Blog Acordo Coletivo atinge 3.400.000 leituras e 25.000 artigos selecionados


3.600.000 em dez/2016 – 25800 artigos

3.000.000 em fev/2016

1.500.000 em 29/03/2013

2.400.000 em 25/05/2015

1.000.000 por ano

25000 posts em outubro de 2016. 5 anos de vida. 25000/5=5000 posts por ano, uns 500 por mes, uns 25 posts selecionados por dia útil

Criação do Blog: 23/11/2011 – 1 2 3 4 5 – 5 anos em 23/11/2016

Média de Posts

25000/5 = 5000 posts por ano = 500 post por mês = em torno de 20 posts por cada 25 dias (consideramos os dias uteis , e sábado e domingo como um só dia)

criado em 23 de novembro de 2011

Blog Acordo Coletivo atinge 1.000.000 de leituras e 10.000 artigos

Em fevereiro de 2013
16000 artigos – media: 1.000 artigos / mes = 50 artigos selecionados por dia util
6000 comentários
1.450.000 acessos

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Obrigado.

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FILOSOFIA BUDISTA


    TAGS:         2 –    COMENTÁRIOS

1811

“Cada manhã, assim que levanto, me lembro de Buda e recito alguns de seus ensinamentos (…). Depois, pelo resto do dia, sigo os seguintes princípios: ser honesto, falar a verdade, ser compassivo, ser pacífico e não ser violento”. Esta declaração do Dalai Lama, feita num evento mundial, resume grandes princípios do budismo.

A religião milenar se baseia nas lições deixadas pelo príncipe Siddharta Gautama, nascido na Índia no século VI a. C. Protegido pelo pai, ele atravessou as portas do seu palácio apenas quando alcançou a juventude. Ficou surpreso e comovido ao se deparar com tanta pobreza e sofrimento do lado de fora.

Aos 29 anos, decidiu deixar a família e buscar entendimento sobre o que havia testemunhado. Após anos de viagens, experiências e meditações, chegou a um altíssimo nível de elevação espiritual, passando a ser chamado de Buda (“iluminado”, “desperto”). Com algumas variações, esta é a história que atravessa os milênios.

Os discípulos de Buda deram origem a diversas escolas doutrinárias na Ásia, que chegaram até o ocidente. Mas, de um modo geral, o alicerce do budismo é formado pelas “Quatro Nobres Verdades”, como registra o Colegiado Buddhista Brasileiro:

Primeira Nobre Verdade: a vida é desequilibrada, fora de prumo, desarmônica. Deve ser compreendida.

Segunda Nobre Verdade: o desequilíbrio é causado pelos três venenos mentais (ira, cobiça e ignorância) e pelos desejos. Deve ser abandonada.

Terceira Nobre Verdade: o equilíbrio pode ser restaurado. Deve ser realizada.

Quarta Nobre Verdade: o equilíbrio da vida pode ser alcançado pelo Caminho do Meio (visão, pensamento, fala, ação, meio de vida, esforço, atenção e meditação corretos). Deve ser desenvolvida.

Para o budismo, a vida é regida pela lei de causa e efeito (carma): ações e pensamentos bons ou maus geram as respectivas consequências. Em resumo, as pessoas colhem as sementes plantam — nesta ou na próxima vida, uma vez que a religião também se baseia no princípio da reencarnação. Tanto é assim que o título de Dalai Lama é dado a um lama (guru) reencarnado, de acordo com a crença dos tibetanos.

Segundo a doutrina, o universo está em constante transformação, daí o princípio da impermanência. Está ligado ao tempo: tudo é transitório e efêmero. Relacionado a ele, está a insubstancialidade (também conhecido como “não-eu”). Trocando em miúdos, como tudo muda e estamos todos interligados – seres humanos, natureza etc — não existe um “eu” isoladamente.

O budismo valoriza o autoconhecimento, por isso enfatiza a prática da meditação. Por meio dela e da forma como se conduz a vida é possível chegar ao nirvana, o estado supremo de serenidade, segundo a sua filosofia. Para isso, é preciso superar os estados de impermanência e de ‘não-eu”, conquistar a sabedoria, “iluminar-se”.

Neste estado, segundo a religião, o ser se unifica com todos os seres e elementos do universo.

ABIN – 21.2.2 CONHECIMENTOS BÁSICOS (PARA TODOS OS CARGOS/ÁREAS)


Fonte: http://www.cespe.unb.br/concursos/ABIN_17/arquivos/ED_1_2017_ABIN_17_ABT.PDF

LÍNGUA PORTUGUESA: 1 Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados. 2 Reconhecimento de
tipos e gêneros textuais. 3 Domínio da ortografia oficial. 4 Domínio dos mecanismos de coesão textual.
4.1 Emprego de elementos de referenciação, substituição e repetição, de conectores e de outros elementos
de sequenciação textual. 4.2 Emprego de tempos e modos verbais. 5 Domínio da estrutura morfossintática
do período. 5.1 Emprego das classes de palavras. 5.2 Relações de coordenação entre orações e entre termos
35
da oração. 5.3 Relações de subordinação entre orações e entre termos da oração. 5.4 Emprego dos sinais de
pontuação. 5.5 Concordância verbal e nominal. 5.6 Regência verbal e nominal. 5.7 Emprego do sinal
indicativo de crase. 5.8 Colocação dos pronomes átonos. 6 Reescrita de frases e parágrafos do texto.
6.1 Significação das palavras. 6.2 Substituição de palavras ou de trechos de texto. 6.3 Reorganização da
estrutura de orações e de períodos do texto. 6.4 Reescrita de textos de diferentes gêneros e níveis de
formalidade.
ATIVIDADE DE INTELIGÊNCIA E LEGISLAÇÃO CORRELATA:

1 Conceitos de Inteligência: escopo e categorias de
Inteligência (Inteligência, Contrainteligência e operações de Inteligência); funções da atividade de
Inteligência. 2 Decreto nº 8.793/2016 (Política Nacional de Inteligência): pressupostos da atividade de
Inteligência; o Estado, a sociedade e a Inteligência; os ambientes internacional e nacional; instrumentos da
atividade de Inteligência; principais ameaças; objetivos da Inteligência nacional e diretrizes de Inteligência.
3 Estratégia Nacional de Inteligência.

4 Controle da atividade de Inteligência: Inteligência, democracia e
controle; o controle parlamentar da atividade de Inteligência; mecanismos não parlamentares de controle; o
controle da atividade de Inteligência no Brasil. 5 Lei nº 9.883/1999 e suas alterações (institui o Sistema
Brasileiro de Inteligência, cria a Agência Brasileira de Inteligência – ABIN e dá outras providências).
5.1 Decreto nº 4.376/2002 e suas alterações (dispõe sobre a organização e o funcionamento do Sistema
Brasileiro de Inteligência, instituído pela Lei nº 9.883/1999, e dá outras providências).

5.2 Decreto
nº 8.905/2016 (aprova a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das
Funções de Confiança da Agência Brasileira de Inteligência).

5.3 Lei nº 11.776/2008 (dispõe sobre a
estruturação do Plano de Carreiras e Cargos da Agência Brasileira de Inteligência – ABIN, cria as Carreiras de
Oficial de Inteligência, Oficial Técnico de Inteligência, Agente de Inteligência e Agente Técnico de Inteligência
e dá outras providências). 5.4 Lei nº 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação).

DIREITO ADMINISTRATIVO:

1 Introdução ao direito administrativo. 1.1 Os diferentes critérios adotados para
a conceituação do direito administrativo. 1.2 Objeto do direito administrativo. 1.3 Fontes do direito
administrativo. 1.4 Regime jurídico-administrativo: princípios do direito administrativo. 1.5 Princípios da
administração pública. 2 Administração pública. 2.1 Conceito de administração pública sob os aspectos
orgânico, formal e material. 2.2 Órgão público: conceito e classificação. 2.3 Servidor: cargo e funções.
2.4 Atribuições. 2.5 Competência administrativa: conceito e critérios de distribuição. 2.6 Avocação e
delegação de competência. 2.7 Ausência de competência: agente de fato. 2.8 Administração direta e indireta.
2.9 Autarquias. 2.10 Fundações públicas. 2.11 Empresas públicas e privadas. 2.12 Sociedades de economia
mista. 2.13 Entidades paraestatais. 2.14 Dispositivos pertinentes contidos na Constituição Federal de 1988.
3 Atos administrativos. 3.1 Conceitos, requisitos, elementos, pressupostos e classificação. 3.2 Fato e ato
administrativo. 3.3 Atos administrativos em espécie. 3.4 Parecer: responsabilidade do emissor do parecer.
3.5 O silêncio no direito administrativo. 3.6 Cassação. 3.7 Revogação e anulação. 3.8 Processo administrativo.
3.9 Lei nº 9.784/1999. 3.10 Fatos da administração pública: atos da administração pública e fatos
administrativos. 3.11 Formação do ato administrativo: elementos, procedimento administrativo.
3.12 Validade, eficácia e autoexecutoriedade do ato administrativo. 3.13 Atos administrativos simples,
complexos e compostos. 3.14 Atos administrativos unilaterais, bilaterais e multilaterais. 3.15 Atos
administrativos gerais e individuais. 3.16 Atos administrativos vinculados e discricionários. 3.17 Mérito do ato
administrativo, discricionariedade. 3.18 Ato administrativo inexistente. 3.19 Teoria das nulidades no direito
administrativo. 3.20 Atos administrativos nulos e anuláveis. 3.21 Vícios do ato administrativo. 3.22 Teoria dos
motivos determinantes. 3.23 Revogação, anulação e convalidação do ato administrativo. 4 Poderes da
administração pública. 4.1 Hierarquia: poder hierárquico e suas manifestações. 4.2 Poder disciplinar.
4.3 Poder de polícia. 4.4 Polícia judiciária e polícia administrativa. 4.5 Liberdades públicas e poder de polícia.
4.6 Principais setores de atuação da polícia administrativa. 5 Controle da administração pública. 5.1 Conceito,
36
tipos e formas de controle. 5.2 Controle interno e externo. 5.3 Controle parlamentar. 5.4 Controle pelos
tribunais de contas. 5.5 Controle administrativo. 5.6 Recurso de administração. 5.7 Reclamação. 5.8 Lei
nº 8.429/1992 e suas alterações (Lei de Improbidade Administrativa). 5.9 Sistemas de controle jurisdicional
da administração pública: contencioso administrativo e sistema da jurisdição una. 5.10 Controle jurisdicional
da administração pública no direito brasileiro. 5.11 Controle da atividade financeira do Estado: espécies e
sistemas. 5.12 Tribunal de Contas da União (TCU) e suas atribuições; entendimentos com caráter normativo
exarados pelo TCU. 5.13 Sistema de correição do poder executivo federal. 5.14 Pedido de reconsideração e
recurso hierárquico próprio e impróprio. 5.15 Prescrição administrativa. 5.16 Representação e reclamação
administrativas. 6 Agentes públicos e servidores públicos. 6.1 Agentes públicos (servidor público e
funcionário público). 6.2 Natureza jurídica da relação de emprego público. 6.3 Preceitos constitucionais.
6.4 Servidor efetivo e vitalício: garantias. 6.5 Estágio probatório. 6.6 Servidor ocupante de cargo em
comissão. 6.7 Direitos, deveres e responsabilidades dos servidores públicos civis. 6.8 Lei nº 8.112/1990 e suas
alterações. 6.10 Regime disciplinar e processo administrativo-disciplinar. 6.11 Improbidade administrativa.
6.12 Lei nº 8.429/1992 e suas alterações (Lei de Improbidade Administrativa). 6.13 Lei Complementar
nº 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal). 6.14 Formas de provimento e vacância dos cargos públicos.
6.15 Exigência constitucional de concurso público para investidura em cargo ou emprego público. 7 Bens
públicos. 7.1 Requisição da propriedade privada. 7.2 Ocupação temporária. 8 Responsabilidade civil do
Estado. 8.1 Responsabilidade patrimonial do Estado por atos da administração pública: evolução histórica e
fundamentos jurídicos. 8.2 Teorias subjetivas e objetivas da responsabilidade patrimonial do Estado.
8.3 Responsabilidade patrimonial do Estado por atos da administração pública no direito brasileiro. 9 Direito
administrativo disciplinar. 9.1 Fontes; princípios; ilícito de direito administrativo disciplinar; procedimentos
disciplinares da administração pública. 9.2 Lei nº 8.112/1990 e suas alterações: regime disciplinar. 9.3 Lei nº
9.784/1999. 10 Lei nº 12.846/2013 (Lei anticorrupção).
DIREITO CONSTITUCIONAL: 1 Princípios fundamentais da Constituição Federal de 1988. 2 Direitos e garantias
fundamentais, nacionalidade, cidadania e direitos políticos. 3 Organização do Estado: União e Administração
Pública. 4 Poder Executivo. 5 Poder Legislativo. 6 O controle externo e os sistemas de controle interno.
7 Defesa do Estado e das instituições democráticas: estado de defesa, estado de sítio, Forças Armadas e
segurança pública. 8 Ordem social: ciência e tecnologia; meio ambiente; e índios.
LÍNGUA INGLESA E(OU) LÍNGUA ESPANHOLA (para o cargo/áreas de Oficial de Inteligência, serão exigidos
conhecimentos de idioma em língua inglesa e em língua espanhola; para os cargos/áreas de Oficial Técnico
de Inteligência e de Agente de Inteligência, serão exigidos conhecimentos de idioma em língua inglesa ou em
língua espanhola):

I LÍNGUA INGLESA.

1 Compreensão de texto escrito em língua inglesa. 2 Itens gramaticais
relevantes para a compreensão dos conteúdos semânticos. II LÍNGUA ESPANHOLA. 1 Compreensão de texto
escrito em língua espanhola. 2 Itens gramaticais relevantes para a compreensão dos conteúdos semânticos.

RACIOCÍNIO LÓGICO:

1 Estruturas lógicas. 2 Lógica de argumentação: analogias, inferências, deduções e
conclusões. 3 Lógica sentencial (ou proposicional). 3.1 Proposições simples e compostas. 3.2 Tabelasverdade.
3.3 Equivalências. 3.4 Leis de De Morgan. 3.5 Diagramas lógicos.

4 Lógica de primeira ordem.
5 Princípios de contagem e probabilidade. 6 Operações com conjuntos. 7 Raciocínio lógico envolvendo
problemas aritméticos, geométricos e matriciais

ABIN – ÁREA 8 – Tecnologia da Informação


21.2.4.8 ÁREA 8
FUNDAMENTOS DE COMPUTAÇÃO:

1 Organização e arquitetura de computadores. 2 Componentes de um
computador (hardware e software).
LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO: 1 Construção de algoritmos. 2 Tipos de dados simples e estruturados.
3 Variáveis e constantes. 4 Comandos de atribuição, entrada e saída. 5 Avaliação de expressões. 6 Funções
51
pré-definidas. 7 Conceito de bloco de comandos. 8 Estruturas de controle, seleção, repetição e desvio.
9 Operadores e expressões. 10 Passagem de parâmetros. 11 Recursividade.

GOVERNANÇA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO: 1 Conceitos básicos. 2 Planejamento estratégico. 3 COBIT
4.1: conceitos básicos, estrutura e objetivos, requisitos da informação, recursos de tecnologia da informação,
domínios, processos e objetivos de controle. 4 ITIL v.3: conceitos básicos, estrutura e objetivos; processos e
funções de estratégia, desenho, transição e operação de serviços. 4 PMBOK 4ª edição: conceitos básicos,
estrutura e objetivos; projetos e a organização; ciclo de vida de projeto e de produto; processos, grupos de
processo e áreas de conhecimento.
CONTRATAÇÃO DE BENS E SERVIÇOS DE TI: 1 Aspectos específicos da contratação de bens e serviços de TI.
2 Instrução Normativa nº 4/2008, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. 3 Elaboração de
projetos básicos para contratação de bens e serviços de TI. 4 Acompanhamento de contratos de TI.

REDES DE COMUNICAÇÃO:

1 Meios de transmissão.

2 Técnicas básicas de comunicação de dados. 3 Técnicas
de comutação de circuitos, pacotes e células. 4 Topologias de redes de computadores. 5 Arquitetura e
protocolos de redes de comunicação de dados. 6 Arquitetura cliente-servidor. 7 Tecnologias de rede local
Ethernet/Fast Ethernet/Gibabit Ethernet. 8 Cabeamento: par trançado sem blindagem – categoria 5E e 6,
cabeamento estruturado (ANSI/TIA/EIA-568-B). 9 Fibras ópticas. 10 Redes sem fio (wireless). 11 Padrões
802.11, protocolos 802.1x, EAP, WEP, WPA e WPA2.

12 Elementos de interconexão de redes de
computadores (gateways, hubs, repetidores, bridges, switches, roteadores). 13 Redes locais virtuais (IEEE
802.1Q). 14 Qualidade de serviço(QoS), priorização de pacotes (IEEE 802.1p), priorização de tipos de serviço
(Type of Service – ToS), priorização de serviços diferenciados “Diffserv”. 15 Aplicações de voz e imagem sobre
redes, protocolo SIP, protocolo H.323, serviços multicast, “streaming” de áudio e vídeo. 16 Elementos dos
serviços de voz e vídeo sobre IP (gateways de voz, gatekeepers, SIP Servers, MCUs, Codecs). 17 Redes de
longa distância. 18 MPLS. 19 Serviços de diretório, padrão X.500 e LDAP. 19 Internet. 20 Protocolo TCP/IP.
21 Protocolo ICMP. 22 Técnicas de roteamento de pacotes de dados (rotas estáticas e protocolos de
roteamento dinâmico RIP, OSPF e BGP). 23 Serviços de nomes de domínios (DNS). 24 Serviço DHCP.
25 Serviços HTTP e HTTPS. 26 Serviço de transferência de mensagens SMTP. 27 Proxy cache. 28 Proxy
reverso.

GERÊNCIA DE REDES:

1 Protocolo SNMP. 2 Conceitos de MIB, MIB II e MIBs proprietárias.

3 Conceito de
agentes SNMP e serviços de gerenciamento de rede (NMS).

4 Comunicação entre NMS e agentes (GET, SET).
5 Comunicação entre agentes e NMS (traps).

6 Protocolos RADIUS e TACACS. 7 Gerenciamento de
dispositivos de rede, servidores e aplicações. 8 Gerência de falha, de capacidade e de mudança.
9 Programação shell script/bash script e PERL.

SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO:

1 Vulnerabilidades e ataques a sistemas computacionais. 2 Algoritmos de
criptografia simétricos e assimétricos.

3 Assinatura e certificação digital. 4 VPN e VPN-SSL.

5 Firewall.
6 Prevenção de intrusão. 7 Proxy. 8 NAT.

9 Filtro de conteúdo WEB. 10 Web Application Firewall. 11 Combate
a códigos maliciosos. 12 Prevenção e tratamento de incidentes. 13 Tipos de ataques: spoofing, flood, DoS,
DDoS, phishing.

14 Malwares: vírus de computador, cavalo de tróia, adware, spyware, backdoors, keylogger,
worms. 15 Norma ABNT NBR ISO/IEC 27002:2005 (Análise/Avaliação e tratamento dos riscos, política de
segurança da informação, gestão de ativos, segurança física e do ambiente, gerenciamento das operações e
comunicações, controle de acessos, aquisição, desenvolvimento e manutenção de sistemas de informação,
gestão de incidentes de segurança da informação e gestão da continuidade do negócio).

SISTEMAS OPERACIONAIS WINDOWS E LINUX: 1 Conceitos básicos. 2 Noções de administração,
configuração e segurança de servidores. 3 Técnicas para detecção de problemas e otimização de
desempenho. 4 Administração de serviços de diretório: Active Directory e LDAP. 5 Administração de Serviço
de monitoramento e gerenciamento de redes: System Center. 6 Administração de serviços de rede: DNS,
52
DHCP, impressão e compartilhamento de arquivo. 7 Interoperabilidade. 8 Topologia típica de ambientes com
alta disponibilidade e escalabilidade. 9 Balanceamento de carga, fail-over e replicação de estado. 10 Técnicas
para detecção de problemas e otimização de desempenho.

SISTEMAS DE VIRTUALIZAÇÃO: 1 Conceitos básicos. 2 Noções de administração, configuração e segurança
de sistemas de virtualização: VMware e Hiper-V. 3 Técnicas para detecção de problemas e otimização de
desempenho. 4 Topologia típica de ambientes com alta disponibilidade e escalabilidade. 5 Balanceamento
de carga, fail-over e replicação de estado. 6 Técnicas para detecção de problemas e otimização de
desempenho.
SISTEMAS GERENCIADORES DE CORREIO ELETRÔNICO: 1 Conceitos básicos. 2 Noções de administração,
configuração e segurança de sistemas de correio eletrônico: Exchange, Postfix e Zimbra. 3 Topologia típica de
ambientes com alta disponibilidade e escalabilidade. 4 Balanceamento de carga, fail-over e replicação de
estado. 5 Técnicas para detecção de problemas e otimização de desempenho.
SISTEMA GERENCIADOR WEB: 1 Conceitos básicos. 2 Noções de administração, configuração e segurança de
sistema gerenciador Web: Apache e NGINX. 3 Topologia típica de ambientes com alta disponibilidade e
escalabilidade. 4 Balanceamento de carga, fail-over e replicação de estado. 5 Técnicas para detecção de
problemas e otimização de desempenho.

SISTEMA DE APLICAÇÃO WEB:

1 Conceitos básicos. 2 Noções de administração, configuração e segurança de
sistema de aplicação Web: Tomcat e JBoss. 3 Topologia típica de ambientes com alta disponibilidade e
escalabilidade. 4 Balanceamento de carga, fail-over e replicação de estado. 5 Técnicas para detecção de
problemas e otimização de desempenho.

SISTEMAS GERENCIADORES DE BANCOS DE DADOS: 1 Conceitos básicos. 2 Noções de administração,
configuração e segurança de sistemas gerenciadores de banco de dados: ORACLE, MS-SQL; MySQL; BRSSearch
e PostgreSQL. 3 Topologia típica de ambientes com alta disponibilidade e escalabilidade.
4 Balanceamento de carga, fail-over e replicação de estado. 5 Técnicas para detecção de problemas e
otimização de desempenho.

TECNOLOGIAS E ARQUITETURA DE DATACENTER: 1 Conceitos básicos. 2 Serviços de armazenamento,
padrões de disco e de interfaces. 3 RAID. 4 Tecnologias de armazenamento DAS, NAS e SAN. 5 Tecnologias
de backup. 6 Deduplicação. ILM – Information Lifecycle Management. 7 Computação em nuvem.

21.2.4.9 ÁREA 9
FUNDAMENTOS DE COMPUTAÇÃO:

1 Organização e arquitetura de computadores. 2 componentes de um
computador (hardware e software). 3 Sistemas de entrada e saída. 4 Sistemas de numeração e codificação.
5 Aritmética computacional. 6 Princípios de sistemas operacionais.

LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO: 1 Construção de algoritmos. 2 Tipos de dados simples e estruturados.
3 Variáveis e constantes. 4 Comandos de atribuição, entrada e saída. 5 Avaliação de expressões. 6 Funções
pré-definidas. 7 Conceito de bloco de comandos. 8 Estruturas de controle, seleção, repetição e desvio.
9 Operadores e expressões. 10 Passagem de parâmetros. 11 Recursividade. 12 Conceitos básicos de
programação estruturada e orientada a objetos. 13 Métodos de ordenação, pesquisa e hashing.

CONCEITOS DE REDE LOCAL: 1 Arquitetura cliente-servidor. 2 Arquitetura TCP/IP. 3 Serviços de Redes.
4 Aplicações Web. 5 Internet e Intranets. 6 Autenticação de usuários: padrão Oauth, LDAP;

ENGENHARIA DE REQUISITOS: 1 Conceitos básicos. 2 Técnicas de licitação de requisitos. 3 Gerenciamento
de requisitos. 4 Especificação de requisitos. 5 Técnicas de validação de requisitos. 6 Prototipação.
QUALIDADE DE SOFTWARE: 1 Metodologias de desenvolvimento de software. 2 Processo unificado:
conceitos, diretrizes, disciplinas. 3 Metodologias ágeis. 4 Métricas e estimativas de software. 5 Análise por
pontos de função. 6 CMMI: conceitos básicos, estrutura e objetivos, disciplinas e formas de representação,
níveis de capacidade e maturidade, processos e categoria de processos. 7 MPS-BR.
53
ANÁLISE E PROJETO ORIENTADOS A OBJETOS: 1 Conceitos básicos, padrões de projetos. 2 UML: visão geral,
modelos e diagramas.

PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS: 1 Conceitos básicos: classes, objetos, métodos, mensagens,
sobrecarga, herança, polimorfismo, interfaces e pacotes. 2 Tratamento de exceção.

LINGUAGENS E TECNOLOGIAS DE PROGRAMAÇÃO: 1 JAVA, PHP. 2 Javascript. 3 AJAX. 4 HTML. 5 CSS.
6 DHTML. 7 XML, XSD e XSLT. 8 Práticas ágeis: integração contínua, Test-driven Development (TDD),
Refactoring. 9 Arquitetura: Service Oriented Architecture (SOA). 10 SOAP. 11 Design Patterns. 12 Padrão
Model-View-Controller (MVC).13 REST, JSON, ANGULARJS. 14 Scrum. 15 Programação ágil. 16 Microserviços.
17 Fundamentos de DevOps. 18 Ferramentas CASE.

TESTES: 1 Teste funcional, de performance e de integração. 2 Plano de testes. 3 Ferramentas e automatização
de testes.

DESENVOLVIMENTO SEGURO DE SOFTWARE: 1 Verificação de vulnerabilidades OWASP, Ciclo de
Desenvolvimento Seguro. 2 Testes de Vulnerabilidades. 3 Testes Fuzzy. 4 Melhores práticas de
desenvolvimento seguro.

BANCO DE DADOS: 1 Sistemas gerenciadores de banco de dados (SGBD). 2 Linguagens de definição e
manipulação de dados. 3 Linguagem SQL. 4 Conceitos e comandos PostgreSQL e MySQL

O QUE ACONTECE AO CORPO SE COMERMOS PIMENTA-DO-REINO TODOS OS DIAS?


  • atualizado: 
  • por Redação
pimenta-do-reino

Uma das especiarias mais antigas e usadas. Todos nós temos pimenta-do-reino em casa que usamos para dar um toque de sabor aos nossos pratos favoritos. No entanto, nem sempre conhecemos as propriedades deste tempero e o que acontece ao corpo, se o consumimos todos os dias.

Da planta Piper nigrum, obtém-se os grãos de pimenta que todos conhecemos e utilizamos. Dependendo do grau de maturação e da tecnologia de produção, da mesma planta se produz as pimentas verde, branca, vermelha e preta (do reino), sendo esta a mais utilizada entre nós, dela estamos falando hoje.

As virtudes deste tempero se dão por conta da presença de uma substância chamada piperina, um ingrediente ativo benéfico para a saúde que, entre outras coisas, aumenta a absorção de certas substâncias no corpo.

Desde a antiguidade, a pimenta-do-reino (também conhecida como pimenta-preta) foi usada não só na cozinha, mas também em receitas de medicina popular para fins de cura.

Mas quais são os verdadeiros benefícios de uma ingestão diária de pimenta-do-reino?

O que acontece ao corpo toda vez que usamos a pimenta-do-reino

Existem várias mudanças que podemos observar em nosso corpo se consumirmos pimenta-do-reino todos os dias, obviamente na dose certa e sem exageros, para evitarmos os seus efeitos colaterais.

Aqui estão os principais benefícios, baseados em algumas pesquisas científicas:

pimenta do reino moedor

  1. Melhora a digestão: a pimenta-do-reino possui forte poder digestivo devido à ação da piperina que estimula os sucos gástricos. Não só salpicada sobre os alimentos, a pimenta-do-reino também pode ser usada em forma de chá para explorar melhor esta sua propriedade.
  2. Queima gordura: a pimenta-do-reino é um tempero muito útil para aqueles que estão fazendo dieta, pois demonstrou melhorar o metabolismo e contribuir para a eliminação de gorduras, para que não se acumulem no corpo.
  3. Menos gases intestinais: ao lado de uma digestão mais eficaz, você também pode notar uma melhora no caso de problemas de meteorismo e barriga inchada. Na verdade, a pimenta-preta ajuda a desinchar e reabsorver os gases intestinais.
  4. Melhor absorção de nutrientes: a piperina melhora a absorção de alguns nutrientes encontrados nos alimentos. Recomenda-se a combinação de primenta-do-reino com açafrão pois ela melhora a biodisponibilidade da curcumina presente no açafrão. Tudo isso é documentado por um estudo publicado na revista científica Breast Cancer Research and Treatment, que também demonstrou sua capacidade, sempre associada ao açafrão, de bloquear o crescimento das células de câncer de mama.
  5. Alivia a dor: a pimenta-preta tem uma boa capacidade analgésica, você pode experimentar seu efeito, por exemplo, em caso de dores musculares e articulares.
  6. Contra os radicais livres: a pimenta-do-reino é rica em antioxidantes e, portanto, ajuda as células e, consequentemente, todo o corpo a permanecer jovem.
  7. Desinfetar os alimentos: dadas as suas qualidades antissépticas, em tempos antigos, a pimenta-do-reino era usada para preservar os alimentos e torná-los mais seguros do ponto de vista higiênico. Ainda hoje, este tempero pode ajudar a neutralizar algumas bactérias potencialmente presentes nos alimentos que comemos, mas também aqueles que são encontrados dentro do intestino.
  8. Antidepressivo: a pimenta é capaz de reequilibrar a secreção de serotonina e dopamina. É por isso que é considerada um bom antidepressivo natural.
  9. Afrodisíaca: uma pitada de pimenta-do-reino pode ajudar a apimentar a atmosfera até debaixo dos lençóis.
  10. Menos sal: adicionar um pouco de pimenta à nossa comida, bem como outras especiarias, tem a vantagem de contribuir para reduzir o uso do sal de cozinha. No entanto, tenha cuidado para não exagerar, pois a pimenta-preta também contém sódio.

Qual quantidade devemos consumir diariamente?

A pimenta-o-reino, em pequenas doses, é benéfica! Ao contrário, se usada em doses excessivas, pode tornar-se irritante para as mucosas, especialmente em indivíduos particularmente sensíveis.

Espalhar uma pitada de pimenta-do-reino todos os dias nos alimentos é o suficiente para obter os seus benefícios.

A melhor maneira de aproveitar suas propriedades é usar os grãos de pimenta frescos para serem moídos na hora pois assim mantém-se todos os seus componentes nutricionais.

pimenta do reino moedor

É importante adicionar a pimenta aos alimentos quentes no final do cozimento (as altas temperaturas arruinam suas características) e nunca expor esta especiaria à luz solar.

Pimenta-do-reino, como adicioná-la na dieta

A pimenta-preta vai bem com muitos alimentos e não é difícil incluí-la na dieta, desde que você goste do seu sabor picante, ainda que levemente picante.

Pode ser adicionada praticamente à qualquer prato, inclusive podem combinar bem com frutas secas, pães e até em chocolates.

Observe também a mistura de especiarias usadas em diferentes partes do mundo, onde nunca falta pimenta-do-reino. Por exemplo, pense no curry e no garam masala.

Como já dissemos, uma pitada de pimenta-do-reino sempre deve ser adicionada à cúrcuma, a fim de aumentar a biodisponibilidade do principal ingrediente ativo da rainha das especiarias “a curcumina”.

pimenta do reino e acafrao

Contraindicações da pimenta-do-reino

A pimenta-do-reino também pode ser uma especiaria irritante, por isso deve ser sempre usada sem exageros e, em alguns casos específicos, ela não é recomendável de nenhum jeito.

Por exemplo, se você sofre de doenças do estômago, como gastrite ou úlcera ou outros problemas devido a hipersensibilidade gástrica, seria bom evitá-la, salvo disposição em contrário conforme o aconselhamento médico recebido.

Não é recomendada para quem tem ou está com hemorróidas ou fissuras.

Se você segue uma dieta com baixo teor de sal, é bom limitar ou evitar o uso da pimenta-do-reino porque, poucas pessoas sabem, esse tempero contém sódio.

Aos idosos e às crianças não se recomenda usar pimenta-do-reino.

E atenção para a possível inalação de pimenta-do-reino que também pode irritar o trato respiratório e, em alguns casos, criar dificuldade de respiração e inchaço.

Dito tudo isso, se usada com moderação e excluídos os casos de contraindicações, os benefícios que se podem obter com o uso diário desta especiaria não são poucos, portanto, viva a pimenta-do-reino!

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A PIMENTA-DO-REINO AJUDA A QUEIMAR GORDURA, REVELA UM ESTUDO INDIANO

Disciplinas de Contabilidade – Estácio


Código Disciplina Tipo Participação
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O que acontece com o esqueleto quando fazemos ioga? (VÍDEO)


REPRODUÇÃO/YOUTUBE

Além de desestressar e ser um ótimo exercício físico, o ioga é um excelente alongamento.

A prova disso é este vídeo, elaborado por animadores junto com uma equipe médica para demonstrar o que o ioga faz com os ossos.

Veja só!

ETC:

Gráfica para Revendedores – Revenda Gráfica


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Revenda Gráfica - Gráfica para Revendedores

Revenda Gráfica – Gráfica para Revendedores

Entre então você quer saber de revenda gráfica e gráfica para revendedores?As diferentes modalidades de gráficas, existem as fornecedoras, que, como “fábricas”, possuem todo o maquinário e materiais necessários para executar as impressões, mas não costumam lidar diretamente com os clientes que utilizarão o trabalho final. Os revendedores gráficos intermediam a relação entre a gráfica e os consumidores, desenvolvendo uma estratégia de marketing e revendendo os produtos por um preço superior ao de custo.

Existe uma relação de mútuo benefício entre as gráficas para revendedores e os revendedores gráficos. O maquinário tem um custo muito alto e lidar com clientes exige tempo e estratégia, tornando necessária a união dos diferentes serviços.

Por Que Ser um Revendedor Gráfico?

Trabalhar como revendedor gráfico é uma opção interessante para aqueles que querem empreender e conquistar independência. Ter uma gráfica pode ser algo complicado burocrático e com um custo muitíssimo elevado, confira aqui o guia do SEBRAE. Com uma gráfica para revendedores, o trabalho se torna muito simples, sem a necessidade de fazer grandes investimentos iniciais e com boa parte da responsabilidade se mantendo nas mãos da gráfica. Não é necessário ter experiência prévia no setor, um bom estudo e atenção já são o suficiente.

Desenvolva uma estratégia de vendas, considerando a variedade de possíveis clientes e materiais com os quais poderá trabalhar, e estabeleça parcerias com gráficas de confiança.

Como Funciona a Gráfica para Revendedor?

Gráficas para revendedores têm muito interesse em estabelecer parcerias, afinal, os revendedores são sua fonte de renda. A função do revendedor é conseguir clientes finais que precisem de impressões, que serão encomendadas na gráfica com preços dentro de uma tabela. O trabalho precisa ser detalhado, com as especificações de material, tamanho. Como existe o processo de revenda, o revendedor comprará o produto a preço de custo, vendendo, então, por um preço mais alto para o cliente final, conseguindo a margem de lucro.

Conforme as encomendas aumentam, o custo pode diminuir. Por exemplo, encomendas maiores em um único frete normalmente têm um custo de frete menor do que encomendas menores em vários fretes. Além disso, as gráficas podem ter preços variados na tabela dependendo de quantidade e até mesmo preços diferenciados para revendedores com alto desempenho ou de fidelidade comprovada.

Gráficas para Revendedores Online e Revenda Gráfica

Enquanto empresas, os serviços oferecidos pelas gráficas podem ser variados. Muitas possuem sites onde é possível fazer as encomendas, com tabelas de preço por produto e opções de orçamento por mensagem. Com as parcerias entre gráficas e revendedores, as artes finais podem ser disponibilizadas com exclusividade para revendedores parceiros, auxiliando as vendas e facilitando a ingressão de novos profissionais no setor.

O setor gráfico oferece grandes oportunidades para aqueles que desejam começar. Se você já é revendedor gráfico, consulte nossas tabelas de preços e prazos por produto e faça um orçamento