CUT – Mais de 250  dirigentes cutistas atuam em 114 conselhos nacionais


 

Com o objetivo de garantir transparência e acesso ao trabalho dos representantes cutistas em conselhos, a CUT criou esta página que possibilitará a você conhecer, acompanhar e contribuir com o trabalho realizado pelos conselheiros cutistas em nível nacional. É mais uma ferramenta que a Central coloca à disposição de dirigentes, militantes e da sociedade em geral visando o fortalecimento da democracia brasileira por meio da participação popular.

Por esse meio os / as conselheiros /as poderão disponibilizar sua agenda de reuniões no conselho, a pauta de discussão e os relatórios com encaminhamentos tomados. Através da página, teremos um meio de receber contribuições de outros dirigentes e pessoas envolvidas no tema.

Com isso, não apenas daremos maior transparência às ações dos conselheiros, como também poderemos, com a socialização das informações, articular discussões interconselhos (p.ex.: conselho de criança e adolescente com conselho de saúde, com o de educação, assim por diante) e também nos diversos níveis: federal, estadual e municipal.

Em 1991, durante o IV CONCUT, a Central definiu como estratégia de atuação que participaria de espaços institucionais da sociedade. Assim fez e, desde então, a Central integra conselhos, grupos de trabalho, câmaras temáticas e fóruns que debatem, articulam, propõem, monitoram e deliberam sobre políticas públicas e demandas sociais de todos os setores.

A CUT tem hoje aproximadamente 250 conselheiros que atuam em mais de 100 espaços nacionais, além dos Estados e municípios. São Conselhos, Câmaras e GTs nos mais diversos temas como saúde, trabalho, direitos de crianças e adolescentes, de mulheres, da juventude, formação profissional, entre outros.

Esses espaços representam uma conquista da classe trabalhadora que se mobilizou pela conquista da redemocratização do Brasil, no final dos anos 1970, e conseguiu fazer constar na Constituição Federal (1988) que “todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente…”.

Por isso, as ações da CUT devem extrapolar o âmbito das demandas do mundo do trabalho, porque todos os cidadãos devem ter acesso a direitos básicos, como saúde, educação, moradia, transporte, lazer. Há ainda alguns segmentos como mulheres, negros, crianças, jovens, idosos, LGBT e pessoas com deficiência, que lutam para que questões específicas sejam tratadas por políticas públicas criadas para contemplar tais especificidades.

Os desafios da construção da cidadania se multiplicam a cada dia e com eles a necessidade de instrumentos como essa página, que asseguram acesso, transparência e participação. É mais um passo, iniciado pela CUT, em direção à participação democrática da sociedade na construção do país.

Mais do que defender cada qual o seu pedaço, é preciso ter uma visão abrangente da construção da cidadania, respeitando a diversidade e incorporando demandas específicas a uma agenda mais geral da sociedade. Esse é o principal desafio colocado aos representantes da CUT nos espaços institucionais.

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