Auto-libertação: a via do amor!


Auto-libertação: a via do amor!
http://www.somostodosum.com.br/clube/artigos/autoconhecimento/-autolibertacao-a-via-do-amor-10413.html

Auto-libertação: a via do amor!
http://www.somostodosum.com.br/clube/artigos/autoconhecimento/-autolibertacao-a-via-do-amor-10413.html

por Flávio Bastos

 

O seres humanos de mentes tranquilas e corações pacificados pela caminhada na trilha da evolução consciencial, não sintonizam mais com comentários maldosos ou críticas levianas que vigoram nos relacionamentos interpessoais.

“Quem for puro que atire a primeira pedra”, disse Jesus Cristo para a multidão ensandecida diante de Maria Madalena, a “impura”. E a frase de Jesus revela o que acontece conosco quando nos consideramos julgadores ou críticos do outro, porque todo comentário maldoso ou crítica infundada que fizemos em relação a outra pessoa, encontra-se no espelho invisível que reflete a verdade interior de nós mesmos.

Se quizermos conhecer o nosso estágio de evolução consciencial, basta fazermos uma auto-avaliação para percebermos o quanto ainda projetamos o nosso interior mal resolvido nas relações pessoais do dia-a-dia. E a partir do resultado observarmos o quanto contribuimos para a formação de mecanismos que interagem no desenvolvimento de energias negativas que proliferam em importantes ambientes do nosso cotidiano como o ambiente de trabalho e do lar.

A saúde mental e, em decorrência das somatizações, a saúde física e a espiritual, estão diretamente relacionadas ao nosso nível consciencial ou, como preferem alguns, ao nosso estágio de autoconhecimento.

O falar mal, entendido como um hábito corriqueiro, é um vício ou uma fixação que provavelmente vêm acompanhando o espírito há muitas encarnações, sendo exatamente o que a pessoa necessita perceber para libertar-se. Quando levianamente falamos mal do outro, expomos o nosso interior ainda confuso e em conflito. Mas, ao contrário, quando nos encontramos com a mente em processo de libertação das impurezas do espírito, não necessitamos de subterfúgios psíquicos para aliviar no outro aquilo que sentimos como pressão interna que, inconscientemente, nos incomoda.

Se analisarmos a realidade das relações pessoais à nossa volta, observaremos que a grande maioria dos casos de conflitos interpessoais são originados por comentários maldosos que num efeito bola de neve geram antipatias, raiva e ódio.

Grande parte dos casos de desentendimentos nos âmbitos familiar e profissional são ocasionados por essa energia da maldade projetada que encontra-se na razão direta do nível de desconhecimento de nós mesmos. Essa energia, se multiplicada na sociedade, é a grande responsável pelos casos de homicídios. E se multiplicada no nível mundial, torna-se uma das vilãs da eclosão de conflitos bélicos de graves consequências.

Se observarmos mais atentamente, perceberemos que essa energia encontra-se intrinsecamente relacionada com o bojo de nossas imperfeições, ou seja, a inveja, o ciúme, o orgulho e o egoísmo. Portanto, quanto mais nos libertarmos de nossas históricas limitações que passam pelo processo de autoconscientização e pelo despertar espiritual, mais leves e livres nos sentiremos do pesado fardo que vêm nos acompanhando há séculos.

Quando chegarmos a esse nível evolutivo é porque já passamos pela fase de questionamento a respeito de valores excessivamente materialistas que nos “auto-afirmam” como homens de valor em comparação à maioria de nossos irmãos, isto é, o entendimento de que os verdadeiros valores da vida não estão exclusivamente no “ter” patrimônio e status de vencedor, mas na riqueza de valores impagáveis e acessíveis na medida exata do nosso merecimento.

Em relação a isso disse-nos Jesus referindo-se à pobreza de espírito: “O reino está dentro de vós e também fora de vós. Apenas quando vós vos conhecerdes, podereis ser conhecidos e então compreendereis que todos sois filhos do Pai vivo. Mas se vós não vos conhecerdes a vós mesmos, então vivereis a pobreza e sereis a pobreza”.

A boca não fala do que não deseja o coração. Assim, quando pacificarmos o nosso interior acalmando mente e alma, estaremos realmente despertos das ilusões da matéria… e lúcidos, aptos a contribuir, efetivamente, na transformação do mundo através do único caminho viável: a via do amor!

“O olho é a lâmpada do corpo. Se teu olho é bom, todo teu corpo se encherá de luz. Mas se ele é mau, todo teu corpo se encherá de escuridão. Se a luz que está em ti está apagada, imensa é a escuridão”.
Jesus Cristo

Psicanalista Clínico e Interdimensional.
www.flaviobastos.com

Texto revisado por Cris

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