LIÇÕES DA CAMPANHA SALARIAL (Sindipetro-RJ)


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Editorial do Sindipetro-RJ

Assinado o acordo por decisão soberana da categoria nas assembléias. Fica um alerta que veio da assembléia de PNA-2, no dia 19. Além de rejeitar o indicativo do Sindipetro-NF, de aceitação da proposta, os petroleiros da plataforma de Namorado 2 mandaram o seguinte recado para a categoria:
Apesar de não resolvermos os graves problemas da categoria, principalmente a discriminação dos ativos e aposentados, temos a consciência do dever cumprido e a alegria de ter lutado por uma causa justa. E, mesmo a categoria não tendo aprovado nosso indicativo de rejeição da proposta da empresa, vamos continuar a caminhar juntos. Temos um sonho, o de acabar com a discriminação na categoria, seja ela com ativos ou aposentados

“Precisamos parar de fingir que as perdas sistemáticas que os aposentados vêm sofrendo não nos diz respeito. Temos o dever moral de tornar mais efetiva nossa luta, de forma unificada. Somos todos petroleiros…” Além de discriminar aposentados e ativos, o RH criou uma remuneração chamada RMNR que não entra no cálculo das aposentadorias dos petroleiros e nem contribui para Petros. O recado que vem da plataforma de Namorado 2 é uma alerta que, mantida essa política, os petroleiros de hoje vão enfrentar na aposentadoria situação pior a que hoje enfrentam os atuais aposentados. Além disso, saltou aos olhos nas assembléias do RJ a presença em grande número de readmitidos da Interbrás, Petromisa, Petroflex e Nitriflex para aprovar a proposta, que além de todos os problemas já apontados não avança em nada nas resoluções dos problemas dos readmitidos. Presume-se que a presença maciça nas assembléias dos readmitidos seja uma convocação de “lideranças”. O que move essas “lideranças”? Sabemos que a FUP – ou pelo menos a direção majoritária da Federação – troca os interesses da categoria por cargos na companhia. Haja vista o grande numero de ex-fupistas na gerência da empresa. Vamos ficar de olho nessa turma. É importante tornar público essas denúncias porque é o dinheiro do associado do Sindipetro-RJ que financiou e financia grande parte das despesas de retorno desses companheiros, como os chamados liquidantes da Interbrás e outros. Entendemos que apoiar a volta dos demitidos é obrigação do sindicato. Inclusive foi o Sindipetro-RJ quem foi para a Justiça garantir por liminar o direito à AMS da companheira Maria Lúcia Vieira, ex Interbrás internada em coma. A aprovação da proposta da empresa mantém situações com o a enfrentada por Maria Lúcia e todas as discriminações com os readmitidos. Então porque a adesão maciça à aprovação?

Apesar de não resolvermos os graves problemas da categoria, principalmente a discriminação dos ativos e aposentados, temos a consciência do dever cumprido e a alegria de ter lutado por uma causa justa. E, mesmo a categoria não tendo aprovado nosso indicativo de rejeição da proposta da empresa, vamos continuar a caminhar juntos. Temos um sonho, o de acabar com a discriminação na categoria, seja ela com ativos ou aposentados

Em tempo

O diretor do Sindipetro-RJ, Emanuel Cancella, que estava proibido de entrar na sede da companhia, teve finalmente o acesso liberado. A punição política vigorou durante a greve de fome do dia 14 ao dia 30 de setembro.
Assinado o acordo por decisão soberana da categoria nas assembléias. Fica um alerta que veio da assembléia de PNA-2, no dia 19. Além de rejeitar o indicativo do Sindipetro-NF, de aceitação da proposta, os petroleiros da plataforma de Namorado 2 mandaram o seguinte recado para a categoria:

Apesar de não resolvermos os graves problemas da categoria, principalmente a discriminação dos ativos e aposentados, temos a consciência do dever cumprido e a alegria de ter lutado por uma causa justa. E, mesmo a categoria não tendo aprovado nosso indicativo de rejeição da proposta da empresa, vamos continuar a caminhar juntos. Temos um sonho, o de acabar com a discriminação na categoria, seja ela com ativos ou aposentados

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2 comentários em “LIÇÕES DA CAMPANHA SALARIAL (Sindipetro-RJ)

  1. Um colega nosso aposentado , tão indignado disse: – a vida não é para sempre!
    Podemos dizer que o poder não dura a vida toda. Já tivemos era vargas, regime militar, governo pós militar e agora era do PT.
    A FUP se comporta como aqueles feitor de antigamente.
    Na era do PT o aposentado da Petrobrás, perdeu e ainda perde quase tudo. Sobra-lhes a dignidade. Sobre-lhe a coragem em dizer não ao totalitarismo do PT e lutar por uma tão necessaria oposição de verdade. A obrigação do governo petista é trabalhar e fazer o melhor para o povo!
    O ativo de hoje será o miseravel aposentado de amanhã. E viverá uma situação bem pior. A greve dos petroleiros de hoje é de mentirinha. Já participei de graves braba.
    Tudo do Governo Petista envolve a petrobrás, tomara que eles não deixe um buracão . Está na hora dos acionista acordarem . Como na época do governo militar: iniciaram a transamazonica, tome-lhe obra, tome-lhe aquilo outro. Acabou o dinheiro e veio o deficit publico, e tudo de nefasto

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  2. O sindicato é vendido! Isto é um fato!
    Esse era o ano perfeito para conseguir um ACT que beneficiasse a todos, da ativa e aposentados: (i) ano de eleição; (ii) PLR extra dos gerentes; (iii) ACT apenas econômico.

    Mas não, preferiram aceitar a proposta da empresa e pronto. Quiseram ajudar a campanha da ‘companheira’ Dilma. Até os gerentes estavam forçando a aprovação do ACT, vai saber o que os ‘motivou’ a isto.

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