo que a empresa pode alcançar?

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