Sindipetro-RJ – Campanha o Petróleo é Nosso


http://sindipetro.org.br/o-petroleo-tem-que-ser-nosso/

http://sindipetro.org.br/

Reuniões mensais abertas para a categoria e movimentos sociais. Dia 20 de setembro às 17h30 na Av. Passos, 34.

Em caso de dúvidas entre em contato:

Joana Bessa (CENPES): joavilabessa@yahoo.com.br. Cel: tel:21-996409484

Luiz Mário (REDUC): luizmariodias@gmail.com. Cel: tel:21-991717939

Márcio Pinheiro (EDISEN): mspinheiro@mail.ru. Cel: tel:21-9 64824826

Marcos Dias (TABG): mvrdias1@gmail.com. Cel: tel:21-996319462

Ney Robinson (CENPES): salvireis@gmail.com. Cel: tel:21-995155878

Patrícia Laier (Ventura): patricialaier@gmail.com. Cel: tel:21-982835466

A campanha “O Petróleo é Nosso” foi épica e uniu diversos setores progressistas da sociedade: militares, comunistas, social-democratas, trabalhistas, anarquistas, etc. A voz daqueles que defendiam “O Petróleo é Nosso” calou a voz daqueles que diziam que “O Petróleo é Esso”. Todos tinham em comum a consciência de que o petróleo é fundamental para a soberania nacional e que, para tal, deveria estar sob controle da Petrobrás, mas uma Petrobrás que atendesse às necessidades do país, que reduzisse nossa dependência de importação de petróleo e, dessa forma, fosse vital para a soberania nacional.

Os anos se passaram e por eles, diversos governos com interesses antinacionalistas atuaram para sabotar o desenvolvimento da Petrobrás.

Esses aliados de interesses estrangeiros minaram as atividades da Petrobrás, seja dizendo que não havia petróleo no Brasil, seja pela permissão da exploração do nosso petróleo pelas potências econômicas, mesmo que sob contratos de risco, seja pela quebra do monopólio do petróleo, seja pelo esquartejamento da empresa, seja pelo despejo de ações em bolsas de valores estrangeiras por valores questionáveis, seja pelos desinvestimentos mal explicados de hoje. Se até 1997 ainda podíamos dizer que o petróleo era nosso, a partir de então não podemos mais dizer o mesmo. Se o General Felicíssimo Cardoso, o “General do Petróleo” teve papel importantíssimo na campanha “O Petróleo é Nosso”, seu sobrinho fez questão de destruir o legado que sua família ajudou a construir: Fernando Henrique Cardoso – o FHC – acabou com o monopólio do petróleo e vendeu boa parte das ações da Petrobrás na Bolsa de Nova York, com Pelé fazendo as honras desse crime de lesa-pátria. O próprio Felicíssimo, em 1968, disse que seu sobrinho não era de confiança, como pudemos comprovar em seus oito anos de entreguismo.

Veio a era Lula/Dilma e muitos de nós depositamos a esperança de ver um governo de caráter mais popular, de esquerda, reconstruir o que foi arrasado durante todos esses governos liberais que o precederam. Esta esperança esvaiu-se à medida que se percebia o seu fisiologismo: apesar da melhoria em diversos indicadores, a sua participação nos mesmos esquemas da lógica burguesa, sua obediência ao poder do capital em detrimento da população. Os estragos feitos na Petrobrás jamais foram corrigidos. Chegou-se a um arremedo chamado de Modelo de Partilha em oposição ao Modelo de Concessão, garantindo um mínimo de 30% de apropriação do petróleo produzido. O Modelo da Partilha é menos pior que o de Concessão, mas está longe de ser o que o Brasil precisa para sua consolidar sua soberania. O “leilão” de Libra e a nomeação de Aldemir Vendine à presidência da Petrobrás mostraram que aquele governo estava pouco alinhado aos interesses nacionais e mais alinhado a interesses privados. Vendine fizera a festa no Banco do Brasil e preparava o fatiamento da Petrobrás para posterior privatização. Este mesmo, aliado de um certo senador tucano que manda matar quem faz o serviço sujo para ele, que concedeu um empréstimo fraudulento para uma socialite e hoje está preso, levantou a bola para que seu sucessor a cortasse. Dois de seus diretores e braços-direitos permaneceram em seus cargos e, curiosamente, o sucessor de Vendine é um tucano, réu na Ação Popular Nº 2001.71.12.002583-5 em que trocou ativos valorizados da REFAP por ativos desvalorizados da Repsol/YPF causando prejuízo bilionário à Petrobrás, fora o prejuízo das térmicas, quando era ministro do apagão. Esse, se já deu tanto prejuízo com menos poder, o que ele pode e está fazendo tendo a presidência nas mãos???

Hoje, os petroleiros vêm com a campanha “O Petróleo Tem Que Ser Nosso”. Mas, por que essa campanha? Porque ser autossuficiente em petróleo e ter reservas para muito tempo são diferenciais para os países que desejam ter autonomia possam se desenvolver e porque temos muitos inimigos poderosos que jogam contra o Brasil. A questão do petróleo é uma questão de soberania. Nós queremos um Brasil g

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