O MITO NA TEORIA E NA PRÁTICA DA PSICOLOGIA ANALÍTICA


 WALTER BOECHAT 1

http://www.fw2.com.br/clientes/artesdecura/revista/mitologia/Mito_Teoria_Pratica.pdf

A mitologia tem importância essencial na formulação na teoria da psicologia analítica desde seus inícios. Isso porque toda teoria psicológica tem uma psicopatologia que fundamenta seu construto teórico. Lembrando que a psicanálise tem como a histeria como fundamento psicopatológico de seu construto, embora, é claro, Freud se dedicou ao estudo de diversas psicopatologias, a esquizofrenia é a psicopatologia que dá o fundamento teórico para a psicologia analítica de Jung. E o conteúdo esquizofrênico está profundamente imbricado no mito, como veremos a seguir. Podemos resumidamente fazer um desenho estrutural dos percursos de Freud e Jung na construção de suas teorias, um desenho quase estrutural à la Lévi-Strauss, tal a semelhança dos elementos que constituem os percursos dos dois criadores. Freud vai a Paris, trabalhar com Charcot  no Hospital Salpetriére, com pacientes histéricos. No sintoma histérico, formula o conceito do recalque para justificar em sua psicodinâmica a existência do inconsciente pessoal. Chega então ao problema da novela familiar, ao complexo de Édipo e ao incesto como origem de toda neurose. Jung no início de sua carreira médica trabalha com Eugen Bleuler no Hospital Burghölzli, próximo a Zurique. Trabalha com os esquizofrênicos, e nos delírios dos esquizofrênicos descobre os mitologemas , ou mite mas , fragmentos de mitos que apontam para uma origem comum, coletiva, desses conteúdos delirantes. Os mitologemas irão dar a pista Jung para a existência do inconsciente coletivo. Além disso, fornecerão ao psiquiatra suíço uma perspectiva simbólica a partir da qual poderá compreender os delírios como tendo um sentido. O delírio não é, portanto impenetrável, como quer a psiquiatria clássica, sem sentido mas tem um sentido próprio, desde que se parta de um pressuposto simbólico para compreendê-lo.

Jung seguiu seu mestre Bleuler procurando sempre o conteúdo simbólico das esquizofrenias e não apenas mantendo uma posição descritiva, diagnóstica. O caso  Babette2 descrito por Jung é famoso por apresentar um delírio em forma de uma aliteração totalmente irracional e incompreensível:  ” eu sou o si no”, “eu sou o sino”, “eu sou o sino “. Do ponto de vista da consciência, se não partirmos de um pressuposto simbólico ou de associações tal aliteração é totalmente incompreensível. Mas Jung persistiu na convicção que todo delírio teria um núcleo compreensível, desde que partamos de um pressuposto simbólico. Em fase posterior, com ligeira melhora da paciente, com melhor comunicação, ela revelou admirar o poeta Schiller, autor do poema O Si no . Babette, filha de importante família suíça, havia sido abandonada no grande hospital cantonal  Bürghozli. Sentia-se sem importância, não valendo nada. Delirava, dizendo: eu sou o si no . Era a forma de seu inconsciente dizer: eu sou importante, eu tenho valor, não sou tão sem importância  assim… Jung, no começo de sua carreira profissional formula o importante conceito da compensação , de que o delírio opera compensando a atitude da consciência. Este importante conceito vai permanecer intacto durante toda a formulação teórica da psicologia analítica. Ma is tarde será central na teoria da interpretação dos sonhos , na qual Jung dirá que o sonho também compensa a atitude consciente do sonhador,  um conceito que rege a relação entre os dinamismos conscientes e inconscientes, operando, como se fora, por uma homeostase psíquica. Mas a imagem do sino de Schiller nesse exemplo aponta para uma figura literária da experiência em nível pessoal da paciente, isto é; por uma série de associações conscientes, seu gosto pela poesia de Schiller, seu estado de profunda depressão e sentimento de abandono consciente e outros fatores da consciência, o conteúdo delirante torna-se explicável. Mas há diversas situações nas quais o conteúdo do delírio apresenta-se como um mito de tonalidade coletiva, impessoal. Ainda sem perder suas características de compensação homeostática-pois essa é uma característica geral da operosidade da função transcendente do Self, produzindo um tertio non datur , um terceiro não determinável como diz Jung, quando a tensão dos opostos é quase insustentável, o delírio apresenta conteúdos de tonalidade impessoal, pertencentes ao inconsciente coletivo. Tal é a natureza dos mitologemas. É bast ante conhecido exemplo do paciente do falo solar , que teria sido o primeiro caso que “deu a pis ta” ( hint ) em suas próprias palavras, para a descoberta do inconsciente coletivo em famosa entrevista para a TV BBC de Londres. O paciente puxa Jung pela lapela do paletó e diz com muita ansiedade, mais ou menos assim: Doutor olhe o sol, como tem um falo, é o falo do sol que a origem dos ventos… Se o senhor balançar a cabeça da esquerda para a direita verá o falo solar também oscilando, ele é a origem dos ventos…. Jung, naturalmente pensou, ” é um conteúdo delirante como tantos outros, sem senti do lógico nenhum” , mas anotou em seu bloco de notas. Quatro anos depois encontrou em Paris o famoso Manuscrito Papiro de Paris , que fala da Religião Mitraica, como se sabe é a religião persa dos adoradores do deus solar Mitra, popular em Roma na época Cristã, concorreu bastante com o cristianismo. Nesse manuscrito, havia oração de sacerdote de Mitras com oração quase idêntica à fala delirante do paciente esquizofrênico de Jung: se olhares para o oriente verás o falo solar, que se move do oriente para o ocidente. Este falo se move originando os  ventos. Para Jung foi importante que o paciente não tivesse conhecimento do mito e tivesse pouca cultura geral. Esse foi o primeiro exemplo para que mais tarde Jung formulasse a teoria do inconsciente coletivo e dos arquétipos. Portanto a presença do mito, isto é, dos mitologemas nas produções delirantes de esquizofrênicos está na própria gênese da teoria junguiana do inconsciente coletivo. Jung posteriormente formulou teoricamente como se dá a presença do mito no dinamismo consciente-inconsciente.3 A psique consciente é regida pelo pensamento dirigido, ou adaptativo, linear. A psique inconsciente pelo pensamento circular, onírico, ou mitológico. Portanto o ego tem o pensamento apolíneo de adaptação à realidade externa, linear que funciona pelo mecanismo de associação de idéias racionais. O inconsciente opera pelo mecanismo associativo de imagens mitológicas. Retomando o conhecido exemplo do falo solar, é importante lembrar que a imagem do falo solar aparece em muitíssimas outras religiões e obras de arte. Apenas para citar as mais conhecidas, lembramos o deus egípcio solar Ra, com seu falo fecundante, os quadros medievais cristãos de Ambrogiotto di Bondoni, o Giotto, com a Virgem Maria sendo fecundada pelo sol entre outros muitos exemplos. Diversos outros psicóticos incluem entre seus delírios o falo solar, sendo o mais conhecido o Schreber, paciente importante para Freud e Jung por diversas razões. Daniel Paul Schreber foi culto jurista alemão que apresentava graves surtos psicóticos delirantes floridos. Seus surtos surgiam quando era promovido de cargo como jurista.  Nos intervalos de melhora de seus surtos delirantes escreveu: Memórias de um doente de nervos 4 . Nessa obra, rica em detalhe de seus surtos, o autor descreve suas vivências psicóticas. Jung, nesta época trabalhando em colaboração com Freud, mostrou-a ao mestre. Schreber descreve sua atração homoerótica por seu médico. Vê-se como mulher, nua, sendo fecundado por um sol fálico . Freud, trabalhando os delírios homoeróticos de Schereber construiu a problemática teórica da síndrome paranóide : a formulação inconsciente que é negada : “eu não o amo”. E então projetada : “não, ele me ama”. E de pois, a formação reativa, persecutória , que encobre o amor homoerótico: “Não, ele me odeia !!” Jung reconhecendo a importância do trabalho de Freud ficou, entretanto, impressionado com a presença marcante de material mitológico nos delírios de Schreber, inclusive novamente o Falo Solar fecundante. A presença do material mitológico nas psicoses  faz Jung não só propor a teoria do inconsciente coletivo e dos arquétipos mas questionar a problema da libido exclusivamente sexual. O círculo de Viena que compunha o movimento inicial da psicanálise tinha poucos psiquiatras, a não ser Tausk e o próprio Jung5. Era composto de Freud, neurologista, e maioria do grupo de médicos clínicos que procuraram posteriormente a psicanálise,  op. cit., pp.49 e ss.  A falta de experiência com as psicoses parece-me ser importante aqui na teoria da libido. Enquanto Freud dá à libido um tom exclusivamente sexual, por mais amplo que se queira dar ao termo sexual, ao seu uso na segunda tópica de Freud, creio que devemos discutir a questão da libido com referência à psicopatologia, e no caso à esquizofrenia e ao mito como elemento organizador da teoria junguiana. Jung percebeu como dissemos a incidência dos mitologemas no delírio esquizofrênico e a partir daí formulou a hipótese do inconsciente coletivo e dos arquétipos. Mas outro ponto que discuto aqui é que a própria teoria da libido foi discutida a partir da observação das psicoses. Outro delírio freqüente observado- em Schreber e outros psicóticos- é o delírio de fim de mundo . Schreber via também todo o mundo sendo destruído, e ele, Schreber, se transformando em um homem e uma mulher, e ele se fecundaria a si próprio e originaria uma raça mais perfeita para re-popular toda a terra. Realmente um Gotterdämmerung próprio! A incidência deste tipo de delírio é bastante freqüente, embora atualmente pouco evidenciada com a chegada e expansão das medicações antipsicóticas. O psicótico apresenta as imagens psíquicas mais livres de censura da consciência. Os freqüentes delírios mitológicos de fim de mundo refletem o movimento de introversão excessiva da libido psíquica do psicótico, seu autismo psíquico, a perda de contato com o mundo externo. Portanto as formulações de Jung sobre libido como energia psíquica partem de suas observações com psicóticos. A libido como energia pura e simples em seu movimento de extroversão e introversão. As manifestações mais simples e básicas desta energia seriam os ritmos, que estão presentes em movimentos repetidos dos rituais, da música, das batidas do coração, da respiração. 6 (Jung, 1912/1986). As observações clínicas das psicoses fundamentaram as conceituações basilares de Jung do arquétipo e nestas observações os mitologemas dos delírios são fundamentais. O mundo das psi coses é um mundo mitológico per se . Certa vez, trabalhando no Hospital Psiquiátrico Pedro II, atualmente denominado IMAS Nise da Silveira, encontrei paciente extremamente regredido, que se escondia debaixo do leito, não querendo conversar  com pessoa alguma, médicos ou pessoal da enfermagem. Insisti durante alguns dias, até que o paciente, saindo debaixo do leito,  mostrou-me um cigarro e pediu-me que eu o acendesse. Após tê-lo acendido ele disse, murmurando: ” Dr., nós somos esse cigarro , só que eu só a parte acesa e o sr. é a parte apagada ….” O paciente acabava de mitologizar intensamente nossa relação representando-a pelo cigarro aceso. O fogo, representante arcaico da divindade, o fogo heraclítico, a sarsa ardente de Moisés, tem papel importante nessa mitologização. Quem está próximo de mim está próximo do fogo, reza a frase do Novo Testamento, o fogo símbolo arcaico da divindade7 funcionou neste caso como elemento catalizador do símbolo central da psiqué, o arquétipo do  Self. O paciente esquizofrênico sentia-se próximo ao fogo, ao Self, e eu, na parte apagada do cigarro, junto ao princípio da realidade, representando o pragmatismo sobre o qual se poderia construir uma realização terapêutica construtiva. A teorização fundamental que o pensamento inconsciente é circular ou mitológico formaliza toda a conceituação junguiana dos arquétipos e do processo de individuação. O livro basilar que formaliza a separação com a psicanálise de Freud, Símbolos de Transformação8 , é um exercício formal sobre uma série de imagens literárias e poéticas que uma viajante, a sra. Miller anotava em seu livro de viagem, em longos roteiros de navio pelo oriente e Rússia. O personagem principal destas anotações literárias é o herói índio Chiwantopell, de Longfellow. O mito do incesto de Freud é criticado baseado no mitologema descrito por Frobenius em diversos povos africanos: o mitologema da viagem noturna pe lo mar , o sol que nasce no oriente é a figura de um herói, que morre no ocidente e deve se purificar dos males do mundo pela viagem noturna submersa pelo oceano e renascer no oriente. O incesto é morte aparente, é morte necessária para a transformação da personalidade. Naturalmente as colocações de um incesto simbólico por Jung ao lado de um incesto neurótico tradicional, suscitaram uma viva resistência, o que levou Jung ao conhecido diagnóstico para alguns acusadores seus de estarem possuídos pelo complexo de Nicodemos,9 incapazes de perceber a realidade de um incesto simbólico, mítico. O arquétipo do herói está no núcleo do complexo egóico, que é o centro da consciência. Portanto os mitos de herói são basilares para se entender a organização da consciência do ponto de vista arquetípico. Do ponto de vista da dinâmica do processo de individuação, o mito do herói configura a libido que flui no eixo ego-Self organizando o ego, principalmente nos chamados episódios de transição. Os mitos estarão ainda presentes em todo o material descritivo da psicologia dos arquétipos, pois a psicologia junguiana é uma psicologia com a subjetividade com o interior povoado , como diz Stein 10 ou com personificação , como quer Hillman. 11 Os conteúdos psíquicos são na psicologia analítica personificados, não são apenas conceitos abstratos teóricos, como id, inconsciente ou arquétipo mas personagens vivos internos, de uses. 12 Até agora nos detivemos à importância do Mito da organização teórica da psicologia analítica. No que concerne à prática, as aplicações são fundamentais, já que o movimento da libido inconsciente se dá por associação de imagens mitológicas, detectando a imagem que domina o quadro clínico de um paciente, podemos não só perceber o diagnóstico, isto é, qual a figura arquetípica mitológica que está dominando seu processo de individuação naquele momento, mas qual seu prognóstico e evolução. Trabalha-se em psicologia analítica com o processo de amplificação criado por Jung.

O processo de amplificação é método terapêutico original e em psicoterapia moderna aos arcaicos modos de contar estórias que sempre existiriam em todas as culturas, no antigo xamanismo, por exemplo, no qual os xamãs sempre utilizaram antigas lendas no tratamento de doenças mentais e físicas. É paradigmático o exemplo que Lévi-Strauss relata do xamã Cuna do Panamá que utiliza cantar um mito tradicional para facilitar um parto de uma paciente. 13 Em minha clínica utilizo três tipos de intervenção de acordo com a defesa ou regressão do paciente: a interpretação tradicional dire ta , quando o paciente está em condições de ouvir a interpretação isto é, quando há condições adequadas para a interpretação, a interpretação aludida (Kattrin Kemper) e a amplificação . A interpretação aludida , usando a expressão de Kemper 14 , é uma referência indireta ao complexo defendido, é um meio caminho entre a interpretação tradicional e a amplificação na qual se usa o mito na clínica de forma mais explícita. Já a amplificação propriamente dita proposta por Jung é o circumambulatio de uma área sensível, de uma ferida psíquica que devemos nos aproximar com cuidado, portanto aos círculos, por que ao mesmo tempo que é sensível, é portadora do mistério. Esta área nunca poderá ser reduzida pela explicação lógica explicativa. Certa paciente depressiva tinha um casamento sem muitas perspectivas e uma vida profissional vazia, quando na análise descobriu das técnicas expressivas, em especial a escultura, um caminho para seu desenvolvimento pessoal. De início, por resistência tentou desvalorizar os objetos artísticos que criava com as mãos, ou a própria atividade manual. Esta desvalorização era parte de seu processo depressivo. A depressão se originou na infância, mais precisamente aos quatro anos de idade, quando a paciente foi vítima de abuso sexual. Sua depressão era tal que qualquer interpretação de sua dificuldade em realizar um trabalho profissional adequado seria pouco eficaz, uma interpretação aludida seria do tipo: “como a sociedade industrial desvaloriza o trabalho manual e artístico em prol do trabalho puramente mental!” Uma amplificação, que foi a adotada, em virtude de sua intensa regressão na época foi uma referência ao mito dos anões nos contos de fada e nos diversos mitos, os anões dos  Niebelungos, no ciclo O Anel dos Niebelungos, por exemplo. Há o fato de que os anões estão sempre próximos de ouro e riquezas, como os anões do conto Branca de Neve. Na mitologia grega, os anões aparecem em sua criatividade como as Dáctilos e Cabiros. No mitologia do corpo, os anões são a mitologização da criatividade das mãos e a possibilidade de relativizar a consciência centrada unicamente no córtex cerebral, levando a consciência para o corpo todo. A mitologia dos anões foi uma amplificação do processo de individuação da paciente que nesta fase, dependeu da consciência das mãos, complementando a consciência cortical. O trabalho manual veio em muito a reforçar todo o trabalho de elaboração da análise de seus complexos sexuais familiares não resolvidos de infância e só posteriormente a interpretação direta pode ser integrada totalmente dentro do processo de individuação. BIBLIOGRAFIA BACHELARD, G. : A psicanálise do fogo. Lisboa. Estúdios Cor, 1972. HILL MAN, J. Loose ends . Dallas:  Spring, 1973 JUNG, C.G. (1906) The psychology of dementia precox. C.W. vol.3, Princeton. Princeton University Press, 1972. JUNG, C.G. (1912).- Símbolos de transformação , O.C. vol.5, Vozes. Petrópolis, 1986.            LÉVI- STRAUSS, C. – Structural Anthropology. New York:  Harper Collins, 1963. ROA ZEN, P.- Irmão animal . Imago. Rio de Janeiro, Imago, 1995.. SCHREBER, D. P.-  Memórias de um doente dos nervos. Rio de Janeiro, Paz e terra, 1995. STEIN,  R. O mapa do alma , S.Paulo, Cultrix, 2000.

1 Walter BOECHAT Médico, Diplomado pelo Instituto C.G.Jung, Zurich, Suíça, Doutor, Instituto de Medicina Social,/UERJ, Membro Fundador Associação Junguiana do Brasil- AJB, Especialista em Medicina Psicossomática (IM PSIS/RJ)  Coordenador do Curso de Pós-Graduação em Psicologia Junguiana do IBMR/RJ.

 

Um comentário em “O MITO NA TEORIA E NA PRÁTICA DA PSICOLOGIA ANALÍTICA

  1. A GRANDE MAIORIA DOS PSCÓLOGOS QUE CONHEÇO SÃO PESSOAS PROBLEMÁTICAS.
    >
    TALVEZ PELA ESCOLHA PROFISSIONAL QUE FIZERAM: ULTRAPASSAR OS LIMITES HUMANOS E ALCANÇAR A “OMNI CIÊNCIA” POIS, SE SOMOS INDIVÍDUOS IMPARES E DIFERENTES DOS DEMAIS, OS PROBLEMAS QUE CADA UM TENHA E QUE NECESSITEM AJUDA DE “PROFISSIONAIS CONHECEDORES DA MENTE HUMANA”, TAMBÉM O SERÃO “DIFERENTES”, NO MÍNIMO EM SUAS CAUSAS;
    >
    MUITA PENA DELES E DAQUELES QUE NECESSITAM SOLUÇÕES IMPARES PARA SEUS PROBLEMAS, POIS ESTES PROFISSIONAIS, INGUALMENTE A NÓS TODOS, NÃO SABEM TUDO E VÃO PROCURAR ATENDER AOS NECESSITADOS COM AS FERRAMENTAS QUE ESTÃO EM SEUS PRÓPRIOS ATENDIDOS;
    >
    PORTANTO CUIDADO PARA NÃO DEIXÁ-LOS CRESCER!, MUITO CUIDADO COM PROBLEMAS ! AO BUSCAR O PRÓPRIO ENTENDIMENTO DESDE O INÍCIO DE CADA PROBLEMA, (principalmente) SUAS CAUSAS, O PRÓPRIO INTERESSADO pode vir a achar soluções e não ficar na dependência de terceiros que também terão problemas!
    >
    BUSCAR NO INÍCIO EXCLARECIMENTOS DE COMO SE PODE ENTENDER O QUE OCORRE E OS POSSÍVEL DESENRROLAR E POSSÍVEIS SOLUÇÕES, PODE SER UMA BOA…..MAS……
    MUITO CUIDADO EM NÃO SE TAXAR DE INCAPAZ!
    >
    SORTE AOS QUE PRECISAM SOLUCIONAR PROBLEMAS PESSOAIS.

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