Chapa 2 – Reconstrução – Sindipetro Bahia


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Enfim, atropelados por erros estratégicos das direções, nossa categoria nessas eleições sindicais tem a alternativa de resgatar o Sindicato para si. Afinal é para isso que serve um sindicato. Não são poucos os companheiros que diante do momento crítico em que vivemos estão se apresentando para somar a nossa luta ao lado dos que não se renderam para reconquistarmos um sindicato que seja digno da história da nossa categoria. Nós precisamos de uma entidade representativa e participativa onde cada trabalhador se sinta incluído. Um sindicato diuturnamente ao lado dos trabalhadores nos locais de trabalho e que tenha nos aposentados seu exército incansável em defesa da Petrobras e da Petros. Agora é a hora de retomarmos nossa entidade para a categoria e fazer dela uma trincheira contra o desmonte da Petrobras e defesa de nossa Petros. Somos uma chapa plural, numa frente ampla para resgatar e reconstruir as bases sólidas de um verdadeiro Sindicato, onde o único critério e a defesa da democracia, da ética e da participação democrática do sindicato.
A luta dos petroleiros na Bahia sempre foi marcada por grandes feitos; Tão logo a Petrobras foi criada, nossa categoria criou em 1957, o primeiro Sindicato dos Petroleiros do Brasil e esteve sempre na vanguarda das lutas dos Trabalhadores; não apenas por direitos específicos bem como na defesa da democracia, da ética na política e da soberania nacional. Foi assim que nós, petroleiros baianos, realizamos memoráveis lutas a exemplo do “Equipara ou Aqui Para”, que unificou em todo país os salários da categoria; nas lutas de resistência ao golpe militar em 64; na retomada das lutas dos petroleiros contra a ditadura, com a greve 83; participação efetiva na luta pelas “Diretas Já”; na luta contra as demissões do governo neoliberal do Collor; e nas históricas greves de 94 e 95, quando barramos a privatização da Petrobras pretendida por FHC.
Tivemos, portanto, um papel de destaque na construção da luta sindical no Brasil e na fundação da CUT e da FUP, que se pretendiam unificar as lutas de todos trabalhadores e de todos petroleiros do país, respectivamente. Tínhamos, portanto, até aí, um Sindicato forte, participativo e que de fato representava a vontade de seus associados, possuía a confiança da categoria, e todos nós sentíamos parte integrante da entidade e assim conseguíamos nos mobilizar para reagirmos sempre que estivéssemos diante de ameaças.
O que nos desarmou?
A eleição de Lula fez surgir uma nova postura nas direções sindicais gerando a a ilusão de que já não era preciso a luta. Era como se a classe trabalhadora houvesse chegado ao poder e assim, as lutas foram sendo substituídas pelos acordos em gabinetes distante da base e uma verdadeira corrida do ouro por cargos, gerencias e interesses particulares de dirigentes, levando a categoria a se sentir traída e abandonada e seus interesses relegados ao segundo ou último plano. O resultado disso é que hoje a FUP e a CUT são meras ferramentas partidária e o sindicato passou a funcionar como instrumento da política de sustentação ao governo, custe o que custasse à categoria. Assim nossa categoria foi perdendo a unidade e sua força de resistência foi cada vez mais reduzida vez que nossas entidades passaram a servir aos interesses dos seus dirigentes e aqueles que discordassem do discurso “somos governo” teriam que sair voluntário ou sendo expulsos do processo, levando nos ao fracionamento da luta e a apatia da categoria.
Sem voz e sem Sindicato, divididos e sem Comando.
Estamos num clima de desmobilização e descrença resultado da perda de confiança nas lideranças sindicais. Assembleias esvaziadas, paralisações desestruturadas, greves forjadas e sem participação, negociações com cartas marcadas. Mas como tudo sempre pode piorar, as consequências de todo esse mal chegou; O clima de apatia nos movimentos populares deu lugar ao avanço da direita derrubando a presidente eleita na pior hora para a Petrobras e nossa categoria uma vez que estamos completamente despreparados para resistir e enfrentar os ataques ao pré-sal e ao processo de privatização da nossa empresa. O controle do governo no pós golpe pela direita mais reacionária e os neoliberais nos trouxe a tempos sóbrios do passado, o terror da privatização e da destruição da Petrobras ocupa os espaços deixados por nossa inércia sindical causando grande terror em todos.
O costume do cachimbo nos deixou de boca calada
Nossas direções sindicais se acostumaram a soluções de gabinete sem mobilização, sem participação das bases e nos limitou a tímidas reações à derrubada do governo, à quebra do pré-sal, à venda de ativos, a perda de direitos da categoria. Diante disso e preocupada com o sua própria sobrevivência a categoria acorda diante dos desafios que a conjuntura nos impõe e Petroleiros novos e outros mais experientes guerreiros da nossa luta se reorganizam nesta chapa da categoria para juntarmos todos os nossos cacos na categoria com todos os companheiros que desejam uma Mudança com o resgate do nosso sindicato reconstruindo um processo democrático de mobilização e participação de todos nas definições dos nossos rumos. Juntos vamos promover uma verdadeira RECONSTRUÇÃO!!!!
A categoria quer soltar o nó da garganta e dar um grito de libertação
Enfim, atropelados por erros estratégicos das direções, nossa categoria nessas eleições sindicais tem a alternativa de resgatar o Sindicato para si. Afinal é para isso que serve um sindicato. Não são poucos os companheiros que diante do momento crítico em que vivemos estão se apresentando para somar a nossa luta ao lado dos que não se renderam para reconquistarmos um sindicato que seja digno da história da nossa categoria. Nós precisamos de uma entidade representativa e participativa onde cada trabalhador se sinta incluido. Um sindicato diuturnamente ao lado dos trabalhadores nos locais de trabalho e que tenha nos aposentados seu exército incansável em defesa da Petrobras e da Petros. Agora é a hora de retomarmos nossa entidade para a categoria e fazer dela uma trincheira contra o desmonte da Petrobras e defesa de nossa Petros. Somos uma chapa plural, numa frente ampla para resgatar e reconstruir as bases sólidas de um verdadeiro Sindicato, onde o único critério e a defesa da democracia, da ética e da participação democrática do sindicato.
O Sindipetro de volta à categoria vai influir na criaçåo do Comando Unico.
Nas ultimas campanhas reivindicatórias ficou patente a necessidade de constituirmos um comando nacional que pudesse unificar as lutas da categoria, hoje divididas entre FUP e FNP, traçando assim uma estratégia só para toda categoria a nível nacional; saindo das negociações em separado, e a portas fechadas, para a transparência com transmissão ao vivo de todo processo de negociação, participação efetiva das bases e unidade na luta. Com um sindicato legitimado com a base mobilizada e participativa seremos capazes de realizar esse processo de mudança a nível nacional.
Vote Chapa 2 nas eleições do Sindipetro Bahia.
Reconstrução; A chapa da Categoria!
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