FUP – Vamos conversar sobre a Petros – Formato Texto


9. agosto.2017

INFORMATIVO FUP/PETROS I EDIÇÃO ESPECIAL
Vamos conversar

Durante décadas, os gestores da Petros mascararam os déficit para fazer parecer que o plano era sustentável, utilizando premissas atuariais defasadas e até mesmo falsas e distorcendo o cálculo dos benefícios que o plano teria que pagar no futuro e reduzindo as contribuições que s Petrobrás e demais patrocinadoras deveriam fazer para o PP 1.
HISTÓRICO
sobre a Petros..
REPACTUAÇÃO A repactuacao prevista no AOR – Acordo de Obrigações Reciprocas garantiu que a Petrobrás e demais subsidiárias do PP-1 assumissem parte das dividas cobradas pela FUP e seus Sindicatos na ACP – Ação Civil Pública que tramita desde 2001 na Justiça.

Além disso, o AOR garantiu:
1. Reconhecimento de dívidas no valor atual de 11 bilhões aumentando o patrimônio do PP-1 2. Pagamento de juros de 6% a.a sobre esse montante 3. Aumento no custeio das patrocinadoras através do custeio paritário incluindo os assistidos 4. Implantaçâo do PP-2 para os novos empregados
A FUP foi a única entidade que se manifestou perante os órgãos regulamentadores, denunciando que o déficit do Plano Petros 1 não estava registrado contabilmente e ingressou com uma Ação Civil Pública na Justiça cobrando da Petrobrás e das demais patrocinadoras o pagamento das dívidas com o PP-1, devido a reducao das contribuicoes que as patrocinadoras deveriam fazer para o plano.

O problema se agravou após as mudanças na legislação previdenciária ocorridas em 1998, no governo FHC, através da Emenda Constitucional 20.
..e tentar entender os principais motivos desse déficit, que é, acima de tudo, estrutural:

11,0
Por tudo isso a FUP defende:
Família Real 1 a constituição de novas famílias por parte dos titulares, com cônjuges vários anos mais jovem e novos filhos, já gerou um impacto para o plano de R$ 5,2 bilhões.

Essas mudanças na composição familiar dos participantes e assistidos demandam cada vez mais recursos no plano para atender os novos beneficiários no futuro. Urna conta que todos pagam.

Retirada do Teto Operacional de 90% 1 a correção feita pela Petros beneficiou em torno de 9.500 participante e assistidos cuja média salarial era igual ou superior ao valor desse Teto Operacional.

Essa correção impactou o passivo do plano em R$ 3,52 bilhoes Revisão Administrativa de Benefícios l o acordo que garantiu aos aposentados e pensionistas a equiparação dos níveis conquistados pela ativa nos ACTs de 2004, 2005 e 2006 teve um impacto no PP-1 de R$ 1,32 bilhões. Desvalorização de ativos( alguns dos principais investimentos do PP-1 sofreram desvalorizações acentuadas em seus ativos neste período de crise econômica. FIP Sondas (Sete Brasil): perdas de R$ 1,70 bilhão; Litel: perdas de R$ 1,21 bilhão; Norte Energia: perdas de R$ 1,16 bilhão; Invepar: perdas de R$ 1,11 bilhão; FIP Multiner: perdas de R$ 240 milhões, além da desvalorização dos Títulos Públicos Federais.” Contingências judiciais ] as ações que os participantes e assistidos movem contra a Petros geram um passivo que impacta negativamente o patrimônio do plano. Só em 2016, as contingências judiciais foram elevadas em mais de R$1 bilhão.
1. Um processo negocial amplo, que se onerar os participantes e assistidos, seja o mínimo possível; 2. Um valor de equacionamento menor do que o proposto pela Petros; 3. A entrada de novos recursos no Plano; e 4. A cisão das massas entre repactuados e não repactuados.
Toda categoria que ingressou na empresa após o fechamento do PP1 e que hoje está no PP2, não pagará nada.

Uma conquista da FUP e Sindicatos.

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