PROGRAMAS SOCIAIS NASCERAM NO GOVERNO FHC. “E HÁ DECRETOS QUE COMPROVAM!”“


 

Uma mentira é tão somente uma mentira. Não adianta repeti-la várias vezes porque não vai virar verdade. Permanecerá sendo apenas uma mentira ainda que dure mais tempo.” – Foi desta forma que IZALCI começou seu terceiro pronunciamento de 1º de março, referindo-se a afirmações petistas que tentam desconhecer as realizações do Governo Fernando Henrique Cardoso. “O Brasil não foi descoberto em 1º de janeiro de 2003. Embora a Presidente Dilma tenha dito, por exemplo, em seu discurso durante a 40ª Reunião Ordinária do Pleno do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, que não existia cadastro do Bolsa Família até a posse do ex-Presidente Lula — hoje Presidente-Adjunto.”

    “Uma mentira é tão somente uma mentira. Não adianta repeti-la várias vezes porque não vai virar verdade. Permanecerá sendo apenas uma mentira ainda que dure mais tempo.” – Foi desta forma que IZALCI começou seu terceiro pronunciamento de 1º de março, referindo-se a afirmações petistas que tentam desconhecer as realizações do Governo Fernando Henrique Cardoso. “O Brasil não foi descoberto em 1º de janeiro de 2003. Embora a Presidente Dilma tenha dito, por exemplo, em seu discurso durante a 40ª Reunião Ordinária do Pleno do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, que não existia cadastro do Bolsa Família até a posse do ex-Presidente Lula — hoje Presidente-Adjunto.”

No intuito de reposicionar a verdade sobre a questão, o deputado do DF passou, então, a enumerar dados e datas. “O PT não pode apagar as realizações que antecederam este Governo. E FHC está certo ao afirmar que Dilma não pode ser ingrata. O Governo Fernando Henrique criou os programas sociais. Começando pelo Bolsa Alimentação, instituído para atender às crianças até 6 anos, gestantes e mães no período de amamentação até 6 meses, em famílias com até meio salário mínimo per capita. Lembro agora, o programa Bolsa Escola, criado para atender aos alunos de 6 a 15 anos em famílias com até meio salário mínimo per capita”, destacouIZALCI, louvando D. Ruth Cardoso por ter ajudado muito na implantação desses programas. Continuando por citar os programas lançados por FHC, o tucano falou sobre o Auxílio-Gás – em atendimento às famílias de baixa renda compensadas pelo fim do subsídio ao gás de cozinha com a abertura do mercado de combustível.

Não podemos deixar sem citar a erradicação do trabalho infantil, por meio do PETI: que atendia com até meio salário mínimo per capita,
crianças e adolescentes envolvidos com trabalho insalubre, penoso ou degradante para famílias. E o Brasil Jovem, com objetivo de atender jovens de 15 a 17 anos residentes em comunidades de baixa renda, cuja renda familiar per capita seja de até meio salário mínimo.”
Após enumerar alguns dos vários programas sociais criados no Governo do PSDB, IZALCI questionou o programa petista Fome Zero: “O que aconteceu? Não deu certo, não pegou, não funcionou.” – ironizou o parlamentar, referindo-se aos escândalos de corrupção que levaram o Governo Lula a substituir o Fome Zero. “E então, o que fizeram? Pegaram todos esses programas já existentes do Governo anterior –todos! -, juntaram e batizaram como Bolsa Família.” – afirmou IZALCI, apresentando o decreto que desmente as declarações da atual Presidente da República:“O decreto nº 3.877 de 24 de julho de 2001, que institui o cadastro único para os programas sociais do Governo Federal. Está aqui, é só olhar no Diário Oficial do dia 24 de junho de 2001 — anotem.
E ainda em 2001, há também o Decreto de 24 de outubro de 2001, que cria o grupo de trabalho que dispõe sobre o cadastramento único para os programas sociais do Governo Federal.”

     Ao regionalizar o pronunciamento, passando a focar o Distrito Federal, IZALCI, tecendo novas críticas contra a gestão pública exercida pelo PT. “Enquanto São Paulo, Rio Grande do Sul, Ceará construíram estádios maravilhosos com 500 milhões/600 milhões, aqui, a obra passará do bilhão e meio de reais… E o ainda mais grave: há 400 milhões do BNDES disponíveis, mas Brasília recusou. Foi a única que recusou, entre todas as sedes de partidas durante os próximos campeonatos internacionais a serem realizados no Brasil. Por que? Porque o BNDES exige o acompanhamento, a prestação de contas e vai desembolsando na medida em que comprovem que fizeram a licitação, que o preço é de mercado, que não há falcatrua. Então, para não ser fiscalizado pelo Tribunal de Contas da União, o Governo abriu mão dos 400 milhões.”

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