Durante o XI Congresso Nacional da FNP foi realizada a 5ª Plenária dos Aposentados e Pensionistas


Durante o XI Congresso Nacional
da FNP foi realizada a 5ª Plenária dos Aposentados e Pensionistas que tratou dos temas: A
importância da Petrobrás na Economia
Nacional; Petros e a Conjuntura atual;
Reformas Trabalhistas e Previdenciária;
e a Plenária Reivindicatória.

“Como não podia ser diferente, a Plenária
dos Aposentados se coloca contra
o desmonte da Petrobrás e nenhum direito
a menos. Além disso, é nossa bandeira
principal a isonomia total para os
níveis de salários na situação da RMNR
e a questão do aumento da contribuição
da Petros por conta da má gestão dos recursos
do nosso dinheiro em investimentos
que deram errado” – enfatiza Roberto
Ribeiro, diretor do Sindipetro-RJ e
integrante do Núcleo 6, que completou
no último quinta (17), 20 anos de aposentado
do Sistema Petrobrás.

Pela primeira vez a Federação das
Associações de Aposentados e Pensionistas
do Estado do Rio de Janeiro
(FAAPERJ) esteve presente em um
congresso da FNP.: “Acho muito importante
essa nossa participação nesse XI
Congresso da Federação Nacional dos
Petroleiros, pois a FAAPERJ tem em sua
direção petroleiros com atuação no Sindipetro-
RJ junto a base de aposentados
e pensionistas como o Roberto Ribeiro.
É importante frisar que há uma grande
militância de petroleiros aposentados
que atuam com muita disposição na defesa
dos nossos direitos” – afirma Yeda
Gaspar, presidenta da FAAPERJ.

A 5ª Plenária dos Aposentados e
Pensionistas contou ainda com a participação
de mais uma entidade representativa
que foi a Confederação Brasileira
de Aposentados, Pensionistas e
Idosos (COBAP), que foi representada
por seu presidente, Warley Martins
Gonçalves.

Os ataques que o atual governo de
Michel Temer faz com o discurso de
“terra arrasada” sobre a Previdência
Social no Brasil também preocupa os
aposentados petroleiros. “Existe ainda
muita rejeição na categoria ao nosso
trabalho nas federações, centrais e confederações
de aposentados e pensionistas.
Acho que pelo fato da existência da
Petros, como fundo de pensão que completa
os nossos salários há certa acomodação
ou falta de vontade na defesa do
atual modelo de seguridade social. O petroleiro
e a petroleira precisa se lembrar
de que antes de receber a complementação
da Petros, eles são, antes de tudo,
aposentados pelo INSS. Então, é necessário
entender que além de seus direitos no
uso e melhor de qualidade na assistência
médica, desse aumento da contribuição
da Petros é preciso ter uma melhor compreensão
do que ocorre de uma forma
geral e cojuntura quando se trata de defender
seus direitos como aposentado.” –
diz a petroleira e diretora da FAAPERJ,
Mauricéia Petrucia Novo.

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