Triquinose


em 3/9/2012
Categoria: Infecções Parasitárias
O QUE É?

A triquinose é uma infecção parasitária que apresenta como agente etiológico os parasitas nematódeos do gênero Trichinella, sendo que a espécie de maior interesse para a medicina humana é o Trichinella spiralis.

O T. spiralis é um parasita pertencente à ordem dos nematóides, que apresentam um gânglio cefálico, ou seja, um cérebro rudimentar, e umaparelho digestório completo.

Este parasita é hospedeiro natural do rato, sendo transmitido de geração para geração. Por acidente, as carcaças de ratos são ingeridas por suínos, sendo, por conseguinte, ingerida por humanos na carne ou nos subprodutos crus ou mal cozidos fabricados com a carne suína. Estes parasitas penetram na mucosa intestinal do homem, local onde maturam-se e multiplicam-se de forma sexuada, sendo que os machos morrem logo após o acasalamento.

As fêmeas grávidas geram então, durante aproximadamente um mês, ovos que subseqüentemente eclodem liberando as larvas que se disseminam pelo sangue e pela linfa, alcançando as células-alvo, que são as células musculares estriadas.

A triquinose é uma infecção parasitária que apresenta como agente etiológico os parasitas nematódeos do gênero Trichinella, sendo que a espécie de maior interesse para a medicina humana é o Trichinella spiralis.

O T. spiralis é um parasita pertencente à ordem dos nematóides, que apresentam um gânglio cefálico, ou seja, um cérebro rudimentar, e umaparelho digestório completo.
Este parasita é hospedeiro natural do rato, sendo transmitido de geração para geração. Por acidente, as carcaças de ratos são ingeridas por suínos, sendo, por conseguinte, ingerida por humanos na carne ou nos subprodutos crus ou mal cozidos fabricados com a carne suína. Estes parasitas penetram na mucosa intestinal do homem, local onde maturam-se e multiplicam-se de forma sexuada, sendo que os machos morrem logo após o acasalamento.

As fêmeas grávidas geram então, durante aproximadamente um mês, ovos que subseqüentemente eclodem liberando as larvas que se disseminam pelo sangue e pela linfa, alcançando as células-alvo, que são as células musculares estriadas.

SINTOMAS
As manifestações clínicas variam de acordo com a quantidade de larvas invasoras, dos tecidos comprometidos e do estado físico geral do indivíduo acometido. Muitos indivíduos não apresentam nenhuma sintomatologia. Normalmente, os sintomas intestinais iniciam-se dentro de 1 a 2 dias após a ingestão do alimento infectado, havendo também a presença de febre baixa. Contudo, é rara a manifestação da larva durante os primeiros 7 a 15 dias pós-infecção.

Um dos primeiros e característicos sintomas é a tumefação das pálpebras, que surge por volta do 11° dia pós-infecção. Subseqüentemente aparecem hemorragias na esclera ocular e na parte posterior dos olhos, dor ocular e fotossensibilidade. Em seguida há o aparecimento de dor muscular, juntamente com uma erupção cutânea e hemorragia abaixo das unhas. A dor é intensa nos músculos ligados à respiração, mastigação e deglutição.

Os sintomas envolvem sede, sudorese profusa, febre, calafrios e debilidade. No processo, por parte do organismo, de combate às larvas fora dos músculos, pode haver a inflamação tanto dos linfonodos, como do cérebro e das meninges; pode haver também perturbações da visão e da audição. Também há a possibilidade de ocorrer processo inflamatório dos pulmões, pleura e coração.

TRATAMENTO

A realização de tratamento apenas é necessária quando a evolução do problema evidencia sinais ou sintomas. A terapêutica consiste essencialmente na utilização de medicamentos antiparasitários, como o tiabendazol ou mebendazol, já que a sua administração durante vários dias proporciona a eliminação das larvas e das triquinas adultas, ainda que não sejam eficazes em relação aos quistos.

Caso as manifestações persistam, deve-se indicar repouso na cama e, caso a presença de parasitas no organismo desencadeie uma reacção alérgica intensa, deve-se recorrer à administração de medicamentos corticosteróides para a combater. Se se evidenciarem complicações agudas, como uma miocardite, pneumonite ou encefalite, deve-se hospitalizar o paciente para que lhe seja aplicado o oportuno tratamento intensivo.

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